quinta-feira, março 12, 2026

Política & Agro

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Clima desafia o café, mas safra 2026 deve crescer



Com esse cenário, o banco projeta uma safra maior em 2026


Com esse cenário, o banco projeta uma safra maior em 2026
Com esse cenário, o banco projeta uma safra maior em 2026 – Foto: Pixabay

A cafeicultura brasileira chega ao fim de 2025 ainda sob forte pressão climática, principalmente no arábica, mais sensível às variações de temperatura e precipitação. Segundo análise do Itaú BBA, o ano voltou a registrar um período seco prolongado, de cerca de sete meses, semelhante ao anterior, porém com temperaturas mais baixas do que em 2024. A escassez de chuvas em outubro atrasou as floradas e comprometeu parte delas, mas a volta das precipitações em novembro, em volumes adequados, deve garantir um pegamento satisfatório na maior parte das regiões produtoras.

Com esse cenário, o banco projeta uma safra maior em 2026 do que a colhida em 2025, estimada em 62,8 milhões de sacas, sendo 38,7 milhões de arábica e 24,1 milhões de robusta. As relações de troca favoráveis entre café e insumos ao longo do ano, aliadas à maior capitalização dos produtores, permitiram avanço nos tratos culturais. O bom regime de chuvas até abril também fortaleceu as lavouras, criando condições para um ciclo 2026/27 potencialmente mais produtivo. Para isso se confirmar, será crucial que não ocorram veranicos e que o clima siga favorável nos próximos meses.

Mesmo com a possibilidade de aumento da produção brasileira, a oferta global deve continuar relativamente apertada, o que tende a limitar quedas mais profundas nos preços internacionais. Há, porém, espaço para expansão em outras origens e para uma moderação no consumo mundial, pressionado pelos altos preços ao consumidor final. Esses fatores podem suavizar as cotações em relação aos níveis atuais. Com boas margens projetadas, o Itaú BBA recomenda que produtores aproveitem o momento para realizar fixações.





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Oferta elevada redefine cenário agrícola argentino



Trigo deve se igualar a recorde


Trigo deve se igualar a recorde
Trigo deve se igualar a recorde – Foto: Divulgação

A nova safra argentina de trigo deve igualar o recorde de 2021-22, mas o avanço ocorre em meio a preços pressionados e a um cenário econômico delicado. O país atravessa crise cambial e busca apoio externo para estabilizar a economia enquanto se prepara para colher 23 milhões de toneladas em 2025-26, impulsionado por chuvas sem precedentes que elevaram a umidade do solo. Apesar do potencial produtivo, o hedge cobria apenas 15 por cento da safra em meados de outubro, metade do nível usual para o período.

Segundo a Bolsa de Rosário, a forte oferta global e a mudança no comportamento de compra da China explicam parte do recuo dos preços, assim como a concorrência do milho mais barato no mercado de ração. O acordo de 20 bilhões de dólares firmado com os Estados Unidos busca aliviar a falta de liquidez em moeda forte após a corrida ao peso em setembro. Notícias indicam que o país receberá suporte adicional por meio de fundos soberanos e bancos privados, enquanto o governo norte americano estudou ampliar a cota de carne bovina argentina.

A produção agrícola sustenta parte importante da economia argentina, marcada por grande diversidade regional e forte presença de propriedades familiares, muitas delas vulneráveis aos efeitos do clima. Na nova temporada, o trigo ocupa 6,7 milhões de hectares, com a região central respondendo por 66 por cento da produção e expectativa de 15,2 milhões de toneladas. A maior parte será destinada à moagem, estimada em 6,7 milhões de toneladas equivalentes.

As exportações podem alcançar 15 milhões de toneladas, com Brasil, Indonésia e mercados da América do Sul, Sudeste Asiático e África entre os destinos. O milho tem produção prevista de 54 milhões de toneladas, favorecida pelo clima e pela recuperação da área plantada. As projeções de exportação variam de 33,5 a 37 milhões de toneladas. Na soja, a área deve recuar, mas a produção tende a subir ligeiramente para 49,5 milhões de toneladas, mantendo o país como referência global em farelo e óleo.

 





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Vietnã revisa demanda por ração, mas setor segue em expansão



Outras informações também foram divulgadas


Outras informações também foram divulgadas
Outras informações também foram divulgadas – Foto: Canva

A demanda vietnamita por ração em 2026 foi revisada para baixo pelo Serviço Agrícola Estrangeiro do USDA, refletindo a redução das populações de suínos e bovinos e o aumento das exportações locais de ingredientes. Mesmo com o ajuste, o setor segue em expansão, projetado para crescer de 28,3 milhões de toneladas em 2025 para 29,2 milhões em 2026, impulsionado pela aquicultura. As importações de farelo de soja, milho, DDGS e trigo devem somar 23,9 milhões de toneladas no próximo ano, enquanto a produção doméstica deve alcançar 5,3 milhões.

A população suína caiu 0,6% devido aos danos provocados pela peste suína africana, que afetou principalmente pequenas propriedades. O plantel de aves cresceu 3,7% e os bovinos continuaram em queda. As exportações de ração avançaram 29% nos primeiros oito meses de 2025, com a China mantendo-se como principal mercado e reforçando o papel do Vietnã no comércio regional.

A previsão para o milho 2025-26 foi levemente ajustada para cima, com produção estimada em 4,1 milhões de toneladas e área de 810 mil hectares. O clima favorável e o uso crescente de sementes híbridas ajudaram a elevar a produtividade. Empresas como a De Heus ampliaram parcerias com produtores das Terras Altas Centrais, oferecendo treinamento técnico para reduzir perdas e aumentar o uso de matérias-primas nacionais. O consumo de milho foi revisado para 16,05 milhões de toneladas e as importações devem chegar a 12,5 milhões, com Argentina e Brasil entre os principais fornecedores.

Na rizicultura, a área prevista para 2025-26 subiu para 6,85 milhões de hectares e a produção deve atingir 41,6 milhões de toneladas. A queda nos preços do arroz reduziu a renda dos produtores e incentivou a migração para culturas mais rentáveis. O setor investe em variedades de maior rendimento para competir com Índia e Tailândia. As exportações foram revisadas para 8 milhões de toneladas, em meio à intensificação da concorrência global.

 





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Reestruturação cria gigante focada em inovação agrícola



“Estamos construindo um negócio agrícola global com alcance comercia”


“Estamos construindo um negócio agrícola global com alcance comercia"
“Estamos construindo um negócio agrícola global com alcance comercia” – Foto: Pixabay

A PI Industries oficializou a integração da Plant Health Care, adquirida em agosto de 2024, que passa a operar como PI AgSciences, o braço agrícola global da companhia. A mudança reforça a estratégia da empresa em ampliar soluções sustentáveis e acelerar seu avanço no mercado de biológicos.

Com receita próxima de US$ 1 bilhão e mais de 80 anos de história, a PI é uma referência mundial em ciências da vida, atuando em proteção de cultivos, biológicos, síntese personalizada e produtos de marca. Presente em mais de 40 países, a companhia reúne mais de 4.000 colaboradores, sete unidades de produção e um ecossistema de P&D com mais de 700 cientistas. “

“Fizemos investimentos significativos em nossa plataforma de tecnologia de biológicos e continuamos a observar uma forte tração no mercado. Essas soluções complementam o portfólio diferenciado da PI para oferecer soluções agrícolas abrangentes aos produtores em todo o mundo, em linha com nosso objetivo de reimaginar um planeta mais saudável”, disse Mayank Singhal, vice-presidente e diretor administrativo da PI Industries Ltd.

A incorporação fortalece o portfólio tecnológico da PI, que é destaque pelo segundo ano consecutivo no S&P Global Sustainability Yearbook 2025. A PI AgSciences terá sede global em St. Louis, nos Estados Unidos, com operações no Brasil, México, Reino Unido e Espanha, além de um centro de P&D em Seattle focado em biológicos.

“Estamos construindo um negócio agrícola global com alcance comercial e profundidade científica para competir em escala, oferecendo soluções inovadoras que geram valor real para os produtores”, disse Jagresh Rana, CEO da PI AgSciences.

 





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Agro amplia presença no mercado de imóveis



A atratividade da capital se apoia em fatores como previsibilidade


A atratividade da capital se apoia em fatores como previsibilidade
A atratividade da capital se apoia em fatores como previsibilidade – Foto: Pixabay

O avanço do agronegócio brasileiro tem impulsionado um fluxo crescente de investidores para o mercado imobiliário de São Paulo. Com o setor registrando forte desempenho nas exportações, parte do capital gerado no campo vem sendo direcionada para ativos urbanos considerados seguros e de alta liquidez.

Incorporadoras identificam aumento consistente na compra de imóveis por empresários de regiões ligadas ao agro em estados como Mato Grosso, Goiás e Paraná. A busca se concentra em proteção patrimonial, renda futura e diversificação fora da atividade rural. Segundo Fabrizio Bevilacqua, da Netcorp, esse movimento reflete uma decisão estratégica de transformar lucros do setor em ativos urbanos capazes de preservar valor e apoiar o planejamento sucessório.

A atratividade da capital se apoia em fatores como previsibilidade, procura por locação e valorização contínua. O interesse crescente levou empresas a realizar roadshows em cidades do interior para apresentar projetos residenciais e comerciais diretamente aos polos do agro, onde investidores avaliam rentabilidade e projeções de desempenho antes de decidir.

“Não estamos falando apenas de compra por conveniência. O investidor do agro tem perfil analítico e busca números concretos. Ele quer saber rentabilidade, projeção de valor e estabilidade. São Paulo entrega exatamente isso”, diz o CEO da Netcorp.

Para o executivo, o fenômeno deve se intensificar nos próximos anos, à medida que a profissionalização do agronegócio avança e o setor consolida grandes fortunas. “O agro deixou de ser apenas produtor de commodities e passou a ser um grande gestor de patrimônio. E São Paulo é onde esse capital ganha forma e permanência.”

 





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Entidade avalia cenário de ajustes na citricultura



No cenário de preços, as cotações na Bolsa de Nova York têm recuado


No cenário de preços, as cotações na Bolsa de Nova York têm recuado
No cenário de preços, as cotações na Bolsa de Nova York têm recuado – Foto: Pixabay

A abertura da safra 2025/26 revela um ambiente mais seletivo na compra de laranja, diferente do padrão adotado no ciclo anterior, segundo relatório do Itaú BBA. A previsão de 307 milhões de caixas convive com menor interesse por frutas de baixa qualidade, enquanto a indústria direciona esforços para elevar o padrão do suco ofertado. O foco recai sobre lotes com ratio mais alto, estratégia que busca recompor a qualidade dos estoques e apoiar a retomada da demanda. Esse movimento resultou em um início de colheita mais tardio, voltado a garantir ganhos de maturação antes do processamento.

No comércio internacional, os embarques dos primeiros meses indicam possível mudança na rota tradicional do suco brasileiro. Caso o ritmo observado se confirme, esta poderá ser a primeira safra em que os Estados Unidos assumem a liderança das importações, superando a União Europeia. Entre julho e outubro, houve queda de 7% no total exportado, influenciada sobretudo pelo recuo europeu. Já o mercado norte-americano ampliou as compras em 42%, impulsionado pela menor produção local e favorecido pela retirada da tarifa adicional de 10%, fator que tende a reforçar a atratividade do destino.

No cenário de preços, as cotações na Bolsa de Nova York têm recuado e exercido pressão sobre o valor pago ao produtor. O mercado spot deve seguir abaixo de 50 reais por caixa ao longo da safra, comprimindo margens e reduzindo a rentabilidade de quem atua sem contratos fixos com a indústria. No campo, o avanço do greening permanece como ponto de preocupação. Informações da Fundecitrus mostram que a incidência e a severidade continuam em alta, ainda que com progressão mais lenta.

 





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Faesp assina com a CNA convênio para a criação de sete polos de saúde no…


Para encurtar a distância entre os trabalhadores rurais de São Paulo e tratamentos médicos mais eficientes, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) assina com a Comissão da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) no dia 6 de novembro o convênio para a criação de sete polos de saúde no interior paulista. O acordo prevê ações diretas nas comunidades. A proposta tem um ciclo de 24 meses de execução, conduzido por uma equipe formada por sete enfermeiros e 105 técnicos de enfermagem, que farão a abordagem dos produtores.

Os primeiros sete polos serão instalados nos sindicatos de Cardoso, Batatais, Penápolis, Guaratinguetá, Caiuá, Capão Bonito e Mineiros do Tietê. Ao longo desses 24 meses, o projeto prestará assistência a 3.150 propriedades e beneficiará mais de 15.750 pessoas do meio rural em todo o estado de São Paulo, consolidando o propósito do Senar-SP com a saúde, o bem-estar e o desenvolvimento sustentável no campo.

Numa segunda etapa, outros sindicatos serão incorporados à rede de atenção à saúde e se transformarão em polos também.

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Avanço na safra impulsiona oferta de açúcar



O quadro de recuperação também se estende a outros importantes produtores globais


O quadro de recuperação também se estende a outros importantes produtores globais
O quadro de recuperação também se estende a outros importantes produtores globais – Foto: Divulgação

A safra 2025/26 do Centro-Sul do Brasil avançou em ritmo mais favorável nos últimos meses, após um início de ciclo marcado por maior incerteza. O desempenho recente das lavouras reduziu preocupações e consolidou expectativa de produtividade elevada, mesmo diante do movimento de queda nos preços internacionais do açúcar observado ao longo do ano.

A rentabilidade do setor foi garantida pela estratégia de fixação antecipada, realizada a valores médios mais altos, o que sustentou o planejamento das usinas. Esse movimento permitiu alcançar um recorde histórico de produção mensal de açúcar em setembro, reforçando o resultado no curto prazo e criando margem para atravessar cenários de mercado mais voláteis.

No campo, as condições favoráveis das lavouras não apenas asseguram o desempenho desta temporada, como também ampliam as projeções para o ciclo seguinte. A perspectiva de maior disponibilidade de cana eleva as estimativas de produção de açúcar, indicando continuidade do avanço observado recentemente.

O quadro de recuperação também se estende a outros importantes produtores globais. Na Índia, o clima e a expansão da área plantada devem elevar a oferta, revertendo a queda registrada no ano anterior. Tailândia e Paquistão tendem a registrar progressos relevantes, enquanto na União Europeia e no Reino Unido a redução da área cultivada foi parcialmente compensada por condições climáticas que mantiveram a produtividade acima da média.

“Poderá ocorrer migração da produção de açúcar para etanol, impactando de forma relevante o balanço global. Por isso, não acreditamos que esses níveis de preço se mantenham nos próximos meses, mas sim que haja uma recuperação para os patamares observados há alguns meses”, conclui.

 





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Oferta maior deve alterar cenário do etanol



O setor de etanol de milho mantém trajetória de expansão acelerada


O setor de etanol de milho mantém trajetória de expansão acelerada
O setor de etanol de milho mantém trajetória de expansão acelerada – Foto: Pixabay

A oferta de etanol deve ganhar força a partir da safra 2026/27, em um movimento que pode alterar o equilíbrio observado neste ano no mercado de biocombustíveis. A combinação de maior produção nas usinas de cana e da expansão contínua do etanol de milho tende a elevar de forma expressiva o volume disponível, criando ambiente para possíveis pressões baixistas sobre os preços ao longo do próximo ciclo.

No Centro-Sul, a recuperação da disponibilidade de cana em 2026/27 deve estimular uma mudança no mix industrial. As usinas que priorizaram o açúcar em 2025/26, reduzindo a oferta de etanol, tendem a reverter essa estratégia com o objetivo de aproveitar o cenário mais favorável ao biocombustível. A perspectiva é de incremento relevante na produção de etanol de cana.

O setor de etanol de milho mantém trajetória de expansão acelerada. O avanço expressivo registrado em 2025/26 deve continuar no ciclo seguinte, impulsionado pelo preço elevado do etanol e pelo milho mais barato, combinação que fortalece as margens e incentiva novos projetos. As projeções indicam produção de 10,1 bilhões de litros na safra 2025/26 e de 12,2 bilhões de litros em 2026/27.

Enquanto isso, o consumo segue firme em todo o país. O aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, que passa de 27% para 30 a partir de 1º de agosto, intensifica ainda mais a demanda. A mudança amplia o uso do biocombustível inclusive em regiões onde a gasolina costuma apresentar maior competitividade, elevando as transferências entre estados e reforçando a procura em um momento de oferta mais limitada de etanol de cana. 

 





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Alta inicial e ajuste marcam trajetória dos fertilizantes



Os nitrogenados registraram oscilações


Os nitrogenados registraram oscilações
Os nitrogenados registraram oscilações – Foto: Canva

O mercado global de fertilizantes iniciou o ano com avanço nos preços dos principais nutrientes, em meio a demanda firme e restrições de oferta, segundo o Itaú BBA. O movimento foi mais intenso entre os fosfatados, influenciados pela ausência prolongada da China no mercado exportador, pela demanda crescente da indústria de baterias e pela alta do Enxofre, insumo essencial para a produção desses fertilizantes. A normalização parcial das exportações chinesas no meio do ano contribuiu para aliviar as cotações.

Os nitrogenados registraram oscilações, mas seguiram valorizados diante de riscos geopolíticos que afetam a produção global de ureia e amônia, concentrada no Oriente Médio. O agravamento das tensões entre Israel e Irã elevou a percepção de insegurança, já que países da região respondem por parcela significativa das exportações mundiais. No segmento de potássicos, a combinação de demanda aquecida e redução temporária das vendas de Rússia e Belarus por manutenções em minas sustentou os preços, reforçados por grandes participantes do mercado.

Atualmente, as cotações recuaram em relação às máximas observadas no meio do ano, com a redução dos riscos geopolíticos. A expectativa é de continuidade da correção nos próximos meses, com acomodação em níveis ainda elevados. Mesmo assim, o setor permanece vulnerável a novos episódios de instabilidade que possam alterar rapidamente os fundamentos.

No Brasil, o ritmo forte das importações e das entregas surpreendeu positivamente. Os preços elevados e a piora nas relações de troca não reduziram de forma relevante os volumes, embora tenham levado a maior uso de produtos com menor concentração de macronutrientes. O atraso na comercialização para a próxima safra exige atenção, pois compras concentradas em janelas curtas e margens apertadas podem elevar o risco logístico e comprometer a chegada dos insumos no momento adequado.

 





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