segunda-feira, março 30, 2026

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Herbicat lança sistema inteligente de abastecimento de pulverizadores na Agrishow 2025


Na Agrishow 2025, principal vitrine de tecnologia do agronegócio do País, a Herbicat, tradicional indústria de desenvolvimento e comercialização de equipamentos e acessórios de tecnologia de aplicação de insumos, lança um sistema inteligente de abastecimento de pulverizadores. Trata-se do Calda Certa, que será mostrado pela primeira vez na feira, que acontece de 28 de abril a 02 de maio, em Ribeirão Preto, São Paulo.

Lançamento: Calda Certa

Segundo Luís Pio, presidente da Herbicat, o Calda Certa foi desenvolvido para facilitar   o abastecimento dos pulverizadores, incorporando tecnologias de conectividade e rastreabilidade, trazendo melhorias na gestão da operação. “A Herbicat criou um sistema que é capaz de pegar o produto ativo dentro da embalagem e passar para o pulverizador sem passar pelas mãos do operador. Todo abastecimento fica registrado na nuvem com geolocalização e horário da preparação da calda, e em qual pulverizador foi abastecido. Enfim, o sistema faz a rastreabilidade, inclusive por lote de produção”, explica.

Ainda de acordo com Pio, esse sistema evita o desperdício, além de trazer mais segurança, precisão e rapidez no processo de preparo da calda. “Quando o produto puro cai na terra, além de causar danos ao meio ambiente, causa prejuízos financeiros ao produtor”, destaca.

O Calda Certa apresenta como principais características técnicas: painel de controle eletrônico com acionamento a distância por meio de aplicativo; válvula elétrica para corte do fluxo; fluxômetro com faixas de medidas específicas; e sistema de conexões com engate rápido para instalação no tanque de abastecimento.

Entre os benefícios obtidos com o Calda Certa estão: interface simples e de fácil operação; maior controle e precisão do volume da calda abastecido por operação; maior agilidade no abastecimento com sistema de engate rápido; facilidade de acompanhamento e programação do volume de calda, além de oferecer maior segurança ao operador devido à redução do contato com o agroquímico.

Lançamento: HerbInject – Disco Duplo

Outro lançamento da Herbicat no evento é o HerbInject Disco Duplo. No setor canavieiro, ressalta o presidente da Herbicat, manter a soqueira produtiva e longeva exige ações desde o início do manejo. Uma das maiores ameaças é o Sphenophorus levis, praga que causa severos danos à cultura. Apesar do uso frequente de inseticidas, os métodos atuais de aplicação ainda apresentam limitações, especialmente quanto ao posicionamento do produto nas raízes. “As bulas recomendam a aplicação em ambos os lados da soqueira, mas os equipamentos utilizados anteriormente causavam danos excessivos, levando à adoção de sistemas de corte único. A proposta atual é retomar a recomendação original com um novo equipamento, menos agressivo ao solo e mais eficiente na aplicação”.

Diante desse cenário, o HerbInject Disco Duplo surge como solução inovadora, com dois discos que aplicam o produto nas laterais da soqueira com mínimo revolvimento do solo, garantindo melhor posicionamento próximo às raízes. “Isso permite maior eficiência, especialmente na aplicação de agentes biológicos, potencializando os resultados no controle da praga”, enfatiza Pio.

Com versatilidade para diferentes espaçamentos, tipos de tratores e configurações de ruas, o HerbInject melhora significativamente o desempenho dos produtos aplicados, contribuindo para a sustentabilidade e produtividade da lavoura.

Lançamento:  Pulverizador Aceiro Ar 4.000

Em 2024, a Herbicat apresentou ao mercado o equipamento montado no terceiro ponto do trator, e os resultados obtidos com o Aceiro AR 1200 foram positivos. Apesar do desempenho satisfatório, surgiram sugestões de melhoria, especialmente em relação à capacidade do tanque, com a demanda dos clientes por maior autonomia para jornadas completas de trabalho.

Com base nesses feedbacks, foi lançada uma nova versão do equipamento: o Aceiro AR 4.000. “Essa versão mantém os benefícios do modelo hidráulico, mas oferece maior flexibilidade de uso do trator para outras atividades e autonomia para um dia inteiro de trabalho, sem comprometer a qualidade da operação”, informa Pio.

O Aceiro AR 4.000 permite substituir aplicações manuais em carreadores, beiras de cercas e áreas onde o aceiro pode ser feito quimicamente, reduzindo a necessidade de mão de obra. Ele possui flexibilidade para tratar simultaneamente os dois lados dos carreadores, bocas de ruas e pontos fora da linha do trator, utilizando tecnologia de ar para direcionar as gotas. O sistema conta com:

Pontas de pulverização para aplicação em faixas na rua;

Pontas posicionadas dentro do jato de ar para aplicações dentro do canavial;

Pontas Off-Center em diferentes alturas (50 cm e 2,5 m) para atingir alvos variados.

O pulverizador Aceiro AR é compatível com diversos tipos de comando. Para operações de alta produtividade, é comum o uso de controladores eletrônicos, que ajustam automaticamente o volume de aplicação conforme a velocidade de trabalho, além de registrar dados como posição, volume aplicado, velocidade e informações da operação, garantindo mais precisão e rastreabilidade.

Lançamento:  Turbo Citros 4000 – A linha de pulverizadores para plantas arbustivas

As culturas de citros e café são muito importantes na agricultura brasileira. Nas pulverizações feitas em plantas arbustivas ou arbóreas, com a finalidade de promover cobertura foliares e penetração dentro do dossel da planta, são usados os pulverizadores com um sistema de gota arrastada pelo ar. Esses equipamentos são conhecidos como turbo atomizadores ou turbo pulverizadores e outros nomes similares, lembrando o uso do vento como fator para arrastar as gotas.

Neste ano, a Herbicar irá apresentar um pulverizador para a citricultura – o Turbo Citros. Com tanque de 4000 litros e uma capacidade geradora de ar muito robusta para melhor penetração e distribuição adequada dentro das plantas, garantindo uma melhor pulverização e melhores resultados das aplicações.

Para cafés, as condições de pulverização são similares. “Estamos apresentando o pulverizador conhecido com o nome de “mãozinha”, mas que é um pulverizador de jato arrastado, que usam um modo de geração de ar diferente (turbina)”, cita Pio.

Em ambos os equipamentos o principal foco no desenvolvimento foi estudar o movimento de ar e a capacidade de uma boa distribuição na planta, procurando otimizar volume de calda aplicado sem perder a qualidade de cobertura e penetração.

Entre suas principais características e benefícios estão: tanque de 4000L; chassi robusto; bomba de pistão 140 L/min (existe possibilidade de bombas maiores ou menores) ; ventilador 16 Pás 850 mm; aplicação bilateral; ramal de pulverização em aço inox; 72 pontas de pulverização com corpos de bico antigotejo (36 cada lado); manifold de 2 ou 4 seções com válvula reguladora e alivio para controle de pulverização; comando elétrico de acionamento; sistema de agitação de calda tipo venturi;  incorporador de calda de 25 litros; maior produtividade e durabilidade; facilidade de limpeza e troca de pontas; fácil regulagem e instalação; e troca de tratores sem uso de mangueiras na cabine.

Turbo café, com tanque de 2.000 litros, bomba de pistão de 90 L/min, turbina radial, com 5 conjunto dispersor (mãozinha) de cada lado. Com 2 ou 3 pontas totalizando no máximo de 30 pontas, e todo circuito otimizado para um trabalho mais seguro, preciso, ágil tudo com alta qualidade.

Outros destaques:

Herbiplus G2S e G3S

Os tradicionais pulverizadores Herbiplus G2S e G3S, especialmente desenvolvidos para a cultura de cana-de-açúcar, combinam tecnologia, proteção e eficácia numa estrutura robusta de alta resistência. Esses pulverizadores trazem estabilidade e assertividade na aplicação, com barra central até 13,5 metros e com sistema pendular hidráulico.

Suas principais características são tanque de 900, 1.200, 1.500 litros e agora 2.000 litros no G3S, com reservatório de água limpa; comando elétrico de pulverização com 5, 7 ou 9; controladores eletrônicos com tecnologia de corte de seção, GPS, telemetria, especificada com o usuário; bomba de diafragma de alta pressão; Comet de até 145 l/min; sistema de agitação de calda que mantém a aplicação uniforme do início ao fim; sistema de autoabastecimento/autolavagem do circuito para barra traseira e ponta XP superior. Os principais benefícios são uniformidade na aplicação; maior estabilidade nas barras; alto rendimento operacional (ha/h); mecânica básica para maior disponibilidade do trabalho.

 





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Brasil pode colher 51,8 milhões de sacas de café em 2025


A produção brasileira de café em 2025 pode alcançar 51,81 milhões de sacas de 60 quilos, conforme a primeira estimativa divulgada em janeiro pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Os dados constam no Sumário Executivo do Café – Abril 2025, elaborado pela Secretaria de Política Agrícola e disponível no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa.

A projeção envolve as duas principais espécies cultivadas no país: Coffea arabica e Coffea canephora (robusta + conilon), cultivadas em uma área total de 1,85 milhão de hectares. Caso os números se confirmem, a produtividade média nacional será de 28 sacas por hectare.

“Estamos diante de um cenário de estabilidade nas áreas produtivas, mas com leve retração no volume total colhido em relação a 2024”, informa o documento. No ano passado, foram produzidas 54,21 milhões de sacas em 1,88 milhão de hectares, com produtividade média de 28,8 sacas por hectare. A comparação aponta para quedas de 4,4% na produção total, 1,6% na área cultivada e 2,8% na produtividade média.

No caso do café arábica, a estimativa para 2025 é de 34,68 milhões de sacas, cultivadas em 1,48 milhão de hectares, com produtividade média de 23,4 sacas por hectare. Em 2024, a produção dessa variedade foi de 39,59 milhões de sacas, em 1,5 milhão de hectares, com rendimento médio de 26,2 sacas por hectare. Se confirmadas, as projeções indicam reduções de 12,4% na produção, 1,6% na área e 11% na produtividade.

Por outro lado, o café robusta deve registrar alta em 2025. A produção estimada é de 17,13 milhões de sacas em 369,65 mil hectares, com produtividade de 46,3 sacas por hectare. Em 2024, foram colhidas 14,61 milhões de sacas, em 372,42 mil hectares, com média de 39,2 sacas por hectare. A comparação revela crescimento de 17,2% na produção e de 18,1% na produtividade, enquanto a área cultivada pode ter leve queda de 0,7%.





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Teor ideal de umidade impulsiona silagem de milho



Colheita de milho silagem avança no Rio Grande do Sul




Foto: USDA

A colheita de milho silagem avançou no Rio Grande do Sul, favorecida pelo tempo seco, que permitiu condições adequadas para a operação no campo. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (25), cerca de 88% da área cultivada já foi colhida, enquanto 8% das lavouras permanecem em enchimento de grãos e 4% ainda estão no início da maturação fisiológica.

A ausência de chuvas contribuiu para que o teor de umidade da matéria verde atingisse níveis ideais para ensilagem, entre 30% e 35%. De acordo com a Emater, “essa faixa é essencial para uma fermentação eficiente e para a preservação do valor nutricional do material ensilado”. Além disso, a secagem acelerada do milho reduziu a incidência de atividade microbiana indesejada e perdas causadas por fermentação secundária, fatores que costumam comprometer a qualidade do silo.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, 50% dos 7 mil hectares plantados em segunda safra já foram colhidos. O restante das lavouras está dividido entre as fases de florescimento, enchimento de grãos (10%) e maturação (30%).





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Leite industrializado atinge 6,7 bilhões de litros no 4º tri de 2024



Paraná mantém 2º lugar na produção de leite do país




Foto: Divulgação

O volume de leite industrializado no Brasil alcançou 6,7 bilhões de litros no quarto trimestre de 2024, segundo dados da Pesquisa Trimestral do Leite, divulgada pelo IBGE e analisada pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab). Trata-se do melhor resultado para o período desde 2020, quando foram registrados 6,8 bilhões de litros.

No ranking nacional, o Paraná manteve a segunda colocação, com a entrega de 1,07 bilhão de litros aos laticínios. “Esse é o maior volume já registrado no estado desde o início da série histórica”, informou o boletim do Deral divulgado nesta quinta-feira (24). Minas Gerais segue na liderança nacional, com uma produção cerca de 70% superior à paranaense.

A produção no Paraná apresenta trajetória de crescimento contínuo nos últimos anos, com exceção de 2021, quando houve uma redução de 947 milhões para 894 milhões de litros. A recuperação ocorreu já em 2022, e desde então o estado tem mantido tendência de expansão na atividade.





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Evento aposta no conhecimento e inovação para impulsionar a pecuária


Com casa cheia, o lançamento da XX Jornada Nespro e do Congresso Internacional de Criadores reuniu autoridades, lideranças do agro e imprensa na sede da Farsul na manhã desta quinta-feira (24). Em meio à crise que afeta o setor no Rio Grande do Sul, os promotores apostam na capacitação, no conhecimento e na comunicação como ferramentas fundamentais para avançar na pecuária frente às adversidades climáticas, cada vez mais frequentes. 

O evento, que será realizado nos dias 17 e 18 de junho no Barrashopping Sul em Porto Alegre é promovido pelo Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (NESPro) da Faculdade de Agronomia da UFRGS e pelo Instituto Desenvolve Pecuária, duas instituições que vêm atuando em conjunto e se unem pela primeira vez na programação da tradicional Jornada Nespro. A programação reúne especialistas nacionais e internacionais, que vão abordar desde mudanças climáticas, eficiência produtiva e gestão, passando pela saúde humana, com um médico falando sobre consumo de carne vermelha, e nutrição animal. Um dos destaques será a mesa-redonda que reunirá produtores de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para trocar experiências e debater soluções em um panorama regional.

O coordenador do NesPro, professor Júlio Barcellos, enfatizou a importância da resiliência para os produtores, especialmente os gaúchos, diante dos desafios climáticos e conjunturais. “As soluções exigirão adaptações, inclusive na escolha da raça, que deve ser cada vez mais compatível com o nosso clima. Este e outros temas essenciais estarão em debate no evento de junho”, comentou. Ele também destacou o caráter inovador de realizar um evento voltado ao agro em um ambiente urbano como o shopping, com uma estrutura diferenciada que inclui uma tela de 15 metros no palco e outras novidades que prometem surpreender os participantes.

A presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, Antonia Scalzilli, afirma que em momentos de crise existem grandes oportunidades e que agora é o momento de projetar um futuro mais positivo para a pecuária. “Nós somos grandes insistentes e continuamos esperançosos para desenvolver uma atividade de sucesso.” Para Antonia, o pecuarista gaúcho precisa avançar na gestão, na organização dos números da propriedade, para ficar menos suscetível às questões conjunturais, “por isso o chamamento para um evento tão rico em informação e conhecimento e para a troca de experiências com produtores de outros estados e países que já passaram pelo que o Rio Grande do Sul está passando hoje”. 

O presidente da Farsul, Gedeão Pereira, que recebeu o evento de lançamento na sede da entidade, mencionou a importância da pecuária para o equilíbrio da atividade rural no Rio Grande do Sul. “Estamos enxergando esse evento com otimismo para enfrentar e discutir a pecuária como uma das soluções para os problemas gaúchos.”

Serviço:

O quê: XX Jornada NesPro e Congresso Internacional de Criadores

Quando: 17 e 18 de junho

Onde: Barrashopping Sul – Porto Alegre/RS





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Câmara aprova combate às desigualdades na agricultura



“A proposição inclui a redução das desigualdades sociais e regionais”



“A proposição inclui a redução das desigualdades sociais e regionais"
“A proposição inclui a redução das desigualdades sociais e regionais” – Foto: Agência Brasil

A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (23) o Projeto de Lei 486/2020, que inclui a redução das desigualdades sociais e regionais entre os princípios da Política Nacional de Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. A proposta, de autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), também prevê tratamento especial para agricultores da Região do Marajó (PA), com acesso facilitado a crédito rural e assistência técnica.

O relator da proposta na Comissão de Agricultura, deputado Augusto Puppio (MDB-AP), considerou justa a medida, destacando as dificuldades enfrentadas pelos agricultores marajoaras. Para ele, a iniciativa fortalece o papel do Congresso na luta contra desigualdades históricas, especialmente em áreas remotas e carentes do Norte do país.

“A proposição inclui a redução das desigualdades sociais e regionais entre os princípios a serem observados pela Política Nacional de Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais, medida que considero meritória e oportuna. Diminuir as injustiças sociais é uma prioridade do setor agropecuário e do Congresso Nacional e estamos no caminho com essa aprovação”, destacou Puppio.

Zequinha Marinho reforçou que, apesar dos avanços com o Pronaf, a distribuição de recursos ainda é desigual entre as regiões. Para ele, o “Pronaf Marajó” representa um passo concreto rumo a uma política mais equitativa e inclusiva para os agricultores familiares da região Norte. “Ficamos felizes com a aprovação e torcemos para que todo o trâmite não se prolongue. Queremos entregar ao Banco da Amazônia, que é o detentor do recurso e o executor da Política de Fortalecimento da Agricultura Familiar”, concluiu.

 





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Colheita da mandioca avança na região de Uruguaiana



Raízes menores impactam preço da mandioca no Rio Grande do Sul




Foto: Canva

A colheita da mandioca se intensificou em Uruguaiana, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, conforme apontado no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25).

De acordo com o documento, as raízes colhidas apresentam qualidade culinária, com bom cozimento e baixa presença de fibras. No entanto, a produtividade tem oscilado, influenciada pela densidade do plantio. Em áreas com excesso de plantas, as raízes foram menores, ainda que mantivessem qualidade. Esse fator, segundo a Emater, impacta o valor de mercado do produto.

“O mercado tem preferência por raízes de maior calibre, o que torna essas raízes menores menos valorizadas comercialmente, mesmo com boa qualidade para consumo”, informou o boletim.





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Indústrias fora das compras mantêm preços do boi



Cotações do boi ficam firmes em Goiás e Paraná




Foto: Sheila Flores

O mercado do boi gordo iniciou a semana com estabilidade nas cotações em São Paulo. Segundo levantamento da Scot Consultoria, o ritmo lento de escoamento da carne, aliado às escalas de abate já completas para a próxima semana, levou algumas indústrias a se retirarem das compras no início do dia.

“A comercialização seguiu sem grandes mudanças, com as cotações estáveis para o boi gordo, a vaca e a novilha”, informou a consultoria.

No Noroeste do Paraná, o cenário foi semelhante. As indústrias, com escalas de abate preenchidas para os próximos dez dias, mantiveram os preços inalterados. O ritmo de vendas no atacado também continuou travado, sem pressão sobre os preços.

Em Goiás, as cotações também permaneceram estáveis nas regiões de Goiânia e do Sul do estado. De acordo com a Scot Consultoria, em Goiânia, as escalas de abate cobrem, em média, dez dias. Já no Sul do estado, a oferta garante escalas para aproximadamente sete dias.

A estabilidade observada reflete o equilíbrio momentâneo entre oferta e demanda, enquanto o setor avalia o comportamento do consumo interno e as possibilidades do mercado externo.





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Como assegurar a qualidade do café



Entre os principais desafios está a maturação desuniforme dos grãos



Entre os principais desafios está a maturação desuniforme dos grãos
Entre os principais desafios está a maturação desuniforme dos grãos – Foto: Sheila Flores

Com a colheita do café se aproximando do fim, o manejo técnico se torna fundamental para assegurar a qualidade dos grãos e preservar o potencial produtivo das lavouras. Segundo Plinio Duarte, agrônomo e coordenador técnico da Nitro, a fase exige atenção redobrada a práticas como o uso de reguladores fisiológicos, controle hídrico e nutrição foliar.

“A maturação desuniforme dos grãos é um dos principais entraves nessa fase final da produção. O uso de produtos à base de etileno tem se mostrado uma solução eficaz para essa questão, mesmo em lavouras onde há grãos em diferentes estágios de desenvolvimento”, comenta Plinio.

Entre os principais desafios está a maturação desuniforme dos grãos. Plinio destaca o uso de etileno como uma solução eficaz, pois o hormônio vegetal acelera a maturação e facilita a colheita em lavouras com grãos em diferentes estágios. Ele também cita estudo da Embrapa que aponta ganhos de produtividade e uniformidade com o uso de fertilizantes polimerizados na dose recomendada.

“Os resultados indicaram que a aplicação de fertilizantes polimerizados na dose de 100% da recomendação entregou maior uniformidade de maturação e incremento na massa de grãos frescos, secos e beneficiados”, comenta Plínio.

O controle hídrico é outro fator crítico. A falta de água afeta a absorção de nutrientes e compromete a formação dos grãos. Já a nutrição foliar surge como aliada ao fornecer nutrientes de forma rápida e eficiente, mesmo em condições climáticas adversas, contribuindo para o enchimento dos frutos e qualidade da bebida.

“Investir em tecnologias fisiológicas e estratégias integradas de manejo é, acima de tudo, uma decisão econômica. O retorno vem na forma de mais rendimento por hectare, melhor preço na comercialização e maior resiliência produtiva para os ciclos seguintes”, conclui Plinio Duarte.

 





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Inovações para milho, soja e citros



Entre os destaques está o inseticida Fiera



Entre os destaques está o inseticida Fiera
Entre os destaques está o inseticida Fiera – Foto: Pixabay

A ítalo-japonesa Sipcam Nichino Brasil participa da 30ª Agrishow, de 28 de abril a 2 de maio, com um portfólio completo de tecnologias voltadas às culturas de soja, milho, feijão, citros e cana-de-açúcar. Presente no pavilhão da Coopercitrus e no balcão de negócios, a empresa leva ao evento inovações e soluções consolidadas para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas, além de apresentar sua Plataforma de Bioestimulantes de última geração.

Entre os destaques está o inseticida Fiera, solução inovadora para o manejo da cigarrinha-do-milho. O produto age de forma eficaz sobre a fase ninfa do inseto — considerada crítica por especialistas, por ser quando o vetor adquire e transmite doenças severas — e também interfere em ovos, fecundidade e fertilidade das fêmeas. Fiera também tem se mostrado uma alternativa promissora no controle do psilídeo-dos-citros, vetor do greening, quando associado ao acaricida Fujimite 50 SC.

A empresa apresenta ainda sua Plataforma de Bioestimulantes, formada por Abyss, Blackjak, Nutex Premium e Stilo Verde, com foco na elevação do potencial produtivo desde o plantio até a colheita. Esses bioestimulantes ajudam a reduzir o estresse das plantas frente a condições adversas, ativam mecanismos de defesa e otimizam a absorção de água e nutrientes.

No evento, a Sipcam Nichino também destaca o inseticida Takumi, com bons resultados em soja, milho e cana-de-açúcar, além dos fungicidas Fezan Gold e Vitene, registrados para diversas culturas de importância econômica. Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino).

 





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