quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Tomate em Portugal: produção sob pressão



Para 2025, as perspetivas não são animadoras



Para 2025, as perspetivas não são animadoras
Para 2025, as perspetivas não são animadoras – Foto: Canva

A cultura do tomate em Portugal atravessa um momento decisivo e desafiador. Segundo Pedro Pereira Dias, Diretor da A Sementeira, o país consolidou-se em 2023 como o 3.º maior produtor de tomate da União Europeia, posição que reflete a força e a relevância desta fileira para a agricultura nacional e para as exportações. No entanto, os números também trazem um sinal de alerta: Portugal perdeu cerca de 10% da sua quota de produção em relação aos restantes países europeus, o que evidencia uma perda de competitividade em um mercado cada vez mais exigente.

Para 2025, as perspetivas não são animadoras. A redução da área instalada e o atraso no desenvolvimento das culturas apontam para uma manutenção dos níveis de produção, sem ganhos relevantes em termos de volume. Essa situação coloca em risco não apenas a presença de Portugal no mercado europeu, mas também a capacidade de manter o prestígio internacional construído ao longo dos anos, baseado na qualidade e no elevado padrão do tomate português, amplamente reconhecido pela indústria transformadora.

O tomate é um dos pilares da fileira agroalimentar portuguesa, setor fortemente orientado para a exportação e fundamental para a economia agrícola do país. Porém, para preservar esta relevância, é preciso enfrentar desafios estruturais, que vão desde a adaptação às condições climáticas até à mitigação das oscilações de mercado. A resposta passa pela união de toda a cadeia: indústria de sementes, produtores, indústria transformadora e decisores políticos. Somente com uma visão estratégica comum será possível reforçar a competitividade, garantir a sustentabilidade do setor e assegurar que Portugal continue a ser um dos protagonistas do tomate na Europa e no mundo.

 





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Preço do algodão registra queda com oferta elevada



Preços do algodão em pluma seguem em queda


Foto: USDA

Levantamentos do Cepea mostram que os preços do algodão em pluma seguem em queda no mercado brasileiro e já operam nos menores patamares desde o final de novembro/24. Segundo o Centro de Pesquisas, o movimento de baixa está relacionado à maior disponibilidade e à pressão exercida por compradores, que ofertam valores menores.

Ressalta-se que esses demandantes também reduziram o ritmo das aquisições, diante de incertezas com o cenário interno e, inclusive, de alguns casos para exportações. Quanto à produção nacional de pluma da safra 2024/25, dados da Conab indicam 3,94 milhões de toneladas, 6,3% a mais que na temporada 2023/24, resultado do crescimento de 7,3% na área cultivada, para 2,09 milhões de hectares; a produtividade nacional é prevista em 1.887 kg/ha, queda de 0,9%. 





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IPPA cai 3,2% em julho; no ano, alta é de 16,4%


Em julho, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) apresentou queda nominal de 3,2% em relação ao mês anterior, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, esse desempenho refletiu as baixas no IPPA-Grãos, de 1,4%, no IPPA-Pecuária, de 3%, e no IPPA-Cana-Café, de 9,1%. Na contramão, o IPPA Hortifrutícolas avançou 3,4%.

No mesmo período, o Índice de Preços por Atacado de Produtos Industriais (IPA-OG-DI), calculado pela FGV, subiu 0,8%, indicando que, de junho para julho, os preços agropecuários se desvalorizaram em relação aos industriais na economia brasileira. No cenário internacional, os preços dos alimentos convertidos em Reais recuaram 2,3%, reflexo da combinação de queda do dólar frente ao Real (-0,3%) e de retração dos valores internacionais dos alimentos (-1,9%).

Comparando-se os sete primeiros meses deste ano com igual intervalo de 2024, levantamentos do Cepea mostram que o IPPA registrou expressivo avanço de 16,4%, impulsionado pelas significativas altas nos grupos IPPA-Grãos (7,4%), IPPA-Pecuária (25,8%) e IPPA-Cana-Café (27,7%). Em sentido oposto, o IPPA-Hortifrutícolas caiu 13,4%. No período, o IPA-OG-DI teve aumento de 5%, enquanto os preços internacionais dos alimentos convertidos em Reais subiram 11%, resultado da valorização de 11,1% do dólar, mesmo perante o ligeiro recuo de 0,2% nos preços internacionais dos alimentos. 





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Fiscais agropecuários apresentam dados sobre agrotóxicos



De forma inédita, o painel apresenta dados gerais sobre a prescrição


Foto: Divulgação

Painel Interativo dos Agrotóxicos no Rio Grande do Sul – série histórica de 2018 a 2023 e o primeiro Boletim Técnico da Defesa Vegetal serão lançados segunda-feira (1º/9), às 15h, na Expointer. Os dados serão apresentados pelos fiscais estaduais agropecuários Ricardo Augusto Felicetti, diretor do Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Rafael Friedrich de Lima, chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários da Seapi, e Paulo Victor Rysdyk da Silva, chefe substituto da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal. O evento será no auditório do estande do Governo Estadual, no Pavilhão Internacional.

De forma inédita, o painel apresenta dados gerais sobre a prescrição, comercialização e uso de agrotóxicos em todo o Estado, no período de 2018 a 2023. A publicação será disponibilizada no site da Seapi. Os dados disponibilizados no painel provêm do Sistema Integrado de Gestão de Agrotóxicos (SIGA), que contém as operações comerciais e recomendações técnicas de agrotóxicos no RS. Já o primeiro Boletim Técnico da Defesa Vegetal do Rio Grande do Sul traz uma análise histórica de dados de comércio e uso de agrotóxicos e também os principais dados e as informações obtidas a partir do Painel de Agrotóxicos.

A Associação dos Fiscais Agropecuários do RS (Afagro) ressalta que os servidores da categoria são fundamentais para a segurança no uso de agrotóxicos. Entre as atribuições dos fiscais estaduais agropecuários da área vegetal, está a fiscalização do comércio, armazenamento e aplicação desses produtos, assegurando a regularidade dos estabelecimentos e a qualidade dos insumos. Combatem a venda de agrotóxicos falsificados ou irregulares, investigam denúncias e controlam a movimentação no Estado, protegendo a saúde da população e a sustentabilidade da agricultura.





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Nova tecnologia promete soja mais resistente



A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis



A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis
A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis – Foto: Agrolink

Três gigantes do agronegócio anunciaram um passo importante para o futuro da soja no Brasil. A BASF, em parceria com a Corteva Agriscience e a MS Technologies, firmou um acordo que promete levar ao campo a primeira tecnologia de resistência a nematoides disponível comercialmente. O avanço é considerado estratégico, já que esses microrganismos, como o nematoide de lesões radiculares e o nematoide de cisto da soja, estão entre os principais vilões da produtividade e são de difícil controle pelas práticas convencionais.

Segundo as empresas, a nova característica genética apresentou resultados consistentes em testes de longa duração, garantindo elevado nível de proteção contra os nematoides. Essa inovação será incorporada às sojas Enlist E3® e Conkesta E3®, que já oferecem benefícios consolidados aos produtores. A primeira permite o uso combinado de diferentes herbicidas para o manejo eficiente de plantas daninhas resistentes, enquanto a segunda alia a mesma tolerância a herbicidas com proteínas específicas para o combate a lagartas que atacam a cultura.

A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis ao agricultor, reforçando a sustentabilidade e a segurança da produção. Para a BASF, a iniciativa representa a entrega de uma solução inédita em biotecnologia agrícola; para a Corteva e a MS Technologies, a oportunidade de agregar valor a materiais que já têm grande adesão entre os produtores latino-americanos.

A previsão é de que as primeiras cultivares contendo a nova característica estejam acessíveis aos agricultores brasileiros no final desta década ou início da próxima, após a conclusão dos processos regulatórios e testes adicionais. Outros mercados também podem ser contemplados futuramente.

 





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calor, chuva forte e queda de temperatura


A Expointer 2025 começa com tempo firme e calor no primeiro fim de semana (30 e 31/08), mas uma frente fria prevista para terça-feira (02/09) muda o cenário: chuvas, queda nas temperaturas e sensação térmica mais baixa devem marcar os dias seguintes. O público que visitar a Expointer 2025 nos dias 30 e 31 de agosto encontrará tempo seco e calor, com temperaturas máximas entre 25 °C e 27 °C. O cenário, no entanto, deve mudar drasticamente a partir de terça-feira (02/09), com a chegada de uma frente fria.

“O aquecimento pré-frontal deste fim de semana prepara o terreno para a mudança brusca que vem na sequência”, alerta o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink. Segundo ele, os acumulados de chuva podem superar os 10 mm, com maior instabilidade nas regiões centrais e sul do Rio Grande do Sul.

Frente fria traz instabilidade e sensação térmica mais baixa

Na quarta-feira (03/09), as chuvas se deslocam para Santa Catarina, mas o Rio Grande do Sul ainda terá reflexos da instabilidade no período da manhã. A chegada de uma massa de ar frio pelo sul do estado derruba as temperaturas e muda a sensação térmica no parque.

“O contraste entre o calor do fim de semana e o frio no meio da semana será significativo”, destaca Rodrigues.

A quinta-feira (04/09) tende a ser mais estável, com céu encoberto e temperaturas amenas. Há pouca chance de chuva, o que deve favorecer o deslocamento dos visitantes pela Expointer.

Previsão para o segundo fim de semana da Expointer

No sábado e domingo (06 e 07/09), novas áreas de instabilidade devem avançar sobre o Rio Grande do Sul. A previsão é de pancadas de chuva isoladas, quebrando o padrão de tempo firme observado nos primeiros dias do evento.

Alerta para visitantes: como se preparar para a virada no tempo

A combinação entre calor, chuvas e queda de temperatura exige atenção dos expositores e visitantes. O uso de roupas leves nos primeiros dias e vestimentas mais quentes e impermeáveis a partir de terça-feira pode garantir maior conforto e segurança.





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Dólar recua com apostas em cortes de juros pelo Fed e ganhos na bolsa brasileira


Logotipo Reuters

Por Fernando Cardoso

SÃO PAULO (Reuters) -O dólar à vista caiu ante o real pela quarta sessão consecutiva nesta quarta-feira, na esteira dos ganhos de outras moedas emergentes, conforme a expectativa por cortes na taxa de juros pelo Federal Reserve e a forte alta da bolsa paulista impulsionaram a moeda brasileira.

O mercado doméstico também seguiu monitorando novidades no embate comercial entre Brasil e Estados Unidos, depois da entrada em vigor nesta quarta-feira da tarifa de 50% do presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros.

O dólar à vista fechou em baixa de 0,78%, a R$5,4627. Desde o fechamento de quinta-feira, a moeda acumula queda de 2,5%.

Às 17h14, na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,81%, a R$5,497 na venda.

Os movimentos do real neste pregão foram amplamente influenciados pelo cenário externo, onde o dólar também recuou frente a moedas de outros países emergentes, como o peso mexicano, o rand sul-africano e o peso colombiano.

No foco dos mercados globais continua a crescente expectativa por cortes de juros pelo banco central dos EUA a partir de setembro, depois de um relatório de emprego fraco para julho e da renúncia antecipada da diretora Adriana Kugler.

Nesta quarta-feira, mais uma autoridade se mostrou aberta à possibilidade de cortes de juros no curto prazo. O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, previu que o banco terá que responder a desaceleração da economia norte-americana, defendendo duas reduções de juros neste ano como “razoáveis”.

Com isso, operadores levaram a probabilidade de um corte de 0,25 ponto percentual nos juros em setembro a 96%, segundo dados da LSEG. Na semana passada, a chance era inferior a 50%.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — caía 0,49%, a 98,252.

O cenário doméstico, por sua vez, também esteve favorável ao real devido aos fortes ganhos registrados na bolsa brasileira, à medida que os investidores avaliaram uma nova bateria de balanços corporativos. Índice de referência do mercado, o Ibovespa avançou 1,12%, a 134.637,97 pontos.

O avanço das ações brasileiras permite a atração de um maior fluxo de capital estrangeiro para o país, o que, por consequência, pressiona a divisa norte-americana ante o real.

“Avaliamos que o mercado local permanece bastante atrativo para o investidor estrangeiro, seja por conta da confortável posição das contas externas, pela expectativa de maior crescimento do PIB e pela atratividade do carry trade”, disse Cristiano Oliveira, diretor de pesquisa macroeconômica do Banco Pine.

Na mínima da sessão, às 15h46, o dólar atingiu R$5,45915 (-0,84%). Na máxima, a moeda foi a R$5,5109 (+0,1%), já nos primeiros minutos de negociações.

Apesar dos fatores positivos para a moeda brasileira, o mercado doméstico ainda segue dependente em grande parte de novidades concretas na busca do governo do Brasil por negociar com Washington a tarifa punitiva de Trump.

De modo geral, os investidores desejam saber se haverá mais isenções para produtos brasileiros e qual será o plano de contingência do governo para ajudar empresas e setores mais afetados pela taxa dos EUA.

Em entrevista exclusiva à Reuters nesta quarta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro que não vê espaço para negociações diretas com Trump, acrescentando que o Brasil não pretende anunciar tarifas recíprocas.

Também nesta quarta, o governo apresentou pedido de consultas aos EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa da imposição por Washington da tarifa de 50%, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Pela manhã, o Banco Central vendeu 35.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1º de setembro de 2025.

(Edição de Pedro Fonseca)





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Hub Agro será sede do Agro Inovar RS na Expointer


O Parque de Exposições, em Esteio, será sede do Agro Inovar RS, uma arena de inovação do agronegócio no Estado, organizado pela Prefeitura de Esteio e pela Universidade Feevale. O evento acontecerá no Hub Agro, espaço ao lado da Casa de Esteio no Parque, que irá reunir especialistas, empreendedores e lideranças para debater temas de grande relevância para o setor, dividido em quatro eixos temáticos. São eles a educação e formação profissional, a inovação e startups, o protagonismo feminino no agro e tecnologia, sustentabilidade e soluções práticas.

O prefeito de Esteio Felipe Costella destacou que o projeto reforça a vocação do município como palco de grandes iniciativas. “Vai ser possível mostrar para o mundo o quanto somos capazes de articular parcerias que dão certo e trazer novas ideias e soluções, não só para o mercado agro, mas para toda a indústria e setores que movimentam a economia do Estado e do Brasil”, afirmou.

“A ideia é que o Agro Inovar RS traga inovação, tecnologia e empreendedorismo, com uma série de palestras, eventos e apresentações, consolidando a colaboração entre a Feevale e a Prefeitura de Esteio”, destacou o reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa.

Manuela Bruxel, diretora de Inovação da Universidade Feevale, salientou que, neste ano, o Hub Agro tem duas propostas. “Além de contar com o evento Agro Inovar RS, com sua série de eventos, palestras e atividades em parceria com a prefeitura de Esteio, por exemplo, queremos mostrar para os visitantes da feira tudo o que já acontece no espaço, que são as metodologias de pré-incubação e incubação de startups. A ideia é que, junto à programação, possamos criar conexões com os produtores e empresários que visitam a feira, por isso estaremos de portas abertas com uma programação focada à tecnologia, à inovação, às conexões e à sustentabilidade”, explicou.

Sobre o Agro Inovar RS

O Agro Inovar RS busca consolidar o Rio Grande do Sul como referência nacional em inovação para o agronegócio. Em sua essência, o projeto convida empresários, produtores, startups, investidores e instituições a cocriar o futuro do setor, unindo conhecimento e tecnologia para transformar desafios em oportunidades.

O evento ocorrerá durante a Expointer 2025, no Parque de Exposições Assis Brasil, entre o próximo sábado (30) e 7 de setembro. As atividades serão realizadas no Hub Agro, localizado ao lado da Casa de Esteio. O espaço, que tem como objetivo fomentar empresas e profissionais para a criação de soluções para o agronegócio, estará aberto diariamente, das 9h às 18h, oferecendo ao público uma experiência imersiva em inovação, negócios e networking.

Além de proporcionar oportunidades de networking, o Agro Inovar RS deverá potencializar investimentos em inovação tecnológica. Durante os nove dias de feira, os participantes terão acesso a palestras, painéis e debates conduzidos por experts e grandes players do mercado. O propósito é conectar a vanguarda da tecnologia com a tradição e força do setor agropecuário, promovendo um desenvolvimento sustentável tanto para áreas rurais quanto urbanas.

As atrações serão voltadas ao público em geral, em especial, empresários rurais e urbanos, integrantes do poder público, parques, hubs e startups, bem como agricultores e pecuaristas em busca de soluções. Para estruturar os conteúdos, o Agro Inovar RS apresenta quatro grandes eixos temáticos, que norteiam sua programação:

Educação e formação profissional

– Integração entre eventos de inovação

– Formação profissional no agro: o veterinário do futuro

– Ensino e atualização técnica para o setor

Inovação e startups

– Mapeamento de startups e ecossistema de inovação no RS

– Tecnologias e soluções para o setor

– Novas soluções para antigos desafios no mercado pet

– Identificação eletrônica animal: aplicabilidade em diferentes espécies

Protagonismo feminino no agro

– Empreendedorismo feminino no agro e liderança

– Mulheres no agro e inteligência artificial (IA)

– Encontro das primeiras-damas

Tecnologia, sustentabilidade e soluções práticas

– Plano de forragem hidropônica: nutrição de rebanhos por hidroponia

– Integração campo-cidade e soluções para o futuro sustentável

Serviço:

O quê: Agro Inovar RS – Arena de Inovação do Agronegócio

Quando: De sábado (30) a 7 de setembro, das 9h às 18h, na Expointer

Onde: Hub Agro – Parque de Exposições Assis Brasil – Esteio/RS

Realização: Universidade Feevale e Prefeitura de Esteio





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Abertura oficial do Pavilhão do Artesanato ocorrerá na próxima segunda-feira na Expointer


A abertura oficial do Pavilhão do Artesanato na Expointer ocorrerá, na próxima segunda-feira, 1º de setembro, às 14h, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O Pavilhão será sede da 42ª Exposição de Artesanato do Rio Grande do Sul (Expoargs), que ocorrerá simultaneamente à Expointer, de 30 de agosto a 7 de setembro de 2025. Promovida pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), por meio do Programa Gaúcho de Artesanato (PGA), a feira estará aberta para visitação das 8h às 20h.

Ao todo, 189 artesãos de 56 municípios gaúchos irão expor e comercializar seus produtos em 124 estandes na Expoargs. A maior feira de artesanato gaúcho reunirá ampla variedade de técnicas tais como: cutelaria, tecelagem, patchwork, macramê, modelagem em couro, entalhe em madeira, típico regional, tapeçaria e pintura, entre outras.

Uma das atrações do evento será a exposição permanente “Saberes e Fazeres Artesanais”, um showroom que apresentará a diversidade do artesanato gaúcho. O espaço possibilitará ao público contemplar peças representativas da produção artesanal e, posteriormente, visitar os estandes para conhecer os artesãos e adquirir os produtos diretamente.

Participarão da feira artesãos de Alegrete, Alvorada, Ametista do Sul, Arroio do Meio, Arroio do Sal, Bagé, Barra do Ribeiro, Butiá, Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Cachoeirinha, Camaquã, Campo Bom, Canoas, Capão da Canoa, Capela de Santana, Eldorado do Sul, Esteio, Fagundes Varela, Flores da Cunha, General Câmara, Gramado, Gravataí, Imbé, Lindolfo Collor, Marau, Morro Reuter, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Paraí, Passo do Sobrado, Passo Fundo, Pelotas, Portão, Porto Alegre, Rosário do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Vitória do Palmar, Santana da Boa Vista, Santana do Livramento, Santo Antônio da Patrulha, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Sertão Santana, Sobradinho, Tapes, Taquara, Torres, Tramandaí, Venâncio Aires, Veranópolis, Viamão, Vila Flores e Xangri-Lá.

Os expositores foram selecionados por uma Comissão de Avaliação e Triagem, de acordo com os seguintes critérios: aplicação da técnica e qualidade do produto final; estética (equilíbrio e harmonia na criação das peças); produto associado à cultura local (possuir atributos / características culturais ou iconografia do estado); destaque técnico (artesãos apresentam trabalho diferenciado, em termos de criatividade, inovação, qualidade e domínio do processo produtivo, dentro da sua matéria-prima/técnica); ineditismo e diversidade (produtos, técnicas ou matérias-primas com referência cultural, únicas ou pouco frequentes no conjunto de artesãos inscritos para a oportunidade).

Resultados da edição anterior

Em 2024, a 41ª Expoargs registrou a comercialização de 25.999 peças, totalizando R$ 1.770.530,60 em vendas.

PGA

Desenvolvido pela FGTAS, o Programa Gaúcho do Artesanato (PGA) incentiva a profissionalização e fomenta a atividade artesanal com políticas de formação, qualificação e apoio à comercialização. É responsável pela emissão da Carteira de Artesão, que viabiliza a isenção de ICMS para a circulação de produtos, a emissão de notas fiscais e a exportação de produtos como pessoa física, além da participação de exposições e feiras para comercialização dos produtos.





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Engenheiros agrônomos são homenageados na cerimônia Deusa Ceres


Evento tradicional da AEASP acontece em 11 de setembro, no Instituto Agronômico de Campinas, e reconhece profissionais que se destacaram em 2024 em áreas estratégicas para o agro brasileiro.

Reconhecimento à excelência agronômica marca cerimônia em Campinas

A valorização dos profissionais que impulsionam o desenvolvimento sustentável do agronegócio será o foco da 53ª edição da cerimônia Deusa Ceres, promovida pela Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (AEASP). O evento está marcado para o dia 11 de setembro de 2025, às 18h, no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), e homenageará engenheiros agrônomos que se destacaram em 2024.

Entre os reconhecimentos, será entregue o título de Engenheiro Agrônomo do Ano a Ondino Cleante Bataglia, além das tradicionais medalhas Fernando Costa e Joaquim Eugênio de Lima. Também serão homenageados profissionais em categorias como ação ambiental, ensino, pesquisa, defesa agropecuária, extensão rural e iniciativa privada.

Destaques da premiação

A Medalha Fernando Costa reconhece a atuação de sete profissionais em diferentes frentes da engenharia agronômica. Entre os premiados, estão Otávio Vieira de Melo (Ação Ambiental), Gerson Casentini Filho (Assistência Técnica e Extensão Rural), Gisele Herbst Vazquez (Ensino), Oswaldo Júlio Vischi Filho (Defesa Agropecuária), Michel Henrique Reis dos Santos (Iniciativa Privada) e Oliveiro Guerreiro Filho (Pesquisa).

Já a Medalha Joaquim Eugênio de Lima, voltada a trajetórias de impacto institucional, será entregue a Joaquim Teotônio Cavalcante Neto.

Parcerias estratégicas e convite à colaboração

Desde sua criação, a cerimônia Deusa Ceres conta com o apoio de instituições públicas e privadas, que colaboram para a realização do evento e reforçam a representatividade da engenharia agronômica. Neste ano, a AEASP reforça o convite a empresas interessadas em apoiar a cerimônia como patrocinadoras nas categorias Bronze, Prata, Ouro ou Diamante.

“O apoio institucional é essencial para que possamos manter viva essa tradição que valoriza o trabalho técnico, ético e inovador de quem faz o agro acontecer”, afirma a diretoria da entidade.





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