segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Conab treina agricultores familiares no Amazonas



As atividades ocorrerão nos dias 10 e 14 de março




Foto: Divulgação

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) promoverá duas ações de capacitação no Amazonas para agricultores familiares, associações e cooperativas interessados no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). As atividades ocorrerão nos dias 10 e 14 de março, em formato on-line e presencial, respectivamente.

A primeira capacitação será realizada no dia 10, às 10h, por videoconferência, permitindo a participação de agricultores do interior do estado. Já no dia 14, a partir das 8h, a Conab oferecerá um encontro presencial na Assembleia Legislativa do Amazonas, voltado para produtores de Manaus e região. As capacitações serão conduzidas por técnicos da superintendência regional da Conab no estado.

O PAA é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) em parceria com os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Fazenda, sendo executado pela Conab. O programa tem como objetivos incentivar a produção sustentável, fomentar a industrialização de alimentos e promover a inclusão econômica e social dos agricultores familiares.

Além disso, o PAA desempenha um papel essencial na segurança alimentar, garantindo que pessoas em situação de vulnerabilidade tenham acesso regular a alimentos de qualidade. Dessa forma, a Conab reforça seu compromisso com o Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável, valorizando a produção da agricultura familiar e incentivando seu consumo.





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Faturamento e toneladas por média diária de carne suína exportada até a 2ª…


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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta segunda-feira (17), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada, até a segunda semana de fevereiro (10 dias úteis) avançaram consideravelmente em relação a fevereiro de 2024.

A receita obtida até o momento, US$ 135.399,688 representa 71,00% do total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 190.693,807. No caso do volume embarcado, as 54.276,826 toneladas representam 54,34% do total registrado em fevereiro do ano passado, quantidade de 84.354,669 toneladas.

O faturamento por média diária até o momento do mês de fevereiro foi de US$ 13.539,968, quantia 34,9% a mais do que fevereiro de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve diminuição de 13,97% observando os US$ 15.739,143, vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 5.427,6826, houve elevação de 22,3% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se diminuição de 13,93%, comparado às 6.306,417 toneladas da semana passada.

Já o preço pago por tonelada, US$ 2.494,613, é 10,4% superior ao praticado em fevereiro passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida queda de 0,04% em relação aos US$ 2.495,734 anteriores.
 





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Etanol se valoriza enquanto açúcar recua nas bolsas


De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a quinta-feira (6) em queda nas principais bolsas internacionais, após uma leve valorização na sessão anterior. Enquanto isso, o etanol hidratado apresentou alta no mercado interno.

Na ICE Futures de Nova York, o contrato de açúcar bruto para maio/25 fechou a 18,13 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 7 pontos em relação à quarta-feira. Durante a sessão, a commodity atingiu a mínima de um mês e meio, chegando a 17,84 cts/lb. O contrato para julho/25 caiu 9 pontos, sendo negociado a 17,80 cts/lb. Os demais vencimentos registraram baixas entre 3 e 8 pontos.

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco seguiu a mesma tendência de baixa. O contrato maio/25 foi comercializado a US$ 516,90 por tonelada, registrando uma desvalorização de US$ 5,10 em relação ao dia anterior. Já o contrato agosto/25 caiu US$ 3,80, fechando a US$ 499,50 por tonelada.

No mercado doméstico, o açúcar cristal também apresentou desvalorização, conforme o Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 kg foi negociada a R$ 139,95, contra R$ 141,23 na quarta-feira, o que representa uma queda de 0,91%.

Por outro lado, o etanol hidratado registrou valorização no Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.939,00 por metro cúbico, frente aos R$ 2.926,00 da sessão anterior, uma alta de 0,44%.





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Valtra apresenta Série Q5 na Expodireto Cotrijal 2025


A Valtra  é presença confirmada na Expodireto Cotrijal, feira agrícola que ocorre em Não-Me-Toque (RS), entre os dias 10 e 14 de março. No evento, que é uma oportunidade para que os produtores rurais se atualizem das principais máquinas e tecnologias agrícolas disponíveis no mercado, a Valtra apresentará a Série Q5, seu mais recente lançamento, que chegou para complementar o portfólio da marca no Brasil, trazendo máquinas com potência variando de 265 a 305 CV, e a Plantadeira Momentum.

Os produtores presentes na feira terão a oportunidade de conhecer outros destaques da empresa, como os tratores das Séries T CVT, A2R e A4 HiTech, assim como a Plantadeira HiTech e o Pulverizador BS2225H HiTech, que pode gerar 60% mais economia de combustível, em comparação com os demais modelos disponíveis no mercado.

Segundo Cláudio Esteves, diretor de vendas da Valtra, a Valtra faz de sua participação na Expodireto Cotrijal um momento de encontro com o agricultor e reforço do compromisso em oferecer produtos de altíssima qualidade, eficiência e tecnologia. “Trouxemos um portfólio dedicado para atender as necessidades dos agricultores de diferentes perfis e diversas culturas, que possuem em comum a busca por inovação e aumento de produtividade. Trouxemos um mix de portfólio, com destaque para a Série Q5, e soluções para apoiar o produtor a ter mais lucratividade e redução de custos”, afirma Esteves

Soluções robustas e de alta tecnologia

Destaque da Valtra, a nova série de tratores Q5 conquistou reconhecimento na Europa. Chegou para complementar o portfólio da marca no Brasil, trazendo máquinas com potência variando de 265 a 305 CV. Os modelos Q265 (265 cv), Q285 (285 cv) e Q305 (305 cv), disponíveis no mercado brasileiro, oferecem não apenas potência em campo, mas também se destacam pela inteligência e facilidade de uso. Equipados com o confiável motor AGCO Power de 7,4 litros e a renomada transmissão CVT da Valtra, esses tratores permitem que os operadores realizem uma variedade de tarefas de forma eficiente. A Série Q5 combina potência com inteligência, manobrabilidade e alto nível de visibilidade. A tecnologia integrada na série, perfeitamente incorporada à cabine do condutor, foi ergonomicamente projetada para oferecer maior conforto e facilidade de uso, com comandos fáceis de serem manipulados. A tecnologia SmartTurn permite que o equipamento execute automaticamente as manobras de cabeceira, sem intervenção humana.

Já o Pulverizador BS2225H HiTech, que é equipado com Motor AGCO Power de 4 cilindros, conta com um tanque de óleo diesel que garante um aumento na autonomia de 237%, ampliando a produtividade diária. O equipamento também possui uma alta capacidade de rampa, atuando em terrenos de até 34%, dependendo das condições do solo. Tudo isso proporciona um excelente desempenho na pulverização mesmo em terrenos mais difíceis, graças à transmissão 4×4 cruzada permanente, com duas bombas e novos redutores de roda, com uma melhor transferência de carga.

O circuito de pulverização do Pulverizador BS2225H HiTech é controlado por válvula PWM atuando no motor hidráulico da bomba centrífuga, garantindo respostas rápidas às variações operacionais. Trabalha de forma independente à rotação do motor, não interferindo na qualidade da pulverização em terrenos dobrados. O modelo está disponível nas versões com barras de 24 e 30 metros, ambas com corte automático de 9 seções e na potência de 174 cv.

Quando o assunto é trator, a série A2R oferece mais economia para o produtor. Seu motor trabalha com alto torque e baixa rotação, reduzindo o consumo do combustível em até 10% durante as atividades diárias. Sua capacidade de levante é 6% superior às opções do mercado, o que permite trabalhar com implementos maiores e mais pesados, aumentando a possibilidade de operações. Em relação às transmissões, essa é uma máquina multiuso no campo, disponível em quatro versões: standard, para transmissão de simples operação; multiplicador, para quem busca precisão na velocidade de trabalho; redutor, para aqueles que precisam de alto torque em baixas velocidades de deslocamento; e reversão mecânica, para mais agilidade nas manobras. Além da versão plataformada, todos os modelos da Série A2R estão disponíveis com cabine de fábrica, uma característica que traz mais conforto no trabalho diário.

E para os produtores que precisam de alta potência e precisão, o trator T CVT é a solução ideal. Oferece uma transmissão contínua variável que permite ajustar a velocidade de trabalho de forma suave e precisa, com faixas de potência de 195 cv a 250 cv. E a plantadeira Valtra Momentum forma o conjunto ideal com os tratores Valtra, como o T250 CVT, proporcionando maior rendimento nas operações, com robustez, precisão e economia.

Com um conceito inovador, a plantadeira dobrável atende a uma ampla gama de produtores. O equipamento oferece a partir de 18 linhas de plantio e traz de série a tecnologia embarcada Weight Transfer, que distribui a carga central do chassi para as pontas, proporcionando profundidade homogênea na deposição de sementes e melhora na qualidade de plantio. Já o exclusivo sistema SmartFrame apresenta o autonivelamento independente das três seções de linhas de plantio, fazendo com que a máquina mantenha todas as linhas em contato com o solo e depositando sementes na profundidade correta, mesmo em bases largas e curvas de nível. A Momentum conta também com o Sistema Precision Planting, eleito a melhor tecnologia de singulação do mercado, que promove o controle total da população e o monitoramento completo em tempo real.

Ainda falando de tratores, a série A4 HiTech da Valtra traz alta tecnologia para gerar até 12% de economia de combustível por hectare trabalhado. A combinação perfeita entre motor agrícola AGCO Power e transmissão HiTech4 PowerShift, tecnologia que faz essa linha ainda mais precisa e econômica. Os tratores da série também oferecem 7% a mais de agilidade nas manobras de cabeceiras, pois contam com a maior vazão da categoria, além de alta capacidade de levante.

O modelo A4 HiTech é um trator inteligente que conta com toda a tecnologia de pilotos automáticos para gerar ganhos de produtividade de até R$ 200,00/hectare. Possui três dois modos de operação: Pedal, em que o operador pode escolher a melhor função para a troca de marchas com um simples toque no botão seletor Transporte, que traz mais agilidade na troca de marchas de 16 velocidades para frente e 16 para ré, sem interromper a tração do trator ou a necessidade de acionar o pedal da embreagem; e Campo, ideal para operações de alta carga de tração, pois permite trocar as quatro marchas powershift na alavanca para adequar a melhor marcha da operação, sendo ainda possível escolher a melhor forma de conduzir o deslocamento do trator, nas funções “pedal” ou “alavanca”.

A série traz também a Plantadeira HiTech, a mais adaptável da Valtra. Com modelos de 8 a 17 linhas, versões mecânicas e pneumáticas, o equipamento atende desde o pequeno até o grande produtor, pois conta também com versões acopladas (tandem). Possui alta capacidade de sementes, alcançando uma autonomia de 20 hectares sem reabastecimento, economizando 1 hora de tempo nos ajustes pré-plantio. Possui uma gama de opcionais que permite elevar, ainda mais, a agilidade e uniformidade da operação em qualquer tipo de relevo ou solo. O pacote de soluções Precision Planting oferece um plantio 99% de singulação, com aplicações de taxa variável que resultam em aplicações exatas de sementes e fertilizantes, gerando economia de insumos na ordem de 20%. A plantadeira HiTech é um equipamento durável e eficiente, que oferece máxima performance por hectare e alto retorno financeiro aos produtores rurais.





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como minimizar os impactos do calor no campo?



Temperaturas devem permanecer acima da média até o outono




Foto: Pixabay

As altas temperaturas perto dos 40°C têm afetado o estado do Espírito Santo, o que  impacta diretamente a produção agrícola e exigindo estratégias para minimizar os efeitos do calor. De acordo com o engenheiro agrônomo Elídio Torezani, o estresse térmico compromete o desenvolvimento das plantas, reduz a qualidade dos alimentos e gera prejuízos financeiros aos produtores. As previsões indicam que as temperaturas devem permanecer acima da média até o outono, reforçando a necessidade de medidas para preservar a produtividade no campo.

Segundo Torezani, além dos desafios no campo, as altas temperaturas impactam a economia e a segurança alimentar, tornando essencial a adoção de estratégias eficazes. “Os produtores precisam investir em um manejo eficiente e tecnologias adaptadas para enfrentar essas condições extremas e garantir a produtividade com o mínimo de prejuízo”, ressalta o especialista.

Veja também: Como a onda de calor está afetando as lavouras?

Especialistas sugerem algumas práticas essenciais para mitigar os efeitos das altas temperaturas nas lavouras:

  • Uso de tecnologias e práticas sustentáveis: Métodos modernos ajudam a melhorar a retenção de umidade e eficiência na irrigação.

    Conservação do solo: Manter cobertura vegetal adequada reduz a perda de água e protege as raízes.

    Estratégia para plantio do café: Em áreas inclinadas, o plantio deve seguir as curvas de nível para minimizar a erosão e preservar a umidade.

    Gestão eficiente da irrigação: Aplicação precisa da água evita desperdícios e mantém o equilíbrio hídrico do solo.

    Manutenção preventiva de equipamentos: Inspeções regulares nos sistemas de irrigação garantem um funcionamento eficiente e reduzem falhas operacionais.


Manutenção preventiva de equipamentos de irrigação para garantir eficiência operacional.

Vale ressaltar que o café conilon segue como destaque na agricultura capixaba. Segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (SEAG), as exportações de café pelos portos do estado atingiram 8,38 milhões de sacas em 2024, um aumento de 1,21% em relação ao recorde de 2002. O café conilon representou 84% desse volume, consolidando o Espírito Santo como o maior produtor nacional. A valorização do grão levou a saca de 60 kg a atingir R$ 2.000 no início de 2025, mais que o dobro do valor registrado em dezembro de 2023, quando era cotada a R$ 740. A entrada do conilon na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) e a equiparação da alíquota do ICMS ao do café arábica impulsionaram ainda mais o setor, reforçando sua importância no mercado nacional e internacional.





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Mercado global e cenário de grãos serão temas do Fórum Nacional da Soja na Expodireto Cotrijal



Tradicional evento que ocorre na manhã de terça-feira, 11 de março


Foto: Divulgação

Um dos mais tradicionais fóruns da Expodireto Cotrijal, o Fórum Nacional da soja, chega à sua 35ª edição e será realizado na terça-feira, 11 de março, a partir das 9h, no Auditório Central do Parque da Expodireto, em Não-Me-Toque (RS). Temas como a nova geopolítica do agronegócio e mercado de grãos serão debatidos em palestras promovidas pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) e Cotrijal com o apoio da CCGL e do Sistema Ocergs Sescoop.

A primeira palestra do dia será com Ricardo Geromel, um dos maiores especialistas de China do Brasil. Ele vai abordar o tema “O Impacto da Nova Geopoli´tica no Agronego´cio – O Poder da China”. Geromel é fundador da FCGI, empresa que foca em conectar o melhor do Brasil com o melhor da China e do mundo. Ele é formado em administrac¸a~o de empresas pela Farleigh Dickison University, em New Jersey e possui Masters in Management, especializac¸a~o em Inovac¸a~o e Empreendedorismo, pela ESCP Europe. Ganhou bolsa integral para fazer po´s-graduac¸a~o em programa sobre a Nova Rota da Seda na prestigiosa Universidade Tsinghua, melhor universidade da China, onde estudou o atual presidente Xi Jinping.

No segundo painel do dia, André Debastiani, sócio diretor da Agroconsult, trará o tema “Cenários Agroconsult para os Mercados de Soja e Milho”. Engenheiro agrônomo pela UFSC, administrador de empresas pela FESAG/U´nica-SC, po´s-graduado em financ¸as pela FGV e mestre em gesta~o empresarial pela UDESC, Debastiani também é o analista da consultoria para o mercado de grãos além de ser o coordenador geral do Rally da Safra.

 





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Iniciativa busca ampliar cultivo de pêssego e figo



Agricultura familiar aposta na fruticultura no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), a fruticultura segue ganhando espaço com iniciativas para incentivar o plantio de pêssego e figo voltados à indústria conserveira no Rio Grande do Sul. No dia 27 de fevereiro, a cidade de Arroio do Padre, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas, sediou mais uma reunião do programa de fomento à fruticultura.

O encontro, realizado em parceria entre a Prefeitura Municipal, o Sindicato das Indústrias de Conservas (SINDOCOPEL) e a Emater/RS-Ascar, reuniu produtores interessados em diversificar suas atividades e ampliar a renda no campo. Além disso, uma das pautas foi a busca por estratégias para engajar jovens rurais no setor.

Enquanto o planejamento para novos plantios avança, as atividades de pós-colheita continuam na região. Os produtores seguem com a aplicação de tratamentos fungicidas, adubação e poda verde de verão. As novas plantações previstas para a próxima safra serão destinadas à reposição e renovação de pomares antigos.

Com essa iniciativa, espera-se fortalecer a fruticultura regional, garantindo maior produtividade e oportunidades para os produtores.





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Preço do algodão avança, mas negociações seguem travadas no Brasil



Com o mercado interno travado, produtores redirecionaram lotes para exportação




Foto: Canva

As negociações de algodão em pluma no mercado brasileiro foram limitadas ao longo de fevereiro devido a uma forte disputa entre compradores e vendedores. Segundo o boletim informativo do Cepea, a dificuldade em aprovar os lotes disponibilizados fez com que alguns agentes evitassem até mesmo discutir valores.

Com o mercado interno travado, produtores redirecionaram lotes para exportação e focaram no cumprimento de contratos a termo, principalmente para algodão de qualidade superior. Ainda conforme o Cepea, muitos vendedores deram prioridade às atividades de campo, mantendo uma postura firme nos negócios.

Apesar da baixa liquidez, o Indicador CEPEA/ESALQ registrou alta de 1,55% entre 31 de janeiro e 28 de fevereiro, fechando o mês a R$ 4,1781/lp. A média mensal, de R$ 4,1440/lp, ficou 5,7% acima da paridade de exportação, sendo a maior vantagem da cotação interna desde março de 2023.





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Safra de arroz tem bons rendimentos, mas qualidade oscila


No Rio Grande do Sul, a colheita do arroz segue avançando com bons índices de produtividade em algumas regiões, enquanto outras enfrentam desafios. Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), orizicultores de Uruguaiana, na Fronteira Oeste, estão satisfeitos com a qualidade do grão. Em São Borja, os rendimentos são considerados adequados, mas há preocupação com a proporção de grãos inteiros, que está abaixo de 55%.

Na região administrativa de Pelotas, as atividades de colheita começaram nos municípios de Turuçu do Sul, Arroio Grande e São Lourenço do Sul. Cerca de 55% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos atualmente, 8% em floração e 36% em maturação. Apenas 1% da área implantada já foi colhida.

As chuvas de fevereiro foram importantes para garantir a irrigação e recuperar os níveis dos reservatórios, o que impulsionou a colheita, que já superou 10% da área cultivada em Santa Maria. Cachoeira do Sul, maior produtora do cereal no estado, já colheu 12% dos 23.640 hectares plantados, com produtividade estimada em 7 mil kg/ha. Jaguari, por sua vez, colheu 30% da safra, superando expectativas iniciais e atingindo 9 mil kg/ha.

No entanto, em municípios como Cacequi e Restinga Sêca, a produtividade está abaixo do esperado. Na região de Soledade, a colheita ainda está no início, com 40% das lavouras em fase de enchimento de grãos, 8% em maturação e 2% já colhidos.

O comércio internacional de arroz registrou forte queda em 2024. Segundo a edição de fevereiro do Boletim Agropecuário da Epagri, as exportações entre janeiro e dezembro somaram US$ 3,837 milhões, uma redução de 61% em relação ao ano anterior. Os principais destinos do cereal catarinense foram Trinidad e Tobago (38,9%), Senegal (24%) e Gâmbia (13,5%).

A valorização do dólar e problemas na safra dos Estados Unidos favoreceram a participação do Brasil no mercado externo em 2023. No entanto, em 2024, a menor oferta interna, devido a problemas climáticos no Sul do país, elevou as importações, que cresceram 19,56% no período. Os principais fornecedores foram Uruguai (55,36%), Paraguai (10,55%) e Tailândia (10,27%).

Em janeiro de 2025, tanto exportações quanto importações apresentaram queda. Santa Catarina exportou apenas US$ 44,3 mil, um recuo de 77% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as importações somaram US$ 932,66 mil, 79% abaixo do registrado no mesmo período de 2024. A Itália foi o principal fornecedor, com destaque para o arroz arbóreo, conforme dados da Epagri.





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Produção de algodão deve crescer 1,56% na safra 2024/25



Algodão avança, mas desafios persistem




Foto: Canva

O Boletim Semanal produzido pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontou que a produção brasileira de algodão deve chegar a 6,50 milhões de toneladas na safra 2024/25, o que representa um aumento de 1,56% em relação à temporada anterior. 

A estimativa de área plantada foi mantida em 1,52 milhão de hectares em março de 2025. O valor significa um crescimento de 4,2% comparada com a safra 2023/24. A produtividade média ponderada das últimas três safras foi projetada em 284,32 arrobas por hectare.

Segundo o boletim, o desempenho da safra ainda depende de fatores climáticos que podem impactar o desenvolvimento do algodão ao longo do ciclo. A semeadura foi finalizada no dia 28 de fevereiro, e os efeitos das condições meteorológicas sobre a lavoura serão fundamentais para confirmar as projeções.

O atraso na colheita da soja no estado encurtou a janela ideal para o plantio do algodão, influenciando a decisão dos produtores sobre a área efetivamente cultivada. Com o fim da semeadura, a área total será mensurada com maior precisão nas próximas semanas.





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