segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Como escolher o fertilizante ideal para cada cultivo



Empresa argentina dá dicas de adubação



Empresa argentina dá dicas de adubação
Empresa argentina dá dicas de adubação – Foto: Canva

No LinkedIn, a Ruta12 compartilhou uma importante orientação sobre como escolher o fertilizante ideal para cada tipo de cultivo, ressaltando que a análise do solo, o tipo de cultivo e os custos são fundamentais para essa decisão. Para cultivos que exigem um crescimento vegetativo robusto, como trigo, milho e pastagens, o uso de fertilizantes nitrogenados é altamente recomendado, pois ajudam no desenvolvimento das plantas. 

Já para cultivos de leguminosas e de raiz, os fertilizantes fosforados são mais adequados, pois favorecem o fortalecimento das raízes e a florificação. Fertilizantes potássicos, por sua vez, são ideais para aumentar a resistência das plantas a condições adversas, como seca e doenças, sendo eficazes em cultivos como tubérculos e frutas.

Além disso, a empresa Ruta12 destaca os fertilizantes orgânicos, que oferecem o benefício de melhorar a estrutura do solo, sendo altamente recomendados para a agricultura regenerativa. Já os fertilizantes foliares, com rápida absorção, são úteis para corrigir deficiências nutricionais pontuais nas plantas.

A publicação ainda dá uma dica importante: combinar a fertilização de base com a foliar e adotar a rotação de cultivos pode ser uma excelente estratégia para maximizar os resultados e aumentar a produtividade. Essas práticas, quando integradas de forma inteligente, podem proporcionar grandes benefícios para a saúde do solo e o rendimento das lavouras, garantindo maior eficiência no uso de insumos e melhores colheitas ao longo do tempo. A empresa atua na Argentina comercializando produtos agropecuários.

 





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Aumenta a anomalia das vagens em soja no Mato Grosso



O impacto econômico para os produtores é significativo



O impacto econômico para os produtores é significativo
O impacto econômico para os produtores é significativo – Foto: Showtec

A anomalia das vagens, causada pelo fungo Diaporthe phaseolorum var. sojae, tem se tornado uma preocupação crescente no estado de Mato Grosso, especialmente para os produtores de soja. Segundo Davi Prata da Silva, consultor técnico comercial na empresa Araguaia, essa doença manifesta-se principalmente pela abertura das vagens, o que resulta no apodrecimento dos grãos. Como consequência, os grãos se tornam avariados, comprometendo não apenas a quantidade, mas também a qualidade da colheita, o que pode afetar negativamente a viabilidade do produto.

O impacto econômico para os produtores é significativo, já que a redução tanto no volume quanto na qualidade da soja pode gerar perdas financeiras substanciais. Além disso, a doença pode prejudicar a comercialização da safra, visto que grãos avariados apresentam menor valor no mercado. Com isso, o controle eficaz da anomalia das vagens é essencial para garantir a saúde das lavouras e reduzir os danos.

Davi enfatiza a importância de um manejo adequado, que inclui o uso de fungicidas à base de Carboxamidas, produtos eficazes no combate ao fungo responsável pela doença. Além disso, o monitoramento constante das lavouras, aliado à incorporação de boas práticas de manejo de doenças, é fundamental para mitigar os efeitos dessa patologia. Tais práticas contribuem para a preservação da produtividade e qualidade da soja, assegurando o sucesso da safra e minimizando prejuízos aos produtores de Mato Grosso.

“O manejo adequado inclui práticas de controle com fungicidas principalmente a base de Carboxamidas, monitoramento e incorporação de boas práticas de manejos de doenças, são essenciais para mitigar os efeitos da anomalia das vagens e garantir a saúde das lavouras”, conclui.

 





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Chuvas melhoram cultivo de soja na Argentina


De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), nas últimas semanas, chuvas significativas ocorreram no centro e sul da região agrícola, melhorando as condições de cultivo da soja em todo o país. No entanto, o déficit hídrico e as altas temperaturas continuam a afetar o nordeste da Argentina e o norte de Santa Fe. Como resultado, a condição hídrica Adequada/Ótima aumentou em quase 9 pontos percentuais, enquanto a condição Normal/Excelente teve um crescimento de 6,4 pontos percentuais em comparação com o relatório anterior. 

A soja de primeira safra no Chaco e no norte de Santa Fe sofre com o estresse térmico e hídrico, que pode comprometer os rendimentos. No centro, a soja iniciou o enchimento dos grãos em condições ótimas de umidade, apesar de alguns casos de alagamento em Buenos Aires. Já a soja de segunda safra, que começou com perdas nas plantas, recupera-se sob condições ideais de umidade, o que pode mitigar parcialmente as perdas.

A colheita de milho avançou 1,3 pontos percentuais nos últimos sete dias, atingindo 6,7% da área prevista, com rendimento médio de 80,1 qq/Ha. No entanto, as chuvas dificultaram o acesso aos lotes, retardando o avanço das colheitadeiras. Mesmo assim, a colheita mantém um avanço de 4,7 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Os cultivos de semeadura tardia mostraram uma melhoria significativa, com a condição das plantas subindo 5,7 pontos percentuais em comparação com a semana anterior. 

A colheita de girassol avançou para 17,6% da área apta, com progresso semanal de 3,8 pontos percentuais, embora ainda apresente um atraso de 21,9 pontos percentuais em comparação à média dos últimos cinco anos. No NEA, onde não houve chuvas significativas, a colheita foi finalizada com rendimentos próximos aos três melhores históricos da região. Nas áreas centrais, os rendimentos superaram a média histórica, com alguns lotes chegando a resultados recordes. 

 





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Mercado de soja segue em tendência de baixa


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de soja continua sem fundamentos altistas no curto, médio e longo prazo, com uma tendência claramente baixista. A consultoria recomenda a venda desde novembro, quando os preços estavam em R$ 145,00 por saca, e reforça que ainda é tempo de negociar, considerando os fatores que pressionam as cotações para baixo. 

Entre os principais fatores de baixa, destacam-se as incertezas em relação às tarifas impostas pelos Estados Unidos e a retaliação chinesa, que devem entrar em vigor na próxima semana. Além disso, há preocupações com possíveis impostos portuários que podem afetar a logística de exportação. No Brasil, o avanço da colheita em Mato Grosso já supera 91,84% da área, o que aumenta a oferta e contribui para a desvalorização. Na Argentina, recentes chuvas melhoraram as condições das lavouras, elevando a proporção de áreas em condições adequadas de 69% para 77%, reduzindo temores de quebra na produção.  

Outro fator relevante é a projeção da ANEC para exportações brasileiras em março, estimadas em 14,80 milhões de toneladas de soja e 2,05 milhões de toneladas de farelo, superando os volumes de fevereiro. Esse aumento nas exportações pode impulsionar o mercado brasileiro, mas exerce pressão negativa sobre os preços em Chicago. Além disso, o adiamento da implementação do B15 no Brasil deixará um excedente de 2,5 milhões de toneladas destinadas ao esmagamento, ampliando a oferta e mantendo os preços sob pressão.  

“Não há fundamentos altistas a curto, médio e longo prazos presentes hoje no mercado, como mostramos no texto acima, mas seis grandes motivos de baixa. Desde novembro, quando os preços da Pedra estavam a R$145,00/saca, estamos recomendando vender. Mas, ainda é tempo, dado que a tendência continua sendo baixista”, conclui.

 





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Soja encerra semana de forma mista em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou a sexta-feira de forma mista, encerrando a semana com leves perdas, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, caiu 0,22%, fechando a US$ 1025,00 por bushel, enquanto o contrato de julho recuou 0,07%, para US$ 1038,75. O farelo de soja para maio teve leve baixa de 0,16%, cotado a US$ 304,40 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,58%, encerrando a US$ 43,42 por libra-peso.  

A volatilidade marcou a semana, com cotações oscilando entre altas e baixas ao longo dos pregões. A principal pressão sobre os preços veio da guerra tarifária entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais. A China, antecipando-se às tarifas impostas, importou 13,61 milhões de toneladas de soja nos primeiros dois meses de 2025, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, o governo chinês elevou em 10% as tarifas sobre a soja americana e bloqueou importações de três empresas dos EUA, intensificando o conflito comercial.  

Esse cenário pode favorecer as exportações brasileiras, já que o país está em plena colheita e, sazonalmente, o mercado global direciona suas compras para o Brasil nesta época do ano. Com as restrições impostas à soja americana, a China pode reduzir drasticamente suas aquisições nos EUA, impulsionando a demanda pelos grãos brasileiros.  No acumulado da semana, a soja caiu 0,07%, enquanto o farelo subiu 1,40% e o óleo de soja recuou 1,59%. O mercado segue atento aos desdobramentos da disputa comercial, que pode continuar influenciando os preços nos próximos dias.

 





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Confira como a soja encerrou a semana


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, o destaque é o rendimento abaixo do esperado na colheita, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Porto a R$ 140,00 Indicações no porto, para entrega em março, pagamento abril na casa de R$ 136,00. No interior, os preços nas fábricas seguem os valores de cada praça: R$ 126,00 em Cruz Alta (pagamento em 31/03), R$ 126,00 em Passo Fundo (pagamento no final de março), R$ 126,00 em Ijuí (pagamento em 31/03), R$ 127,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento em meados de abril). Já os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 125,00 por saca para o produtor”, comenta.

Enquanto isso, a falta de umidade prejudica a colheita em Santa Catarina, com perdas na soja e seca intensa no oeste. “No porto de São Francisco, os preços da soja apresentam variações, com cotação de R$133,44 por saca em junho. Esse cenário reflete as incertezas climáticas e os impactos na produção”, completa.

A safra de soja no Paraná tem preços em alta, impulsionados pela desvalorização do real. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 135,80. Em Ponta Grossa foi de R$ 129,26 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 125,11. Em Maringá, o preço foi de R$ 125,19 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,26 por saca FOB, sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,44”, indica.

No Mato Grosso do Sul, Campo Grande lidera o valor de produção agrícola no país e projeta crescimento com mudanças tributárias. “Paralelamente, o plantio do milho segunda safra avança, com a região Sul liderando (48,2%), seguida pela Norte (40,8%) e centro (35,1%), totalizando 936 mil hectares plantados até o momento. Em Dourados, o spot da soja ficou em 118,89, Campo Grande a 118,69, Maracaju a 118,89, Chapadão do Sul a 112,48 e Sidrolândia a 118,69”, informa.

Chuvas atrasam a colheita no Mato Grosso, mas a produtividade da soja segue estável. A seca severa reduziu a produtividade para 51,7 sc/ha, levando produtores a investir em manejo e diversificação de culturas. A Embrapa criou um protetor solar para plantas, e um acordo Brasil-China busca ampliar a produção sustentável. Preços da soja variam entre R$ 107,83 e R$ 114,93 no estado.





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Expodireto Cotrijal inicia nesta segunda-feira (10)


A 25ª edição da Expodireto Cotrijal inicia nesta segunda-feira (10) em Não-Me-Toque (RS), trazendo uma ampla programação voltada ao agronegócio. O evento, que ocorre até o dia 14 de março, reúne especialistas, produtores, empresários e representantes de instituições nacionais e internacionais para debater desafios, inovações e oportunidades do setor. O Portal Agrolink estará presente para a cobertura completa do evento.

A cerimônia oficial de abertura será realizada no Auditório Central para convidados e imprensa. Na ocasião, a tradicional Calçada da Fama do Agro homenageará Claudio Bier, presidente do Sistema Fiergs. À tarde, será entregue o Troféu Semente de Ouro a Jânio Stefanello, presidente da Coprel, em reconhecimento à sua contribuição para o setor.

A feira conta com eventos técnicos e fóruns sobre temas relevantes para o agronegócio. Na terça-feira (11), o 35º Fórum Nacional da soja discutirá o impacto da influência chinesa no setor e as perspectivas para os mercados de soja e milho na safra 2024/2025. Na quarta-feira (12), acontece o 10º Encontro de Empresárias Rurais, e na quinta-feira (13), o Summit do Jovem Cooperativista.

Além disso, a Expodireto Cotrijal reafirma sua importância como espaço de reivindicações políticas. Na sexta-feira (14), será realizada uma Audiência Pública do Senado Federal para debater a securitização de operações de crédito rural, buscando alternativas para produtores afetados por eventos climáticos extremos.

Diversos fóruns serão promovidos ao longo da feira, em parceria com instituições de pesquisa e cooperativas. O 16º Fórum do Milho abre a programação na segunda-feira (10), seguido pelo 9º Fórum Estadual de Conservação do Solo e da Água e pelo 3º Fórum da Carne na terça-feira (11). Na quarta-feira (12), ocorrem o 20º Fórum Estadual do Leite, o 10º Fórum do Trigo e o 4º Fórum Estadual dos Gestores Municipais do Agro. O 17º Fórum Florestal, que discute créditos de carbono na produção de erva-mate, acontece na quinta-feira (13).

Na área de produção vegetal, o Momento Especialistas do Agro trará pesquisadores para abordar desafios como clima, manejo de solo e controle de doenças. Já a produção animal terá dois pavilhões dedicados à exposição de animais e empresas do setor pecuário. A Fábrica de Rações Cotrijal apresentará seu processo produtivo e promoverá workshops para universidades.

A Arena Agrodigital será o centro de debates sobre inovação, com o tema “O Agro do Amanhã”. O espaço reunirá mais de 30 empresas, startups e hubs de tecnologia, além de oferecer serviços como a emissão de certificado digital para produtores rurais pelo aplicativo Smart Coop. Destaques da programação incluem palestras de Paulo Herrmann (Fiergs) sobre inovação industrial e de Clovis Tramontina (Tramontina) sobre empreendedorismo.

O Pavilhão Internacional receberá representantes de mais de 70 países, registrando um recorde de empresas estrangeiras expositoras. A Índia participa pela primeira vez com um estande próprio na Área Internacional da Câmara de Comércio e Indústria Indo Brasil (CCIIB). O local também sediará o “6º Seminário China – Brasil da Cadeia de Suprimentos da Agricultura, Pecuária e Alimentação”.

O Espaço da Natureza contará com a exposição “Mundo dos Répteis”, além da área Bosques Gaúchos, que representa biomas do Rio Grande do Sul. O projeto Papagaio Charão, da Universidade de Passo Fundo (UPF), promoverá ações de conscientização ambiental. O Anfiteatro da Natureza apresentará a peça teatral “A Mulher do Agro” duas vezes ao dia.

Com uma programação abrangente e foco em inovação e sustentabilidade, a Expodireto Cotrijal se consolida como um evento estratégico para o agronegócio. O Portal de Agrolink trará cobertura em tempo real, destacando as principais novidades e tendências do setor.





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Onda de calor prejudica lavouras de feijão-de-vagem



Altas temperaturas provocaram abortamento de vagens




Foto: Pixabay

A onda de calor registrada nas últimas semanas impactou a produção de feijão-de-vagem na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, especialmente no município de Bom Princípio. Segundo o boletim conjuntural da entidade, divulgado nesta quinta-feira (6), as altas temperaturas provocaram abortamento de vagens e queimaduras nas plantas, reduzindo a produtividade da cultura.

Diante das adversidades climáticas, muitos produtores optaram por liberar a lavoura para o preparo do solo e o plantio de um novo ciclo da cultura ou de cultivos típicos do outono-inverno.

A queda na oferta refletiu diretamente no mercado, elevando os preços do feijão-de-vagem, que agora é comercializado entre R$ 80 e R$ 100 por saca de 10 kg.





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preços do boi gordo recuam em fevereiro



A tendência de baixa pode continuar no curto prazo




Foto: Sheila Flores

Os contratos futuros da arroba do boi gordo encerraram fevereiro em queda, refletindo a maior oferta de animais para abate e a cautela dos investidores. De acordo com dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), os contratos com vencimento em abril e maio de 2025 registraram retrações mensais de 4,86% e 5,20%, respectivamente.

A cotação média da arroba para abril ficou em R$ 305,94, enquanto para maio foi de R$ 305,37, uma queda aproximada de R$ 17 em relação aos valores praticados em janeiro. No mercado físico, as escalas de abate voltaram a se alongar, fechando o mês com uma média de 9,03 dias úteis, indicando que os frigoríficos estão mais abastecidos.

A tendência de baixa pode continuar no curto prazo, especialmente devido à maior oferta de fêmeas para abate em Mato Grosso, fator que deve seguir pressionando as cotações tanto no mercado futuro quanto no físico.





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manejo inteligente e tecnologia garantem safra competitiva


A colheita do arroz de 2025 marca um momento importante para os produtores gaúchos, reforçando a importância da tecnologia e do manejo eficiente na busca por maior produtividade e rentabilidade. E as soluções inovadoras e estratégias integradas fazem a diferença no campo, permitindo que o agricultor enfrente desafios como plantas daninhas e doenças de forma mais eficaz.  

A BASF, referência em inovação para o setor orízicola, apresentou novidades que auxiliam no aprimoramento da lavoura e garantem um sistema produtivo mais sustentável.

Sistema Provisia®: controle eficiente de plantas daninhas

O Sistema Provisia® tem se destacado como uma alternativa eficaz no combate às plantas daninhas na cultura do arroz. Segundo Schaiane Piovezan, gerente de Território de Vendas da BASF, a tecnologia surgiu como uma solução inovadora após o lançamento do Clearfield®, há 22 anos.

“O Provisia® é altamente eficiente no controle de plantas daninhas de difícil manejo, como o arroz vermelho e o capim-arroz. Atualmente, comercializamos a tecnologia com sementes de arroz híbrido, através do  material LD 132 PV, que, aliado ao herbicida Provisia® 50 EC, tem apresentado excelentes resultados ao longo das últimas três safras”, destaca Piovezan.

A tecnologia permite o cultivo em áreas que estavam inviabilizadas pela alta pressão dessas plantas invasoras. “Nossa grande entrega com Provisia® não é apenas produtividade, mas sim a viabilidade de áreas agrícolas comprometidas, garantindo longevidade ao sistema produtivo por meio da rotação de culturas e ativos”, reforça a especialista.

Herbicida Aura® 200: aliado contra plantas daninhas

O manejo de plantas daninhas continua sendo um grande desafio para os rizicultores. Nesse contexto, o herbicida Aura® 200 se apresenta como uma ferramenta fundamental. Kemili Prestes de Melo, especialista da BASF, explica que o produto é um graminicida eficiente no controle de espécies como capim-arroz, milhã e papuã.

“O Aura® 200 permite um manejo eficaz dessas plantas invasoras, proporcionando ao produtor uma lavoura mais limpa e produtiva. Além disso, sua baixa dosagem e sua eficiência no manejo de resistência tornam o produto uma solução sustentável e econômica”, ressalta a especialista.

Brusone: o grande desafio da produtividade

 

A brusone é uma das doenças mais prejudiciais à cultura do arroz, impactando diretamente a produtividade e a qualidade dos grãos. Segundo Miguel Manosso Neto, gerente de Desenvolvimento de Mercado da BASF, essa patologia exige um manejo eficiente e preventivo.

“A brusone pode causar perdas de até 90% em anos severos, comprometendo toda a lavoura. É essencial que o produtor adote medidas preventivas para garantir a sanidade do arroz”, alerta o gerente.

A BASF desenvolveu o fungicida Seltima®, uma solução inovadora para o manejo da brusone. “Seltima® é uma molécula desenvolvida especialmente para o arroz, encapsulada para liberar seu ingrediente ativo apenas quando em contato com a planta. Além de garantir um controle eficaz da doença, o produto traz benefícios fisiológicos para a cultura, resultando em maior produtividade”, explica o especialista.

A recomendação é aplicar Seltima® preventivamente, criando uma barreira protetora antes da infecção da brusone. “Com essa estratégia, conseguimos reduzir significativamente as perdas e assegurar uma colheita mais produtiva”, finaliza Manosso Neto.

#ArrozPraTodoDia: valorização da cultura

Além do investimento em tecnologia, a BASF tem trabalhado na valorização do arroz por meio da campanha #ArrozPraTodoDia. Matheus Scherer, Gerente de Marketing e Cultivo para Arroz da BASF, destaca a importância da iniciativa para fortalecer o consumo e o reconhecimento da cultura no Brasil.

“O arroz é um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros e tem um papel fundamental na agricultura nacional. Nosso objetivo com a campanha é mostrar a relevância do arroz no dia a dia e incentivar o seu consumo”, afirma Scherer.

A BASF também investe constantemente em inovação para o setor. “O futuro do arroz no Brasil depende de soluções que tragam mais eficiência e sustentabilidade. Continuamos desenvolvendo novas tecnologias e fortalecendo nossa parceria com os produtores para garantir uma lavoura mais produtiva e rentável nos próximos anos”, conclui.

 





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