segunda-feira, março 30, 2026

Política & Agro

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Usinas assumem protagonismo no mercado do milho



Além disso, a logística também se redesenha



Além disso, a logística também se redesenha
Além disso, a logística também se redesenha – Foto: Divulgação

Segundo informações compartilhadas por Gabriel Tarifa, consultor comercial da Agrinvest Commodities, e publicadas no app da empresa em análise assinada por Eduardo Vanin, o mercado de milho brasileiro está passando por uma transformação profunda. O cenário atual aponta que quem ainda não entendeu essa mudança pode acabar pagando mais caro. A alta nos preços não está mais sendo puxada pelas tradicionais tradings de exportação, mas sim pelas usinas, que passaram a dominar as compras com foco na produção de etanol.

Dados recentes chamam atenção: só em Sinop (MT), mais de 300 mil toneladas de milho foram negociadas durante feiras como a Norte Show 2025, com preços variando entre R$ 56 para outubro e R$ 60 para janeiro. Esses valores representam um “replacement” em Barcarena de +133 a +150 cents, contrastando com os atuais +85 cents do mercado FOB de exportação. A diferença escancara o novo protagonismo das usinas, que estão comprando volumes significativos diretamente dos produtores.

Além disso, a logística também se redesenha. A exportação pelos portos do Arco Norte e Santos já representa 80% do total — antes era 60%. Com mais caminhões se deslocando para o Norte, o escoamento para o Sul tem enfrentado dificuldades. As usinas, que antes dependiam de intermediários, agora atuam praticamente como tradings, tomando grandes volumes e moldando o mercado conforme as projeções de produção de etanol.

O milho está tão valorizado no mercado externo (FOB) que há chances de o produto começar a retornar ao mercado interno, gerando arbitragens que podem balançar ainda mais a estrutura de preços. Diante desse novo panorama, investir em inteligência de mercado pode ser decisivo para produtores, consultores e compradores que buscam se antecipar aos movimentos e manter a competitividade.

 





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Soja fecha em alta em Chicago impulsionada pelo óleo



Biodiesel teve influência nos preços



O movimento altista foi sustentado por expectativas quanto à possível revisão dos mandatos de mistura de biodiesel nos EUA
O movimento altista foi sustentado por expectativas quanto à possível revisão dos mandatos de mistura de biodiesel nos EUA – Foto: Pixabay

Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja em Chicago (CBOT) encerrou a sessão desta quinta-feira (data não especificada) com comportamento misto, mas com destaque para os contratos do grão em alta. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, fechou com valorização de 1,23% (US$ 12,75 cents/bushel), a US$ 1053,00, enquanto o contrato de julho subiu 1,12% (US$ 11,75 cents/bushel), fechando a US$ 1062,00. O óleo de soja foi o principal motor dessa valorização, com expressiva alta de 3,63%, a US$ 49,65 por libra-peso. Já o farelo de soja recuou 0,72%, sendo negociado a US$ 288,70 por tonelada curta.

O movimento altista foi sustentado por expectativas quanto à possível revisão dos mandatos de mistura de biodiesel nos EUA. Há rumores de que a Agência de Proteção Ambiental (EPA) poderá divulgar novas metas ainda neste mês, elevando o uso obrigatório de biodiesel de soja de 3,35 bilhões para algo entre 4,75 bilhões e 5,5 bilhões de galões nos próximos dois a três anos. A proposta teria partido de empresas do setor de energia e biocombustíveis, sinalizando um cenário de expansão consistente.

Outro fator que contribuiu para o otimismo foi a notícia de que o Japão, quarto maior comprador da soja americana, está considerando ampliar suas importações do grão como parte das negociações tarifárias bilaterais com os Estados Unidos. As tensões comerciais entre EUA e China persistem, com cada vez menos otimismo sobre um possível acordo. Enquanto especulações indicavam uma redução de tarifas de 145% para 50-60%, a China reafirmou a exigência de remoção total dessas taxas e negou a participação de autoridades chinesas em negociações recentes com o governo de Donald Trump, gerando cautela entre os investidores.

 





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Mercado da soja varia em cada estado


No mercado da soja do Rio Grande do Sul, os produtores ainda esperam o final da colheita para ter uma estimativa melhor do mercado, segundo informações da TF Agroeconômica. “No porto, as indicações para entrega em abril, com pagamento no fim do mês, giram em torno de R$ 135,00(-0,74%). No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00(-0,75%) Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 134,00(-0,75%) Passo Fundo – Pgto. 23/05 R$ 134,00(-0,75%) Ijuí – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 134,00(-0,75%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 124,00 a saca, para o produtor”, comenta.

A colheita de soja em Santa Catarina está na reta final, com cerca de 70% da área colhida e resultados superiores às projeções iniciais. Produtores locais destacam que tanto a soja quanto o milho atingiram desempenhos excepcionais, em alguns casos alcançando 100% das melhores expectativas. Hoje, a saca de soja no porto de São Francisco do Sul é cotada a R$ 134,31.

No Paraná o foco começa a se direcionar para o milho. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 134,94(-1,90%). Em Cascavel, o preço foi 134,94(+6,30%). Em Maringá, o preço foi de R$ 124,63(-2,97%) em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,96(+0,04%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,31(-0,96%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,09”, completa.

O Mato Grosso do Sul colheu 99,1% da área de soja até 18 de abril, totalizando 4,4 milhões de hectares. A produtividade média subiu para 54,4 sacas por hectare, alta de 11,4% em relação à safra anterior, impulsionando a estimativa de produção para 14,7 milhões de toneladas (+18,9%). Ontem, os preços da saca de soja giram em torno de R$ 119,61 em Dourados, Campo Grande e Sidrolândia; R$ 122,90 em Maracaju; e R$ 118,93 em Chapadão do Sul — com quedas de até 6,68%.

No Mato Grosso, os preços registraram queda. “Campo Verde: R$ 111,80(-4,73%), Lucas do Rio Verde: R$ 110,27(-1,39%) Nova Mutum: R$ 110,27(-1,39%). Primavera do Leste: R$ 117,35(-4,73%). Rondonópolis: R$ 117,35(-4,73%). Sorriso: R$ 110,27(-1,39%)”, conclui.

 





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Milho fecha misto na B3


O milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fechou de forma mista com compras de oportunidade e maior demanda interna, segundo a TF Agroeconômica. “As cotações do milho na B3 passaram por correção depois de uma sequência de baixas. Assim como Chicago, o mercado recomprou contratos em aberto, baseados em um aumento de demanda no médio longo prazo e estoques menores no fim do ano comercial”, comenta.

“Vale aqui destacar que nos últimos anos o Brasil reduziu as exportações e aumentou o consumo interno do milho. No entanto, as cotações mais longas seguiram em queda. Com os preços mais altos desta temporada, existe a perspectiva de o produtor buscar um aumento de área para as próximas safras no país. O avanço da colheita na Argentina, que atingiu 29,7 % a área apta, segundo a Bolsa de Buenos Aires, retira parte da pressão dos compradores, principalmente da região sul do Brasil”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia. “O vencimento de maio/25 foi de R$ 76,97 apresentando alta de R$ 0,43 no dia, baixa de R$ -0,05 na semana; julho/25 fechou a R$ 68,55, alta de R$ 0,03 no dia, baixa de R$ -2,11 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 69,74 alta de R$ 0,18 no dia e baixa de R$ -1,27 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com compras de oportunidade e bom relatório de vendas. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 1,11 % ou $ 5,25 cents/bushel a $ 477,25. A cotação para julho, fechou em alta de 0,99 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 484,00”, informa.

“As cotações do cereal ganharam tração com compras de oportunidade e a sequência de alta da soja nos últimos dias, o que fez o mercado reposicionar os contratos dos grãos. A demanda do milho para o ano comercial 24/25 se mantém aquecida. As robustas 1.152.900 toneladas negociadas estavam perto do teto esperado pelo mercado”, conclui.

 





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Lula vai ao Xingu homenagear Raoni e ouve crítica de cacique a petróleo na…


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Por Eduardo Simões

(Reuters) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi à reserva indígena do Xingu, no Mato Grosso, nesta sexta-feira para condecorar o cacique Raoni Metuktire, referência mundial na defesa do meio ambiente e dos povos indígenas, e ouviu dele uma crítica à possibilidade de exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas, numa região que faz parte da chamada Margem Equatorial.

Lula concedeu a Raoni a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito, que homenageia brasileiros com destacados serviços ao país, e recebeu dos indígenas um colar também como forma de homenagem.

O presidente, ao mesmo tempo, ouviu cobranças do cacique que discursou em sua língua nativa e teve suas palavras traduzidas por um intérprete.

“Eu estou sabendo que lá na foz do Rio Amazonas o senhor está pensando no petróleo que está lá debaixo do mar, eu penso que não. Por quê? Essas coisas na forma como estão garantem que a gente tenha o meio ambiente, a terra com menos poluição e menos aquecimento”, disse o cacique, segundo seu intérprete.

“Eu sou pagé também e tive contato com os espíritos que sabem do risco que a gente tem de continuar trabalhando dessa forma de destruir, destruir e destruir e que podemos ter consequências muito grandes que podemos não conseguir parar.”

O cacique disse, ainda, de acordo com a tradução do intérprete, que não concordou com algumas das coisas que Lula fez em seus mandatos anteriores, mas que agora pretende trabalhar em conjunto com o presidente em prol da felicidade dos povos indígenas.

Lula, por sua vez, ao discursar, não respondeu às cobranças de Raoni, usando sua fala, em vez disso, para exaltar a liderança do cacique, a quem classificou de “ser extraordinário”, “grande nome da história” e “merecedor de todas as homenagens no Brasil e no mundo”.

“Raoni é uma liderança que inspira paz, sabedoria ancestral e profundo conhecimento sobre as necessidades da terra e a relação do homem com a natureza”, disse Lula em discurso lido e preparado previamente.

A possibilidade de exploração de petróleo na região da foz do Amazonas, no Amapá, pela Petrobras tem gerado atrito dentro do governo.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Petrobras e membros da bancada parlamentar do Amapá — como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), e o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT) — têm pressionado pela exploração de petróleo na região, apontada como de grande potencial de reservas.

Silveira tem cobrado uma resposta do Ibama sobre o pedido de licenciamento para perfuração de um poço na Margem Equatorial para pesquisar o potencial de eventual produção de petróleo na região.

O Ibama já negou o pedido uma vez, alegando que a Petrobras não havia apresentado resposta a todos as questões que o órgão apontou. A estatal reapresentou o pedido com mudanças, mas em fevereiro deste ano técnicos do órgão recomendaram, mais uma vez, que o pedido fosse negado, segundo fontes.

A decisão final cabe ao presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, e à direção do órgão, mas até agora não foi revelada.

Lula defende o avanço da exploração na região, depois de mais de uma década que o Brasil não confirma uma grande descoberta de petróleo, mas alas do governo temem a abertura de novas fronteiras em regiões ambientalmente sensíveis, enquanto líderes mundiais alertam sobre a necessidade da transição energética.

Agostinho está sob forte pressão de Lula, que disse em fevereiro que o Ibama “é um órgão do governo parecendo que é um órgão contra o governo” devido ao atraso na aprovação da licença.

Também em fevereiro, Lula disse que convenceria a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e o Ibama sobre a prospecção de petróleo na região amapaense e garantiu que a Petrobras atuará “com toda responsabilidade” com o meio ambiente.

(Por Eduardo Simões, em São Paulo)





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Confira como está o milho nos estados


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul enfrenta dificuldades devido à falta de oferta e à escassez de opções de fornecimento. Pequenos compradores, especialmente indústrias que precisam garantir produto para os meses de maio e junho, têm se visto obrigados a aceitar os preços cada vez mais elevados, que já estão próximos aos valores praticados no mercado de exportação. 

Estima-se que mais de 80% da safra de milho de verão de 2025 já tenha sido negociada no estado, o que coloca os compradores em uma posição fragilizada, dependendo das condições impostas pelos vendedores. As negociações seguem lentas, com os compradores tentando ajustar os preços internos para se alinhar às exportações, enquanto os vendedores resistem a reduções. Para entregas entre abril e maio, os preços variam de R$ 74,00 a R$ 77,50 por saca, dependendo da região.

Além disso, em Mato Grosso do Sul, o mercado também apresenta um cenário travado, com variações regionais nos preços do milho. Nas principais cidades do estado, os preços giram em torno de R$ 74,00 a saca, mas os valores do milho da segunda safra são mais elevados, com preços chegando até R$ 125,00. O mercado de exportação, nos portos de Paranaguá e Santos, mantém preços firmes em torno de R$ 138,00 por saca, o que tem influenciado o mercado interno. A área plantada com milho na segunda safra no estado deve alcançar 2,1 milhões de hectares, com estimativa de aumento de 20,6% na produção.

Em Santa Catarina, o mercado de milho segue lento, com os produtores ainda priorizando a colheita da soja. A diferença entre os preços pedidos e ofertados tem dificultado o fechamento de negócios, com preços variando entre R$ 79,00 e R$ 85,00 por saca, dependendo da região. A expectativa é que o mercado ganhe tração nos próximos dias, com a entrada do milho da segunda safra. Já no Paraná, a colheita de milho está praticamente concluída, com 90% da área já colhida. Apesar das altas temperaturas e da estiagem em março, a safra deve ser uma das melhores dos últimos três anos, com estimativas de produção de 10,9 milhões de toneladas.

 





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Preços do trigo no Sul: Movimentações no mercado



No Paraná, o mercado segue com pouca movimentação, apesar das ofertas



Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t
Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t – Foto: Canva

Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Sul do Brasil enfrenta uma série de flutuações nos preços e na movimentação de negócios. No Rio Grande do Sul, os preços futuros do trigo registraram nova queda, com valores em torno de R$ 1.500 FOB, com pouca movimentação. O trigo branquear é oferecido por R$ 1.600 FOB, mas sem demanda significativa. O trigo importado está na faixa de US$ 285 a US$ 290 FOB Rio Grande, com a oferta de trigo argentino a US$ 259, sendo agora negociado a US$ 285. O mercado estima que cerca de 60 mil toneladas já foram negociadas a futuro, entre exportação e moinhos.

Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t no leste do estado. No entanto, a safra nova ainda está indefinida, com pouca atividade entre vendedores e compradores. A safra atual teve lotes pontuais sendo negociados de R$ 1.400 a R$ 1.450 FOB, mas a pedida geral é de R$ 1.500/t. Além disso, o preço das pedras subiu para R$ 78,00/saca em Canoinhas, mantendo-se estável em outras cidades como Chapecó e Joaçaba.

No Paraná, o mercado segue com pouca movimentação, apesar das ofertas. Os compradores que já estão bem abastecidos indicam R$ 1.600 CIF para entrega imediata, enquanto aqueles sem espaço para receber o produto indicam valores de R$ 1.650 CIF para entregas em maio/junho. Alguns negócios no FOB ocorreram a R$ 1.600, com pagamento em junho, e o trigo importado está sendo negociado por US$ 295 CIF em Paranaguá.

Os preços da pedra no Paraná, de acordo com o Deral, subiram 0,45% esta semana, chegando a R$ 80,04/saca. No entanto, com o aumento dos custos de produção, o lucro médio do triticultor no estado recuou de 13,39% para 8,85%, embora ainda seja considerado significativo.

 





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Pá carregadeira CASE 721E customizada para cana é destaque na Agrishow


A CASE Construction Equipment, marca de equipamentos de construção da CNH, estará presente na Agrishow, no estande da marca-irmã Case IH, mostrando toda a versatilidade e inovação do seu portfólio, com aplicação também no agronegócio. Os destaques são a pá carregadeira 721E versão canavieira, o trator de esteira compacto 850M e a miniescavadeira CX35D, lançamento recente da marca, todos 100% conectados.

Esta versão da 721E vem com itens que fazem toda a diferença para uma melhor produtividade nas operações com o bagaço de cana, bem como as tarefas do dia a dia.  O filtro de ar-condicionado tipo snorkel, para a entrada de ar na cabine, similar ao usado em veículos off-road e o pré-filtro de ar HD do motor, promovem uma filtragem mais eficiente, reduzindo a saturação dos itens. “São soluções robustas, com maior capacidade de remover partículas menores – mais presentes no cultivo da cana, devido ao bagaço ser um material muito leve – prolongando a vida útil dos componentes”, explica Marcelo Rohr, especialista de marketing de produto da CASE.

Outro diferencial são os pneus especiais 750-65R26, maiores e mais largos, melhorando a tração da máquina. “Trouxemos o mesmo pneu utilizado em colheitadeiras, que evita que a máquina afunde no bagaço de cana. Houve uma preocupação em aumentar a área de contato com o solo, diminuindo a pressão”, explica Rohr.  A caçamba também foi adaptada, passando de 5.5 para 6 m³ e um peso aproximado de 1.550kg, melhorando a produtividade da máquina.

O trator compacto 850M, fabricado no Brasil e exportado para todo o mundo, também é uma excelente solução para o campo. Indicado para diversas aplicações, se adapta e entrega resultados, em diferentes tipos de solo, incluindo lama, pois oferece tração e estabilidade. Suas esteiras reduzem a compactação do solo, além de proporcionar uma excelente tração, sendo ideal para tracionar e operar com implementos em todos os tipos de terreno.

Já a miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da CASE Construction Equipment, tem indicação para operações em condições complexas, com eficiência e segurança. Multifuncional, opera também no campo, com possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades.

Quem passar pelo estande também poderá ver a retroescavadeira 580N S2 HD, a motoniveladora 865B e a minicarregadeira SV300.

Conectividade  

Todo o portfólio da CASE produzido no Brasil conta com recursos de telemetria.

Com máquinas 100% conectadas, é possível realizar manutenção preditiva, identificar problemas ou falhas iminentes, otimizar o consumo de combustível, analisar o desempenho das operações e programar tarefas de maneira eficiente, resultando em maior produtividade e redução do tempo de inatividade das máquinas, entre outros benefícios. 

O myCASE Construction é a plataforma da marca que reúne todas essas informações. A ferramenta pode ser acessada de qualquer aparelho com conexão de internet e o cliente monitora toda sua frota em tempo real, além de ter contato direto com a rede de concessionários e a fábrica. 

Localizado na fábrica de Contagem (MG), o CASE SiteConnect Center é uma central de suporte, com uma equipe de especialistas preparada para garantir respostas rápidas, uma experiência diferenciada e entrega eficiente de operações. 





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Capacitação com IA ganha espaço na agricultura


Os próximos módulos de treinamentos da Unidade de Referência em Produtos Químicos e Biológicos (UR) têm a inteligência artificial como aliada na formulação e na transmissão de conteúdos pedagógicos. A inovação inclui até mesmo a criação de um avatar do principal instrutor da UR, o pesquisador científico Hamilton Ramos, diretor do Centro de Engenharia e Automação (CEA), do Instituto Agronômico (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP.

Resultante de uma parceria entre o CEA-IAC e o setor privado, a UR já treinou mais de 130 instrutores aptos a capacitar trabalhadores rurais para a atividade de aplicação de agrotóxicos. “Seja no formato EAD, presencial ou semipresencial, a IA ancora programas didáticos específicos, acessíveis a todos os participantes”, diz Ramos.

De acordo com Ramos, a UR detém, inclusive, qualificação para promover capacitação profissional nessa área com base nas exigências do Decreto nº 10.833/2021 (Programa Aplicador Legal), do Governo Federal. Os novos formatos de treinamento da UR atrelados à inteligência artificial, informa o pesquisador, passam a atender também empregadores do agronegócio e os próprios aplicadores de produtos.

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“Hoje em dia somente entre 30% e 40% dos aplicadores de agrotóxicos são treinados segundo boas práticas de saúde, segurança e tecnologias, abrangendo pequenas, médias e grandes propriedades. O déficit de qualificação na área é elevado no Brasil e precisa ser reduzido. Acreditamos que os recursos da IA podem contribuir para isso”, ressalta Ramos.

“Para a UR, mais relevante do que o número de pessoas treinadas, é a qualidade da aprendizagem, a facilitação para públicos com diferentes perfis assimilar conteúdos com vistas à segurança na aplicação de agrotóxicos”, diz o pesquisador. “Nosso modelo de IA está sendo treinado para atender a demandas de diferentes públicos frequentadores dos treinamentos, do agrônomo-instrutor até o trabalhador rural, com linguagem direcionada a cada um deles”, ele reforça.

“Esses formatos também estão plenamente sincronizados com a N.R. 31.7 (prevenção de acidentes com defensivos agrícolas)”, continua Ramos, idealizador dos métodos de treinamento da UR atrelados às premissas do programa ‘Aplicador Legal’. De acordo com ele, todos os programas de treinamento atrelados a agrotóxicos mantidos pelo centro de pesquisas de Jundiaí recebem chancela oficial do IAC – Instituto Agronômico.

 





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