terça-feira, março 31, 2026

Política & Agro

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Aprovado plano de recuperação judicial Agrogalaxy



Ao todo, são 15 modalidades de pagamento



A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores
A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores – Foto: Divulgação

Segundo Isan Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Mato Grosso (FEAGRO MT), o plano de recuperação judicial do Grupo AgroGalaxy foi aprovado na madrugada desta quinta-feira, 10 de abril, após exaustivas negociações com credores durante a Assembleia Geral realizada em Goiânia. A informação foi divulgada em suas redes sociais.

A reunião, marcada por atrasos e tensões, contou com a liderança dos principais credores, como o Banco do Brasil (R$ 391 milhões), Banco Santander (R$ 273 milhões) e a trading LDC (R$ 7 milhões), que questionaram as condições propostas pela empresa. O principal ponto de discórdia foi o tratamento mais favorável dado aos chamados “parceiros”, que seguiram operando com a AgroGalaxy mesmo após o pedido de recuperação.

Apesar das resistências iniciais, a proposta foi ajustada e acabou sendo aprovada com o apoio da maioria dos 1.410 credores presentes. Um dos argumentos decisivos foi a expectativa de entrada de recursos no próximo dia 30 de abril, oriundos da venda de insumos da última safra. Com a aprovação, o plano segue agora para homologação na 19ª Vara Cível e Ambiental da Comarca de Goiânia (GO), último passo para que a AgroGalaxy possa tentar reequilibrar suas finanças e manter as atividades no setor agroindustrial.

Ao todo, são 15 modalidades de pagamento, com diferentes regras para cada tipo de credor. Os créditos trabalhistas terão prioridade, com pagamento integral para valores até R$ 205,8 mil. A primeira parcela, de R$ 6 mil, será paga em até 30 dias após a homologação, e o restante em até 12 meses. Valores acima desse limite seguirão as mesmas condições dos credores sem garantias.

 





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Curuquerê exige controle no algodão



O manejo pode ser feito com o uso de inseticidas


Foto: Embrapa

A presença do curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) nas lavouras tem exigido atenção dos produtores, especialmente nas fases iniciais do desenvolvimento da cultura. Segundo o engenheiro agrônomo Lucas Barros, em artigo publicado no blog da Aegro, práticas culturais inadequadas contribuem diretamente para o surgimento da praga. “O dano dessa praga pode ser observado no início de desenvolvimento da cultura do algodão em decorrência de práticas culturais mal executadas, como por exemplo a não destruição de plantas de algodão da safra anterior”, alerta.

As lagartas apresentam coloração variável, geralmente com listras longitudinais, escurecendo em casos de alta infestação. Na fase adulta, as mariposas são de coloração marrom avermelhada e têm hábitos noturnos.

Os ataques provocam desfolha nas plantas, afetando diretamente o limbo foliar. A severidade da desfolha está relacionada à densidade populacional da praga e pode atingir níveis totais, caso não haja controle adequado. A tolerância média considerada aceitável é de até 25% de desfolhamento em qualquer fase de desenvolvimento. A partir desse limite, o controle químico ou biológico é recomendado.

“As condições favoráveis para sua ocorrência são temperaturas elevadas e após períodos chuvosos”, explica Barros.

O manejo pode ser feito com o uso de inseticidas reguladores de crescimento e biológicos. Além disso, a liberação massal da microvespa Trichogramma pretiosum, parasitoide de ovos, tem se mostrado uma alternativa viável e eficiente. “A liberação massal de T. pretiosum pode ser feita uma vez por semana ou a cada cinco dias na dose de 100.000 a 120.000 parasitoides por hectare assim que se observar a presença da praga no campo”, orienta.





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Queda no preço do arroz preocupa produtores



Clima atrasa colheita do arroz no estado




Foto: Pixabay

A colheita do arroz tem enfrentado dificuldades causadas pelas chuvas recorrentes no Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar, a colheita foi interrompida em dois momentos distintos ao longo do período e só foi retomada em grande parte do Estado a partir de 4 de abril.

Produtores que cultivam outras culturas, como soja e milho, optaram por priorizar o arroz devido ao risco de deterioração da qualidade dos grãos. Esse prejuízo é resultado dos ciclos sucessivos de umedecimento e secagem provocados pelas chuvas intermitentes. Também há preocupação com o acamamento das plantas diante da possibilidade de ventos fortes e precipitações mais intensas, o que pode dificultar a colheita mecanizada, aumentar perdas e comprometer o rendimento industrial.

Atualmente, 68% da área cultivada já foi colhida. A produtividade média registrada é de 8.376 quilos por hectare. Nas áreas ainda em pé, que representam 32% do total, os produtores têm intensificado os trabalhos de drenagem para facilitar a entrada de máquinas, melhorar o escoamento dos grãos e preparar o solo para o manejo da resteva. A Emater/RS-Ascar aponta que a maioria dessas lavouras encontra-se em maturação fisiológica e que o avanço da colheita depende da manutenção de condições climáticas adequadas nas próximas semanas.

Na comercialização, o cenário é de apreensão. Os produtores estão preocupados com a queda dos preços em diversos municípios e com a manutenção de patamares considerados baixos nos demais, o que compromete a rentabilidade da atividade. Conforme o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar, o preço médio da saca de 50 quilos caiu 2,81% em relação à semana anterior, passando de R$ 78,73 para R$ 76,52.





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FCO Rural aprova R$ 104,7 milhões em Goiás


A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa) participou na segunda-feira (7) da 414ª reunião da Câmara Deliberativa do Conselho de Desenvolvimento do Estado (CDE-GO/FCO), realizada durante a Tecnoshow Comigo, em Rio Verde. A reunião foi marcada pela aprovação de 31 cartas-consulta na modalidade FCO Rural, que somam R$ 104,7 milhões em financiamentos para produtores de 25 municípios goianos.

Representaram a Seapa no encontro a superintendente de Produção Rural e suplente da secretaria no conselho, Patrícia Honorato, a subsecretária de Agricultura Familiar, Produção Rural e Inclusão Produtiva, Glaucilene Carvalho, e a gerente de Inteligência de Mercado Agropecuário, Christiane Amorim.

Os recursos aprovados serão utilizados em ações como montagem e reforma de armazéns, implantação de aviários, correção de solo e aquisição de matrizes, touros, máquinas e implementos agrícolas. As atividades produtivas apoiadas incluem culturas como soja, milho, feijão, tomate, sorgo, além da avicultura, cana-de-açúcar e bovinocultura de corte e leite.

Do total de crédito liberado, 55,2% será destinado a mini produtores, 22,3% a produtores de pequeno-médio porte, 13,1% a pequenos e 9,4% a médios produtores. Parte dos projetos está enquadrada nas categorias FCO Verde e Desenvolvimento Rural, o que, segundo a Seapa, reforça o compromisso com a sustentabilidade e a ampliação da produção agropecuária no estado.





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Colheita da mandioca segue em ritmo intenso



Bacteriose é controlada em lavouras de mandioca




Foto: Canva

A colheita da mandioca segue em ritmo intenso em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar, o avanço da atividade busca atender à demanda dos mercados locais e regionais, além da Ceasa.

Na região administrativa de Soledade, a comercialização ocorre com preços variando entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 22 quilos, de acordo com dados de Venâncio Aires. Em Santa Rosa, a colheita da safra atual também se intensifica. “A qualidade do produto está satisfatória, mas o rendimento é inferior ao de outros anos, devido ao tamanho reduzido das raízes”, informou a Emater. A estiagem registrada durante o desenvolvimento da cultura é apontada como causa da limitação no crescimento. O preço médio da mandioca descascada e congelada na região está em R$ 7,00 o quilo.

Em Lajeado, especificamente no município de São José do Hortêncio, a cultura segue sendo colhida sem novos registros de perdas. Segundo a Emater, os danos observados nesta safra foram atribuídos à presença da bactéria Xanthomonas axonopodis pv. manihotis, atualmente sob controle. A colheita alcança cerca de 40% da área total cultivada. Em Porto Alegre, os preços na Ceasa oscilaram entre R$ 30,00 e R$ 35,00 por caixa. Já em Cruzeiro do Sul, a colheita ocorre com produtividade média de 14 toneladas por hectare, considerada dentro da normalidade local.

“A sanidade da lavoura e o rendimento estão adequados, e a expectativa é de que a produção se mantenha estável até o fim do ciclo”, destacou a Emater. No início do desenvolvimento vegetativo, houve registro de mortalidade de plantas provocada por excesso de chuvas, o que favoreceu a incidência de bacteriose. O valor médio recebido pelo produtor na região está em R$ 25,00 por caixa, com possibilidade de leve redução nos próximos dias.





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Preço do boi gordo e “boi China” registram alta nas praças paulistas



Boi gordo registrou elevação nas cotações em diferentes praças pecuárias




Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo registrou elevação nas cotações em diferentes praças pecuárias do país. De acordo com o informativo Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria, a alta se concentrou, principalmente, nas categorias de machos, enquanto os preços das fêmeas mantiveram-se estáveis em parte das regiões analisadas.

Em São Paulo, a oferta reduzida de machos e o volume maior de fêmeas resultaram em valorização de R$ 1,00 por arroba no preço do boi gordo e do chamado “boi China”. A vaca e a novilha não apresentaram variações. As escalas de abate seguem com média de sete dias no estado.

No Tocantins, a limitação de oferta influenciou os preços nas duas principais regiões do estado. No Sul, o boi gordo teve alta de R$ 3,00 por arroba, e a novilha subiu R$ 2,00 por arroba. A vaca manteve o valor anterior. A média das escalas de abate foi de seis dias. Já na região Norte, as três categorias registraram alta: boi gordo e vaca subiram R$ 1,00 por arroba, enquanto a novilha teve acréscimo de R$ 2,00. Nesse caso, a média das escalas alcançou oito dias.

Em Minas Gerais, o cenário variou conforme a localidade. No Triângulo Mineiro, apesar da menor oferta de boi gordo, o volume foi suficiente para atender à demanda imediata dos frigoríficos. Os preços do boi gordo e da vaca permaneceram estáveis, enquanto a novilha teve valorização de R$ 3,00 por arroba. A média das escalas de abate foi de oito dias. Já na região Norte do estado, não houve alteração nas cotações das categorias.

Segundo a Scot Consultoria, o movimento de alta pontual reflete o equilíbrio entre oferta e demanda, especialmente nas praças com maior restrição de animais prontos para o abate.





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Clima úmido afeta algodão argentino



Chuvas interrompem colheita, mas beneficiam safra de inverno na Argentina




Foto: Canva

As chuvas registradas em áreas agrícolas da Argentina interromperam parcialmente a colheita das culturas de verão, mas contribuíram para a reposição da umidade no solo, beneficiando o preparo da próxima safra de grãos de inverno. As informações constam no boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (8) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Segundo o relatório, precipitações moderadas a fortes, entre 25 e 50 milímetros, foram registradas no sudeste da província de Buenos Aires, além de partes do Chaco e de Santa Fé. O USDA informou que, embora essas chuvas tenham sido prematuras para o algodão e tenham interferido na colheita, foram úteis para recuperar as reservas hídricas necessárias ao desenvolvimento das lavouras de inverno.

“As temperaturas semanais ficaram de 3 a 5 graus Celsius abaixo da média nas principais regiões agrícolas do país”, aponta o boletim. As máximas diurnas variaram entre 25 °C e 30 °C. Já as mínimas noturnas oscilaram de 5 °C a 10 °C nas áreas agrícolas do norte, enquanto em Córdoba e no sul de Buenos Aires os termômetros marcaram valores próximos ou ligeiramente acima de zero grau.

De acordo com dados divulgados pelo governo argentino, até o dia 3 de abril, 75% da colheita de girassol havia sido concluída. A colheita de milho, por sua vez, alcançava 17% da área total cultivada.





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vendas de algodão atingem 57% da safra 24/25



Produtores têm aproveitado os melhores momentos para vender o seu produto




Foto: India Water Portal

As vendas da pluma de algodão da safra 2024/25 atingiram 57,12% da produção estimada até março no Mato Grosso, conforme análise divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (7). O avanço mensal foi de 2,40 pontos percentuais, superando em 2,95 pontos o volume registrado no mesmo período da safra anterior. Ainda assim, o desempenho permanece 8,64 pontos abaixo da média histórica para o período.

Mesmo com a retração de 1,13% nos preços médios negociados em março, os contratos futuros continuam atrativos, segundo o Imea. “As vendas foram travadas com média de R$ 137,36 por arroba para abril de 2025”, apontou o instituto.

Em relação à safra 2025/26, as negociações avançaram 5,08 pontos percentuais no comparativo entre fevereiro e março, totalizando 14,99% da produção estimada. O preço médio das vendas realizadas no mês ficou em R$ 135,96 por arroba, representando um aumento de 2,08% em relação ao mês anterior.

O Imea destacou que, apesar da estabilidade nos preços ao longo do mês, “os produtores têm aproveitado os melhores momentos para vender o seu produto”.





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Dólar tem maior alta diária no governo Lula após China reagir aos EUA


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – Após o forte recuo da véspera, o dólar registrou nesta sexta-feira a maior alta percentual diária do governo Lula até o momento, acompanhando o avanço da moeda norte-americana no exterior após a China anunciar retaliação ao tarifaço dos EUA, aumentando a guerra comercial e a perspectiva de desaceleração da economia global.

O dólar à vista fechou em alta de 3,72%, aos R$5,8382, na maior elevação percentual em um único dia desde 10 de novembro de 2022, quando subiu 4,10% ainda no governo de Jair Bolsonaro. Apenas nesta sexta, a moeda avançou 21 centavos de real.

Na semana, a divisa dos EUA acumulou alta de 1,31%. No ano, porém, a queda acumulada é de 5,52%.

Às 17h52, na B3 o dólar para abril — atualmente o mais líquido no Brasil — subia 3,63%, aos R$5,8670.

No início do dia a China anunciou cobrança adicional sobre os produtos norte-americanos de tarifa de 34% — mesmo percentual anunciado na quarta-feira pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para os produtos chineses. Além disso, Pequim estabeleceu controles sobre a exportação de algumas terras raras — elementos químicos fundamentais para a indústria de tecnologia – e apresentou uma reclamação na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Os temores de recessão nos EUA e desaceleração da economia global impactaram diretamente as moedas de países exportadores de commodities e emergentes, como o real, o peso chileno, o peso mexicano e o rand sul-africano. Após o recuo forte da véspera, o dólar também recuperou valor ante o iene, o euro, a libra e o dólar australiano.

No Brasil, as cotações acompanharam o movimento.

“Vemos uma correção do frenesi de ontem (quinta), quando o mercado vendeu dólar e buscou onde colocar o dinheiro. O DXY (índice do dólar) estava mais fraco ontem, e hoje está o oposto”, comentou Laís Costa, analista da Empiricus Research.

A forte queda do petróleo era outro fator para o fortalecimento do dólar ante o real, já que o Brasil é exportador da commodity.

Neste cenário, o dólar oscilou em alta ante o real durante todo o dia, renovando máximas até o pico de R$5,8459 (+3,85) às 16h16.

“Existe também um reflexo prático e imediato no fluxo. As bolsas lá fora desabaram, com o (índice) Nasdaq caindo mais de 4%, por exemplo. Então o investidor precisa recompor essas perdas, e aí precisa ‘vender emergente’”, afirmou o diretor da assessoria FB Capital, Fernando Bergallo, ao justificar o avanço forte do dólar ante o real nesta sexta-feira. “Essa dinâmica também pesou.”

Às 17h43, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes — subia 1,02%, a 103,050.

Pela manhã, o Banco Central vendeu toda a oferta de 20.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 2 de maio de 2025.





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Avião autônomo garante pulverização mais eficiente


A inovação e a eficiência das soluções da Sumitomo Chemical integram o moderno e revolucionário Pyka Pelican 2, primeira aeronave agrícola elétrica e 100% autônoma do Brasil. As formulações da companhia japonesa centenária são cuidadosamente ajustadas para assegurar que o produto chegue ao alvo de forma precisa, reduzindo perdas e maximizando os resultados no campo. Essa tecnologia poderá ser vista na prática por cerca de 80 produtores de algodão e soja no dia 10 de abril, quando a aeronave será usada para pulverizar uma área da Fazenda Santa Isabel, em Luís Eduardo Magalhães (BA). 

O portfólio para proteção de cultivos e BioRacionais da Sumitomo Chemical foi desenvolvido para oferecer alta performance em diferentes modalidades de aplicação, incluindo a tecnologia embarcada no Pelican 2, e isso assegura mais eficiência e segurança nos resultados da aplicação ao produtor. Coordenador de Stewardship da Sumitomo Chemical, Rafael Ferreira explica que a iniciativa de fazer essa demonstração, na prática, nas condições reais dos agricultores, é uma  ação muito importante para tornar concreto e tangível como as soluções e formulações da companhia atuam em uma aeronave autônoma. Ele destaca que as características dessa formulação são as responsáveis pelo melhor espalhamento dos produtos na planta, com uma elevada deposição, sem deriva na aplicação e chegando ao alvo mais rapidamente.

“A integração das tecnologias agrega ainda mais valor ao manejo, proporcionando uma aplicação otimizada, com melhor cobertura e distribuição. Isso se traduz em maior produtividade, economia de recursos e um controle mais eficaz das pragas e doenças. Ao escolher essa combinação de tecnologia e inovação, o produtor ganha mais assertividade nas aplicações e tranquilidade para alcançar o máximo desempenho em sua lavoura. E todo esse desempenho será  visto no evento”, explica Ferreira.

A empresa norte-americana Pyka é a desenvolvedora da aeronave, que, no Brasil, é representada pela Synerjet. A aeronave cobre até 90 hectares por hora. “As soluções da Sumitomo Chemical podem ser muito bem utilizadas com o Pelican, que tem 24 horas de operação. Se precisar aplicar o nosso herbicida durante o dia, é possível ser feito. E nossos fungicidas e inseticidas, para maior eficácia e sem atingir insetos não alvo, como abelhas, também podem ser pulverizados à noite”, afirma o coordenador da Sumitomo Chemical.

O dia de campo, que reunirá grande parcela de produtores de algodão do país, é o momento para que os presentes tirem dúvidas e confiram a eficiência da aplicação. Para uma medição precisa, o veículo tem como método a Inspeção de Faixa de Deposição (IFD), equipamento que utiliza espectrofotometria de fio para otimizar a aplicação aérea de defensivos. Com ele, é possível determinar a largura da faixa de deposição e a uniformidade da pulverização.





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