sábado, março 14, 2026

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Brasil lidera exportações de carne bovina em setembro



O país mantém uma tarifa total de 76,4% sobre o produto


O país mantém uma tarifa total de 76,4% sobre o produto
O país mantém uma tarifa total de 76,4% sobre o produto – Foto: Pixabay

O Brasil consolidou sua posição como maior exportador mundial de carne bovina ao fechar setembro de 2025 com 314,7 mil toneladas de carne in natura embarcadas, um aumento de 25,1% em relação a agosto, segundo dados da Secex. O preço médio por tonelada alcançou cerca de US$ 5.600 no acumulado do ano. O avanço é resultado da estabilidade do mercado interno e da ampliação de destinos comerciais, incluindo novos acordos com países vizinhos como o Paraguai.

O país mantém uma tarifa total de 76,4% sobre o produto, somando a nova sobretaxa de 50% às tarifas já existentes de 26,4% nas relações comerciais com os Estados Unidos. Para Luiz Almeida, diretor de Agronegócio da EEmovel Agro, o desempenho reforça a força da pecuária nacional e o protagonismo de Mato Grosso nesse cenário. O estado lidera a produção e exportação de carne bovina, com um rebanho de 32,8 milhões de cabeças, segundo o IBGE, superando amplamente São Paulo, Maranhão e Paraná.

O avanço das exportações reflete também a crescente competitividade do Brasil no comércio internacional. Além da força de Mato Grosso, o consolidado de cinco estados emergentes na pecuária reforça a diversificação da produção e a resiliência do setor. A combinação de gestão eficiente, tecnologia e investimentos estruturais tem sido determinante para manter o país em destaque entre os maiores fornecedores globais.

“O Mato Grosso lidera o ranking nacional de produção e exportação de carne bovina, e a consolidação do estado nesse mercado mostra como investimento em gestão, tecnologia e estrutura produtiva faz diferença para o setor”, afirma.

 





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Colheita de citros avança com preços estáveis


O Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (30) pela Emater/RS-Ascar indica avanço na colheita de citros em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, com destaque para o encerramento da safra de laranja tipo umbigo em Cotiporã e a conclusão da colheita de bergamota Montenegrina em grande parte do Estado.

Em Cotiporã, as laranjas estão sendo mantidas em câmaras frias à espera de melhores cotações. Segundo o boletim, “os preços permanecem em R$ 0,60 por quilo para a indústria e R$ 1,20 por quilo para mesa”. A Montenegrina está cotada a R$ 40,00 por caixa de 22 quilos. Em Caxias do Sul, a colheita de bergamota e laranja continua com alta oferta. O preço da bergamota Montenegrina recuou de R$ 3,17 para R$ 2,88 por quilo, e parte da produção de laranja tem sido direcionada à indústria de sucos devido à dificuldade de comercialização.

Na região de Lajeado, os pomares apresentam boa sanidade, com tratamentos fitossanitários voltados ao controle de pinta-preta e poda das variedades Pareci, Montenegrina e Murcott. A Emater/RS-Ascar registrou relatos pontuais de mosca-branca (Aleurothrixus floccosus), associada à ocorrência de fumagina em áreas sem controle preventivo. Os citricultores relataram produtividade elevada e qualidade satisfatória, embora com preços médios inferiores aos da safra anterior.

Em Montenegro, a caixa de 25 quilos de bergamota sem haste é vendida a R$ 110,00 para outros estados e R$ 100,00 no mercado interno. Já a caixa da Montenegrina é comercializada entre R$ 50,00 e R$ 65,00, conforme o município. A laranja Valência segue com comercialização lenta, variando de R$ 11,00 a R$ 15,00 por caixa de 25 quilos para a indústria e de R$ 25,00 a R$ 35,00 para o consumo in natura.

O boletim destaca ainda a aprovação de legislação específica em Arvorezinha para o combate ao greening (Candidatus liberibacter), que regulamenta a venda de mudas de citros e murta, espécie hospedeira do vetor da doença. Em Erechim, a colheita foi interrompida devido à floração, “considerada uma das melhores dos últimos anos”, segundo a Emater/RS-Ascar. Os preços da laranja variam de R$ 650,00 a R$ 800,00 por tonelada, dependendo do destino.

Em Frederico Westphalen, os pomares estão em fase de fixação de frutos, com produtividade esperada de 40 toneladas por hectare para laranja, 20 t/ha para bergamota e 28 t/ha para lima ácida Tahiti. Em Passo Fundo, o preço pago ao produtor de laranja varia de R$ 0,80 a R$ 0,90 por quilo. Nas regiões de Santa Rosa e Soledade, a colheita foi concluída, com registros pontuais de pragas e o início do pegamento de frutos para a próxima safra.





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Produtividade da cevada se mantém dentro do previsto


O Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (30) pela Emater/RS-Ascar indica que as lavouras de cevada do Rio Grande do Sul apresentam bom desempenho na reta final do ciclo, com produtividade e qualidade dentro das expectativas iniciais.

De acordo com o boletim, “a maior parte das áreas está em maturação fisiológica”, e o tempo seco das últimas semanas favoreceu a redução da umidade dos grãos e o avanço da colheita, principalmente nas lavouras de semeadura precoce. As produtividades médias variam entre 3.400 e 4.000 quilos por hectare, com bom padrão de qualidade industrial.

O documento destaca que as condições climáticas recentes e o estado fitossanitário das lavouras “indicam perspectiva de safra satisfatória tanto em produtividade quanto em qualidade para malte”. Segundo a Emater/RS-Ascar, os grãos apresentam “tamanho e germinação adequados e poucos defeitos de origem microbiana (DOM)”. Embora o teor de proteína esteja abaixo do ideal, a situação é considerada compatível com o cenário de elevadas produtividades.

A instituição alerta, no entanto, que a continuidade do quadro favorável depende do tempo seco, já que “apenas pequena parcela da área cultivada foi colhida e a maior parte das lavouras encontra-se madura, a campo, suscetível a intempéries”.

Nas áreas destinadas ao consumo animal, a colheita está mais avançada e apresenta rendimento médio semelhante ao das lavouras voltadas à produção de cevada cervejeira, resultado descrito como atípico, uma vez que esses cultivos geralmente diferem em manejo e potencial genético. A Emater/RS-Ascar estima 31.613 hectares cultivados e produtividade média de 3.458 quilos por hectare no Estado.

Na região de Erechim, 10% das áreas já foram colhidas, e as lavouras mantêm bom estado sanitário e fisiológico. A produtividade média observada é de cerca de 3.900 quilos por hectare, com uniformidade dos grãos. Em Ijuí, a colheita avançou para 62% da área cultivada, principalmente nas lavouras destinadas ao consumo animal, enquanto o restante encontra-se em maturação. As produtividades médias giram em torno de 3.000 quilos por hectare.

Na região de Soledade, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. Segundo o informativo, “50% estão em maturação fisiológica, 35% em enchimento de grãos, 13% maduras e 2% em colheita”. As condições climáticas recentes favoreceram a maturação uniforme e a qualidade dos grãos, com produtividades esperadas entre 3.600 e 4.000 quilos por hectare. A Emater/RS-Ascar também ressalta boa perspectiva de atendimento aos padrões da indústria de malte, especialmente nas áreas cultivadas com variedades de maior potencial qualitativo.





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Biológico eficaz depende do preparo correto da calda



A compatibilidade entre adjuvantes e microrganismos define o sucesso


A compatibilidade entre adjuvantes e microrganismos define o sucesso
A compatibilidade entre adjuvantes e microrganismos define o sucesso – Foto: Divulgação

O avanço do mercado de biológicos no Brasil é notável. Segundo a CropLife, o setor cresce 21% ao ano, quatro vezes mais que a média global, e movimentou cerca de R$ 5 bilhões na safra 2023/24. Esse ritmo reforça a necessidade de atenção a um ponto decisivo: o preparo da calda de aplicação, essencial para garantir a sobrevivência e o desempenho das unidades formadoras de colônia (UFC).

De acordo com Renato Menezes, gerente técnico da Agroallianz, a correta integração das cepas microbianas à calda influencia diretamente sua longevidade e eficiência após a pulverização. Já Daniel Petreli, da DVA Agro, destaca que o uso de adjuvantes compatíveis é crucial, pois além de melhorar a pulverização, preservam a viabilidade dos microrganismos e mantêm a umidade nas áreas tratadas.

“A adição de cepas de microorganismos a calda de aplicação e o entendimento de todas as interações com os demais componentes ali presentes, faz toda diferença quanto a sobrevivência e longevidade dos microrganismo, consequentemente na sua performance após aplicação” relata.

Petreli alerta, no entanto, para a necessidade de soluções específicas, como tamponantes e bioestabilizadores, devidamente testadas e certificadas por instituições como o Instituto Biológico de Campinas e a Unesp. A compatibilidade entre adjuvantes e microrganismos define o sucesso do controle biológico — e, por isso, exige pesquisa constante e responsabilidade técnica das empresas do setor. “Ou seja, é possível dizer que nossos produtos são validados em instituição de pesquisa renomada quanto a sua compatibilidade com este microrganismo”, destaca Petreli.

 





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Pesquisas da Embrapa impulsionam novas fronteiras



Entre os destaques estão o algodão BRS 700FL B3RF


Entre os destaques estão o algodão BRS 700FL B3RF
Entre os destaques estão o algodão BRS 700FL B3RF – Foto: Canva

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentou inovações voltadas à produção sustentável no semiárido nordestino, com destaque para experimentos inéditos com cultivares de trigo adaptadas ao clima da região. As tecnologias foram desenvolvidas por oito unidades da Embrapa em diferentes estados e abrangem dez cadeias produtivas, como algodão, mandioca, amendoim, gergelim, feijão-caupi, mamona, macaúba e gramíneas.

A segunda edição da ExpoCariri foi realizada de 30 de outubro a 1º de novembro, no Campo Experimental da Embrapa Algodão, em Barbalha (CE). Promovida pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC) e pelo Sebrae, com apoio da prefeitura e de instituições de pesquisa, a feira reunirá produtores, pesquisadores e técnicos para palestras, lançamentos de maquinários, consultorias e atividades culturais. A área das vitrines tecnológicas da Embrapa ocupa 600 m² e mostrará, na prática, os resultados de anos de pesquisa voltados à adaptação de cultivos no semiárido.

Entre os destaques estão o algodão BRS 700FL B3RF, de fibras longas e alta produtividade, em processo de obtenção de Indicação Geográfica (IG), e a mandioca BRS Novo Horizonte, desenvolvida para a produção industrial de amido no Nordeste. Já o trigo, foco da nova frente de pesquisa, é testado no Ceará desde 2018. Segundo o pesquisador Afrânio Arley Montenegro, as cultivares de ciclo curto podem permitir até quatro colheitas anuais, com alto potencial produtivo e estabilidade em regiões de clima semiárido.

A programação técnica da ExpoCariri incluiu o I Simpósio de Bananicultura do Cariri e o II Encontro de Mulheres do Agro, além do Encontro Anual de Produtores Rurais da Região do Cariri. O evento reforça o papel da pesquisa agropecuária como motor de inovação e desenvolvimento regional no Nordeste.

 





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Brasil deve importar volume recorde de fertilizantes em 2025



O cenário internacional, no entanto, segue desafiador


O cenário internacional, no entanto, segue desafiador
O cenário internacional, no entanto, segue desafiador – Foto: Divulgação

Os custos de produção agrícola no Brasil seguem em alta, e os fertilizantes continuam sendo o principal fator de pressão nas margens dos produtores. Segundo o Rabobank, a expectativa é de que 2025 registre um novo recorde histórico de importações, com cerca de 45 milhões de toneladas do insumo chegando ao país, superando o volume de 2024 e refletindo o aumento da demanda interna.

Entre janeiro e setembro de 2025, já foram importadas 33,6 milhões de toneladas, frente às 31,6 milhões do mesmo período do ano anterior. As entregas ao consumidor também devem crescer cerca de 10%, totalizando 46,6 milhões de toneladas até o fim do ano. Esse aumento reforça o papel estratégico dos fertilizantes no planejamento agrícola e evidencia a dependência brasileira de insumos externos.

O cenário internacional, no entanto, segue desafiador. A alta dos preços do fósforo (MAP), impulsionada pela menor oferta global e pela redução das exportações chinesas, tem elevado o custo da adubação em praticamente todas as culturas. Em média, o custo por hectare deve subir 7,4% em 2025 em relação a 2024, com destaque para a cana-de-açúcar, cuja elevação média chega a 10,7%.

Apesar do aumento da oferta interna, o mercado global ainda enfrenta desequilíbrios entre oferta e demanda, o que mantém os preços dos nutrientes em níveis elevados. Para 2026, o Rabobank prevê que os custos sigam pressionados, especialmente para produtores de grãos, consolidando um período de margens apertadas e reforçando a necessidade de estratégias mais eficientes de manejo e aquisição de insumos.





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Gestão de crédito agrícola ganha força com a integração



“Nossas aquisições seguem uma lógica clara”


“Nossas aquisições seguem uma lógica clara"
“Nossas aquisições seguem uma lógica clara” – Foto: Pixabay

A Aliare, grupo de soluções tecnológicas para o agronegócio, anunciou a aquisição da Agrometrika, empresa referência em gestão de crédito e risco no setor, com mais de 15 anos de atuação e cerca de R$ 110 bilhões aprovados em sua plataforma. O valor do negócio não foi divulgado. Segundo a companhia, essa é a terceira movimentação de M&A desde sua fundação, em 2021, e faz parte de sua estratégia para se consolidar como a “Big Tech do Agro” até 2030.

Com receita anual acima de R$ 150 milhões e crescimento entre 15% e 20% ao ano, a Aliare reúne marcas como Siagri, Datacoper, Solution, Implanta e a startup Wemov, atendendo mais de 5 mil clientes e 70 mil usuários no Brasil e no Paraguai. A integração da Agrometrika reforça o pilar de inteligência aplicada do grupo, ampliando as capacidades em crédito rural — da análise à formalização e acompanhamento da safra.

A Agrometrika passa a compor a Conexa Aceleradora, unidade de novos negócios da Aliare voltada à inovação. Com isso, o grupo fortalece sua atuação em um dos temas mais estratégicos do agro, unindo gestão, operação e crédito em um fluxo digital integrado que promete mais eficiência e segurança nas decisões financeiras do campo.

“Nossas aquisições seguem uma lógica clara, gerar sinergia, capturar eficiência e ampliar o valor entregue aos clientes. A Agrometrika encaixa-se perfeitamente nesse desenho”, explica Eduardo Bitu, diretor de Novos Negócios e M&A da Aliare. “A chegada da Agrometrika fortalece o ecossistema Aliare em um dos temas mais estratégicos do agro: o crédito. Ao integrar gestão, comercial e risco em um fluxo digital único, aumentamos o valor que entregamos a cada cliente e preparamos o setor para um novo ciclo de eficiência e inovação”, afirma Carlos Barbosa, CEO da Aliare.

 





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Soja em Chicago fecha com a maior alta mensal em 5 anos


A soja negociada na Bolsa de Chicago encerrou outubro com forte valorização, registrando a maior alta mensal em quase cinco anos. Segundo informações da TF Agroeconômica, o avanço foi impulsionado pelo otimismo do mercado após o acordo comercial firmado entre Estados Unidos e China, que reacendeu as expectativas de retomada nas exportações norte-americanas da oleaginosa.

O contrato de soja para novembro subiu 0,76%, a US$ 10,99 por bushel, enquanto o de janeiro avançou 0,70%, para US$ 11,15. No farelo, o vencimento de dezembro fechou com expressiva alta de 1,90%, a US$ 321,6 por tonelada curta, e o óleo de soja recuou 1,95%, cotado a US$ 48,68 por libra-peso. No acumulado semanal, a soja ganhou 5,57% e o farelo, 9,35%, enquanto o óleo cedeu 3,16%.

O mercado segue animado com os desdobramentos da cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping. Rumores de novas compras da COFCO, estatal chinesa, movimentaram a semana, e o governo dos EUA confirmou a intenção de Pequim de adquirir 12 milhões de toneladas até janeiro e 25 milhões anuais nos próximos três anos. Apesar de o volume ser inferior à média histórica, analistas destacam que o gesto sinaliza a normalização do comércio agrícola entre as duas potências.

Com o acordo, a soja encerrou o mês com valorização de 9,78%, acumulando alta de US$ 0,98 por bushel. O farelo disparou 17,7%, e o óleo teve queda de 1,64%. O movimento marca uma inflexão positiva para o mercado global da oleaginosa e reforça a percepção de que a reaproximação entre China e EUA pode redefinir o equilíbrio nas exportações agrícolas em 2025.

 





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Como a soja encerrou a semana?


A comercialização de soja no Rio Grande do Sul apresentou estabilidade quase completa, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Para pagamento em 15/10, com entrega em outubro, os preços no porto foram reportados a R$ 141,50/sc (-0,35%) semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 131,00/sc semanal em Cruz Alta, Passo Fundo, Santa Rosa e São Luiz, todos com liquidação prevista para 30/10. Já em Panambi, o mercado físico apresentou queda mais acentuada, com o preço de pedra recuando para R$ 120,00/sc, sinalizando maior resistência local ao ritmo comprador”, comenta.

Santa Catarina apresenta um dos melhores níveis de remuneração ao produtor no mercado nacional. “A logística catarinense, sustentada pela proximidade dos portos de Itajaí e São Francisco do Sul, é um diferencial estratégico. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 140,25 (+0,67%)”, completa a consultoria.

O Paraná segue apoiado por sua sólida estrutura logística, com o Porto de Paranaguá mantendo fluxo misto entre exportação e transporte de insumos. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 140,63 (-0,25%). Em Cascavel, o preço foi R$ 128,41 (+0,28%). Em Maringá, o preço foi de 129,42 (+0,36%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 132,21 (+0,33%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 140,25 (+0,67%). Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

Enquanto isso, o Mato Grosso do Sul mantém estabilidade e avança com ritmo forte de plantio. “As praças de Dourados e Maracaju registram valores semelhantes por saca, sem variação diária, enquanto diferenças regionais de preço persistem devido à distância dos portos e às condições de transporte. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 123,38 (-0,28%), Campo Grande em R$ 123,38 (-0,28%), Maracaju em R$ 123,38 (-0,28%), Chapadão do Sul a R$ 120,53 (+0,11%), Sidrolândia a em R$ 123,38 (-0,28%)”, informa.

Mato Grosso acelera o plantio, mas riscos climáticos e gargalos logísticos limitam os preços. “Campo Verde: R$ 121,75 (+0,39%). Lucas do Rio Verde: R$ 119,08 (-0,33%), Nova Mutum: R$ 119,08 (-0,33%). Primavera do Leste: R$ 121,75 (+0,39%). Rondonópolis: R$ 121,75 (+0,39%). Sorriso: R$ 119,08 (-0,33%)”, conclui.

 





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