sábado, março 14, 2026

Política & Agro

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Show Rural dobra espaço do pavilhão da agroindústria familiar em 2026



A próxima edição do Show Rural Coopavel ocorrerá de 9 a 13 de fevereiro de 2026



Foto: Aline Merladete

O Show Rural Coopavel terá, em 2026, um pavilhão ampliado destinado à agroindústria familiar. A Coopavel informou que a nova estrutura é resultado de parceria com a Itaipu Binacional e recebeu investimento de R$ 1,8 milhão. Segundo o divulgado o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), o espaço passará de 525 m² para 1.050 m², o que permitirá a presença de “80 a 105 agroindústrias familiares”, número superior ao registrado na edição anterior, que contou com 45 expositores.

A próxima edição do Show Rural Coopavel ocorrerá de 9 a 13 de fevereiro de 2026, em Cascavel. O evento é anual e reúne expositores nacionais e estrangeiros em área superior a 720 mil m².

A ampliação do pavilhão deve gerar efeitos diretos para os produtores e para a economia regional. Segundo o informado, com o aumento da área e do número de expositores, “crescem as possibilidades de negócios, vendas e contratos”, além de favorecer a aproximação entre produtores, tecnologias e instituições de pesquisa.

As inscrições para agroindústrias interessadas em ocupar o novo espaço começam em 20 de novembro. O cadastramento será feito pelo IDR-Paraná, que, segundo a organização, “publicará edital com regras, prazos e critérios de seleção”.

Com a nova estrutura, o Show Rural 2026 consolida a presença dos produtores familiares no evento e amplia oportunidades de mercado, contribuindo para o desenvolvimento rural e para o avanço do agronegócio paranaense.





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Crédito emergencial atenderá famílias afetadas por fenômenos climáticos



Famílias do Norte e Nordeste receberão auxílio após desastres climáticos


Foto: Canva

A Medida Provisória 1324/25 abre crédito extraordinário de R$ 230,4 milhões no Orçamento de 2025 para o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Segundo a Agência Câmara Notícias, o recurso será destinado ao atendimento de famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.

O governo informou que o auxílio se volta a famílias afetadas por estiagens prolongadas ou enchentes, fenômenos que têm ocorrido principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

De acordo com dados oficiais, há 529 municípios em situação de emergência, sendo “32 localizados no Norte e 497 no Nordeste”, conforme informado pelo governo.

A mensagem que acompanha a medida afirma que “a escassez de chuvas no semiárido e as cheias na Amazônia resultaram em danos expressivos à produção de subsistência”, com destruição de lavouras, morte de animais e perda de sementes, equipamentos e insumos.

O crédito permitirá o fornecimento de 348 mil cestas de alimentos e o custeio de despesas relacionadas ao Programa de Aquisição de Alimentos em pelo menos 15 estados das regiões afetadas.

A Medida Provisória será analisada pela Comissão Mista de Orçamento e, posteriormente, pelos plenários da Câmara e do Senado. O texto está em vigor, mas depende de aprovação parlamentar em até 120 dias para se tornar lei.





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Futuros do cacau sobem na ICE em meio a inclusão em índice e tensões na África


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NOVA YORK (Reuters) – Os contratos futuros do cacau na ICE subiram nesta terça-feira, depois de avançarem também nas duas sessões anteriores, com investidores avaliando notícias da inclusão do cacau em um importante índice de commodities e tensões latentes na Nigéria e em Camarões, quarto e quinto maiores produtores do mundo.

CACAU

* O cacau de Nova York fechou em alta de US$41, ou 0,6%, a US$6.600 a tonelada, tendo fechado em alta de 6,6% na segunda-feira.

* O cacau de Londres subiu 1,3%, para 4.849 libras por tonelada, depois de atingir 4.864 libras, seu valor mais alto desde o final de setembro.

* O ingrediente do chocolate foi impulsionado pelos planos para que o cacau de Nova York seja incluído no Bloomberg Commodity Index a partir do próximo ano.

* O Citi estima que os futuros do cacau poderão ter um fluxo de investimento de US$2,1 bilhões após a inclusão no índice.

* Em outros lugares, as tensões em Camarões permanecem altas após a contestada eleição da semana passada, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que os militares se preparem para agir na Nigéria para enfrentar grupos militantes islâmicos.

* “Espera-se que esses dois países produzam um total de 715.000 toneladas métricas (nesta temporada)”, observou a corretora StoneX.

* Do lado negativo, os analistas do Zuercher Kantonalbank estimam que a Barry Callebaut registrará uma queda de 9% nos volumes de vendas do quarto trimestre na quarta-feira.

(Reportagem de May Angel e Marcelo Teixeira)

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MT bate recorde nas exportações de carne bovina



China amplia compras e puxa alta da carne de MT



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (10), as exportações de carne bovina de Mato Grosso registraram, em outubro de 2025, volume e receita recorde na série histórica. O estado embarcou 107,94 mil toneladas equivalentes carcaça de carne bovina in natura, aumento de 35,19% em relação a outubro de 2024.

O Imea informou que “o valor médio pago por tonelada também aumentou, alcançando US$ 4.287,90 por tonelada”, o que resultou em faturamento de US$ 462,82 milhões. Segundo o instituto, o desempenho está associado à “maior demanda externa pela carne vermelha de MT”.

No acumulado de janeiro a outubro de 2025, o Imea registrou que o volume destinado à China atingiu 413,65 mil toneladas equivalentes carcaça, crescimento de 45,55% frente ao mesmo período de 2024. O instituto também apontou que Rússia, Chile e Estados Unidos ampliaram suas importações “em 2,29, 1,45 e 1,22 vezes, respectivamente”. Com esse cenário, Mato Grosso mantém posição de destaque nas exportações e, conforme o Imea, pode “se consolidar, pela primeira vez na história, como líder nacional em exportações de proteína bovina em 2025”.





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Como a soja encerrou a semana?


No estado do Rio Grande do Sul, o mercado opera em compasso de espera, segundo informações da TF Agroeconômica. “Em Não-Me-Toque, a saca de 60 kg foi cotada a R$ 121,00, com queda de -0,82%, refletindo o foco no campo e o baixo volume de novos negócios. Para pagamento em novembro, com entrega em outubro, os preços no porto foram reportados a R$ 142,00/sc (+0,35%) semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 133,00/sc semanal em Cruz Alta, Passo Fundo, Santa Rosa e São Luiz, todos com liquidação prevista para 30/10”, comenta.

Santa Catarina segue o compasso climático da Região Sul, sendo afetada pela mesma instabilidade que atinge Paraná e Rio Grande do Sul. “Na comercialização, o estado acompanha o comportamento do mercado paranaense, que apresentou estabilidade em praças como Ubiratã e Castro. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 139,31 (-0,65%)”, completa.

No Paraná, a robusta estrutura de armazenagem das cooperativas, como a Copagril, será determinante para equilibrar o escoamento e evitar gargalos no pico da safra, garantindo fluidez no fluxo entre o interior e o litoral. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 143,50 (+0,17%). Em Cascavel, o preço foi R$ 127,82 (-0,31%). Em Maringá, o preço foi de R$ 129,95 (+0,09%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 131,73 (-0,28%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 139,31 (-0,65%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

Enquanto isso, o Mato Grosso do Sul mantém um ritmo de plantio constante, favorecido pela umidade presente na porção leste do Centro-Oeste. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 124,75 (-0,41%), Campo Grande em R$ 124,75 (-0,41%), Maracaju em R$ 124,75 (-0,41%), Chapadão do Sul a R$ 120,27 (+0,72%), Sidrolândia a em R$ 124,75 (-0,41%)”, informa.

No mercado físico do Mato Grosso, as negociações permanecem lentas e com variações modestas. “Campo Verde: R$ 121,33 (-0,11%). Lucas do Rio Verde: R$ 120,00 (-0,46%), Nova Mutum: R$ 120,00 (-0,46%). Primavera do Leste: R$ 121,33 (-0,11%). Rondonópolis: R$ 121,33 (-0,11%). Sorriso: R$ 120,00 (-0,46%)”, conclui.

 





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Avalie o milho com cautela



Consumo mantém preços em alta


Consumo mantém preços em alta
Consumo mantém preços em alta – Foto: Pixabay

A exportação brasileira de milho segue firme e tem sustentado os preços especialmente nos estados do Centro-Oeste, onde há menor presença de indústrias locais de etanol ou proteína animal e o escoamento se concentra pelos portos do Arco Norte. A informação é da TF Agroeconômica, que destaca ainda o avanço da demanda industrial no Sul e em Mato Grosso, elevando as cotações em 4,10% nos últimos 20 dias.

De acordo com a consultoria, o comportamento do mercado confirma a projeção de que o consumo do segundo semestre, somado à exportação, manteria os preços em alta. A recomendação, no entanto, é avaliar com cautela o custo do carregamento em relação ao preço oferecido pelos compradores: se o valor de venda for inferior ao da referência para novembro, a estratégia ideal é liquidar as posições.

Entre os fatores de alta, a TF Agroeconômica aponta a retomada das exportações brasileiras de carne de frango para a China, que deve ampliar o consumo de milho para ração, estimado em 56 milhões de toneladas anuais. As boas margens das usinas de etanol também impulsionam a demanda interna, com alta de 5,89% nos preços em 30 dias. No cenário externo, a boa demanda de exportação dos EUA e a redução de 58,25% nas exportações de milho da Ucrânia contribuem para o fortalecimento das cotações globais.

Já entre os fatores de baixa, o relatório cita as condições climáticas favoráveis à colheita nos EUA e Argentina, a intensificação das vendas dos produtores americanos e a incerteza sobre a política de mistura de biocombustíveis da EPA, que tem gerado atritos entre os setores de petróleo e agronegócio. Esses elementos limitam novas altas no mercado futuro, embora o cenário geral permaneça positivo para o milho brasileiro no curto prazo.





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Milho recua na B3 com pressão de Chicago e do dólar


O mercado futuro de milho encerrou a semana em baixa na B3, pressionado pelo recuo das cotações em Chicago e pela desvalorização do dólar, de acordo com a TF Agroeconômica. A combinação desses fatores aproximou os preços dos contratos futuros do mercado físico, que, por outro lado, apresentou leve valorização. Segundo o Cepea, o valor médio do milho subiu 1,27% na semana, enquanto o contrato de janeiro/26 na B3 manteve-se praticamente estável, refletindo um equilíbrio momentâneo entre oferta e demanda.

O comportamento dos preços mostra um cenário de cautela entre compradores e vendedores. O dólar caiu 0,82% no período, o que reduziu a atratividade das exportações e influenciou diretamente os preços na bolsa brasileira. Os contratos futuros fecharam o dia de forma mista: novembro/25 terminou cotado a R$ 67,72, com baixa diária de R$ 0,50 e leve alta semanal de R$ 0,01; janeiro/26 fechou a R$ 71,11, queda de R$ 0,36 no dia e de R$ 0,01 na semana; e março/26 encerrou a R$ 72,70, recuando R$ 0,24 no dia e R$ 0,13 na semana.

No cenário internacional, o milho também fechou o dia e a semana em leve baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). O contrato de dezembro recuou 0,35%, cotado a US$ 4,27 por bushel, e o de março caiu 0,17%, para US$ 4,42. Apesar do recente acordo comercial entre Estados Unidos e China, o milho não foi mencionado nos documentos oficiais, o que limitou o potencial de recuperação das cotações.

Com a colheita americana avançando em ritmo firme e a demanda ainda consistente, o mercado permanece equilibrado entre fatores de alta e de baixa. No acumulado semanal, o milho em Chicago caiu 0,75%, uma redução de US$ 3,25 cents por bushel, refletindo a estabilidade do setor diante da safra recorde e das incertezas externas.





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Como o milho encerrou a semana?


O mercado de milho no Rio Grande do Sul continua travado e com baixa liquidez, sem alterações notáveis, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de compra variam entre R$ 58,00 e R$ 72,00/saca, com média estadual de R$ 62,00, segundo a Emater/RS-Ascar. No porto, o milho futuro para fevereiro/26 permanece em R$ 69,00/saca. Apesar da estabilidade, não há sinais de reação de preços no curto prazo”, comenta.

O mercado de milho em Santa Catarina segue sem reação. “As pedidas permanecem próximas de R$ 80,00/saca, enquanto as ofertas giram em torno de R$ 70,00/saca, mantendo as negociações praticamente paradas. No Planalto Norte, os negócios são pontuais, entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, sem avanços significativos”, completa a consultoria.

O Paraná registrou leves altas nas cotações, mas o mercado continua lento. “As cotações registraram leves altas na maioria das regiões. Na Metropolitana de Curitiba, o preço ficou em R$ 68,26 (+1,2%); no Oeste Paranaense, R$ 57,46 (+0,91%); no Centro Oriental, R$ 61,79 (+0,56%); e no Norte Central, R$ 59,07 (+0,7%). Entre as principais cidades: Cascavel R$ 57,25 (+0,1%), Guarapuava R$ 62,70 (+6,85%), Ponta Grossa R$ 62,75 (+0,42%), Umuarama R$ 59,02 (-0,59%), Maringá R$ 64,60 (+0,28%) e Londrina R$ 63,54 (-1,64%)”, indica.

O mercado de milho em Mato Grosso do Sul continua com baixa liquidez e ritmo moderado. “As cotações se ajustam com leve estabilidade, variando entre R$ 51,00 e R$ 54,00/saca, com Maracaju agora liderando as referências estaduais e Chapadão do Sul registrando boas altas na semana. Mesmo com os reajustes pontuais, a demanda exportadora segue enfraquecida, limitando o avanço das negociações, enquanto produtores mantêm firmeza nas pedidas”, informa.

 





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Exportações de soja em grão crescem 6,7%



China segue como principal destino



Foto: Canva

De janeiro a outubro, o Brasil exportou 19,6 milhões de toneladas de farelo de soja — volume recorde para o período. Segundo dados da Secex analisados pelo Cepea, o aumento reflete a demanda aquecida de países fora do eixo tradicional, como Espanha, Dinamarca e Bangladesh. O volume embarcado no período chegou a 19,6 milhões de toneladas — o maior da série histórica para esses dez meses.

O impulso veio especialmente de países considerados fora do circuito tradicional de compra do derivado, como Espanha, Dinamarca, Bangladesh e Portugal. Ao mesmo tempo, o mercado interno também mostrou maior apetite pela compra de farelo, o que evidencia uma dinâmica de demanda aquecida tanto no exterior quanto no Brasil.

Soja em grão mantém trajetória de crescimento

A soja em grão também registrou alta nas exportações. No acumulado do ano, o Brasil embarcou 100,6 milhões de toneladas, superando em 6,7% o volume exportado no mesmo período de 2024. A China segue como o principal destino, absorvendo 78,8 milhões de toneladas, o equivalente a quase 80% do total.

Clima atrasa plantio, mas melhora condições de campo

Nas lavouras, as chuvas mais abrangentes beneficiaram o desenvolvimento das atividades agrícolas. Ainda assim, o ritmo da semeadura da soja segue abaixo do esperado. De acordo com dados da Conab, até 1º de novembro, 47,1% da área estimada para a safra havia sido plantada, frente aos 53,3% registrados no mesmo período do ano passado e à média de 54,7% dos últimos cinco anos.

 





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foco na safra verão e estoques cheios mantêm negociações lentas



Vendedores preferem honrar contratos previamente firmados



Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de milho apresenta preços firmes neste início de novembro, retomando os patamares observados em junho, de acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A sustentação vem principalmente da postura dos produtores, que seguem concentrados na semeadura da safra verão, mesmo diante de episódios de fortes chuvas em algumas regiões produtoras.

No mercado spot, o ritmo de negociações segue contido. Os vendedores preferem honrar contratos previamente firmados e aguardam novas valorizações para retomar a comercialização de lotes no mercado à vista.

Do lado da demanda, o movimento de alta nos preços encontra barreiras. Segundo o Cepea, compradores demonstram cautela, relatando estoques suficientes para o curto prazo. As aquisições ocorrem de forma pontual, com os agentes atentos à safra recorde prevista para esta temporada. O cenário levanta a expectativa de que, em algum momento, os produtores precisem liberar espaço nos armazéns ou gerar caixa, o que pode pressionar os preços.

No mercado externo, o desempenho das exportações de milho apresentou retração. Segundo dados da Secex analisados pelo Cepea, o Brasil embarcou 6,5 milhões de toneladas do cereal em outubro — volume 14% menor que o registrado em setembro e apenas 1,5% acima do embarcado em outubro de 2024.

No acumulado de 2025, os envios somam 29,82 milhões de toneladas, queda de 3,2% em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior. A redução nas exportações pode refletir tanto a demanda internacional quanto o ritmo mais lento nas negociações no mercado interno.

Com preços internos estabilizados e exportações em leve retração, o mercado de milho vive um momento de equilíbrio cauteloso. A atenção segue voltada ao clima nas regiões produtoras e ao comportamento dos estoques nas próximas semanas. Caso a pressão sobre os armazéns se intensifique, o cenário pode mudar rapidamente, exigindo novas estratégias de comercialização por parte dos produtores.





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