segunda-feira, março 16, 2026

Política & Agro

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La Niña pode levar estiagem ao Centro-Sul em outubro


A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) estimou 71% de probabilidade de desenvolvimento do fenômeno La Niña já em outubro, com possibilidade de persistir até fevereiro de 2026. O evento oceânico, que provoca o resfriamento das águas superficiais do Pacífico, altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do mundo. No Brasil, a ocorrência está associada à estiagem nas regiões Centro-Sul.

O encerramento do vazio sanitário da soja em grande parte das áreas produtoras marca o início do plantio da principal commodity agrícola do país, coincidindo com a previsão de chegada do La Niña. A combinação aumenta o risco de estresse hídrico e redução de produtividade, especialmente em estados como Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul, que podem enfrentar longos períodos de escassez de chuva. O impacto climático também deve afetar o desenvolvimento da safra de milho verão.

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“Caso se confirme, o La Niña vai atuar num período muito importante para o ciclo de produção da safra, pois estamos no início do plantio, momento crucial que impactará mais adiante no enchimento de grãos. Por isso, é importante que os agricultores foquem o manejo no fortalecimento das raízes, para enfrentar desafios térmicos, hídricos e até mesmo fungos”, explica o agrônomo Giovanni Ferreira, desenvolvedor de mercado da Biotrop.

Ferreira aponta que a atenção dos produtores deve incluir o controle de nematoides e outros patógenos que intensificam os efeitos da seca. Esses organismos, ao penetrarem nas raízes, dificultam a absorção de água. “A proteção da planta pode e deve ser feita ainda na semente para que, quando a raiz começar a crescer, ela esteja protegida contra a ação dos nematoides. Dessa maneira, o produtor evita mais um problema além da falta de água”, ressalta Giovanni.

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Entre os fungos de solo que podem se agravar com o tempo seco estão a podridão-radicular-seca (Fusarium solani f.sp. phaseoli) e a podridão-de-carvão (Macrophomina phaseolina), que comprometem o desenvolvimento das plantas. Outro fator de risco é a fitotoxicidade, decorrente de misturas inadequadas, dosagens incorretas ou condições desfavoráveis de aplicação de defensivos, que podem causar queima nas folhas e, em casos extremos, levar à morte da planta.

Em cenários de baixa umidade, os efeitos da fitotoxicidade tendem a se intensificar. “A recomendação da Biotrop é que o agricultor utilize soluções que ajudem a planta a otimizar o uso dos recursos hídricos para o seu desenvolvimento. Alguns microrganismos são excelentes para esse fim, como Bacillus Aryabhattai, Bacillus Haynesii e Bacilus Circulans, tríade que compõe a formulação do Bioasis Power”, ressalta o agrônomo.





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Embarques de milho crescem com contratos antecipados



Até o 20º dia útil de setembro, o Brasil exportou 6,6 milhões de toneladas de milho



Foto: USDA

As exportações brasileiras de milho avançaram em setembro de 2025 e já superam em 3% o volume registrado no mesmo mês de 2024, segundo o Cepea. A expectativa, porém, é de desaceleração nas próximas semanas.

Embarques de milho crescem com contratos antecipados

Dados da Secex mostram que, até o 20º dia útil de setembro, o Brasil exportou 6,6 milhões de toneladas de milho — volume superior ao do mesmo período de 2024. O resultado é reflexo de negócios realizados anteriormente, segundo o Cepea, já que a liquidez nos portos está limitada.

Os preços pagos em Paranaguá (PR) e Santos (SP) operam em patamares próximos aos do mercado interno, reduzindo o apetite de novos vendedores para exportação. Essa paridade de preços tem travado negociações de última hora.

Acumulado da safra ainda está abaixo do ano passado

Mesmo com o avanço em setembro, os números acumulados da safra 2024/25 ainda indicam queda. Entre fevereiro e a parcial de setembro, foram embarcadas 18,8 milhões de toneladas de milho, 4% a menos que no mesmo intervalo de 2024.

Risco de queda nos embarques com safra dos EUA

A tendência é que o ritmo de exportações brasileiras desacelere nas próximas semanas. A entrada da safra recorde dos Estados Unidos no mercado internacional deve acirrar a concorrência, pressionando os preços e o volume embarcado pelo Brasil.





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Feijão-de-vagem mantém alta produtividade



Feijão-de-vagem tem preço entre R$ 8 e R$ 10 no RS



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (2) pela Emater/RS-Ascar, o cultivo de feijão-de-vagem na região administrativa de Lajeado, no município de Feliz, está próximo do encerramento da produção. O preço do quilo da hortaliça tem variado entre R$ 8,00 e R$ 10,00.

Segundo o Censo Olerícola de 2025, a cultura ocupa 60,95 hectares distribuídos em 146 unidades produtivas, com produtividade de 13.294 quilos por hectare. Entre os principais municípios produtores estão Bom Princípio, Vale Real, São Sebastião do Caí, Feliz e Linha Nova.





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Momento do mercado de feijão exige atenção



A recomendação é não esperar demais


A recomendação é não esperar demais
A recomendação é não esperar demais – Foto: Canva

Nas últimas semanas, o mercado de feijão deu sinais claros de que o tempo certo de agir pode determinar os ganhos ou perdas de produtores e compradores. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), o melhor momento de venda ocorreu há cerca de dez dias, quando os preços estavam mais favoráveis. Desde então, muitos negócios foram fechados “na baixa”, reduzindo a rentabilidade dos produtores. Agora, a tendência se inverte, e o cenário se mostra mais positivo para quem pretende comprar.

O Ibrafe destaca que, se a oferta tivesse sido menor nesse intervalo, a reação dos preços poderia ter acontecido ainda antes. Essa leitura reforça a importância do acompanhamento de mercado e da troca de percepções entre agentes da cadeia. Hoje, os sinais já apontam para uma retomada dos preços, com o feijão voltando ao patamar de R$ 260 por saca FOB Minas Gerais. A expectativa é de que essa recuperação não se limite a esse nível, uma vez que compradores devem retomar as aquisições entre hoje e amanhã.

Para os produtores que precisarão de caixa nos próximos dias, a recomendação é clara: não adiar demais a decisão de venda. O momento é de aproveitar a valorização, com compradores ativos no mercado. Por outro lado, os compradores também devem agir rapidamente, já que quem esperar tende a encontrar preços mais altos nas próximas 

negociações.

“Produtor: se você vai precisar de caixa nos próximos dias, não espere demais. Venda enquanto o preço sobe e os compradores estão ativos. Comprador: o recado é direto — garanta o produto o quanto antes. Quem demorar vai pagar mais caro”, conclui ao Ibrafe.

 





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Cor das plantas indica saúde e produtividade das lavouras


A coloração das plantas vai muito além do aspecto visual, funcionando como um indicativo direto da saúde e do desenvolvimento das culturas, refletindo nutrição, equilíbrio de minerais e eficiência da fotossíntese. Segundo Luis Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes, fertilizantes bem formulados e aplicados corretamente podem intensificar o verde das folhas, o vermelho dos frutos e até tons específicos em flores, sem alterar a genética das plantas.

“Quando falamos em nutrição vegetal, não pensamos apenas no crescimento ou na produtividade, mas também na coloração das folhas, flores e frutos. Fertilizantes bem formulados e aplicados corretamente podem intensificar o verde das folhas, o vermelho de frutos e até mesmo tons específicos em flores, sem alterar a genética da planta”, explica.

O efeito ocorre porque nutrientes essenciais influenciam a síntese de pigmentos vegetais: o nitrogênio está ligado à produção de clorofila, responsável pelo verde intenso das folhas, enquanto fósforo e potássio podem realçar cores de flores e frutos. Schiavo ressalta que a escolha do fertilizante certo, aliada a acompanhamento técnico, impacta diretamente na aparência, produtividade e resistência das culturas a pragas.

A nutrição foliar, aplicada diretamente nas folhas, permite corrigir deficiências rapidamente e ajustar a coloração em momentos estratégicos do ciclo de cultivo. Além disso, tecnologias de aplicação de precisão e produtos biológicos complementares potencializam os efeitos da nutrição, intensificando cores naturais sem causar danos às plantas.

“Fertilizantes bem escolhidos e aplicados com tecnologia apropriada não apenas promovem crescimento e produtividade, mas também influenciam positivamente a estética das plantas, oferecendo aos produtores mais controle sobre a qualidade de suas lavouras”, finaliza o CEO da Naval Fertilizantes.





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O clima vai ser o protagonista da safra?



“As projeções indicam alta probabilidade de uma La Niña fraca”


“As projeções indicam alta probabilidade de uma La Niña fraca"
“As projeções indicam alta probabilidade de uma La Niña fraca” – Foto: NOAA

O clima surge como protagonista para a safra de verão 2025/2026, com o avanço da semeadura tornando as condições meteorológicas decisivas para a produtividade e a margem do produtor. Em um cenário de preços e taxa de câmbio pressionados, a eficiência no manejo das lavouras e a atenção ao regime de chuvas podem fazer diferença na colheita.

A Céleres destacou em seu informativo de outubro os possíveis impactos da La Niña sobre o clima e a produtividade da soja, segundo análise de Erickson Oliveira, analista de agronegócio da empresa. De acordo com as projeções, há alta probabilidade de uma La Niña fraca, cenário que tende a manter a produtividade próxima à média nacional, especialmente beneficiando produtores do Sul, historicamente mais vulneráveis à seca.

O Australian Bureau of Meteorology define os fenômenos El Niño e La Niña pelos desvios de ±0,8°C na temperatura do Pacífico, sendo que projeções de outubro indicam que a safra deve se manter próxima da neutralidade climática. A NOAA, por sua vez, reforça a probabilidade de uma La Niña de baixa intensidade, o que sugere precipitações próximas à média histórica dos estados brasileiros e produtividade estimada em 60,7 sacas de soja por hectare.

Em um contexto de elevados estoques globais, manter boas produtividades se torna estratégico para reduzir riscos de inadimplência, tema relevante diante dos altos custos de capital e margens apertadas no setor. O clima, aliado a um manejo eficiente, será determinante para garantir colheitas seguras e rentáveis na temporada 2025/2026.

“As projeções indicam alta probabilidade de uma La Niña fraca, cenário que tende a manter a produtividade próxima à média nacional. Um alívio importante para os produtores do Sul do Brasil, historicamente mais vulneráveis às perdas por seca”, escreveu.

 





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Taxas dos DIs têm leves altas em sintonia com o exterior


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – A agenda esvaziada de indicadores e eventos econômicos no Brasil e no exterior fez as taxas dos DIs oscilarem em margens estreitas nesta sexta-feira, até encerrarem o dia com altas leves, acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasuries.

No fim da tarde a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,255%, ante o ajuste de 13,23% da sessão anterior. A taxa para janeiro de 2029 marcava 13,14%, ante o ajuste de 13,1%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2035 estava em 13,41%, ante 13,405% do ajuste anterior.

Após despencarem nas últimas semanas em meio à expectativa pelo corte de juros pelo Federal Reserve, os rendimentos dos Treasuries ganharam força a partir da última quarta-feira, após o Fed promover, de fato, um corte de 25 pontos-base em sua taxa de juros, sinalizando novas reduções nos próximos meses.

Investidores ajustaram posições sob a lógica do “compre no boato e venda no fato”, o que fez os yields subirem na quarta, na quinta e nesta sexta-feira, em movimento justificado ainda por novos dados de auxílio-desemprego nos EUA e pela avaliação de que os cortes à frente do Fed tendem a ser de 25 pontos-base, e não de 50 pontos-base.

O mercado brasileiro de renda fixa acompanhou, com as taxas dos DIs se ajustando em alta desde quinta-feira — já após a decisão do Banco Central de manter a taxa Selic em 15% ao ano, reiterando a mensagem de permanência neste patamar por período prolongado.

O ajuste de alta das taxas dos DIs continuou nesta sexta-feira, ainda que de forma contida, com investidores à espera da ata do encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, a ser divulgada na próxima terça-feira. Ao mesmo tempo, a ausência de notícias de impacto limitou a liquidez, em especial durante a tarde.

Perto do fechamento a curva brasileira precificava em 99% a probabilidade de manutenção da Selic em 15% na próxima reunião do Copom, no início de novembro.

Às 16h38, o rendimento do Treasury de dez anos — referência global para decisões de investimento — subia 3 pontos-base, a 4,129%.





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BAT Brasil comemora mais um ano da certificação do PI Tabaco para 100% de seus produtores



Mais de 17 mil produtores integrados são certificados com selo do MAPA


Foto: Divulgação

A BAT Brasil comemora mais um ano como a única empresa do setor de tabaco brasileiro com 100% de sua produção certificada pelo selo Produção Integrada (PI-Brasil). Em 2025, a companhia chegou ao 9º ano consecutivo de conquista da certificação, concedida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), reafirmando seu pioneirismo em qualidade, inovação e sustentabilidade.

Na primeira certificação, em 2016, 50 produtores integrados à BAT Brasil conquistaram o selo. Atualmente, mais de 17 mil produtores são certificados anualmente, comprometidos na busca de melhores produtividade, qualidade, e consequentemente maior rentabilidade, e o mais importante, tudo isso com sustentabilidade. O selo é dado a 72 culturas de cultivo no solo brasileiro com normas técnicas aprovadas pelo MAPA.

Para a certificação, é necessário seguir as normas técnicas específicas durante todo o processo de produção, armazenamento e beneficiamento do produto. O agricultor precisa aplicar boas práticas agrícolas, como o correto manejo de solo e uso responsável dos recursos naturais e dos insumos utilizados na produção, sendo tudo registrado no caderno de campo específico. E a empresa por sua vez, precisa assegurar a rastreabilidade do produto, desde a saída das propriedades, até o beneficiamento, garantindo segurança e transparência ao consumidor.

“Quase 10 anos após a primeira certificação, reafirmamos nosso compromisso com a inovação e com a entrega do melhor produto aos nossos clientes. Para conquistar este selo, trabalhamos com responsabilidade junto aos nossos produtores. Desde 2015, eles recebem capacitação para produzir um tabaco seguro, seguindo práticas sustentáveis, e hoje essa certificação abrange 100% dos nossos produtores” e 100% do tabaco beneficiado pela empresa, celebra o gerente regional de produção agrícola, Paulo Favero.





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Qual o impacto da manutenção da moratória da soja?



O processo administrativo seguirá em tramitação


O processo administrativo seguirá em tramitação
O processo administrativo seguirá em tramitação – Foto: Divulgação

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu nesta terça-feira (30/09) adiar para 1º de janeiro de 2026 o início da suspensão preventiva dos efeitos da Moratória da soja. A informação foi analisada por Marcelo Winter, sócio da área de Agronegócio do VBSO Advogados, em comentário sobre o julgamento.

Na decisão de agosto, a Secretaria-Geral do Cade havia instaurado um processo administrativo para investigar possível cartelização entre as empresas signatárias da Moratória e imposto a suspensão preventiva do acordo, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. Com o julgamento mais recente, o Tribunal concedeu uma espécie de vacância temporária, permitindo que, até o fim de dezembro de 2025, as companhias continuem aplicando normalmente as cláusulas do acordo. Isso inclui o compartilhamento de informações voltadas a evitar a aquisição de soja oriunda de áreas do Bioma Amazônico desmatadas após 2008.

O processo administrativo seguirá em tramitação, com coleta de informações e instrução probatória. Ao final do prazo estabelecido, o colegiado deverá deliberar novamente, podendo decidir pela manutenção, alteração ou cancelamento da suspensão preventiva.

“O processo administrativo seguirá em tramitação, com a coleta de informações e instrução probatória. Após o prazo estabelecido, o colegiado deverá voltar a deliberar sobre a manutenção, alteração ou cancelamento da suspensão preventiva. Na prática, a decisão mantém, até o fim do ano, o funcionamento regular da Moratória da Soja e preserva a apuração em curso no âmbito do Cade”, conclui.

 





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perspectivas positivas para a próxima safra



Região de Caxias conclui colheita e projeta nova safra



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (2), a colheita de citros está próxima do fim em diversas regiões do Rio Grande do Sul, com perspectiva favorável para a próxima safra.

Na região administrativa de Caxias do Sul, restam poucos pomares a serem colhidos, enquanto as plantas apresentam abundante floração. A previsão é de uma boa safra, com os produtores intensificando os tratos culturais, especialmente a aplicação de fungicidas para manutenção da sanidade durante o florescimento.

Em Frederico Westphalen, os pomares estão, em geral, nas fases de chumbinho e fixação de frutos. Os produtores realizaram adubações de início de safra e aplicaram tratamentos preventivos contra antracnose. O informativo aponta que as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento das lavouras e reforçam a expectativa de alta produtividade.

Na região, segue a colheita de variedades de ciclo médio e tardio de laranja e bergamota. A variedade Murcott já atingiu cerca de 60% da colheita, enquanto a Montenegrina foi concluída. Nos pomares de laranja de ciclo tardio da variedade Folha Murcha, a colheita está em fase inicial. O levantamento indica boas condições fitossanitárias, embora haja registro de áreas com clorose variegada dos citros (CVC).

O processamento industrial da fruta foi iniciado com maior regularidade, e os preços pagos às indústrias variam entre R$ 650 e R$ 700 por tonelada. Contudo, muitos produtores têm limitado a colheita devido ao florescimento e à fase de chumbinho, para evitar queda de flores. A expectativa é de melhora nos preços nas próximas semanas.

Para a laranja destinada ao consumo in natura, a demanda permanece aquecida, com preços entre R$ 1.000 e R$ 1.100 por tonelada.





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