terça-feira, março 31, 2026

Política & Agro

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movimento de alta nos preços continua em São Paulo



Cotação do boi gordo registrou nova alta nas praças paulistas




Foto: Canva

Segundo o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a cotação do boi gordo registrou nova alta nas praças paulistas nesta quarta-feira, impulsionada por uma oferta reduzida, que segue abaixo da demanda. De acordo com informações do mercado, o valor da arroba do boi comum e do “boi China” aumentou R$ 2,00 pelo segundo dia consecutivo. A vaca também apresentou reajuste de R$ 2,00/@, após três dias de estabilidade. A cotação da novilha não sofreu alterações. As escalas de abate seguem curtas, com média de seis dias.

No Mato Grosso, a movimentação também foi de alta, refletindo o cenário de oferta restrita e demanda aquecida. Na região norte do estado, o boi comum teve aumento de R$ 3,00/@, enquanto a arroba da novilha subiu R$ 5,00. No sudoeste, a valorização foi de R$ 2,00/@ para o boi comum. Já nas regiões de Cuiabá e sudeste, o acréscimo foi de R$ 5,00/@ para todas as categorias.

No oeste do Maranhão, o mercado iniciou o dia com reajustes positivos após três dias de estabilidade. A vaca e a novilha registraram alta de R$ 2,00/@. O boi permaneceu com preços inalterados, informativo.





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Agricultura regenerativa vira aliada na geração de créditos de carbono



Iniciativa promove agricultura regenerativa e participação no mercado de carbono


Foto: Canva

A Agoro Carbon Alliance, negócio global da Yara Internacional, líder mundial em nutrição de plantas, marca presença em mais uma edição Master Meeting Soja, de 8 a 11 de abril, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá (MT). O objetivo da marca é destacar para o público do evento a importância de práticas regenerativas e as oportunidades que o mercado de carbono oferece.

Por meio do trabalho da Agoro Carbon, o produtor pode receber pelos créditos de carbono obtidos através da captura e armazenamento de carbono no solo, que serão vendidos no mercado internacional. O aumento do carbono no solo, com adoção de práticas regenerativas, é considerado uma das formas mais eficientes de reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

“Estamos diante de um novo momento com a aprovação da lei que regulamenta o mercado de crédito de carbono no país, com reflexo direto no mercado voluntário”, explica Evelin Krebsky, head da Agoro Carbon Alliance no Brasil. “Os agricultores brasileiros, que já são reconhecidos por práticas agrícolas regenerativas têm no mercado de carbono uma oportunidade de serem recompensados financeiramente por suas contribuições na mitigação das mudanças climáticas”.

No Brasil, os projetos de Agoro Carbon estão principalmente nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, com planos de expansão para outras regiões. As áreas são monitoradas por um time de excelência e verificadas pela certificadora global Verra, desde o início do projeto até que o crédito de carbono seja certificado para comercialização. O principal foco do programa é o produtor rural e ele recebe todo suporte técnico e expertise agronômica para a implementação de ações sustentáveis que promovem o aumento do carbono no solo.

Segundo dados da consultoria McKinsey, considerando apenas o mercado voluntário onde a atuação de Agoro Carbon está concentrada, o Brasil emite cerca de 5 milhões de créditos de carbono por ano, o que representa menos de 1% do potencial anual do país. Globalmente, o Brasil tem 15% da capacidade global de captura de carbono por meios naturais e pode atender, até 2030, cerca de 50% da demanda mundial por crédito de carbono.





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Clima deve definir o futuro da safra de milho no Brasil


A produção da segunda safra de milho no Brasil deve alcançar 95,5 milhões de toneladas, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A projeção representa um crescimento de 5,8% em relação ao ciclo anterior, mas a confirmação desse resultado está condicionada ao comportamento do clima nos próximos meses.

A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), em análise referente à semana de 28 de março a 3 de abril, alertou que a instabilidade climática segue como fator de risco. “Apesar de, até agora, o clima ter se mostrado favorável à cultura, ainda é cedo para conclusões mais firmes”, informou o boletim.

No Mato Grosso, maior produtor nacional, a Conab prevê uma produção de 46,2 milhões de toneladas na safrinha, volume 4,2% inferior ao registrado em 2024. Já no Paraná, o Departamento de Economia Rural (Deral) estima a colheita de 15,9 milhões de toneladas, mas técnicos do órgão já começam a rever os números para baixo. A escassez de chuvas e as altas temperaturas em algumas regiões do estado podem comprometer a produtividade, conforme o divulgado pela Ceema.

Em relação à primeira safra, o Paraná colheu 95% da área plantada, que representa apenas 268 mil hectares — bem abaixo dos 2,6 milhões de hectares cultivados na segunda safra.

Segundo a análise do Ceema, enquanto isso, a oferta de milho está limitada em diversas regiões do país, elevando os preços no mercado disponível. Em alguns locais, como Mato Grosso e partes de Goiás, os estoques estão praticamente esgotados. “Em Mato Grosso, maior berço de milho do Brasil, não tem milho disponível”, afirmou a consultoria Pátria AgroNegócios.

Com estoques baixos e demanda elevada, o preço do milho superou os R$ 90 por saca. Caso a segunda safra não atinja os volumes esperados, o mercado pode registrar nova alta nos preços, especialmente no segundo semestre. A tendência também dependerá do ritmo das exportações brasileiras.

No cenário nacional, as estimativas para a produção total de milho em 2025 variam entre 121 e 130 milhões de toneladas. Parte dessa produção, no entanto, já foi comprometida pela performance abaixo do esperado da primeira safra.





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Sistema alimentar global enfrenta transformação estrutural



A capacidade de ampliação da produção também está sendo comprometida



A capacidade de ampliação da produção também está sendo comprometida
A capacidade de ampliação da produção também está sendo comprometida – Foto: Divulgação

Segundo relatório do Rabobank Brasil, o sistema alimentar global está passando por uma profunda reestruturação, marcada por menor crescimento da demanda e aumento da volatilidade nos mercados. A instituição destaca que, após décadas de expansão, o consumo de alimentos e produtos agrícolas está perdendo força em várias regiões do mundo, consequência direta da desaceleração populacional e da maturidade dos mercados. Nessas economias mais avançadas, o crescimento econômico já não impulsiona o consumo como no passado.

Em paralelo, a capacidade de ampliação da produção também está sendo comprometida. O uso intensivo de insumos tem mostrado retornos decrescentes e as limitações ambientais tornam-se cada vez mais restritivas. Outro fator de pressão é a política econômica global, que tem enfraquecido os acordos multilaterais de comércio — importantes propulsores do crescimento agroalimentar nas últimas décadas.

A combinação desses fatores aumenta a incerteza e os custos na cadeia alimentar, elevando o risco de inflação dos alimentos. Diante desse cenário, o Rabobank recomenda que os agentes da cadeia de valor priorizem estratégias de fornecimento mais robustas e busquem consolidações que ofereçam maior resiliência diante da volatilidade crescente.

Além disso, os limites planetários estão se tornando parte central das discussões estratégicas entre produtores, investidores e empresas de alimentos. Essa mudança é motivada tanto pela pressão regulatória quanto pela crescente consciência sobre os riscos ambientais. Ao mesmo tempo, observa-se uma transição de responsabilidades: governos reduzem suas metas de sustentabilidade e transferem essas exigências para o setor privado, enquanto reforçam agendas voltadas à autonomia estratégica.

 





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Clima e custos influenciam desempenho do leite


A bovinocultura de leite no Rio Grande do Sul mantém, em geral, um desempenho estável, embora produtores enfrentem desafios relacionados à alimentação dos rebanhos e ao aumento dos custos de produção. É o que aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (3). Segundo o levantamento, as temperaturas amenas contribuíram para o conforto térmico dos animais, favorecendo o pastejo, a recuperação corporal e a melhoria no estado sanitário. “A menor incidência de problemas como mastite e lesões de casco tem sido observada em boa parte das propriedades”, informou a Emater. No entanto, a infestação por carrapatos ainda preocupa em áreas onde não foram adotadas medidas preventivas.

Na região administrativa de Bagé, as perdas causadas pela estiagem e pelo estresse térmico começaram a ser contidas, mas os custos com alimentação aumentaram devido à necessidade de suplementação com ração, feno e silagem. Em Caxias do Sul, a estiagem antecipou o vazio forrageiro, exigindo maior uso de silagem de milho para garantir a nutrição do rebanho. “Apesar da redução na produtividade, a condição corporal dos animais e a qualidade do leite seguem dentro dos padrões”, destacou o boletim.

Na região de Erechim, o rebanho apresenta condições gerais adequadas, com melhora no conforto térmico e estabilidade sanitária, embora persistam limitações na oferta de água e registro de infestação por carrapatos. Em Frederico Westphalen, o uso mais intenso de silagem elevou os custos, enquanto, em Ijuí, a forragem conservada já responde por mais da metade da dieta fornecida. Nessa região, também houve queda nos registros de leite com LINA em sistemas a pasto.

Em Passo Fundo, a produção de leite segue dentro da normalidade, apoiada no uso de alimentos conservados e concentrados, ainda que com aumento dos custos. Já em Pelotas, as chuvas recentes favoreceram o crescimento das pastagens, e produtores intensificam o plantio de forrageiras de inverno. Em Porto Alegre, pastagens de verão implantadas tardiamente ainda garantem algum pastejo, mas a maioria das áreas já se encontra em final de ciclo.

Santa Maria vive o fim das pastagens anuais e o início da semeadura de espécies de inverno, reduzindo a disponibilidade de forragem em diversas propriedades. Em Santa Rosa, a produção de leite registrou leve queda, atribuída à baixa qualidade das forragens. “Os produtores têm recorrido ao uso de feno e ração, mantendo áreas de pastagem em descanso”, observou a Emater.

Em Soledade, a comercialização do leite segue estável, mas os produtores avaliam com cautela os custos relacionados à alimentação do rebanho, buscando equilíbrio entre produtividade e viabilidade econômica.





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Coinoculação eleva produtividade da soja


A prática da coinoculação na cultura da soja, que combina bactérias do gênero Bradyrhizobium com Azospirillum, tem ganhado espaço no manejo agrícola por seu potencial de aumentar a produtividade e promover benefícios nutricionais e fisiológicos às plantas. A engenheira agrônoma Tatiza Barcellos explicou os fundamentos e vantagens da técnica em artigo publicado no blog da Aegro.

De acordo com Barcellos, a inoculação tradicional com bactérias fixadoras de nitrogênio, como o Bradyrhizobium japonicum e o Bradyrhizobium elkanii, é uma prática consolidada na agricultura brasileira. “Essas bactérias captam o nitrogênio atmosférico e o transformam em compostos orgânicos assimiláveis pelas plantas”, afirmou.

O avanço da coinoculação ocorre com a introdução de bactérias do gênero Azospirillum, em especial a espécie Azospirillum brasilense, que atua na produção de fitormônios, estimula o crescimento radicular e solubiliza fosfatos minerais, elevando a disponibilidade de fósforo no solo. “A associação entre esses microrganismos visa, sobretudo, melhorar o fornecimento de nutrientes, fortalecer o sistema radicular e aumentar a tolerância a estresses ambientais”, destacou a agrônoma.

Entre os resultados observados com o uso da coinoculação estão o aumento da nodulação e da fixação biológica de Nitrogênio, maior absorção de água e fertilizantes, e incremento no vigor e produtividade das plantas. Além disso, a técnica é considerada ambientalmente segura e contribui para a redução do uso de adubos nitrogenados.

Por envolver microrganismos vivos, Barcellos alerta para a necessidade de cuidados durante o transporte, armazenamento e aplicação dos inoculantes. “É essencial seguir as orientações do fabricante, utilizar produtos registrados pelo Ministério da Agricultura e realizar a semeadura no mesmo dia da coinoculação”, explicou.

A engenheira reforça que, se bem aplicada, a técnica representa um investimento de baixo custo com alto retorno. “A coinoculação é uma tecnologia eficiente e sustentável que deve ser incorporada ao planejamento produtivo das lavouras de soja”, concluiu.





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Panorama do mercado de arroz deve mudar nas próximas semanas



Boas produtividades na safra e fatores externos podem favorecer o grão


Foto: Paulo Rossi/Divulgação

Apesar da preocupação com relação ao atual momento dos preços pagos pela saca de 50 quilos de arroz, a safra 2024/2025 do grão tem se mostrado com níveis bons de produtividade, que são necessários para poder enfrentar o alto custo de produção. A avaliação é do presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho.

Segundo o dirigente, apesar da questão dos preços, alguns fatores com relação à diminuição da safra americana de arroz, entre 10% e 15% podem ajudar a trazer uma competitividade melhor para o arroz gaúcho. “Além disso, a baixa qualidade observada no produto colhido no norte do Brasil é outro fator que pode fazer aumentar a procura por produto oriundo do sul do Brasil”, pondera.

No mercado externo, conforme Velho, há demanda confirmada de países como Nicarágua, Panamá, México e Costa Rica, que devem garantir um bom volume de comercialização no porto. “Como destaque a Costa Rica, que deve confirmar uma compra acima de 200 mil toneladas entre os meses de abril e junho de produto brasileiro”, salienta.

O presidente da Federarroz reforça também que um volume melhor de soja colhida este ano em áreas de arroz deve ajudar para que o produtor tenha uma alternativa de comercialização e possa regrar melhor a oferta de arroz no mercado. “O produtor tem que ter consciência que se vende arroz quando o mercado está comprador ou quando o mercado está comprando, ao invés de ofertar quantidades grandes quando o mercado está sem liquidez. É preciso muita cautela nessa hora”, adverte.

Por fim, de acordo com o dirigente, com a entrada da safra da soja em áreas de arroz e a confirmação dos negócios para o Porto de Rio Grande, a expectativa dos arrozeiros gaúchos é que em breve se tenha um outro panorama no mercado.





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Colheita da primeira safra de grãos se encerra no Paraná


O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou nesta terça-feira (8) que a colheita de grãos da primeira safra está praticamente encerrada no estado. Segundo o boletim Condições de Tempo e Cultivo, os resultados foram positivos nas regiões de colheita mais tardia. Com o término das atividades, muitos produtores iniciaram a correção do solo com aplicação de calcário e adubação orgânica, visando o próximo ciclo.

No setor hortícola, lavouras de tomate afetadas por viroses foram eliminadas, com início do plantio de variedades mais resistentes. No Noroeste do estado, seguem as colheitas de frutas como banana, goiaba e maracujá.

A colheita do arroz irrigado ocorre conforme o cronograma, embora deva se estender por mais algumas semanas. Já a mandioca de dois ciclos está sendo colhida com antecedência, enquanto o cultivo de um ciclo permanece em fase de tratos culturais.

Desde o início de abril, está autorizada a colheita, o transporte e a comercialização do pinhão, desde que os frutos estejam maduros. Contudo, a produção desta safra deve ser inferior à do ano passado, reflexo da natureza bianual da planta e da sua sazonalidade.

Os preparativos para a colheita do café começaram, com previsão de início para o próximo mês. Já a colheita do feijão da segunda safra foi iniciada, mas produtores demonstram preocupação com os preços, sobretudo do feijão preto, que apresentou forte desvalorização. Técnicos de campo indicam que, mesmo com as chuvas, já há perdas confirmadas nessa cultura.

Parte dos produtores plantou milho da segunda safra fora do zoneamento agrícola, assumindo os riscos. Enquanto algumas lavouras em floração apresentam bom desenvolvimento devido às precipitações recentes, outras em fase de frutificação já registram perdas irreversíveis. A produtividade varia de acordo com a data de plantio, e a irregularidade das chuvas tem dificultado a uniformidade das lavouras. Após os episódios de chuva, foi intensificado o controle de pragas como pulgões e cigarrinhas.

Os agricultores também iniciaram o plantio de pastagens e plantas de cobertura de inverno, como as aveias. Em relação ao trigo, o preparo do solo avança nas regiões que semeiam a cultura em abril, mas a redução da área plantada deve ser mantida. “A diminuição quase irreversível na área de trigo ocorre devido aos altos custos com seguros e à menor cobertura para perdas causadas por intempéries”, apontou o boletim. Parte dessas áreas deve ser destinada à produção de forrageiras.

Na cultura da batata de segunda safra, a maioria das lavouras está em fase de formação de tubérculos. Em paralelo, há produtores iniciando os primeiros preparativos para o plantio. O boletim destaca que houve inovação nos tratos culturais com a adoção de VANTs (Drones agrícolas) para tratamento fitossanitário.

Para a próxima safra de soja, é esperada uma redução da área cultivada nas regiões de arenito, devido às baixas produtividades registradas nos últimos anos. Produtores têm adotado estratégias de rotação de culturas com o plantio de milheto, braquiária e outras espécies para produção de massa verde, favorecendo a cobertura do solo.

As pastagens demonstram recuperação, com aumento na oferta de massa verde, o que facilita o manejo do gado. O preço do leite pago aos produtores também apresentou acréscimo no início de abril, referente à produção de março.





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Boi China e boi gordo valorizam nas praças paulistas



No Mato Grosso do Sul, o mercado também registrou avanços




Foto: Canva

A cotação do boi gordo e do chamado “boi China” apresentou alta nas praças paulistas, de acordo com o informativo Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria. A valorização foi de R$ 2,00 por arroba, impulsionada por uma oferta mais restrita de animais prontos para abate. As cotações das fêmeas, no entanto, permaneceram estáveis. As escalas de abate no estado giraram em torno de seis dias.

No Mato Grosso do Sul, o mercado também registrou avanços. Em Dourados, o preço do boi comum subiu R$ 4,00 por arroba, enquanto os valores das fêmeas seguiram inalterados. Em Campo Grande, a oferta limitada elevou o preço dos machos em R$ 5,00 por arroba. Ambas as regiões mantiveram escalas de abate médias de cinco a seis dias. Já em Três Lagoas, os preços de todas as categorias permaneceram estáveis, com escalas também em torno de cinco dias.

No cenário externo, as exportações brasileiras de carne bovina in natura somaram 37,4 mil toneladas na primeira semana de abril, o que corresponde a uma média diária de 9,3 mil toneladas. Segundo dados preliminares, o volume representa uma leve retração de 0,9% em relação à média diária registrada em abril de 2024.

Apesar da queda no volume, o preço médio da tonelada exportada subiu 9,2% na comparação anual, alcançando US$ 4,9 mil. A elevação nos preços pode indicar uma demanda mais aquecida por parte do mercado internacional, ainda que o ritmo de embarques tenha diminuído.





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Importações de lácteos batem recorde no 1º trimestre de 2025



As importações brasileiras de lácteos somaram 590,83 milhões de litros




Foto: Pixabay

As importações brasileiras de lácteos somaram 590,83 milhões de litros em equivalente leite no primeiro trimestre de 2025, volume 5,38% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A informação consta na análise semanal divulgada nesta segunda-feira (7) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Segundo o Imea, o volume é o maior já registrado para um primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 1997. “Além da quantidade recorde, o valor gasto com essas aquisições também foi o mais alto para o período, alcançando US$ 279,87 milhões”, aponta a análise.

Apesar do crescimento acumulado no trimestre, as compras externas recuaram em março. O Brasil importou 178,85 milhões de litros em equivalente leite no mês, queda de 14,78% em relação a fevereiro.

O recuo mensal está associado, segundo o instituto, ao período de menor produção de leite nos principais países fornecedores, o que reduziu a disponibilidade de produto no mercado internacional. “As compras oriundas da Argentina e do Uruguai apresentaram retrações de 5,72% e 23,52%, respectivamente”, destaca o boletim. Os volumes totalizaram 106,32 milhões de litros e 54,64 milhões de litros em equivalente leite.





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