sexta-feira, abril 24, 2026

Política & Agro

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Preços do açúcar recuam nas bolsas internacionais


No mercado interno, o açúcar cristal apresentou uma leve valorização





Foto: Divulgação

De acordo com as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (UDOP), nesta segunda-feira (22), os contratos futuros de açúcar fecharam em baixa nas principais bolsas internacionais, influenciados pela previsão de chuvas no Centro-Sul do Brasil e pela valorização do dólar em relação ao real, de acordo com informações do Barchart. A alta da moeda norte-americana incentivou os produtores brasileiros a aumentarem as exportações, pressionando os preços no mercado internacional.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto registrou queda. O contrato de março/25 recuou 35 pontos, fechando a 21,83 centavos de dólar por libra-peso, enquanto o contrato de maio/25 caiu 25 pontos, encerrando a 20,19 centavos de dólar por libra-peso.

De acordo com as informações divulgadas pela Udop, em Londres, na ICE Futures Europe, o açúcar branco também apresentou retração. O contrato de dezembro/24 teve baixa de US$ 3,50, sendo negociado a US$ 563,10 por tonelada. O contrato de março/25 registrou queda de US$ 5,60, encerrando a US$ 569,50 por tonelada.

No mercado interno, o açúcar cristal apresentou uma leve valorização. De acordo com o Cepea/Esalq, as usinas negociaram a saca de 50 quilos por R$ 155,48, um aumento de 0,05%. Em contrapartida, o etanol hidratado sofreu uma leve queda de 0,15%, com o metro cúbico negociado a R$ 2.665,00, segundo o Indicador Diário de Paulínia.





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Produção de feijão cresce 30% mesmo com redução na área plantada


feijão é uma das leguminosas mais importantes para o Brasil. Apesar da redução expressiva na área plantada, a produção aumentou consideravelmente, graças ao uso de novas tecnologias agrícolas, conforme apontou dados da Netafim. De acordo com a Embrapa, entre 1974 e 2021, a área plantada de feijão diminuiu 39%, enquanto a produção total cresceu 30%. Esse aumento é resultado de avanços tecnológicos que têm tornado as lavouras mais produtivas.

Um dos principais fatores que impulsionam essa produtividade é a adoção da irrigação por gotejamento, que otimiza o uso da água e dos nutrientes, permitindo maior colheita sem necessidade de expandir as áreas de cultivo. Warlen Pires, especialista agronômico da Netafim, explica que a fertirrigação melhora a eficiência no uso da água e dos fertilizantes. “Com a fertirrigação, conseguimos fornecer e nutrientes diretamente na raiz da planta, aproveitando cerca de 90% da água utilizada e otimizando o uso de fertilizantes. Isso tem sido essencial para melhorar a produtividade do feijão, especialmente em áreas onde a terra cultivada está diminuindo”, afirma Pires.

A agricultura empresarial domina a produção de feijão no Brasil, sendo responsável por 76,9% do total produzido. A agricultura familiar, por sua vez, responde por uma parcela importante da produção, especialmente no cultivo de feijão preto e de outras variedades regionais. No Nordeste, onde predomina a agricultura familiar, a produtividade média é de 480 kg/ha, enquanto no Centro-Oeste e Sudeste, com sistemas mais avançados de irrigação, as médias são de 2.178 kg/ha e 1.795 kg/ha, respectivamente, de acordo com dados divulgados pela Netafim.

O cultivo de feijão enfrenta desafios, como a alta demanda hídrica e os elevados custos de produção, mas as inovações tecnológicas, especialmente a irrigação por gotejamento, têm sido fundamentais para otimizar o uso dos recursos e aumentar a sustentabilidade do cultivo. Embora a área plantada continue a diminuir, a tendência de aumento na produtividade indica que o futuro da leguminosa no Brasil depende da adoção de soluções tecnológicas e da maximização dos recursos disponíveis. A Netafim, pioneira nessa tecnologia, tem auxiliado produtores a superar esses desafios, oferecendo soluções personalizadas que permitem uma maior eficiência na utilização de recurso importante como água e nutrientes.





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Arroba bovina alcança maior patamar em 16 meses


Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29





Foto: Kadijah Suleiman

Segundo o relatório semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (21), a arroba bovina brasileira alcançou, em outubro de 2024, o maior valor dos últimos 16 meses. A alta foi puxada pela menor participação de fêmeas nos abates e pela crescente demanda internacional por carne bovina brasileira.

Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29, o maior desde maio de 2023, o que representa um aumento de 15,58% em relação a setembro. Em São Paulo, o valor subiu para US$ 53,29, uma elevação de 18,69% no mesmo período. Apesar dessas altas significativas, a carne bovina brasileira permanece competitiva no mercado internacional, principalmente em comparação com os Estados Unidos, onde a arroba foi cotada a US$ 110,16 em setembro, impulsionada pela redução na oferta de gado no país, conforme dados do Imea.

De acordo com dados do relatório semanal, essa competitividade de Mato Grosso, que segue com o preço mais baixo entre os principais países produtores, pode fortalecer as exportações do estado, favorecendo o desempenho da pecuária brasileira no mercado global.





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Chuva alivia seca na Rússia e Ucrânia


Chuvas chegam às áreas agrícolas da Rússia e Ucrânia





Foto: Divulgação

Segundo o relatório Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o bloqueio atmosférico que afetava a Rússia ocidental por semanas finalmente cedeu, permitindo que chuvas tão aguardadas chegassem às áreas agrícolas centrais e orientais. Pela primeira vez em meses, regiões da Ucrânia oriental e da Rússia ocidental receberam chuvas fortes, com volumes que variaram entre 10 e 50 mm em áreas essenciais para o cultivo de inverno.

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Apesar dessa melhora, algumas regiões, como o Distrito Central sudoeste da Rússia e partes do sul do Distrito Sul, incluindo o norte de Krasnodar Krai e o sul de Rostov Oblast, receberam menos de 10 mm de chuva, ainda permanecendo sob condições de seca. Esta foi a primeira chuva mensurável desde agosto para muitas das áreas agrícolas mais afetadas pela estiagem.

De acordo com o relatório, enquanto as chuvas trouxeram alívio, especialmente no leste da Ucrânia e na Rússia ocidental, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI) derivado de satélite continua mostrando que o vigor das culturas permanece de ruim a abismal, indicando que a seca está longe de ser resolvida. Mais precipitação será necessária para garantir um desenvolvimento uniforme das lavouras de inverno nessas regiões. No entanto, o VHI continuou a melhorar na Moldávia e no oeste da Ucrânia devido às chuvas recentes.





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Clima favorece do trigo e cevada na Austrália


Clima seco permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na terça-feira (22), as condições climáticas no sul de Queensland, Austrália, têm favorecido a maturação do trigo de inverno e impulsionado a colheita antecipada. O clima relativamente seco na região também permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado.

Mais ao sul, em Nova Gales do Sul, chuvas generalizadas de 10 a 30 mm podem ter causado algumas interrupções temporárias na semeadura da safra de verão, mas, por outro lado, essas precipitações mantiveram as expectativas de bom rendimento para grãos e sementes oleaginosas de inverno, que ainda não atingiram a maturidade.

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Essas chuvas também se espalharam pelo sul da Austrália e Victoria, contribuindo para evitar maiores perdas no potencial de rendimento das culturas de inverno, que enfrentaram secas frequentes. As safras, agora em estágio de enchimento de grãos, continuam a se desenvolver de maneira satisfatória.

Na Austrália Ocidental, o clima quente e seco predominante favoreceu a secagem das colheitas de inverno e permitiu a aceleração da colheita no norte. Além disso, as condições climáticas ajudaram a maturação das culturas de trigo, cevada e canola no sul da região. As temperaturas médias variaram de 1 a 3°C acima do normal em grande parte do cinturão de trigo australiano, com máximas entre 20°C e 30°C.





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Ciclone está em formação no Sul do Brasil


Impacto será direto nas operações em campo





Foto: Arquivo

De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a formação de um ciclone deve alterar o clima no Sul do Brasil nos próximos dias, com impacto direto nas operações em campo. O sistema de baixa pressão, que já atua no Paraguai, vai intensificar as instabilidades e organizar corredores de umidade que se estenderão pelo Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do país.

Rodrigues alerta que, além da chuva irregular típica dessa época, as precipitações provocadas pelo ciclone devem ocorrer em forma de tempestades, especialmente entre quarta e quinta-feira. Regiões como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná são as mais vulneráveis a chuvas intensas, granizo e ventos fortes que podem chegar a 90 km/h.

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No campo, o excesso de umidade pode dificultar atividades como a colheita de trigo e os preparativos para a safra de verão, especialmente a soja e o milho. Por outro lado, essas chuvas ajudam a manter a umidade do solo, essencial para o desenvolvimento inicial das culturas recém-semeadas. Já nas áreas mais ao norte, como o Tocantins e o Pará, espera-se uma redução nas chuvas devido ao redirecionamento dos fluxos de umidade.

Esse evento climático deve se deslocar rapidamente para o oceano até o final de quinta-feira, trazendo uma leve massa de ar frio que ajudará a reduzir as temperaturas na região Sul e parte do Sudeste, beneficiando o manejo de culturas que demandam menor temperatura.





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Soja valoriza com demanda forte


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de soja em Chicago (CBOT) fechou em alta nesta terça-feira, impulsionado pela demanda robusta pelo grão americano e pelo atraso no plantio da safra brasileira. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, registrou valorização de 1,10%, ou 10,75 cents por bushel, encerrando a $991,75. 

O contrato de janeiro de 2025 também subiu 1,09%, fechando a $1.000,50 por bushel. No entanto, o farelo de soja para dezembro teve uma leve queda de 0,19%, fechando a $317,7 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja para o mesmo período subiu expressivos 3,07%, alcançando $43,69 por libra-peso.

A alta no mercado foi motivada, em grande parte, pelos embarques de soja americana, que tiveram destaque em um relatório divulgado pelo USDA na segunda-feira. Além disso, o preço do óleo de soja, que acumulou um aumento de 4,47% nas últimas três sessões, foi um dos principais fatores que deram suporte às cotações da oleaginosa.

Outro ponto que influenciou o mercado foi o atraso no plantio da safra brasileira, que avançou para 17,6% da área estimada, segundo a Conab, um crescimento em relação aos 9,1% registrados na semana anterior. Mesmo assim, esse número ainda está distante dos 28,4% observados no mesmo período do ano passado, o que acende um alerta sobre a oferta futura do grão no Brasil.

Apesar do progresso na colheita americana, que já atingiu 81% das áreas plantadas, o mercado continua monitorando com atenção o desenvolvimento da safra no Brasil, já que qualquer mudança no ritmo do plantio pode impactar diretamente as expectativas de oferta e, consequentemente, os preços no mercado global.
 





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Mercado da soja pautado pelo plantio


Os negócios da soja praticamente não ocorreram no Rio Grande do Sul, porque o estado está focado no plantio, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 142,50 para entrega em novembro, e pagamento 14/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,00 Cruz Alta – Pagamento em 14/11. R$ 135,00 Passo Fundo – Pagamento em 14/11. R$ 134,50 Ijuí – Pagamento em 14/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 14/11. Preços de pedra, em Panambi, subiram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina o plantio está atrasado. “A semeadura no estado de Santa Catarina está atrasada em relação a 2023, apontou a Conab nesta segunda-feira. Até o momento o plantio está em 8%, ante 3% da semana anterior e 12% da mesma época do ano passado.  O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

No Paraná, o plantio arrancou bem. “No Porto de Paranaguá, a soja subiu R$ 0,50, para R$ 143,50 por saca CIF, com pagamento no fim do mês. No interior, em Maringá, compradores ofereceram R$ 137 por saca FOB, com retirada imediata e pagamento em novembro, mas produtores pedem R$ 140. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul está com o plantio acima do visto no ano anterior. “O preço da soja no spot subiu nesta terça-feira, para R$ 141 por saca FOB em Dourados, com embarque e
pagamento em novembro, representando um aumento e R$ 2 em relação ao início da semana, com poucos volumes negociados. Dourados R$ 136,50. Campo Grande: R$ 136,50. Maracaju: R$ 130,00. Chapadão do Sul: R$ 131,50. Sidrolândia: R$ 135,50”, informa.

Enquanto isso, a semeadura avança no Mato Grosso, mas o ritmo é menor que do ano passado. “O mercado na região está descolado de Chicago, com compradores da indústria local pagando mais pelo que restou da safra 2023/24, mas ninguém tem vendido devido à escassez. Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 129,50. Nova Mutum: R$ 129,50. Primavera do Leste: R$ 129,50. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 128,50”, conclui.
 





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Milho tem nova alta na B3


O milho registrou nova alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com dados de exportação, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em alta nesta terça-feira (22). O milho na B3 subiu acompanhando a alta de Chicago (1,71%) e do dólar (0,11%). A Conab indicou um pequeno atraso no plantio da primeira safra no Brasil”, comenta.

“A Anec elevou suas projeções de exportações de milho. A estimativa para os embarques do cereal foi atualizada para 6,24 milhões de toneladas, acima dos 6,22 milhões previstos na semana anterior. A Anec projeta embarques de 1,308 milhão de toneladas de milho na semana de 20 a 26 de outubro. O Brasil figurou entre os cinco principais países de originação de milho para União Europeia no atual ciclo comercial. Até o momento o bloco importou 7% a mais de milho que no ano comercial anterior”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 70,88, apresentando alta de R$ 0,85 no dia, alta de R$ 2,27 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 73,40, alta de R$ 0,54 no dia, baixa de R$ 1,53 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 74,48, alta de R$ 0,49, no dia e alta de R$ 1,52 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em alta com o quinto dia consecutivo de vendas volumosas. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,71% ou $ 7,00 cents/bushel a $ 416,50. A cotação para março25, fechou em alta de 1,42% ou $ 6,00 cents/bushel a $ 429,25”, informa.

“Mais uma vez, a força das vendas externas se sobressaiu ao forte ritmo de colheita nos EUA. A perspectiva era de baixa para o dia, com a colheita da segunda maior safra americana de milho em 65% a área semeada, acima dos 55% do ano anterior (a maior) e dos 52% da média histórica”, conclui.





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Clima úmido eleva riscos na produção de uvas


Produtores de uva intensificam controle de doenças fúngicas em meio a chuvas no RS





Foto: Arquivo Agrolink

No Rio Grande do Sul, os produtores de uva estão enfrentando desafios climáticos que ameaçam o desenvolvimento da safra. Na região administrativa de Caxias do Sul, as condições meteorológicas recentes, marcadas por dias seguidos de chuva, alta umidade e baixa insolação, não favoreceram o desenvolvimento adequado das vinhas, nem a manutenção da sanidade dos pomares, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (17) pela Emater/RS-Ascar.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Somente no final do período, houve melhora nas condições para que os viticultores pudessem realizar as práticas e os tratos culturais nos vinhedos. A fase atual é considerada delicada, especialmente porque muitas variedades estão em fase de antese, um momento extremamente sensível a condições climáticas adversas e crucial para o sucesso da vindima. Apesar das preocupações, as vinhas têm apresentado bom vigor e sanidade, além de uma boa diversidade de cachos, tanto em quantidade quanto em tamanho.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Na região de Santa Rosa, as videiras estão em plena brotação e fase reprodutiva, com as cultivares de ciclo precoce já em floração. O desenvolvimento das videiras é considerado adequado, porém, o clima úmido e chuvoso favoreceu o surgimento de doenças fúngicas e a baixa luminosidade prejudicou o crescimento das novas brotações. Para combater doenças como antracnose e escoriose, que são comuns neste período, os produtores intensificaram o manejo e o controle fitossanitário.

Na região de Soledade, as condições de alta umidade do ar combinadas com temperaturas elevadas aumentaram a incidência de míldio, doença fúngica que afeta o desenvolvimento das videiras. O vigoroso crescimento das brotações também exigiu que os produtores realizassem o amarrio das plantas para evitar a quebra dos ramos pelo vento.





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