sábado, abril 11, 2026

Política & Agro

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Exportações de frangos seguem estáveis


A oferta de carne de frango seguiu restrita no início de 2025, sustentando os preços da ave mesmo em um período de demanda mais fraca, segundo análise do Itaú BBA. Esse cenário, aliado a custos de produção controlados, elevou o spread do frango abatido, garantindo um início de ano positivo para as processadoras. 

Em São Paulo, o frango inteiro e congelado registrou alta de 1,7% em relação a dezembro de 2024, com média de R$ 8,40/kg, 15% acima de janeiro do ano passado. Apesar da valorização, a carne de frango segue competitiva frente à carcaça dianteira bovina, com a relação de preços alcançando 2,3 kg de frango por kg de dianteiro, contra 1,8 kg um ano antes. 

No mercado externo, as exportações de carne in natura somaram 395 mil toneladas, praticamente estáveis frente a dezembro (-1,1%) e janeiro de 2024 (-0,3%). O preço médio do produto caiu 1,8% no mês, moderando o spread das vendas internacionais, que ainda se manteve em 104%, acima da média histórica de 78% e bem superior aos 58% de um ano atrás. 

Já no mercado doméstico, o spread do frango abatido avançou devido à alta dos preços, superando o leve aumento nos custos de produção (0,8%). Enquanto isso, os preços do frango vivo seguiram em queda, contrariando a tendência do atacado. Com custos ainda favoráveis e preços firmes, o setor de processamento de frango manteve bons resultados no início de 2025.

“Já no mercado doméstico, o spread do frango abatido escalou um pouco mais, dada a elevação do preço, um pouco acima da variação positiva dos custos de produção (0,8%). Por outro lado, os preços do frango vivo continuaram em queda, apesar da direção contrária no atacado. Ou seja, os bons ventos de 2024, com custos contraídos e preços evoluindo, continuaram favorecendo as agroindústrias processadoras de frango no primeiro mês do ano”, comenta.

 





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Safra maior derruba preços do suco de laranja


O Itaú BBA destacou que as estimativas do USDA para a safra 2024/25 indicaram um aumento na produção global de laranjas, pressionando os preços do suco concentrado na bolsa de Nova York. No Brasil, a Fundecitrus revisou para cima sua projeção para o cinturão citrícola, contribuindo para a estabilidade dos preços da fruta no mercado interno. Segundo o Cepea, a laranja posta à indústria foi cotada a R$ 88,24/cx (+0,2%), enquanto a oferta foi beneficiada pelo bom desenvolvimento da quarta florada da safra.  

O suco de laranja concentrado iniciou janeiro em alta, mas após a divulgação do USDA em 10 de janeiro, as cotações caíram. O mês terminou com o produto negociado a USDc 474,7/lb, queda de 4,1% frente a dezembro, e o movimento de baixa persistiu até 11 de fevereiro, com preço de USDc 390,45/lb. Já a Fundecitrus aumentou sua projeção de safra em 2,4%, para 228,52 milhões de caixas, impulsionada pelas chuvas bem distribuídas nos últimos meses, que favoreceram o tamanho dos frutos. Ainda assim, a produção é 26% menor que a safra anterior devido ao impacto do greening.  

Nas exportações, o Brasil embarcou cerca de 519 mil toneladas de suco de laranja (equivalente FCOJ) entre junho de 2024 e janeiro de 2025, uma queda de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior, reflexo dos estoques limitados. No entanto, a receita aumentou 38%, atingindo US$ 2,3 bilhões, impulsionada pelos preços mais elevados do produto no mercado externo.

“De acordo com o USDA, a produção global de suco de laranja para 2024/25 está prevista para aumentar em 4%, alcançando 1,4 milhão de toneladas. Essa previsão está pautada no indicativo de uma maior produção no Brasil que terá mais laranjas para o processamento, e espera-se que o país aumente a produção de suco em 9%, para 1 MM t”, conclui.

 





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Pecuária sente efeitos da estiagem nas pastagens



Irrigação ameniza impactos, mas seca ainda preocupa




Foto: Sheila Flores

De acordo com o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13), a falta de chuvas regulares tem afetado a qualidade e o crescimento das pastagens no Rio Grande do Sul. Em regiões mais secas, especialmente no Oeste do estado, observa-se queda na qualidade forrageira, estresse hídrico e até senescência de plantas, prejudicando a alimentação dos rebanhos.

De acordo com o relatório, pastagens perenes e anuais cultivadas também enfrentam dificuldades de rebrote e queda expressiva na produção forrageira. Em locais onde a irrigação é possível, a técnica tem sido essencial, mas alguns reservatórios já operam em níveis críticos.

Nas áreas que receberam chuvas regulares, a recuperação das pastagens tem permitido a realização de manejos como adubação e roçadas. No entanto, a escassez de água aliada às altas temperaturas segue representando um desafio para a pecuária, tornando indispensável o uso de estratégias de suplementação alimentar para manter a nutrição do gado.

A previsão climática para as próximas semanas será determinante para a recuperação das áreas afetadas e a manutenção da produtividade do setor agropecuário.





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Dólar fecha em alta e volta a superar R$ 5,70



Moeda dos EUA avança apesar de dia sem grandes notícias


Foto: Pixabay

Segundo dados da análise do InfoMoney, o dólar encerrou a sessão desta quarta-feira (14) em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,7258, após registrar na véspera o menor valor de fechamento do ano (R$ 5,6887). A valorização da moeda norte-americana ocorreu mesmo sem grandes notícias no cenário econômico, refletindo o viés positivo global para o dólar e as novas ameaças dos Estados Unidos de imposição de tarifas comerciais.

Na B3, às 17h04, o contrato futuro do dólar para março — o mais negociado no momento — subia 0,61%, para R$ 5,7345.

Apesar da valorização no dia, o dólar acumula queda de 7,33% em 2025, após um período de forte desvalorização no início do ano.

Dólar comercial:

Compra: R$ 5,725

Venda: R$ 5,725

Dólar turismo:

Compra: R$ 5,743

Venda: R$ 5,923





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Cotação do “boi China” cai R$ 2,00/@ em São Paulo



Boi gordo tem queda de preço




Foto: Divulgação

De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, a boa oferta de boiadas, especialmente de fêmeas de descarte, aliada ao baixo escoamento da carne bovina, resultou em uma pressão sobre os preços do mercado pecuário em São Paulo.

A cotação do boi gordo caiu R$ 1,00/@, enquanto o “boi China”, a vaca e a novilha registraram queda de R$ 2,00/@. As escalas de abate estão atendendo, em média, sete dias.

Mato Grosso

  • Região Norte: Oferta elevada de fêmeas para descarte, mas com baixa demanda. O preço do boi gordo caiu R$ 2,00/@, enquanto o valor da vaca e da novilha permaneceu estável.
  • Região Sudoeste: O mercado manteve estabilidade em todas as categorias.
  • Região de Cuiabá: Nenhuma variação nos preços foi registrada.
  • Região Sudeste: Com menor oferta de boiadas, mas escoamento lento, o mercado permaneceu equilibrado. O boi gordo e a vaca mantiveram os preços, enquanto a novilha caiu R$ 2,00/@.


Santa Catarina

O mercado manteve-se estável, com oferta moderada de bovinos e demanda pouco aquecida. Não houve variação de preços em nenhuma categoria. As escalas de abate na região atendem, em média, seis dias.





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Brasil fortalece comércio agropecuário com o Vietnã



Comércio Brasil-Vietnã pode chegar a US$ 10 bi até 2030




Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) concluiu com êxito uma missão oficial ao Vietnã, realizada entre os dias 13 e 15 de março, para fortalecer laços comerciais e ampliar oportunidades para o agronegócio brasileiro.

A delegação foi liderada pelo secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Marcel Moreira Pinto, e contou com a presença de representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e de exportadores brasileiros.

Durante a estadia na capital Hanói, a equipe participou de reuniões estratégicas com autoridades vietnamitas, incluindo o primeiro-ministro Pham Minh Chính e representantes dos ministérios do Planejamento e Investimentos e da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MARD). Os encontros abordaram investimentos no setor agropecuário e avanços na abertura do mercado vietnamita para carnes bovina, suína e de frango do Brasil.

Além disso, a delegação teve encontros com representantes do setor privado, como a Associação Vietnamita de Varejistas (AVR), importadores e distribuidores, ampliando as oportunidades de negócios entre os dois países.

Nos últimos anos, as relações comerciais entre Brasil e Vietnã têm se fortalecido. Em 2023, o fluxo comercial alcançou US$ 6,8 bilhões, com a expectativa de atingir US$ 10 bilhões até 2030. O Vietnã já figura entre os cinco principais mercados do agronegócio brasileiro.

Outro avanço importante foi a recente autorização do governo vietnamita para a importação de alimentos para cães e gatos contendo ingredientes de origem animal brasileiros, impulsionando a expansão do setor de pet food no mercado asiático.

A missão ao Vietnã reforça a estratégia do Mapa de abrir novos mercados e consolidar a competitividade do agronegócio brasileiro, garantindo novas oportunidades para produtores e exportadores do país.





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Semeadura do feijão-caupi avança no Maranhão



Falta de sementes pode afetar feijão-caupi




Foto: Canva

O 5º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que a semeadura do feijão-caupi no Maranhão está em fase avançada, se aproximando de dois terços da área total prevista.

As lavouras já implantadas encontram-se entre as fases de emergência, desenvolvimento vegetativo e floração, apresentando boas condições fitossanitárias. A primeira safra do feijão-caupi no estado é tradicionalmente cultivada por agricultores familiares, que utilizam baixa tecnologia e adotam sistemas consorciados com arroz, milho e mandioca. Esse modelo produtivo, no entanto, costuma resultar em baixos rendimentos.

Grande parte dos produtores utiliza sementes adquiridas por meio de programas de doação do governo estadual ou reaproveitadas de safras anteriores. Entretanto, para o atual ciclo, não há previsão de distribuição de sementes pelo governo, o que pode impactar a área total plantada nesta temporada.

A expectativa é de que a produtividade seja influenciada pela disponibilidade de insumos e pelas condições climáticas, fatores essenciais para a manutenção da produção do feijão-caupi, cultura de grande importância para a segurança alimentar e a economia da agricultura familiar no Maranhão.





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riscos e medidas de prevenção


A gripe aviária, causada pelo vírus H5N1, tem preocupado especialistas devido ao seu avanço global desde 2021. Nos EUA, o vírus já infectou quase mil rebanhos leiteiros e levou ao sacrifício de mais de 130 milhões de aves. Recentemente, a Califórnia declarou emergência sanitária após a detecção do vírus em 70% das fazendas leiteiras. Embora infecções humanas sejam raras, mutações recentes sugerem um risco crescente de adaptação do vírus aos humanos.  

“O vírus da gripe aviária H5N1, particularmente uma variante chamada 2.3.4.4b, vem se espalhando progressivamente pelo mundo, desde 2021. O vírus evoluiu para se tornar capaz de infectar uma diversidade de espécies de aves, mamíferos marinhos, gado e até mesmo, ocasionalmente, humanos”, explica Décio Luiz Gazzoni, engenheiro agrônomo, membro do Conselho Científico Agro Sustentável e da Academia Brasileira de Ciência Agronômica.

Casos de infecção ocorrem principalmente por contato direto com aves contaminadas ou ambientes infectados. No entanto, registros de pacientes sem exposição conhecida a animais aumentam o temor de uma possível transmissão entre humanos. Estudos indicam que uma única mutação pode facilitar essa adaptação, tornando o vírus ainda mais perigoso.  

Os sintomas variam de leves a graves, incluindo febre, tosse, pneumonia e dificuldades respiratórias. Para minimizar os riscos, especialistas recomendam evitar contato direto com aves doentes, consumir apenas produtos lácteos pasteurizados e adotar medidas de higiene rigorosas. O monitoramento constante da evolução do vírus e investimentos em pesquisa são essenciais para prevenir uma nova pandemia.  

A experiência com a Covid-19 reforça a necessidade de vigilância e ação rápida. A redução da exposição ao H5N1 pode diminuir as chances de mutações que tornem a transmissão entre humanos mais eficiente. A adoção de políticas públicas eficazes e a disseminação de informações confiáveis são cruciais para conter a ameaça da gripe aviária.

“O risco potencial do H5N1 inclui-se no contexto de que as pandemias são raras, mas não impossíveis. Cada mutação traz o vírus um passo mais perto do limite, mas predizer se um vírus vai vencer esta barreira é um evento imponderável e imprevisível. De toda a maneira, a história recente com a Covid 19 mostrou o quanto uma pandemia pode ser devastadora”, comenta.

 





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Brasil avança na tokenização de ativos ambientais



A tecnologia blockchain é um dos pilares da proposta



A tecnologia blockchain é um dos pilares da proposta
A tecnologia blockchain é um dos pilares da proposta – Foto: Divulgação

A tokenização de ativos ambientais tem ganhado destaque como ferramenta para impulsionar a economia sustentável e aprimorar a comercialização de créditos de carbono. Para regulamentar esse mercado, o Projeto de Lei n.º 3.434/2024, do senador Fernando Dueire (MDB/PE), propõe um marco regulatório que visa garantir transparência, rastreabilidade e segurança nas transações. 

Segundo a advogada Luciana Simões Rebello Horta, da ABToken, a medida estabelece critérios de governança e assegura que os tokens tenham lastro em ativos ambientais reais. “O PL 3.434/2024 representa um grande avanço ao definir critérios de governança e transparência, garantindo que os tokens tenham lastro em ativos ambientais reais e verificáveis”, afirma.

A tecnologia blockchain é um dos pilares da proposta, permitindo auditorias independentes e evitando fraudes, como a dupla contagem de créditos. Além disso, a regulamentação busca atrair investimentos para projetos sustentáveis, como reflorestamento e conservação de biomas, tornando o setor mais seguro para investidores.

Apesar do avanço, desafios persistem, como a adaptação às normas internacionais e a capacitação dos agentes do setor. O Grupo de Trabalho de Ativos Verdes da ABToken, coordenado por Luciana Horta, acompanha de perto a tramitação do PL para garantir um equilíbrio entre inovação e segurança jurídica. Se aprovado, o PL 3.434/2024 poderá posicionar o Brasil como referência global na tokenização de ativos ambientais. 

“Com a tramitação do PL 3.434/2024, o Brasil se aproxima de uma nova era na regulamentação de ativos digitais sustentáveis. Se aprovado, o projeto poderá consolidar o país como líder global na tokenização de ativos ambientais, atraindo investimentos e fortalecendo seu compromisso com a sustentabilidade e inovação tecnológica”, finaliza Luciana.

 





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Broca e bicho-mineiro exigem controle eficiente


O manejo de pragas e doenças é fundamental para garantir a qualidade e produtividade do café, segundo o engenheiro agrônomo e CEO da Experimental Agrícola/illycaffè, Dr. Aldir Alves Teixeira. Entre os desafios enfrentados pelos cafeicultores, duas ameaças se destacam: a broca-do-café (Hypothenemus hampei) e o bicho-mineiro (Leucoptera coffeella).

A broca-do-café é uma praga bastante prejudicial ao cafeeiro e ataca os frutos em qualquer estágio de maturação. As infestações da broca-do-café podem ser influenciadas por diversos fatores, tais como o clima, a colheita, o sombreamento, o espaçamento e a altitude. Níveis a partir de 30% de infestação são prejudiciais à produtividade e qualidade do café. Os machos da broca-do-café apresentam as mesmas características morfológicas das fêmeas, porém são menores com asas rudimentares e possuem o comportamento de não saírem dos frutos onde se originam. As fêmeas, após o acasalamento, perfuram a região da coroa, e ovipositam em câmaras feitas nas sementes. Após 4 a 10 dias da postura, nascem as larvas que passam a broquear as sementes degradando o interior dos frutos de café. O período larval é de 14 dias, o período de pupa é de 7 dias em média, sendo que o desenvolvimento completo dura de 27 a 30 dias. Os prejuízos causados pela broca-do-café afetam a classificação e o beneficiamento do mesmo, comprometendo a bebida do ponto de vista comercial.

“A forma mais adequada para acompanhar a infestação da broca-do-café e para a tomada de decisão dos métodos de controle a serem utilizados é fazer a amostragem mensal dessa praga no cafezal, principalmente até cerca de 70 dias antes da colheita. Outra sugestão é iniciar a amostragem quando os frutos estiverem na fase de chumbo e chumbões, período em que as sementes já estão formadas e, portanto, fase em que a broca perfura o fruto, podendo ovipositar no fruto”, explica o engenheiro agrônomo.

Já a mariposa do bicho-mineiro é bem pequena, apresentando 6,5 mm de envergadura, asas brancas na parte dorsal. Sua postura ocorre durante a noite, com média de 7 ovos, colocando um ovo por folha, e durante o dia permanece na parte inferior das folhas. Nas infestações, a lagarta penetra na folha e aloja-se entre as duas epidermes, começando a alimentar-se e a construir minas, daí o nome bicho-mineiro. A ocorrência do bicho-mineiro está condicionada a diversos fatores. Entre esses fatores destacam-se as condições climáticas, sendo que a precipitação pluvial e a umidade relativa do ar influenciam negativamente na população da praga, ao contrário da temperatura, que exerce influência positiva; também a presença ou ausência de inimigos naturais como parasitoides, predadores e patógenos e diferenças de espaçamentos favorecem as infestações dessa praga. As larvas do bicho-mineiro eclodem de 5 a 21 dias após a postura, e penetram nas folhas, ficando entre as duas epidermes e causando a destruição do parênquima, consequentemente causam diminuição da área fotossintética e provocam queda das folhas. O período larval desta praga dura de 9 a 40 dias, formando um casulo em forma de X, no baixeiro do cafeeiro. Já o período de pupa dura de 5 a 26 dias e os adultos sobrevivem em média cerca de 15 dias.

“A amostragem de bicho-mineiro em cafeeiros de até 3 anos de idade deve ser realizada quinzenalmente no início, quando os primeiros danos aparecem nas folhas. Neste caso, o controle do bicho-mineiro deve ser iniciado quando forem encontradas 30% ou mais de folhas minadas nos terços médio e superior das plantas de café”, orienta Dr. Aldir Alves Teixeira.





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