segunda-feira, março 9, 2026

Política & Agro

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Risco-país da Argentina cai ao menor nível em sete anos



O indicador praticamente foi reduzido à metade


O indicador praticamente foi reduzido à metade
O indicador praticamente foi reduzido à metade – Foto: Pixabay

A percepção de risco sobre a Argentina atingiu o melhor patamar dos últimos sete anos, refletindo a reação positiva do mercado às mudanças econômicas e políticas conduzidas pelo governo do presidente Javier Milei. O movimento reforça a expectativa de que o país esteja mais próximo de retomar o acesso aos mercados internacionais de dívida, após um longo período de instabilidade macroeconômica.

Segundo um índice do JPMorgan, o spread exigido pelos investidores para manter títulos soberanos argentinos em relação aos títulos do Tesouro dos Estados Unidos caiu para menos de 559 pontos-base, o menor nível desde julho de 2018. O indicador praticamente foi reduzido à metade desde as eleições legislativas de outubro, quando o partido de Milei obteve um resultado acima do esperado e ampliou de forma significativa sua presença no Congresso, fortalecendo a governabilidade.

No cenário político, Milei voltou a adotar um discurso ideológico enfático ao celebrar publicamente a prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma operação militar dos Estados Unidos. A manifestação reforça o alinhamento do governo argentino a pautas liberais e a um posicionamento externo visto como favorável por parte dos investidores internacionais.

Em paralelo, o Banco Central da República Argentina realizou a primeira compra de dólares em nove meses, adicionando cerca de US$ 21 milhões às reservas internacionais. A operação marca o início do programa de acumulação de reservas anunciado para este ano. No mercado de câmbio, o dólar oficial no varejo encerrou o dia cotado a 1.445 pesos para compra e 1.495 pesos para venda, em um ambiente de maior atenção à sustentabilidade do ajuste econômico em curso.

 





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Por que o mercado de energia solar agora exige conhecimento e gestão?



Mercado amadureceu, as regras ficaram mais claras


Foto: Pixabay

Após um ciclo de crescimento acelerado, o mercado de energia solar no Brasil entra em uma fase de maturidade que muda as regras do jogo. Com uma base já consolidada, regulação mais clara e maior concorrência, o chamado primeiro boom ficou para trás e o atual cenário do setor exige preparo técnico, capacidade de gestão e visão estratégica para sustentar o crescimento dos negócios no médio e longo prazo. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país ultrapassou 60 gigawatts (GW) de potência instalada em 2025, consolidando a fonte na matriz elétrica nacional e elevando o nível de complexidade para empresas que querem crescer de forma consistente.

O crescimento do mercado de energia solar no Brasil foi impulsionado por incentivos, pela economia imediata na conta de luz e por um forte apelo comercial. Esse cenário foi decisivo para popularizar a tecnologia e consolidar o país como um dos mercados mais promissores do mundo. Com a implementação do marco legal da geração distribuída, porém, as regras do jogo mudaram, trazendo novas exigências de consumidores mais informados e elevando o nível de competitividade e profissionalização do setor.

Com isso, o setor enfrenta um inevitável processo de seleção natural em que empresas que cresceram sem estrutura adequada passam a sentir os efeitos da falta de planejamento, controle financeiro e processos bem definidos. A nova fase do mercado valoriza negócios que investem em gestão, capacitação de equipes, padronização operacional e tomada de decisão baseada em dados. 

O perfil do empreendedor nessa área também evoluiu, e já não basta identificar oportunidades pontuais ou seguir o ritmo do mercado, é preciso compreender o setor, acompanhar a evolução regulatória, investir em conhecimento técnico e construir modelos de negócio sustentáveis. A energia solar continua sendo um dos pilares da transição energética e um uma ótima opção para novos negócios, mas agora se destaca quem enxerga o longo prazo.

Em suma, o novo momento da energia solar não é menos promissor, porém está mais exigente. O mercado amadureceu, as regras ficaram mais claras e o nível de profissionalização aumentou. Quem entender essa transformação, ajustar sua estratégia e investir em gestão e conhecimento contínuo seguirá crescendo de forma consistente. Quem insistir em práticas do passado, corre o risco de ficar pelo caminho.

 





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Anvisa proíbe lote de chá e pomada por irregularidades



Fato evidencia graves falhas no processo de boas práticas de fabricação


Foto: Marcelo Camargo, Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (5), o recolhimento do lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra, proibindo sua comercialização, distribuição, divulgação e consumo. Segundo a agência, a medida ocorreu depois da empresa informar o recolhimento voluntário do lote, depois da detecção de irregularidades em seu produto.

“O ensaio de identificação de elementos histológicos (células, tecidos e matriz extracelular) apontou a presença de talos, ramos e sementes que não são comuns no chá. O ensaio de pesquisa de matérias estranhas acusou 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25g do produto, sendo que o limite aceitável é de 90 fragmentos em 25g de produto”, explicou a Anvisa em nota.

Segundo a agência, o fato evidencia graves falhas no processo de boas práticas de fabricação do referido lote.

Também foi proibida a fabricação, distribuição, comercialização, divulgação, importação e utilização da Pomada Cicatrizante Inkdraw Aftercare, indicada para uso pós-tatuagem. Segundo a Anvisa, a origem do produto é desconhecida e não há registro ou notificação da pomada na agência.





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Exportação de carne bovina à China pode cair até 35%, alerta setor


A decisão da China de estabelecer uma cota anual para a importação de carne bovina promete alterar profundamente a dinâmica do comércio global. A partir de 1º de janeiro de 2026, volumes que ultrapassarem esse limite estarão sujeitos a uma tarifa extra de 55%, válida por três anos. A medida visa proteger a produção doméstica chinesa, mas representa um forte desafio para os principais exportadores, especialmente o Brasil.

Segundo Paulo Bellincanta, presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT), a maior preocupação do setor está na forma de contabilização da cota. Em artigo, ele aponta que as autoridades chinesas pretendem desconsiderar contratos anteriores, cargas já embarcadas e produtos em trânsito. Isso obrigaria o Brasil a descontar da cota cerca de 350 mil toneladas já comprometidas.

Com esse cenário, o país teria aproximadamente 750 mil toneladas disponíveis para exportar à China em 2026 — bem abaixo da média atual, que supera 160 mil toneladas mensais. “Na prática, isso reduz de forma significativa o espaço disponível para novas produções ao longo de 2026”, afirma Bellincanta.

A estimativa de redução, que gira em torno de 35%, segundo dados da Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul), levanta um sinal de alerta em toda a cadeia da carne bovina. A discrepância entre os volumes disponíveis e o consumo chinês exigirá, nas palavras do autor, “um entendimento equilibrado, construído de governo para governo”.

Bellincanta ressalta que a pecuária brasileira avançou nos últimos anos com investimentos em genética, manejo e eficiência, enquanto a indústria frigorífica modernizou plantas e ampliou sua capacidade para atender ao mercado chinês. “Uma mudança abrupta dessa magnitude obriga toda a cadeia a revisar expectativas, projeções e investimentos”, pontua.

Ele reconhece o esforço do governo brasileiro na abertura de novos mercados, liderado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Contudo, adverte que os destinos alternativos ainda não têm a mesma capacidade de absorção da China e já possuem fornecedores consolidados, o que torna o reposicionamento mais lento e estratégico.

A urgência, portanto, está no campo diplomático. Sem uma solução que considere os contratos e fluxos já estabelecidos, o impacto sobre o setor virá de forma rápida e profunda. “A eventual redução de volumes incide sobre o setor como uma guilhotina afiada”, alerta o presidente do Sindifrigo-MT.

Para Bellincanta, o setor brasileiro precisará, mais uma vez, adaptar-se e buscar novas formas de atuação diante de um cenário incerto. Os excedentes são grandes demais para serem redirecionados com rapidez, e a única saída realista passa pela negociação internacional e pelo fortalecimento de mercados alternativos. A carne bovina brasileira enfrenta agora não um fim de ciclo, mas um momento de reinvenção.

 





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preços firmes apesar de escalas fechadas



Pará registra altas pontuais no mercado do boi



Foto: Canva

O mercado do boi gordo apresentou firmeza em São Paulo na terça-feira (6), segundo a análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. Mesmo com menor necessidade de compras imediatas por parte dos frigoríficos, reflexo das programações de abate fechadas no fim do ano passado, o cenário foi sustentado pelo bom escoamento da carne bovina no mercado interno e pelas exportações. De acordo com a Scot Consultoria, “o mercado esteve firme”, com escalas de abate atendendo, em média, a seis dias.

No Pará, o início das negociações foi descrito como mais lento, com oferta ajustada e escalas curtas influenciando o comportamento dos preços ao longo do dia. Na região de Redenção, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária. Já em Paragominas, houve valorização de R$ 2,00 por arroba para todas as categorias. Em Marabá, o preço do boi gordo avançou R$ 2,00 por arroba, enquanto a vaca registrou alta de R$ 1,00 por arroba.

Ainda no estado, a arroba do boi China subiu R$ 1,00 em Paragominas, sem ágio. Em Redenção e Marabá, os valores permaneceram estáveis. O ágio foi mantido em R$ 3,00 por arroba em Marabá e em R$ 10,00 por arroba em Redenção. Segundo o informativo, todos os preços considerados são brutos e com prazo.

Em Goiás, o mercado apresentou estabilidade. A Scot Consultoria aponta que a oferta seguiu contida e que a demanda “não mostrou força para elevar os preços”, resultando em manutenção das cotações.





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Mercado futuro de milho abre semana em campo positivo



Mercado interno de milho deve ter semana estável



Foto: Pixabay

O mercado futuro de milho iniciou a semana em leve alta na B3, segundo a análise do especialista da Grão Direto divulgada nesta segunda-feira (5). Na abertura do pregão, por volta das 9h56 (horário de Brasília), as principais cotações operavam em campo positivo, com preços entre R$ 70,05 e R$ 74,14. O contrato janeiro/26 era negociado a R$ 70,05, com valorização de 0,14%, enquanto o março/26 registrava R$ 74,14, alta de 0,05%. Já o vencimento maio/26 operava a R$ 73,34, avanço de 0,15%, em um movimento descrito pela Grão Direto como um “ambiente mais firme” logo no início da sessão.

De acordo com a Grão Direto, o comportamento das cotações indica que o mercado doméstico segue encontrando suporte, influenciado pelo câmbio, pelas incertezas em relação à safrinha e por uma postura mais defensiva dos vendedores. Mesmo diante de oscilações no mercado internacional, a análise aponta que o milho negociado na B3 “demonstra resiliência”, reforçando a percepção de sustentação dos preços internos no curto prazo, especialmente enquanto persistirem dúvidas sobre a oferta futura.

Diante desse cenário, a avaliação do especialista é de que o milho deve atravessar a semana “sem grandes movimentações” no mercado interno, com tendência de estabilidade nas negociações.





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Passarela liga estacionamento, para 22 mil veículos, ao parque do Show Rural


Uma passarela com 70 metros de extensão vai ligar o novo estacionamento do Show Rural ao parque que desde 1989 abriga um dos maiores eventos técnicos do mundo em transmissão de conhecimentos e inovações para a agropecuária. Essa é uma de muitas novidades que serão colocadas em atividade de 9 a 13 de fevereiro de 2026, quando será realizada a 38ª edição do evento, em Cascavel, no Oeste do Paraná.

Toda em metal e elevada, a estrutura vai ligar uma área que em fevereiro passado recebeu ônibus das mais diferentes regiões do País, que trouxeram produtores para conhecer as novidades apresentadas por 600 expositores da cadeia do agro. Com a cessão de uma nova área, de 45 mil metros quadrados, o estacionamento passa a ter capacidade para 22 mil veículos (cinco mil a mais que na 37ª edição) e 700 ônibus, diariamente – 300 a mais do que na realização anterior, enumera o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

“As obras de preparação do estacionamento e da passarela estão adiantadas. Vamos deixar tudo pronto em alguns dias”, comenta o coordenador geral Rogério Rizzardi. Com a mudança e ampliação, o espaço vai abrigar também expositores e imprensa. O antigo ambiente de recepção de expositores e imprensa passa a ser ocupado por empresas que há anos reivindicavam espaços maiores para instalar estandes com dimensões diferenciadas, conforme Rizzardi. “Precisamos agradecer ao empresário Assis Gurgacz que, gentilmente, cedeu essa nova área, viabilizando assim alterações importantes no estacionamento do evento”.

Gratuito

O Show Rural Coopavel tem um diferencial importante: as vagas de estacionamento podem ser ocupadas pelos visitantes sem nenhum custo. O mesmo acontece com o acesso ao parque, também gratuito. “Esse é mais um dos muitos investimentos que fazemos nesse grande evento, que tem por premissa o compartilhamento de inovações e conhecimentos que permitem ao produtor, com as novidades aprendidas, produzir mais, com menos custos, com qualidade superior e conectado aos critérios da sustentabilidade”, comenta Dilvo Grolli.

Com o tema A força que vem de dentro, o 38º Show Rural terá também, como novidades, a ampliação na cobertura de ruas (que alcançará 11 dos 15 quilômetros de vias que conectam todo o parque), ampliação dos prédios da administração e do Espaço Impulso (parceria com o Itaipu Parquetec) e criação de um boulevard entre esses ambientes, bem como ampliação do pavilhão da agricultura familiar (convênio com a Itaipu), implantação de duas novas lanchonetes, pavimentação asfáltica em mais 2,5 quilômetros de vias, reforma nos 14 conjuntos de banheiros e relocação da área de embarque e desembarque de máquinas e equipamentos.





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São Paulo colheu mais de 220 mil toneladas de alface



São Paulo lidera produção nacional de alface



Foto: Seane Lennon

O Estado de São Paulo mantém a liderança nacional na produção e no consumo de alface, segundo informações da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Dados do Instituto de Economia Agrícola indicam que, no ano passado, “foram cultivadas mais de 220 mil toneladas da hortaliça”, volume que resultou em um valor estimado de R$ 947 milhões. A produção está concentrada principalmente no Cinturão Verde, área estratégica para o abastecimento da Grande São Paulo, com predominância da variedade crespa.

Além do destaque produtivo, São Paulo também é o principal comprador da alface oriunda da agricultura familiar paulista. Em 2025, o Estado adquiriu “mais de 80 toneladas”, movimentando cerca de R$ 800 mil por meio do Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social. Segundo a Secretaria, os produtos são destinados a escolas, universidades e unidades prisionais, ampliando a participação da produção rural em políticas públicas e na geração de renda das famílias produtoras.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento também aponta que São Paulo foi pioneiro na adoção do cultivo hidropônico e se consolidou como o maior produtor nacional nesse sistema. A modalidade utiliza fazendas verticais e estufas para o cultivo sem solo, permitindo, conforme a pasta, “otimizar o uso de água e do espaço disponível”.

Para incentivar a expansão desse modelo, a Secretaria informa que, por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista, são oferecidas linhas de crédito destinadas a produtores interessados em investir em sistemas hidropônicos. Os financiamentos, vinculados ao Projeto Desenvolvimento Rural Sustentável Paulista, podem chegar a R$ 250 mil para produtores pessoa física, R$ 500 mil para pessoa jurídica e R$ 800 mil para cooperativas ou associações, com juros a partir de 3% ao ano e prazo de até 84 meses, incluindo carência de até 12 meses.





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Crédito e subvenções alcançam 42 mil produtores em São Paulo


A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo informou que, nos últimos três anos, consolidou uma política pública de apoio financeiro ao agro paulista por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista. Entre 2023 e 2025, “foram liberados R$ 829 milhões em crédito e subvenções”, beneficiando cerca de 42 mil produtores rurais em todas as regiões do Estado, com foco no fortalecimento da produção, na redução de riscos e na ampliação do acesso a investimentos.

Do total de recursos, a Secretaria detalha que “R$ 378 milhões foram destinados a linhas de crédito”, atendendo mais de 3 mil produtores, enquanto “R$ 451 milhões foram aplicados em subvenções”, alcançando mais de 39 mil produtores. Segundo a pasta, a estratégia combinou financiamento voltado ao desenvolvimento rural com subvenções econômicas direcionadas à mitigação de riscos, ao estímulo à sustentabilidade e aos investimentos produtivos.

De acordo com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, as linhas de crédito permitem que os produtores realizem investimentos diretos na atividade agropecuária, com juros subsidiados e prazos compatíveis com a realidade do campo. Já a subvenção, conforme o órgão, “representa o apoio financeiro direto do Estado, sem necessidade de devolução”, reduzindo custos, protegendo a renda e viabilizando investimentos que não seriam acessíveis apenas por meio de financiamento tradicional. A combinação das duas ferramentas ampliou o alcance da política agrícola paulista no período.

Em 2025, o FEAP registrou seu maior nível de diversificação. Segundo a Secretaria, “foram R$ 119 milhões em crédito”, distribuídos em dez linhas e 1.127 operações, que atenderam desde a produção sustentável e orgânica até a pecuária, o leite, a aquicultura e políticas específicas para mulheres e comunidades quilombolas. Os programas Desenvolvimento Rural Sustentável e Mulher Agro SP concentraram grande parte das operações, refletindo o foco na inclusão produtiva feminina e no fortalecimento da base da agricultura paulista.

No segmento de subvenções, o volume disponível chegou a R$ 206 milhões em 2025, com cerca de 17 mil operações e 12 mil produtores atendidos, abrangendo cinco programas. A Secretaria destaca que o Seguro Rural manteve papel central na proteção da atividade no campo, enquanto o Pró-Trator avançou na modernização da produção. O Pagamento por Serviços Ambientais reforçou o compromisso ambiental do Estado, e iniciativas como Irriga+ e Artesanal + Legal ampliaram o alcance da política pública para áreas como irrigação e regularização da produção artesanal.





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