terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Preço do trigo segue em alta no Brasil com escassez de produto de qualidade



Compradores enfrentam dificuldades para encontrar lotes com bom padrão




Foto: Canva

Os preços do trigo em grão continuam em alta no Brasil, impulsionados pela escassez de produto de qualidade no mercado interno. De acordo com o boletim informativo do Cepea, compradores enfrentam dificuldades para encontrar lotes com bom padrão, o que tem levado à priorização das importações.

Por outro lado, vendedores, com estoques reduzidos, evitam fechar novos negócios à espera de cotações ainda mais elevadas nos próximos meses, em plena entressafra nacional. Segundo o Cepea, a comercialização do trigo com PH igual ou superior a 78 está restrita a lotes pontuais, reforçando a limitação da oferta interna.

Enquanto isso, os produtores já começam a se planejar para a próxima safra. Dados oficiais apontam uma redução de 2,1% na área plantada no Brasil, mas a expectativa de aumento na produtividade deve garantir uma oferta maior em 2025 na comparação com o ano anterior.





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Fixação na B3 é alternativa diante de mercado fraco


A TF Agroeconômica destaca que as safras de milho ainda não estão definidas tanto nos EUA quanto no Brasil, e o mercado segue incerto. Nos EUA, há intenção de ampliação do plantio, mas os números exatos ainda precisam ser confirmados. No Brasil, o atraso da Safrinha pode impactar a produção da segunda safra, influenciando os preços. Atualmente, as cotações do milho na B3 atingiram o pico do ano passado e recuaram, mas ainda há espaço para uma alta de R$ 3 a R$ 5 por saca, segundo análise do CEPEA. No mercado físico, os preços seguem abaixo do custo na maioria das regiões, com perdas de até 13,59% no PR, GO, MT e MS e 3,51% no RS, SC e MG.

Entre os fatores de alta, as vendas de milho 2024/2025 nos EUA somaram 1,45 milhão de toneladas, uma queda de 12% em relação à semana anterior, mas ainda dentro das expectativas do mercado. No Brasil, a demanda interna segue aquecida, impulsionada pelos preços das carnes e do etanol de milho, o que tem reduzido os negócios de exportação no último mês. Além disso, a possibilidade de menor exportação brasileira beneficia as cotações da CBOT, pois pode aumentar a demanda pelo milho dos EUA, especialmente considerando a seca que afeta a produção argentina.

Por outro lado, há fatores de baixa no horizonte. A previsão do CoBank para a safra 2025/2026 nos EUA indica um aumento de 4,42% na área plantada, chegando a 38,28 milhões de hectares. No Brasil, o plantio avança, com o Imea reportando um progresso semanal de 22,2 pontos percentuais no Mato Grosso, atingindo 67,15% da área prevista, contra 80,38% no mesmo período de 2024 e a média de 70,27% dos últimos cinco anos.

Diante desse cenário, a recomendação da TF Agroeconômica é evitar vendas no mercado físico, onde os preços seguem baixos, e optar pela fixação de preços na B3. A Bolsa pode apresentar uma tendência de alta no curto prazo, mas a possibilidade de baixa futura reforça a necessidade de cautela e estratégia para otimizar os ganhos.





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Milho fecha em alta na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho voltou a patamares de 2023 e fechou o dia e a semana em alta, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As cotações da B3 voltaram a subir, os fatores internos ainda são os mesmos. A dificuldade de escoar a primeira safra, com fretes em alta e logística de transporte e armazéns voltados para a soja”, comenta. 

“A proximidade do vencimento de março estimula a alta para outros vencimentos. Maio e junho subiram substancialmente. Mesmo com o avanço do plantio do milho safrinha, nem todos apostam que os produtores conseguirão semear a área pretendida até o fim da janela ideal”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 80,06 apresentando alta de R$ 2,34 no dia, alta de R$ 4,31 na semana; maio/25 fechou a R$ 80,15, alta de R$ 1,55 no dia, alta e R$ 2,97 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 74,28, alta de R$ 0,82 no dia e alta de R$ 1,19 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou o dia e a semana em baixa com perspectiva de aumento de área nos EUA. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão,fechou em baixa de -1,41 % ou $ -6,75 cents/bushel a $ 491,00. A cotação para maio, fechou em baixa de -1,51 % ou $ -7,75 cents/bushel a $ 505,00”, informa.

“O milho negociado em Chicago fechou o dia e a semana em baixa. O mercado realizou lucros nesta semana mais curta de negociação. Após as cotações baterem a máxima de 18 meses, os operadores de mercado viram espaço para realizar lucros. O avanço do plantio da safrinha no Brasil e a perspectiva de aumento de área nos EUA foram a pressão para a baixa”, conclui.

 





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Confira como o milho encerrou a semana


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul tornou-se mais atrativo para as indústrias locais do que a exportação. As cotações para a indústria variam entre R$ 71,00 e R$ 75,00, dependendo da região. Enquanto isso, a exportação ofereceu R$ 78,50 por saca para entrega entre fevereiro e março, mas a demanda interna manteve os estoques fluindo para as indústrias locais. O porto de Rio Grande embarcou 133,3 mil toneladas na primeira quinzena de fevereiro, com mais 475,7 mil toneladas previstas até 9 de março, totalizando uma exportação projetada de 750 mil toneladas.  

Em Santa Catarina, o custo para trazer milho de fora do estado aumentou, segundo relatório da Epagri. Apesar da leve retração nos preços internos em janeiro de 2025, o mercado futuro aponta para alta em março. A demanda das agroindústrias de aves e suínos no Oeste catarinense fez com que a valorização anual do milho atingisse 13% nessa região, a maior do estado. No mercado físico, cooperativas pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, enquanto os valores no porto variam de R$ 72,50 a R$ 73,50 para entregas entre agosto e outubro.  

No Paraná, a atenção está voltada para a safrinha, com indústrias e exportadores disputando estoques. O milho spot tem sido negociado a cerca de R$ 70,00 no interior. No porto de Paranaguá, compradores oferecem entre R$ 72,70 e R$ 74,80 por saca, dependendo da data de entrega. Já no Mato Grosso do Sul, a Aprosoja reporta um avanço de 24,2% no plantio do milho safrinha, favorecido pelo clima. Chapadão do Sul, Costa Rica e São Gabriel do Oeste registram boas chuvas, enquanto produtores mantêm monitoramento constante das lavouras. Os preços recuaram 1,52% em Campo Grande (R$ 65,00), mas subiram em outras regiões, com destaque para Chapadão (+7,81%, R$ 69,00) e Dourados (+4,59%, R$ 70,00).

 





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nova campanha do Fundecitrus fortalece orientação para o controle do psilídeo



Para a incidência ser zero, o controle precisa ser dez


Foto: Fundecitrus

“Para a incidência ser zero, o controle precisa ser dez”. Esse é o lema da nova campanha do Fundecitrus para a mitigação da incidência de greening em pomares de citros no cinturão citrícola do estado de São Paulo e Triângulo Sudoeste Mineiro e nas áreas de expansão.

Lançada nesta segunda-feira, 17, a campanha ressalta a necessidade de um controle rigoroso do psilídeo, especialmente em novas regiões de avanço da citricultura, como nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e outras regiões mineiras. Diante da alta incidência do greening em algumas regiões do cinturão, a ampliação dos pomares para novas áreas livres ou com baixos níveis da doença tem sido uma medida adotada por alguns citricultores. Entretanto, é importante que os profissionais reforcem as medidas de controle tanto para o greening quanto para outras doenças da citricultura.

Para o diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres, o aumento de pomares comerciais na região é fator preponderante para a dispersão natural do psilídeo, o que agrava a disseminação da doença. “Por esse motivo, colocar em prática o manejo já conhecido é tarefa constante para as novas áreas. Rotação dos modos de ação dos inseticidas, frequência adequada de pulverização, qualidade de aplicação, escolha de produtos eficazes e eliminação de plantas doentes são as principais diretrizes de manejo que não devem faltar”, alerta.

Essas medidas devem constar no manejo, pois o surgimento de doenças é inerente ao crescimento da citricultura. A vigilância deve ser constante, desde o começo, para que nessas áreas não se cometa os mesmos erros que permitiram a doença crescer a níveis alarmantes em algumas regiões do estado de São Paulo.

Ocorrências

Levantamentos recentes realizados pela Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro/MS) e Agrodefesa (GO), por meio de busca ativa em propriedades com a presença de citros, já registram a presença da bactéria do greening em mais de 30 municípios do Mato Grosso do Sul, assim como em Campo Limpo de Goiás e Quirinópolis, em Goiás. “Essas ocorrências de greening reforçam a necessidade de atenção e cuidado redobrado por parte do citricultor”, finaliza Ayres.





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Fundecitrus discute estratégias de combate ao greening no Mato Grosso do Sul



Encontro reforçou a necessidade de o governo sul-mato-grossense elaborar legislação


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus se reuniu, nesta terça-feira (18), em Campo Grande (MS), com representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Cie^ncia e Tecnologia do estado do Mato Grosso do Sul e da Agência Estadual de Defesa Sanita´ria Animal e Vegetal (Iagro) para discutir estrate´gias fundamentais de combate ao greening em regio~es de produc¸a~o citri´cola.

Em razão do avanço da doença no cinturão citrícola de Sa~o Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, o Mato Grosso do Sul vem ganhando, nos u´ltimos meses, novas áreas de pomares comerciais em momento de expansa~o da citricultura. O mesmo tambe´m vem ocorrendo em Goia´s e em outras regio~es de Minas Gerais.

O encontro reforçou a necessidade de o governo sul-mato-grossense elaborar legislação sobre a doença e contribuir com a orientac¸a~o ao citricultor sobre o potencial de impacto econômico do greening no pomar. “Nessas a´reas de expansão da nossa citricultura, e´ fundamental que haja uma unia~o muito forte entre o setor pu´blico-privado, assim como temos em Sa~o Paulo e Minas, com o objetivo central de impedir o progresso da doenc¸a no futuro, como ocorreu no atual parque citri´cola. E´ um trabalho estrate´gico, de planejamento e de troca de experiências muito importante, antevendo uma situac¸a~o de crescimento do greening”, explica o diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres.

Também participaram do encontro Rogério Beretta, secretário executivo de desenvolvimento econômico sustentável do Mato Grosso do Sul; Karla de Nadai, coordenadora de citricultura da secretaria de agricultura; Daniel de Barbosa Ingold, o presidente da Iagro; o pesquisador do Fundecitrus Franklin Behlau; o coordenador de departamento de Transfere^ncia de Tecnologia do Fundecitrus, Ivaldo Sala, e representantes das empresas Cambuhy Agrícola, AGT Citrus, Citrosuco e Cutrale.





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Terceira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de SP e MG prevê produção de 228,52 milhões de caixas


Redução da taxa de queda e crescimento do tamanho dos frutos da quarta florada explicam aumento em relação à reestimativa anterior

A terceira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgada pelo Fundecitrus nesta segunda-feira (10), aponta que a produção da temporada deve ser de 228,52 milhões de caixas de laranja de 40,8 kg, 2,4% maior do que a quantidade estimada anteriormente, 223,14 milhões de caixas, divulgada em dezembro. No entanto, o volume ainda é 1,7% menor do que a projeção inicial, de 232,38 milhões, prevista em maio.

As chuvas dos últimos dois meses foram bem distribuídas em todas as regiões, superando as previsões e mesmo a média histórica em dezembro, o que contribuiu diretamente para o aumento do tamanho dos frutos da quarta florada, principalmente das variedades Pera e Natal.

Considerando todas as variedades, são necessários 258 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, indicando três frutos a menos em comparação à reestimativa feita em dezembro. Assim, o peso médio das laranjas de primeira, segunda e terceira floradas permanece projetado em 161 gramas, enquanto os frutos da quarta florada registraram um aumento de 20 gramas em relação à reestimativa de dezembro, atingindo 146 gramas. Como a maior parte da produção que ainda será colhida é proveniente da quarta florada, cuja emissão ocorreu tardiamente, os frutos deverão ser colhidos com 158 gramas na média geral, duas gramas a mais do que o previsto anteriormente.

Outro fator que influenciou o aumento da safra em relação à reestimativa anterior foi a redução da taxa de queda das variedades Valência, Folha Murcha e Natal de 19% na reestimativa de dezembro para 18% nesta. A diminuição da taxa de queda está relacionada à colheita antecipada dos frutos das duas primeiras floradas e à menor quantidade de frutos nas árvores em relação às safras passadas neste período da temporada.

Estima-se que, até meados de janeiro, cerca de 89% da produção tinha sido colhida. As laranjas das variedades precoces já foram colhidas praticamente em sua totalidade, enquanto ainda restam 15% da produção da variedade Pera Rio, 16% das variedades Valência e Folha Murcha e 10% da variedade Natal para serem colhidas até o final da safra.

A Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) é realizada pelo Fundecitrus em parceria com o Departamento de Ciências Exatas, FCAV/Unesp Campus Jaboticabal.

Confira o relatório completo: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0225_Reestimativa_da_Safra_de_Laranja.pdf 

Confira o relatório em inglês: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0225_Orange_Crop_Forecast_Update.pdf





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Preço da soja ainda garante lucro, mas alerta para riscos


A soja enfrenta um cenário de fundamentos predominantemente baixistas, conforme análise da TF Agroeconômica. O mercado segue pressionado pelo aumento da oferta em relação à demanda, enquanto fatores geoeconômicos e geopolíticos geram incertezas. 

A recomendação da consultoria é de venda, uma vez que os preços atuais ainda garantem margens de lucro significativas, variando de 10,90% no Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia, até 25,91% para operações na Bolsa de Chicago. Além disso, o adiamento da entrada do B15 e a suspensão dos financiamentos agrícolas no Brasil adicionam incertezas ao setor.  

Entre os fatores altistas, destaca-se a substituição da soja pelo milho nos Estados Unidos, com projeção de redução de 3,57% na área plantada para 2025/2026. Além disso, as produções de Argentina e Paraguai foram revisadas para baixo, com estimativas de 47,5 milhões de toneladas e 10,7 milhões de toneladas, respectivamente. No Brasil, a demanda por óleo de soja para biodiesel sustenta os preços do produto 14,22% acima do final de 2024. No entanto, a baixa demanda pelo farelo de soja limita a valorização do grão.  

Por outro lado, os fatores de baixa incluem a realização de lucros sobre o óleo de soja, a entrada da safra brasileira no mercado e a fraqueza das exportações dos EUA. Chicago registrou perdas, com o óleo de soja recuando US$ 9,92 na posição de março, atingindo US$ 1.031,96 por tonelada. Além disso, as exportações americanas continuam fracas, com 480,3 mil toneladas vendidas na última semana, um aumento em relação ao período anterior, mas ainda 23% abaixo da média das últimas quatro semanas. A colheita no Brasil também avança, com Mato Grosso atingindo 66,16%, pressionando os preços.  

No Brasil, a decisão de adiar o B15 adiciona 2,5 milhões de toneladas ao mercado, reduzindo a necessidade de esmagamento industrial. Além disso, a suspensão do financiamento agrícola para a safra 2025/2026 gera preocupações quanto ao plantio e à formação de preços. A alta taxa de juros e a falta de garantias para compradores internacionais contribuem para um ambiente de incerteza, aumentando a pressão baixista sobre a soja.

 





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Soja encerra semana com leve alta


A soja fechou em baixa nesta sexta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT), mas encerrou a semana com saldo positivo, conforme dados da TF Agroeconômica. O contrato para março, referência para a safra brasileira, caiu 0,57%, fechando a US$ 1039,50 por bushel. O contrato de maio recuou 0,54%, para US$ 1057,25 por bushel. 

O farelo de soja para março teve queda de 0,41%, cotado a US$ 294,8 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja caiu 0,95%, fechando a US$ 46,81 por libra-peso. “A soja negociada em Chicago fechou o dia em baixa, mas a semana terminou com saldo positivo. Em uma semana mais curta, o relatório de vendas para exportação foi divulgado nesta sexta-feira”, comenta.

A pressão de baixa veio do relatório semanal de vendas para exportação, divulgado nesta sexta-feira, que, apesar de melhor que o anterior, mostrou uma queda de 32% em relação à média das últimas quatro semanas. Além disso, o Brasil está avançando na colheita e compensando rapidamente os atrasos do plantio, colocando novos volumes no mercado internacional, o que também influencia os preços.  

Apesar da queda diária, o saldo da semana foi positivo para a soja, que acumulou alta de 0,34% ou US$ 3,50 cents/bushel. Já o farelo de soja recuou 0,37%, perdendo US$ 1,1 por tonelada curta. O óleo de soja, por outro lado, registrou valorização de 1,61%, subindo US$ 0,74 por libra-peso.  

O mercado segue atento aos movimentos do Brasil e às condições climáticas, que podem impactar a oferta global. A evolução da demanda chinesa e os próximos relatórios de exportação serão fundamentais para definir a tendência dos preços na CBOT nos próximos dias.

 





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