quarta-feira, março 11, 2026

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Cotações da soja recuam em Chicago com foco na China


O mercado internacional da soja encerrou a semana pressionado por incertezas sobre a demanda e pelo avanço da oferta global, refletindo um ambiente de cautela entre os investidores. De acordo com a TF Agroeconômica, os contratos negociados na Bolsa de Chicago fecharam o dia e a semana em baixa, diante do ritmo fraco de compras pela China e do anúncio de um novo leilão estatal no país asiático.

O contrato de soja com vencimento em janeiro recuou 1,53%, encerrando a US$ 10,76,75 por bushel, enquanto o março caiu 1,45%, para US$ 10,86,75. No complexo, o farelo de soja para janeiro teve leve alta diária de 0,13%, a US$ 302,50 por tonelada curta, mas o óleo de soja registrou queda de 1,48%, fechando a US$ 50,07 por libra-peso. No acumulado da semana, a soja perdeu 2,58%, o equivalente a 28,50 cents por bushel, o farelo recuou 1,59% e o óleo apresentou baixa mais intensa, de 3,13%.

A pressão sobre os preços está associada à perda de fôlego observada após a trégua tarifária, levando as cotações de volta aos níveis do fim de outubro. O mercado segue atento às compras chinesas, especialmente à expectativa de aquisição de até 12 milhões de toneladas ainda neste ano, volume citado por autoridades norte-americanas. Com relatórios de vendas atrasados e atualização completa prevista apenas para o início de janeiro, os operadores trabalham com números oficiais de 3,377 milhões de toneladas já negociadas ou com estimativas especulativas que apontam para 50% a 60% da meta. O cancelamento de 100 mil toneladas e o anúncio, pela estatal Sinograin, de um leilão de 500 mil toneladas para o mercado interno reforçaram o tom defensivo.

Além disso, o avanço da colheita de uma safra recorde no Brasil e a redução dos impostos de exportação de grãos na Argentina ampliam a percepção de oferta, contribuindo para a pressão baixista em Chicago.

 





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Confira como está o mercado da soja


O Rio Grande do Sul concentra hoje o maior grau de incerteza da safra nacional, segundo informações da TF Agroeconômica. “Para pagamento em dezembro, com entrega em dezembro, os preços no porto foram reportados a R$ 142,00/sc semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 132,14/sc semanal em Cruz Alta, salvo por Santa Rosa a R$ 136,00. Já em Panambi, o mercado físico apresentou manutenção, com o preço de pedra recuando para R$ 121,00/sc, sinalizando maior resistência local ao ritmo comprador”, comenta.

Em Santa Catarina, os produtores, atentos ao risco climático contínuo, priorizam o armazenamento como estratégia defensiva, aguardando normalização do line-up para negociar volumes maiores. “Mesmo com o plantio de soja finalizado, a instabilidade climática persiste como fator de preocupação após danos por granizo em novembro, reforçando a necessidade de gestão criteriosa do estoque físico. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,52 (-0,08%)”, completa.

No Paraná, qualquer gargalo logístico no corredor de exportação tende a se refletir rapidamente em queda nos preços de balcão, reforçando o armazenamento como principal ferramenta de defesa comercial. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 141,82. Em Cascavel, o preço foi R$ 131,15 (-0,38%). Em Maringá, o preço foi de R$ 130,29 (-0,50%). Em Ponta

Grossa o preço foi a R$ 133,39 (+0,13%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 142,52 (+0,23%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 122,00”, indica.

No mercado físico do Mato Grosso do Sul, a soja opera com estabilidade, sustentada pela demanda interna e pela possibilidade de direcionamento tanto ao mercado externo quanto à indústria doméstica. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 128,20 (+1,09%), Campo Grande em R$ 128,20 (+1,09%), Maracaju em R$ 128,20 (+1,09%), Chapadão do Sul a R$ 123,56 (+0,26%), Sidrolândia a em R$ 128,20 (+1,09%)”, informa.

Mato Grosso segue como o principal pilar da oferta nacional de soja. “Campo Verde: R$ 122,70 (+0,02%). Lucas do Rio Verde: R$ 119,85 (+0,95%), Nova Mutum: R$ 119,85 (+0,95%). Primavera do Leste R$ 122,70 (+0,02%). Rondonópolis: R$ 122,70 (+0,02%). Sorriso: R$ 119,85 (+0,95%)”, conclui.

 





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Alta do milho ganha força


O mercado de milho vive um momento de valorização tanto no cenário internacional quanto no Brasil, impulsionado principalmente pela força da demanda e por ajustes nas expectativas de oferta. Segundo análise da TF Agroeconômica, o viés atual é claramente positivo para os preços, apesar de fatores que podem atuar como limite no médio prazo.

No mercado internacional, a tendência de alta é sustentada por exportações recordes dos Estados Unidos e estoques mais apertados. O Departamento de Agricultura dos EUA elevou a projeção de exportações da safra 2025/26 para 81,28 milhões de toneladas, o maior volume da história, reforçando a competitividade do milho americano. As vendas semanais também surpreenderam, com 2,38 milhões de toneladas negociadas em meados de novembro, acima das estimativas do setor privado, além de novos negócios confirmados para destinos não revelados. 

Esse ritmo consistente de demanda tem dado suporte às cotações na Bolsa de Chicago, onde os contratos se aproximaram de US$ 4,40 por bushel, patamar não visto desde junho. A demanda adicional do setor de etanol, que registrou níveis semanais recordes de produção, também contribui para absorver mais milho.

No Brasil, o movimento altista é impulsionado pela demanda interna aquecida, retração dos vendedores e riscos relacionados à safrinha. Os preços no mercado físico se aproximam de R$ 70 por saca, enquanto os contratos na B3 chegaram a R$ 76. Indústrias e exportadores seguem ativos, ao mesmo tempo em que produtores reduzem a oferta imediata. A preocupação com atrasos na janela de plantio da segunda safra aumenta a percepção de menor disponibilidade futura, sustentando as cotações no curto prazo.

Como contraponto, a oferta aparece como principal fator de equilíbrio. A Conab revisou a produção brasileira para 138,88 milhões de toneladas, acima da estimativa do USDA, além de manter projeção mais elevada para as exportações. Esse volume maior pode limitar a valorização internacional no médio prazo, mas, no momento, o mercado reage mais à força das exportações americanas e à demanda interna brasileira.

 





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Milho encerra semana de queda com ritmo lento de negócios


Os contratos futuros de milho encerraram a sexta-feira e o acumulado da semana em queda na B3, em um cenário marcado por negociações lentas e menor interesse comprador no encerramento do ano. De acordo com a TF Agroeconômica, a retração da demanda pelo cereal tem limitado os negócios no mercado futuro e também se reflete no mercado físico, que vinha de um período prolongado de valorização.

Na comparação semanal, a Média Cepea registrou recuo de 1,19%, sinalizando arrefecimento nos preços internos. O movimento negativo foi reforçado pela desvalorização do dólar, que caiu 0,41%, e pelo desempenho da Bolsa de Chicago, que recuou 0,72% no dia, adicionando pressão às cotações domésticas. Ainda assim, os preços nos portos seguem sustentados pela taxa de câmbio acima de R$ 5,40, o que permitiu avanço de 0,89% no valor FOB do milho destinado à exportação.

Diante desse quadro, os principais vencimentos negociados na B3 fecharam em baixa. O contrato janeiro de 2026 encerrou cotado a R$ 71,91, com perda diária de R$ 0,36 e recuo semanal de R$ 2,32. O vencimento março de 2026 terminou a sessão a R$ 74,88, apresentando queda de R$ 0,27 no dia e de R$ 1,26 na semana. Já o contrato de maio de 2026 fechou a R$ 74,25, com baixa diária de R$ 0,11 e desvalorização semanal de R$ 1,27.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago também encerrou o dia e a semana em baixa. O contrato dezembro caiu 0,86%, a US$ 4,31 por bushel, enquanto março recuou 1,29%, para US$ 4,40 por bushel. A pressão veio principalmente da forte queda da soja, apesar do equilíbrio entre a ampla oferta e a boa demanda interna e externa.

Dados do censo indicaram que as exportações americanas de milho somaram 6,29 milhões de toneladas em setembro, alta de 9,1% frente ao mês anterior e avanço expressivo de 60,9% na comparação anual. Os embarques de etanol alcançaram 148,4 milhões de galões no mesmo período, refletindo demanda firme no mercado internacional. Mesmo com esses indicadores positivos, o milho em Chicago acumulou queda semanal de 0,90%.

 





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Soja se valoriza com demanda nos portos e revisão de estoques, aponta Cepea



As negociações com soja no mercado spot brasileiro ganharam ritmo



Foto: Pixabay

As negociações com soja no mercado spot brasileiro ganharam ritmo na última semana, impulsionadas por fatores logísticos e revisões nas estimativas de oferta. Segundo dados divulgados pelo Cepea, o cenário atual estimulou a valorização dos prêmios de exportação e elevou os preços internos do grão.

A intensificação da demanda para fechamento de cargas nos portos brasileiros foi um dos principais motores desse movimento. Ao mesmo tempo, novas estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontaram uma redução nos estoques de passagem da safra 2024/25, em comparação ao relatório anterior. Essas duas variáveis aumentaram a atratividade do produto nacional no mercado internacional.

Com o novo ajuste, os embarques da safra 2024/25 foram projetados pela Conab para o recorde de 106,97 milhões de toneladas — um aumento de 0,3% frente à projeção anterior. Esse volume histórico reforça o protagonismo do Brasil no comércio global de soja, mesmo diante de um ano marcado por desafios climáticos e logísticos.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), até o dia 5 de dezembro, 98,88% desse volume já havia sido embarcado, demonstrando o forte ritmo das exportações neste ciclo. A antecipação e fluidez nos embarques também colaboraram para a pressão altista sobre os preços no mercado interno.

Pesquisadores do Cepea destacam que esse conjunto de fatores sustentou a valorização dos prêmios de exportação, beneficiando diretamente os produtores e comerciantes brasileiros. A alta no mercado físico se estende a diversas praças do país, acompanhando o aquecimento da demanda externa.

Para os próximos dias, a expectativa é de continuidade nesse cenário de firmeza, especialmente diante da proximidade do encerramento do ciclo 2024/25 e da necessidade de finalização de contratos. No entanto, o comportamento do mercado internacional e a logística nos portos ainda serão determinantes para o fôlego dos preços internos.





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Trigo deve manter preços pressionados no curto prazo



Apesar do viés negativo, alguns fatores podem limitar quedas


Apesar do viés negativo, alguns fatores podem limitar quedas
Apesar do viés negativo, alguns fatores podem limitar quedas – Foto: Seane Lennon

O mercado internacional de trigo apresenta um cenário de preços pressionados no curto prazo, refletindo principalmente a ampla disponibilidade do cereal no cenário global. Para os próximos 30 dias, a expectativa aponta para um movimento de preços lateral a levemente baixista, com eventuais repiques técnicos, em um ambiente marcado pela predominância dos fatores de oferta sobre a demanda.

Segundo a TF Agroeconômica, a análise do contrato de trigo com vencimento em março de 2026 na CBOT indica que as cotações seguem próximas das mínimas recentes, girando entre 529 e 534 centavos de dólar por bushel. O comportamento recente mostra pressão vendedora e dificuldade de recuperação mais consistente, reforçada pelo fechamento fraco observado nas últimas sessões e pela ausência de força direcional clara no mercado.

Entre os principais fatores de baixa estão as revisões positivas das estimativas de produção em grandes países exportadores. A safra argentina foi elevada para cerca de 27,7 milhões de toneladas, nível considerado recorde ou muito acima da média, somando-se aos volumes elevados registrados na Austrália e na Rússia. Relatórios internacionais também apontam estoques globais elevados, conforme indicado pelo USDA, enquanto a maior competitividade do trigo argentino pressiona as exportações de outros fornecedores. No Brasil, a Conab revisou a produção para 7,96 milhões de toneladas, reduzindo a necessidade de importações e contribuindo para aliviar os preços internos, com reflexos no mercado internacional.

Apesar do viés negativo, alguns fatores podem limitar quedas mais acentuadas. As exportações americanas seguem positivas, indicando demanda consistente nos Estados Unidos, enquanto questões geopolíticas, especialmente na região do Mar Negro, podem gerar volatilidade pontual. O dólar mais fraco frente ao euro atua como suporte técnico moderado, mas insuficiente para reverter o quadro de oferta abundante. Nesse contexto, a expectativa é de negociação entre 520 e 550 centavos por bushel, com movimentos mais fortes dependendo de revisões adicionais de oferta, surpresas na demanda ou eventos climáticos e geopolíticos inesperados.

 





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Preços do milho caem após compras antecipadas e oferta elevada



Cenário para o milho no curto prazo tende a ser de preços mais baixos



Foto: Divulgação

Os preços do milho passaram por uma queda ao longo da última semana, após iniciarem o período em patamares mais elevados, conforme aponta levantamento do Cepea. Segundo dados divulgados pelo Centro de Pesquisas, o enfraquecimento da demanda interna foi o principal fator responsável pelos recuos nos preços, já que parte dos consumidores optou por compras antecipadas. Com isso, muitos se afastaram das negociações no mercado spot, o que gerou um alívio temporário nos valores.

Além disso, as estimativas para a safra brasileira de milho 2025/26 seguem indicando uma oferta nacional elevada, o que também colaborou para reforçar a pressão sobre os preços domésticos. A expectativa de uma safra grande para o próximo ciclo deixou os vendedores em uma posição mais retraída nas negociações, aguardando uma possível recuperação nos preços em 2026. A perspectiva é de que, após o recesso de fim de ano, o retorno dos compradores traga novos estímulos para o mercado.

No campo, o cenário se mostra mais favorável para os agricultores. A volta das chuvas em importantes regiões produtoras foi recebida com alívio pelos produtores, que estavam apreensivos quanto aos impactos das condições climáticas sobre o desenvolvimento das lavouras de verão e sobre a semeadura da segunda safra. Com a chegada das precipitações, as expectativas de uma boa colheita aumentaram, o que pode refletir positivamente no fornecimento de milho nos próximos meses.

Em relação à safra 2025/26, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou recentemente um relatório no qual estima uma produção de 138,87 milhões de toneladas de milho no Brasil. Embora essa projeção represente uma leve queda de 1,5% em comparação à temporada anterior, ela ainda representa a segunda maior produção de milho da história da Companhia, que iniciou suas medições em 1976.

Com o aumento da oferta esperada e a retração dos consumidores no mercado interno, o cenário para o milho no curto prazo tende a ser de preços mais baixos. O movimento de espera por uma reação nos preços no começo de 2026, conforme especulado por muitos vendedores, está diretamente ligado à expectativa de recuperação na demanda. A volta do consumo de milho, principalmente no setor industrial e para a ração animal, pode ser um ponto de virada para o mercado.

 





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Confira como está o mercado do milho



O mercado catarinense de milho segue sem reação


O mercado catarinense de milho segue sem reação
O mercado catarinense de milho segue sem reação – Foto: Divulgação

O mercado de milho no Rio Grande do Sul segue pouco dinâmico, segundo informações da TF Agroeconômica. “A demanda doméstica segue moderada e muito seletiva, e as exportações avançam de forma tímida, o custo logístico e os gargalos de armazenagem continuam limitando o escoamento.As referências variam entre R$ 58,00 e R$ 75,00/saca, enquanto a média estadual recuou para R$ 62,17 (-0,81%). A falta de estímulos mantém o spot com liquidez reduzida”, comenta.

O mercado catarinense de milho segue sem reação, ainda marcado pelo forte descompasso entre pedidas e ofertas. “Produtores mantêm indicações próximas de R$ 80,00/saca, enquanto as indústrias seguem ofertando em torno de R$ 70,00/saca, o que impede avanços nas negociações. No Planalto Norte, os poucos negócios registrados variam entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, mas a falta de consenso continua bloqueando a liquidez”, completa.

O mercado de milho no Paraná segue com poucas negociações. “Produtores continuam buscando cerca de R$ 75,00/saca, enquanto as indústrias indicam interesse próximo de R$ 70,00/saca CIF, o que sustenta o impasse e impede avanços mais consistentes nas negociações”, indica a consultoria.

Cotações desiguais no estado do Mato Grosso do Sul e bioenergia como foco. “O mercado de milho no Mato Grosso do Sul continua com liquidez limitada, mas várias regiões registraram novas altas, com cotações agora entre R$ 52,00 e R$ 57,00/saca. O setor de bioenergia segue dando sustentação às cotações, com usinas absorvendo boa parte da oferta disponível e reforço adicional do biogás e biometano na demanda estadual”, conclui.

 





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Preços registram movimentos distintos dentre as regiões



As cotações do feijão seguem registrando oscilações


Foto: Canva

As cotações do feijão seguem registrando oscilações distintas dentre regiões acompanhadas pelo Cepea. Enquanto o valor do carioca de melhor qualidade vem sendo mais pressionado, os de notas 8,0 e 8,5 encontram sustentação vinda da maior demanda por lotes sem defeitos.

No campo, os baixos preços do feijão e as condições climáticas desfavoráveis em algumas regiões desestimularam os produtores a cultivar o grão de primeira safra, levando a Conab a revisar para baixo suas estimativas de área e de oferta. Agora, a oferta agregada da temporada 2025/26 (considerando primeira, segunda e terceira safras), a ser colhida em 2026, é apontada em 3 milhões de toneladas, sendo 2,3% abaixo da estimada no relatório anterior e 1,8% inferior à da temporada 2024/25. 





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Oferta mantém pressão sobre cotações pela 6ª semana



Demanda permaneceu enfraquecida, com mais empresas reduzindo o esmagamento


Foto: Canva

Apesar de chuvas terem limitado o avanço da colheita de mandioca no início da semana passada, a disponibilidade de matéria-prima seguiu elevada no período, aponta o Cepea. Produtores continuaram mostrando interesse na comercialização, visando se capitalizar ou com expectativas baixistas para o início de 2026, conforme explicam pesquisadores.

Por outro lado, a demanda permaneceu enfraquecida, com mais empresas reduzindo o esmagamento ou já em férias coletivas. Como resultado, levantamentos do Cepea mostram que os preços da raiz caíram pela sexta semana consecutiva. Entre 8 e 12 de dezembro, a média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 515,16 (R$ 0,8959/grama de amido), queda de 2,94% em relação ao intervalo anterior e de 8,4% no acumulado das últimas quatro semanas. 





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