sexta-feira, março 13, 2026

Política & Agro

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Mercado do boi fecha semana com preços estáveis em SP


O informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria nesta sexta-feira (5), apontou estabilidade nas cotações do boi gordo em São Paulo após uma semana de movimentações moderadas no mercado. Segundo a análise, “ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o ‘boi China’”, enquanto vaca e novilha permaneceram com preços inalterados. A consultoria atribuiu o cenário à “boa demanda por carne bovina no mercado doméstico e pelo bom desempenho das exportações”, somados a uma oferta compatível com a procura.

Na sexta-feira, os negócios ocorreram em ritmo mais lento, comportamento considerado comum para o dia da semana. A Scot relatou que frigoríficos com escalas mais alongadas “ofertavam valores abaixo da referência”, mas, mesmo assim, a ponta vendedora manteve firmeza nos preços pedidos. Dessa forma, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária. Para a segunda semana de dezembro, o viés indicado era de preços firmes e demanda consistente.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura alcançaram 318,5 mil toneladas em novembro, superando pela terceira vez seguida a marca das 300 mil toneladas. A Scot destacou que o resultado posicionou o mês como o segundo maior volume da série histórica, ficando acima de setembro e atrás apenas de outubro, com diferença de 2,1 mil toneladas. Segundo a consultoria, o volume embarcado em novembro foi “39,6% maior que o do mesmo mês de 2024”. A média diária atingiu 16,7 mil toneladas e o preço médio da tonelada ficou em US$5,5 mil, crescimento de 13,1% em relação ao ano anterior.

Embora outubro permaneça como o mês com maior volume exportado, novembro registrou a maior média diária de embarques já registrada. O mês não assumiu a liderança no total acumulado porque teve três dias úteis a menos. Para a Scot, os números demonstram que as exportações “não perderam ritmo ao longo de novembro”. Com o fechamento do mês, 2025 se consolidou como o ano de maior volume exportado da série histórica, com faturamento recorde desde outubro e projeção de que o total ultrapasse US$15 bilhões após o desempenho de dezembro.

A expectativa para dezembro é de manutenção do ritmo forte, impulsionado pela demanda aquecida, especialmente pela redução das tarifas norte-americanas e pela sazonalidade das compras dos EUA entre o fim e o início do ano. A consultoria observa ainda que a China mantém investigações de salvaguarda, mas o adiamento da decisão para janeiro de 2026 evita impactos imediatos sobre o Brasil.





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Mapeamento inédito revela poder do amendoim no Brasil


A Associação Brasileira do Amendoim (ABEX-BR) anuncia o lançamento do livro “Mapeamento e Quantificação da Cadeia do Amendoim Brasileiro”, o primeiro estudo no país a oferecer um raio-x completo do setor, desde o produtor até o exportador, com dados inéditos da safra 2024/2025.

O evento de lançamento será realizado no dia 3 de dezembro, às 14h, em Ribeirão Preto/SP, e marcará a disponibilização de informações que comprovam a relevância da leguminosa no cenário nacional.

Um dos destaques da pesquisa revela que o setor movimentou um faturamento total de R$ 18,6 bilhões no último ano, consolidando o amendoim como um player de grande porte e de alto impacto socioeconômico para o país.

“Este mapeamento é um divisor de águas para toda a cadeia. Pela primeira vez, temos uma visão completa e quantificada do nosso impacto. Com R$ 18,6 bilhões em faturamento, a importância do amendoim ultrapassa o campo e chega à mesa de negociação de grandes instituições. Temos dados concretos para guiar investimentos, estruturar linhas de crédito e influenciar políticas públicas que sustentem a nossa eficiência produtiva, que já é a 3ª maior do mundo”, afirma Cristiano Fantin, presidente da ABEX-BR.

Um raio-x socioeconômico para o desenvolvimento setorial

O estudo vai além dos números de produção. Ele compila dados socioeconômicos detalhados que interessam não só ao público em geral – que acompanha a geração de riqueza e emprego – mas, principalmente, a órgãos reguladores, ao setor financeiro e ao mercado de seguros.

O livro oferece uma visão completa da safra 2024/2025 e servirá como base fundamental para o poder público, setor financeiro e de seguros na hora de regular a produção, formatar linhas de crédito e oferecer garantias de safra com precisão.

“Com este livro, a ABEX-BR cumpre seu papel de levar ciência e inteligência para todos os elos da cadeia, do produtor ao beneficiador. Esta é a nossa ferramenta para falar ‘para dentro’ do setor e ‘para fora’, com o governo, mostrando a capacidade de geração de valor, emprego e renda que o amendoim tem. É um setor que mais que triplicou o volume de produção na última década e precisa de informações à altura do seu crescimento”, conclui Cristiano Fantin.

O livro “Mapeamento e Quantificação da Cadeia do Amendoim Brasileiro” foi financiado pelo Núcleo de Promoção e Pesquisa (NPP) da ABEX-BR e estará disponível para download durante seu lançamento.  A pesquisa foi realizada pela Markestrat, consultoria especializada em agronegócio. 





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Produção de erva-mate avança, mas demanda segue baixa


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (4) pela Emater/RS-Ascar, a produção de erva-mate apresenta resultados distintos entre as regiões do Rio Grande do Sul.

Na região administrativa de Erechim, a produtividade segue dentro do esperado. O informativo aponta que “a produtividade até o momento está boa, em torno de 900 arrobas por hectare em 6.850 hectares plantados”. O preço pago pela indústria está em cerca de R$ 14,00 por arroba, mas produtores relatam “baixa demanda das indústrias locais pela cultura”.

Em Passo Fundo, a principal atualização foi a inclusão da erva-mate Barbaquá Machadinho entre os 50 produtos selecionados para o Guia de Sabores Únicos do Rio Grande do Sul, edição 2026. A região também recebeu o registro oficial da Indicação Geográfica (IG) Erva-mate Região de Machadinho, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Segundo o informativo, a área tem “ampla notoriedade na produção de erva-mate, em especial da variedade Cambona 4”, conhecida pela produtividade e pelo sabor suave.

Os ervais se encontram na fase final de floração e início de frutificação, o que reduziu a colheita devido ao período de brotação. Os preços pagos pela indústria variam entre R$ 18,00 e R$ 19,00 por arroba na Cultivar Cambona 4. A erva destinada ao sistema barbaquá tem sido comercializada por cerca de R$ 20,00. Também houve aumento na compra de erva-mate cancheada para envelhecimento.

Na região de Soledade, técnicos registraram o início da infestação de ampola, praga que ataca ramos e compromete a produção e a qualidade das folhas. O manejo da broca-da-erva-mate também segue ativo, prática comum nesta época do ano. Conforme o relatório, produtos à base de bioinsumos, como o fungo Beauveria bassiana e a azadiractina, “têm proporcionado bons resultados”, embora a oferta permaneça limitada. Os preços na ervateira variam entre R$ 14,00 e R$ 18,00 por arroba, enquanto o valor cobrado pelos tarefeiros fica entre R$ 4,00 e R$ 8,00 por arroba.





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Soja recua em Chicago no início de dezembro


A soja iniciou dezembro em queda no mercado internacional. Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 28 de novembro a 4 de dezembro, “as cotações da soja recuaram, em Chicago, nestes primeiros dias de dezembro”. O primeiro mês cotado encerrou a quinta-feira (4) a US$ 11,19 por bushel, frente aos US$ 11,37 registrados em 28 de novembro.

A Ceema destaca que a média de novembro fechou em US$ 11,23, “ficando 8,6% acima da média de outubro”, desempenho atribuído ao retorno da China às compras de soja dos Estados Unidos em meio às negociações comerciais entre os dois países. Há um ano, a média mensal era de US$ 9,94 por bushel, o que, segundo a entidade, “confirma a recuperação de Chicago neste momento”.

No cenário global, o Brasil projeta colher entre 177 e 178 milhões de toneladas na safra 2025/26, mesmo com problemas climáticos em algumas regiões, como Centro-Oeste e Rio Grande do Sul. A Ceema afirma que “as margens internas são baixas no país”, o que limita o esmagamento, pressiona prêmios e mantém a comercialização lenta — cerca de 25% da nova safra havia sido vendida até o início de dezembro.

A Argentina exportou 12 milhões de toneladas em 2024/25, impulsionada pela demanda chinesa e pela redução temporária das retenciones. Apesar da expectativa de produção menor no próximo ciclo, estimada em 48,5 milhões de toneladas, o país deve seguir líder na exportação de farelo (30 milhões de toneladas) e óleo de soja (7 milhões de toneladas).

A China permanece como principal consumidora global, com previsão de importação de 112 milhões de toneladas em 2025/26. A Ceema observa, porém, que o país mantém “estoques de 44 milhões de toneladas, o que garante consumo para quatro meses”. Mesmo assim, parte das compras recentes dos Estados Unidos é vista como movimento político, já que “o produto estadunidense está mais caro que o brasileiro”.

Nos EUA, a produção chegou a 115,8 milhões de toneladas, número considerado menor que o esperado devido à redução da área plantada. As exportações terminaram o ciclo 2024/25 cerca de 7 milhões de toneladas abaixo do padrão, conforme dados da Hedgepoint Global Markets.

As vendas americanas para a China mostraram aceleração no fim do ano. Uma sétima carga foi enviada na semana anterior ao levantamento. Segundo o governo dos EUA, os chineses podem comprar 12 milhões de toneladas até o fim de 2025, mas ainda não houve confirmação. A Reuters informou que “os importadores chineses reservaram quase 2 milhões de toneladas de soja dos EUA no mês passado para embarque no ano comercial de 2025/26”, embora as compras confirmadas estejam abaixo dos volumes observados antes da guerra comercial.





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Preços do pêssego oscilam entre regiões



Mosca-das-frutas preocupa produtores de pêssego



Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (4), a colheita de pêssegos avançou em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, com aumento da oferta e variações de preços conforme a localidade e o estágio das cultivares.

Na região administrativa de Caxias do Sul, a Emater/RS-Ascar informou que “a oferta de frutas em mercados e fruteiras aumentou, com preços mais acessíveis”. Segundo o órgão, pêssegos e nectarinas estão em colheita, com agricultores em plena safra. Os frutos são comercializados tanto no Estado quanto nos mercados do Sudeste e Nordeste, com valores entre R$ 3,50 e R$ 6,00 por quilo, dependendo da variedade e do destino.

Em Pelotas, as cultivares precoces estão em pleno colhimento, com produção considerada adequada pelos técnicos. A variedade Citrino já teve toda a safra encerrada. A Emater/RS-Ascar destacou que “segue o controle e o monitoramento de mosca-das-frutas”, mas alertou que, em áreas onde não há rescaldo de colheita, a praga “tem se multiplicado e causado grandes preocupações”. Os preços na região são de R$ 2,10 por quilo para pêssegos tipo I e R$ 1,85 para tipo II, valores que, segundo produtores, estão abaixo do esperado. O informativo também registrou falta de caixaria disponibilizada pelas indústrias e demora na descarga das frutas.

Na região administrativa de Soledade, as variedades de ciclo intermediário estão em fase de colheita. A produção e a qualidade são consideradas adequadas nos cultivos que mantêm manejo apropriado. Apesar do tempo seco predominante, há presença significativa de podridão-parda, além do aumento da incidência de mosca-das-frutas. Técnicos reforçam que “o manejo preventivo e complementar é necessário para manter a qualidade dos frutos”.





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Produção de uva terá novo valor mínimo a partir de 2026



Governo reajusta preço mínimo da uva industrial para 2026



Foto: Arquivo Agrolink

O preço mínimo da uva industrial com 15º glucométricos terá reajuste de 6,5% a partir de 1º de janeiro de 2026. O valor para a safra de 2026 passa a ser de R$ 1,80 e será válido até 31 de dezembro do próximo ano nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. A definição consta na Portaria nº 867, publicada no Diário Oficial da União, após aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN) com base em proposta da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo a Conab, “a valorização do preço mínimo acompanha a alta dos custos variáveis de produção da fruta”. A companhia aponta que fertilizantes, tratores e colheitadeiras, agrotóxicos e mão de obra foram os itens que mais influenciaram o aumento dos custos, com participações de 6,2%, 11,8%, 13,4% e 21,2%, respectivamente. O órgão afirma que o novo valor “possibilita ao viticultor arcar ao menos com os custos variáveis da produção”, além de contribuir para a continuidade da atividade.

O mecanismo de preço mínimo, definido antes do início de cada safra, serve como referência para a decisão de plantio e como garantia de remuneração. O governo federal sinaliza, por meio da política, que poderá adquirir ou subvencionar produtos agrícolas caso o preço de mercado fique abaixo do estabelecido.





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Produtores monitoram pragas em lavouras de mandioca



Frio e pragas influenciam lavouras de mandioca



Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (4) apontou que a cultura da mandioca segue em fase de desenvolvimento nas regiões acompanhadas. Na área administrativa de Soledade, técnicos relatam que “houve ataque expressivo de formigas-cortadeiras”, o que exigiu monitoramento e manejo por parte dos produtores.

As noites frias registradas ainda em novembro também retardaram o desenvolvimento vegetativo das plantas. Segundo o boletim, continuam sendo realizados manejos e adubações em cobertura. Em Mato Leitão, o preço ao produtor varia entre R$ 20,00 e R$ 25,00 por caixa de 22 quilos.

Na região de Santa Rosa, onde são cultivados 6.329 hectares de mandioca, a produtividade média inicial é estimada em 17 mil quilos por hectare. As lavouras apresentam bom desempenho, e os valores ao consumidor estão em R$ 6,00 por quilo com casca e R$ 8,00 por quilo na versão descascada.





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RS conclui colheita de cevada com alta produtividade



RS registra 31,6 mil ha de cevada e boa performance



Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (4) aponta que a colheita da cevada no Rio Grande do Sul está próxima do fim, favorecida por “dias secos, temperaturas elevadas e baixa umidade relativa do ar”, condições que, segundo o boletim, “aceleraram a maturação e permitiram a retirada rápida e uniforme das lavouras”.

A produtividade registrada até o momento foi considerada compatível com o potencial da cultura em áreas conduzidas com manejo adequado. As lavouras ainda em campo concentram-se nos Campos de Cima da Serra, onde o ciclo é mais tardio, e devem ser colhidas até o primeiro decêndio de dezembro.

A Gerência de Classificação e Certificação (GCC) da Emater/RS-Ascar informou que o produto colhido “atendeu aos parâmetros requeridos para malteação”. Houve, entretanto, desclassificações pontuais por falhas no armazenamento inicial, com esses lotes sendo redirecionados para suplementação animal.

A estimativa da Emater/RS-Ascar para a safra indica área cultivada de 31.613 hectares e produtividade média de 3.458 kg/ha. Na comercialização, o produto destinado à indústria de malte foi negociado em Erechim a R$ 85,00 por saca de 60 quilos. Toda a produção segue para contratos industriais, que determinam a valorização conforme os parâmetros de qualidade do grão.





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compromisso chinês levanta dúvidas no mercado



Enquanto os EUA tentam recuperar espaço, o Brasil deve exportar 112,5 milhões de t


Enquanto os EUA tentam recuperar espaço, o Brasil deve exportar 112,5 milhões de toneladas
Enquanto os EUA tentam recuperar espaço, o Brasil deve exportar 112,5 milhões de toneladas – Foto: United Soybean Board

Desde o acordo comercial “quadro” firmado em 30 de outubro entre Estados Unidos e China, cresce a dúvida se Pequim realmente cumprirá o compromisso de adquirir 12 milhões de toneladas de soja americana em 2025 e 25 milhões de toneladas anuais entre 2026 e 2028. Apesar de embarques recentes terem reativado o fluxo, especialistas consideram que os volumes ainda estão muito distantes das metas e dificilmente serão atingidos no curto prazo ou nos três anos seguintes.

Segundo a Reuters, seis carregamentos estão sendo preparados nos portos do Golfo do México e um já está a caminho, marcando o primeiro embarque desde a primavera. No entanto, mesmo com 1,584 milhão de toneladas compradas em apenas três dias na semana de 16 de novembro, o total acumulado fica muito abaixo da meta, faltando menos de um mês para o encerramento do ano. Para o economista-chefe do StoneX Group, Arlan Suderman, a China tende a comprar apenas o suficiente “para aparentar que está ativa”, e o mercado já precificou algo em torno de 8 a 10 milhões de toneladas, mas o número real pode chegar apenas a 3 a 3,5 milhões.

Além disso, o USDA reduziu sua projeção de exportações de soja dos EUA para 44,5 milhões de toneladas em 2025/26, queda de 13% ante o ciclo anterior. A limitação de armazenagem na China e a forte concorrência do Brasil, que segue ampliando a produção e ofertando soja a preços mais competitivos, colocam ainda mais pressão sobre os norte-americanos.

Enquanto os EUA tentam recuperar espaço, o Brasil deve exportar 112,5 milhões de toneladas em 2025/26, segundo o USDA, consolidando-se como principal fornecedor. A urgência se intensifica diante de um dado simbólico: as inspeções de soja para exportação dos EUA no acumulado do ano caíram 46% frente ao período anterior, mostrando o custo da ausência chinesa e reforçando o risco de o acordo não sair do papel como anunciado.

 





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Área plantada com algodão recua 2,4% no Oeste baiano, segundo AIBA



Apesar da retração da área, a produtividade permanece estável



Foto: Pexels

O boletim da AIBA informa que a área destinada ao cultivo de algodão na região Oeste da Bahia foi ajustada para 403 mil hectares, uma redução de 2,4% em relação ao ciclo anterior. Apesar da retração da área, a produtividade permanece estável, com projeção de 332 arrobas por hectare. Com isso, a produção total estimada é de 2,006 milhões de toneladas de algodão em caroço.

A redução da área pode estar relacionada a estratégias de rotação de culturas e ajuste no zoneamento agrícola por parte dos produtores, ainda não detalhadas no boletim.

O algodão representa 12,5% da área cultivada total da região, mantendo-se como uma das culturas de maior relevância econômica no Oeste baiano. A expectativa é de que as boas condições climáticas também favoreçam o desenvolvimento inicial das lavouras de algodão, embora ainda estejam em fase de implantação.

A manutenção do potencial produtivo dependerá do monitoramento climático e das práticas de manejo preventivo.





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