terça-feira, março 31, 2026

Política & Agro

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Pá carregadeira CASE 721E customizada para cana é destaque na Agrishow


A CASE Construction Equipment, marca de equipamentos de construção da CNH, estará presente na Agrishow, no estande da marca-irmã Case IH, mostrando toda a versatilidade e inovação do seu portfólio, com aplicação também no agronegócio. Os destaques são a pá carregadeira 721E versão canavieira, o trator de esteira compacto 850M e a miniescavadeira CX35D, lançamento recente da marca, todos 100% conectados.

Esta versão da 721E vem com itens que fazem toda a diferença para uma melhor produtividade nas operações com o bagaço de cana, bem como as tarefas do dia a dia.  O filtro de ar-condicionado tipo snorkel, para a entrada de ar na cabine, similar ao usado em veículos off-road e o pré-filtro de ar HD do motor, promovem uma filtragem mais eficiente, reduzindo a saturação dos itens. “São soluções robustas, com maior capacidade de remover partículas menores – mais presentes no cultivo da cana, devido ao bagaço ser um material muito leve – prolongando a vida útil dos componentes”, explica Marcelo Rohr, especialista de marketing de produto da CASE.

Outro diferencial são os pneus especiais 750-65R26, maiores e mais largos, melhorando a tração da máquina. “Trouxemos o mesmo pneu utilizado em colheitadeiras, que evita que a máquina afunde no bagaço de cana. Houve uma preocupação em aumentar a área de contato com o solo, diminuindo a pressão”, explica Rohr.  A caçamba também foi adaptada, passando de 5.5 para 6 m³ e um peso aproximado de 1.550kg, melhorando a produtividade da máquina.

O trator compacto 850M, fabricado no Brasil e exportado para todo o mundo, também é uma excelente solução para o campo. Indicado para diversas aplicações, se adapta e entrega resultados, em diferentes tipos de solo, incluindo lama, pois oferece tração e estabilidade. Suas esteiras reduzem a compactação do solo, além de proporcionar uma excelente tração, sendo ideal para tracionar e operar com implementos em todos os tipos de terreno.

Já a miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da CASE Construction Equipment, tem indicação para operações em condições complexas, com eficiência e segurança. Multifuncional, opera também no campo, com possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades.

Quem passar pelo estande também poderá ver a retroescavadeira 580N S2 HD, a motoniveladora 865B e a minicarregadeira SV300.

Conectividade  

Todo o portfólio da CASE produzido no Brasil conta com recursos de telemetria.

Com máquinas 100% conectadas, é possível realizar manutenção preditiva, identificar problemas ou falhas iminentes, otimizar o consumo de combustível, analisar o desempenho das operações e programar tarefas de maneira eficiente, resultando em maior produtividade e redução do tempo de inatividade das máquinas, entre outros benefícios. 

O myCASE Construction é a plataforma da marca que reúne todas essas informações. A ferramenta pode ser acessada de qualquer aparelho com conexão de internet e o cliente monitora toda sua frota em tempo real, além de ter contato direto com a rede de concessionários e a fábrica. 

Localizado na fábrica de Contagem (MG), o CASE SiteConnect Center é uma central de suporte, com uma equipe de especialistas preparada para garantir respostas rápidas, uma experiência diferenciada e entrega eficiente de operações. 





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Capacitação com IA ganha espaço na agricultura


Os próximos módulos de treinamentos da Unidade de Referência em Produtos Químicos e Biológicos (UR) têm a inteligência artificial como aliada na formulação e na transmissão de conteúdos pedagógicos. A inovação inclui até mesmo a criação de um avatar do principal instrutor da UR, o pesquisador científico Hamilton Ramos, diretor do Centro de Engenharia e Automação (CEA), do Instituto Agronômico (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP.

Resultante de uma parceria entre o CEA-IAC e o setor privado, a UR já treinou mais de 130 instrutores aptos a capacitar trabalhadores rurais para a atividade de aplicação de agrotóxicos. “Seja no formato EAD, presencial ou semipresencial, a IA ancora programas didáticos específicos, acessíveis a todos os participantes”, diz Ramos.

De acordo com Ramos, a UR detém, inclusive, qualificação para promover capacitação profissional nessa área com base nas exigências do Decreto nº 10.833/2021 (Programa Aplicador Legal), do Governo Federal. Os novos formatos de treinamento da UR atrelados à inteligência artificial, informa o pesquisador, passam a atender também empregadores do agronegócio e os próprios aplicadores de produtos.

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“Hoje em dia somente entre 30% e 40% dos aplicadores de agrotóxicos são treinados segundo boas práticas de saúde, segurança e tecnologias, abrangendo pequenas, médias e grandes propriedades. O déficit de qualificação na área é elevado no Brasil e precisa ser reduzido. Acreditamos que os recursos da IA podem contribuir para isso”, ressalta Ramos.

“Para a UR, mais relevante do que o número de pessoas treinadas, é a qualidade da aprendizagem, a facilitação para públicos com diferentes perfis assimilar conteúdos com vistas à segurança na aplicação de agrotóxicos”, diz o pesquisador. “Nosso modelo de IA está sendo treinado para atender a demandas de diferentes públicos frequentadores dos treinamentos, do agrônomo-instrutor até o trabalhador rural, com linguagem direcionada a cada um deles”, ele reforça.

“Esses formatos também estão plenamente sincronizados com a N.R. 31.7 (prevenção de acidentes com defensivos agrícolas)”, continua Ramos, idealizador dos métodos de treinamento da UR atrelados às premissas do programa ‘Aplicador Legal’. De acordo com ele, todos os programas de treinamento atrelados a agrotóxicos mantidos pelo centro de pesquisas de Jundiaí recebem chancela oficial do IAC – Instituto Agronômico.

 





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Mercado abre em alta para soja e milho


Segundo análise da TF Agroeconômica (24/04/2025), os mercados de grãos iniciaram o dia com tendência positiva para soja e milho, enquanto o trigo se manteve estável. Em Chicago, a soja para maio de 2025 subiu para US$ 1.046,50/bushel (+6,50), e no Brasil o indicador CEPEA marcou R$ 135,03 (+0,54% no dia e +2,15% no mês). A alta é impulsionada por expectativas de um possível acordo comercial entre EUA e China, apesar da incerteza sobre as negociações e declarações contraditórias do governo americano. No Paraguai, o preço subiu para US$ 359,92/t em Assunção.

“É improvável que isso tranquilize os produtores americanos em meio ao plantio. Nesse sentido, espera-se que o trabalho de campo seja atrasado hoje pelas chuvas persistentes no sul e oeste do cinturão de soja/milho”, comenta.

O milho também teve recuperação após quatro dias de queda, com contratos de maio a US$ 474,25/bushel (+2,25) em Chicago. A expectativa de chuvas no cinturão agrícola dos EUA, especialmente em Iowa, pode atrasar o plantio e sustentar os preços. No Brasil, o milho B3 caiu 0,74%, cotado a R$ 76,54, enquanto o CEPEA recuou 0,73%, para R$ 81,97. No mercado paraguaio, os preços seguem entre US$ 200 e US$ 220/t.

“A questão principal são as tarifas de 25% impostas aos automóveis importados, uma questão sobre a qual os EUA esclareceram que não podem conceder tratamento preferencial ao Japão”, completa.

Já o trigo apresentou estabilidade, com o contrato de maio em Chicago cotado a US$ 528,25/bushel. As chuvas nas Grandes Planícies americanas favorecem o desenvolvimento das lavouras de inverno, enquanto a falta de precipitação em Dakota do Norte — importante para o trigo de primavera — limita maiores quedas. Pressões também vêm das boas perspectivas na União Europeia e no Mar Negro. No Brasil, os preços permanecem praticamente inalterados, com destaque para o Paraná (R$ 1.576,34) e o Rio Grande do Sul (R$ 1.469,64).

“Algum suporte é fornecido pelo fato de que as chuvas não estão cobrindo Dakota do Norte, o principal estado produtor de variedades de primavera. Além do acima exposto, as perspectivas favoráveis ??para a produção na União Europeia e nas regiões do Mar Negro estão pressionando o mercado”, conclui.

 





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Motomco apresenta novo medidor de umidade de grãos na Agrishow


A Agrishow, palco das maiores inovações do agronegócio na América Latina, é o destino certo para quem busca o que há de mais moderno no campo. E o Connect, novo medidor de umidade de grãos da Motomco, lançado recentemente, é um destaque à altura.

Totalmente portátil e com altíssima precisão, o equipamento entrega resultados confiáveis em poucos segundos — ideal para quem valoriza agilidade, eficiência e tecnologia na rotina do campo

“A Agrishow é a nossa vitrine. O público da feira exige tecnologia de ponta e é exatamente isso que vamos mostrar no nosso stand, com o Connect”, destaca Manoella Rodrigues da Silva, Gerente de Marketing da Motomco.

Reconhecida como palco de lançamentos e tendências para o setor, a Agrishow começa no próximo dia 28 de abril e segue até 2 de maio de 2025, em Ribeirão Preto (SP), reunindo soluções para todos os tipos de culturas, safras, máquinas e tamanhos de propriedades.

Pela quarta vez, a Motomco marcará presença na Agrishow, na Arena Tecnologia, no stand 055, com demonstrações de seu novo medidor de umidade de grãos. No stand da marca, os visitantes poderão conhecer de perto as funcionalidades dos equipamentos. Com design robusto e interface intuitiva, o modelo Connect é indicado para pequenos, médios e grandes produtores, além de agrônomos de cooperativas, revendas e demais profissionais do setor.

Manoella reforça o compromisso da empresa com o produtor rural: “Nosso foco é o cliente. Estamos sempre em busca de oferecer o que há de mais moderno em tecnologia, com o objetivo de aumentar a produtividade, reduzir custos e melhorar a rentabilidade no campo”, afirma.

Outro ponto destacado por ela é sobre o papel da Agrishow como espaço estratégico. “A feira é excelente para networking. Estabelecemos muitos contatos e o retorno no pós-venda sempre surpreende. Esperamos o público em nosso estande com várias demonstrações práticas, para mostrar como é simples utilizar nosso equipamento e aproveitar todos os seus benefícios.”

Entre os diferenciais do Motomco Connect está a interface de uso simples, controlada por um aplicativo exclusivo que pode ser instalado no smartphone. A conectividade permite o compartilhamento de dados por diversas plataformas, como WhatsApp, SMS e e-mail.

O aplicativo permite selecionar curvas de produtos, visualizar histórico, gerar relatórios e compartilhar dados. Outro detalhe é a bateria de longa duração, com autonomia de até 20 horas, desliga após três minutos de inatividade, além de que a Motomco oferece suporte técnico especializado para garantir o melhor desempenho do equipamento.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Motomco, Roney Smolareck, o controle da umidade dos grãos é essencial para garantir a qualidade da produção, evitar perdas e otimizar a logística de armazenamento. “Com medições precisas, os produtores podem acompanhar a entrega dos produtos nas unidades armazenadoras e ter controle total dos dados na palma da mão”, acrescenta.

O stand da Motomco também estará com dois modelos tradicionais, homologados pelo Inmetro, que devem ser usados comercialmente. O 999ESI possui impressora integrada, permitindo interface com o computador, além de porta USB para pendrive e porta exclusiva Inmetro. Os resultados são transmitidos via QR Code, mostrando a umidade, temperatura, PH e densidade. Esse modelo é bastante utilizado pelos estabelecimentos compradores de grãos e laboratórios do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).


 Igualmente sofisticado, o modelo 999 FBI é semiautomático com comunicação serial aprovado pelo Inmetro. Ideal para Classificação FOB, salas de classificação com fluxos moderados, secadores e laboratórios, sua construção robusta foi desenvolvida especialmente para essas aplicações. Possui um aplicativo exclusivo que permite monitorar a umidade dos grãos, oferecendo leituras digitais, históricos de medições, visualização por gráficos, ativação e calibração de medidores, além de acesso aos manuais de funcionamento dos medidores Motomco.

 





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Amplo portfólio para proteção de cultivos e bioestimulação de culturas mobilizam Sipcam Nichino na 30ª edição do evento


A companhia de origem ítalo-japonesa Sipcam Nichino Brasil leva à 30ª Agrishow, no período de 28 de abril a 2 de maio, um amplo portfólio de tecnologias para cultivos de soja, milho, feijão, citros e cana-de-açúcar, entre outros. Presente no pavilhão da cooperativa Coopercitrus e no balcão de negócios, a empresa informa que apresentará inovações e soluções consolidadas, visando o controle de pragas, doenças e plantas daninhas, além de uma Plataforma de Bioestimulantes de última geração.

Da linha selecionada para a Agrishow 2025, a companhia assinala que destacará sua estratégia inovadora, e já vitoriosa no mercado, relacionada ao manejo da cigarrinha-do-milho pelo recém-lançado inseticida Fiera®. Essa solução, afirma a empresa, entrega uma característica única: o controle eficaz da fase ‘ninfa’ da cigarrinha, além de agir sobre ovos e na fecundidade e fertilidade de fêmeas da praga. Ninfas, dizem especialistas, adquirem e portam fitopatógenos transmissores de doenças de alta severidade ao milho.

Associado ao inseticida-acaricida Fujimite® 50 SC, complementa a Sipcam Nichino, Fiera® também tem sido adotado como uma ferramenta bem-sucedida na contenção do psilídeo-dos-citros, vetor do greening, doença responsável pela dizimação de lavouras de laranja no cinturão citrícola de SP e MG.

Outro alvo da companhia no evento será a pioneira Plataforma de Bioestimulantes, formada pelas marcas Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde, voltada a diversas culturas. O objetivo do bioestímulo, conforme a Sipcam Nichino, é elevar o potencial produtivo desde o plantio até a colheita. Para a empresa, bioestimulantes reduzem estresse de plantas ante condições climáticas adversas, ativam sistemas de defesa de cultivos, aumentam absorção de nutrientes e água e fomentam produtividade e rentabilidade.

Segundo a Sipcam Nichino, sua equipe estará no local para detalhar, ainda, diferenciais e resultados, recentes, entregues pela solução inseticida Takumi®, empregado com sucesso em soja, milho, cana-de-açúcar e outras culturas. Haverá espaço temático reservado também aos fungicidas Fezan® Gold – aplicado principalmente em soja, milho, feijão e trigo – e Vitene®, este registrado para mais de dez cultivos brasileiros de relevância econômica. 

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.





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Mercado de bioinsumos no México deve triplicar



México possui uma base científica importante para



México possui uma base científica importante para
México possui uma base científica importante para – Foto: Canva

Segundo projeções do Banco Mundial, o mercado global de bioinsumos deve dobrar até 2030, atingindo US$ 20 bilhões. No México, o setor acompanha esse ritmo e deve saltar dos atuais US$ 634 milhões para US$ 2 bilhões no mesmo período, impulsionado pelos benefícios agronômicos, ambientais e econômicos proporcionados pelos biofertilizantes e outros produtos biológicos.

Apesar de sua eficácia comprovada em cultivos como milho, trigo, frutas vermelhas e cana-de-açúcar, o uso de bioinsumos no país ainda enfrenta obstáculos, como a ausência de uma política pública sólida. A Biofábrica Siglo XXI, liderada por Marcel Morales Ibarra, atua há mais de duas décadas nesse campo e participa de testes com a FIRA (Agência do Banco do México), que comprovam ganhos de produtividade e redução de custos, como no caso da cana-de-açúcar em Morelos.

Nesse cenário, o México possui uma base científica importante para o desenvolvimento desses produtos, desde a criação, em 1980, do Centro de Pesquisas em Fixação de Nitrogênio da UNAM, até programas governamentais como o de biofertilização entre 1998 e 2000, que perdeu força após mudanças políticas. Morales defende o fortalecimento de iniciativas que combinem crédito, assistência técnica e regulação clara para fomentar o uso desses insumos sustentáveis.

Com o país importando 80% dos fertilizantes químicos que consome, os bioinsumos surgem como alternativa estratégica para garantir não apenas produtividade agrícola, mas também maior soberania na produção de insumos e resiliência frente às flutuações do mercado internacional.

 





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Corteva Agriscience apresenta inovações para maximizar a produtividade dos cultivos de cana-de-açúcar e citros na Agrishow 2025


A Corteva Agriscience integra a 30ª edição da Agrishow, a principal feira de tecnologia agrícola da América Latina, realizada entre os dias 28 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP). No evento, os agricultores poderão ver de perto as principais inovações da empresa para as culturas da cana-de-açúcar e citros, pesquisadas e desenvolvidas nos últimos anos para ajudar a maximizar a produção e a proteção dos produtores rurais. O espaço da Corteva fica no Shopping Rural Coopercitrus para atender todos os visitantes e cooperados da entidade.

Com o início da safra 2025/26 de cana-de-açúcar, o produtor deve estar preparado para os desafios diários do canavial. Para auxiliá-los, o Time de Especialistas da Linha Cana da Corteva estará no evento tirando dúvidas e apresentando o portfólio em evolução e cada vez mais robusto e inovador, composto por herbicidas, inseticidas, fungicidas, maturador e inibidor de florescimento e isoporização.

Entre os lançamentos da Corteva na Agrishow 2025, o Linear®, herbicida para o manejo das principais plantas daninhas de folhas largas e de difícil controle, como Mamona (Ricinus communis) e Mucuna (Mucuna pruriens). A nova solução da Corteva, molécula inédita para a cultura da cana-de-açúcar, pesquisada e desenvolvida ao longo de anos para auxiliar os produtores no controle das invasoras que impactam a produtividade e rentabilidade do canavial, é altamente seletiva e flexível. Linear® pode ser aplicado o ano todo e em todas as fases da cultura, e é em pré-emergência das plantas daninhas onde ele se destaca, pois possui características que promovem controle superior e surpreendente, sendo que não podemos deixar de destacar sua performance e benefício adicional em pós-emergência para um amplo espectro de invasoras. Sua flexibilidade faz com que possa ser aplicado o ano todo em todas as modalidades de aplicação (costal, tratorizada, aérea via aeronaves de aplicação e drones).

No manejo das invasoras no canavial, a Corteva também conta com Coact®, herbicida seletivo que pode ser aplicado em cana-planta e cana-soca, em pré e pós-emergência da cultura, garantindo grande flexibilidade de uso. Outro destaque da solução é o seu longo residual, mesmo com aplicação em temporada úmida ou seca, Coact® é eficiente no manejo de folhas largas como o complexo de cordas-de-viola e em folhas estreitas como Digitarias.

Outra inovação da Linha Cana é o controle da broca da cana: o Revolux®. O inseticida possui a tecnologia Jemvelva Active TM, atuando com dois modos de ação diferenciados para uma proteção prolongada da cana, com seletividade aos inimigos naturais, e tornando-se uma referência em solução para o manejo integrado de pragas (MIP) ao permitir rotacionar grupos químicos dentro da estratégia do manejo de resistência. Revolux® atua na redução inicial da praga devido a sua rápida velocidade de ação sobre as lagartas, sendo uma de suas características exclusivas, sua ação ovicida.

Ferramentas para o controle do inseto transmissor do greening

Na Agrishow, a Linha Citrus da Corteva apresenta suas inovações em inseticidas, fungicidas e herbicidas, em constante crescimento com o objetivo de entregar soluções diferenciadas para o agricultor. O destaque para o evento são as suas ferramentas tecnologias para o manejo da principal praga que impacta os citricultores: o psilídeo Diaphorina citri, inseto vetor da bactéria Candidatus Liberibacter spp., que causa o greening, os inseticidas Delegate® e Verter® SC. Os produtos pertencem aos grupos químicos das espinosinas e sulfoxaminas, que são mais eficientes no controle da praga, segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), com base no estudo do Laboratório de Resistência de Artrópodes da Esalq/USP, realizado em quatro microrregiões do cinturão citrícola do Estado de São Paulo, do Triângulo e do Sudoeste Mineiro, divulgado pela plataforma Avalia Greening, que disponibiliza, gratuitamente, os resultados de eficácia de produtos comerciais e tratamentos lançados para a mitigação dos danos e sintomas provocados pelo greening em pomares comerciais.

Delegate® controla o psilídeo e o bicho-furão (Gymnandrosoma aurantianum). Hoje, o produto está registrado para mais de 70 culturas e é reconhecido como uma das tecnologias mais inovadoras e sustentáveis do mundo, tendo conquistado o prêmio de química verde, chancelado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA). O inseticida possui modo de ação único no mercado, composto pela molécula Jemvelva™ Active, exclusiva da Corteva, e apresenta alto poder de choque, amplo espectro de controle, efeito residual prolongado, seletividade e menor intervalo de segurança, podendo ser colhido um dia após a aplicação. Já o inseticida Verter® SC possui registro para o controle do psilídio e do pulgão e é o único com tecnologia para o controle de Cochonilha Escama farinha (Unaspis citri). Com ação sistêmica e translaminar, o produto tem alto poder de choque e residual, gerando resultados imediatos nas populações de pragas.





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Paridade de exportação do milho sobe 8% em Mato Grosso



Exportação de milho ganha força em abril




Foto: Divulgação

A média da paridade de exportação do milho em Mato Grosso apresentou alta de 8,05% na primeira quinzena de abril, em comparação ao mesmo período de março, conforme apontou a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (21). O cálculo, baseado no contrato com vencimento em julho de 2025, alcançou R$ 49,12 por saca.

Segundo o Imea, o principal fator que impulsionou a elevação foi o aumento de 35,78% nos prêmios pagos no porto de Santos. “Na primeira quinzena de abril, os prêmios ficaram, em média, em US$ 0,75 por bushel”, informou o instituto. Além disso, as cotações na bolsa de Chicago (CME Group) também influenciaram o resultado, com alta de 1,84% no período.

Na comparação anual, a paridade registrada neste ano está 52,55% acima do valor observado na primeira quinzena de abril de 2024. Na ocasião, a média foi de R$ 32,20 por saca, com base no contrato de julho daquele ano.

“A valorização dos prêmios no porto de Santos, que subiram 53,27%, somada à elevação de 16,01% no dólar, explicam grande parte desse avanço anual”, afirmou o Imea.





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Massey Ferguson une arte e agricultura com pintura ao vivo de colheitadeira na Agrishow 2025



A obra, intitulada “Agricultor”, é uma homenagem aos produtores


Foto: Divulgação

 A Massey Ferguson, referência no mercado agrícola brasileiro, levará para a Agrishow 2025, realizada em Ribeirão Preto (SP) de 28 de abril a 2 de maio, uma iniciativa que integra arte e tecnologia no campo. Durante o evento, os visitantes poderão acompanhar ao vivo a pintura de uma colheitadeira modelo MF 6690 HD pela artista Jaque Vieira, conhecida por suas obras que celebram a identidade brasileira por meio de cores e formas vibrantes.

A obra, intitulada “Agricultor”, é uma homenagem aos produtores rurais que, com dedicação e o apoio da tecnologia, impulsionam o agronegócio e o desenvolvimento do país. A ação reforça o compromisso da Massey Ferguson em conectar tradição, inovação e criatividade, destacando a relevância do setor agrícola.

“Unir arte e agricultura é uma forma de valorizar o trabalho do homem do campo. A arte tem o poder de contar histórias e, nesse caso, ela representa a força do agricultor e a essência do agro brasileiro”, afirma Kellen Bormann, diretora de Vendas da Massey Ferguson.

A pintura será realizada no estande da marca durante os dias de feira, oferecendo aos visitantes a oportunidade de interagir com a artista e acompanhar cada etapa da criação.

 





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Silo-bolsa ganha espaço como solução para déficit de armazenagem no Brasil


Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra brasileira de grãos 2024/2025 está estimada em 330,3 milhões de toneladas, o maior volume já registrado na série histórica. O Brasil enfrenta um desafio logístico com a capacidade estática de armazenagem atual é de apenas 211 milhões de toneladas. Neste cenário, o silo-bolsa tem se consolidado como alternativa viável para suprir parte desse déficit. 

A Pacifil Brasil afirma ter capacidade para fabricar 400 mil unidades de silo-bolsa por ano. O volume seria suficiente para armazenar até 80 milhões de toneladas de grãos, o que equivale a cerca de 70% da atual lacuna na estocagem. “Com as supersafras no país, os silos-bolsa são alternativas práticas, eficientes e de baixo custo para atender a evolução da produtividade no campo”, afirma Gustavo Bazzano, diretor comercial da empresa.

Fabricado com polietileno (PE), o silo-bolsa é um túnel flexível que pode armazenar de 90 a 400 toneladas de grãos diretamente no campo. A matéria-prima é fornecida pela Braskem, que colabora com a Pacifil no desenvolvimento de novas formulações e resinas termoplásticas para aprimorar o desempenho do material. Com inibidores de raios UV, o silo-bolsa pode durar até 24 meses exposto ao tempo. Entre outras vantagens, otimiza o armazenamento das colheitas, exige um baixo investimento na aquisição e baixo custo operacional, mantém a qualidade e a integridade dos grãos e da silagem e resiste a condições climáticas adversas. 

A adesão ao silo-bolsa tem sido mais intensa por produtores de soja e milho do Centro-Oeste do país, em estados como Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia, onde a produção de grãos é elevada. No Rio Grande do Sul, apesar da expressiva capacidade de armazenagem estática de 32,7 milhões de toneladas, o uso também tem crescido.

Além da armazenagem de grãos, a utilização dos silos-bolsa para silagem também vem ganhando força, especialmente entre produtores com confinamento de gado. “Os silos-bolsa podem ficar posicionados perto das áreas de confinamento, facilitando muito o manejo de alimentação dos animais”, explica Bazzano. Segundo ele, a preservação da qualidade nutricional da silagem e a redução de perdas em comparação ao silo-trincheira também contribuem para essa tendência.





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