segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Como gerar créditos de carbono na agricultura



A agricultura tem se tornado um setor-chave na geração de créditos de carbono


Foto: Divulgação

A agricultura tem se tornado um setor-chave na geração de créditos de carbono, um mecanismo essencial para combater as mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A ideia central por trás dessa prática é o uso de métodos agrícolas que armazenam carbono no solo ou reduzem as emissões associadas ao processo produtivo, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas e abrindo novas fontes de renda para os produtores rurais.

A geração de créditos de carbono se dá por meio da adoção de práticas agrícolas sustentáveis que aumentam a captura de carbono da atmosfera. Entre as técnicas mais utilizadas estão a adoção de sistemas de plantio direto, o uso de adubação verde, a rotação de culturas, a redução do uso de insumos químicos e o manejo de pastagens. Essas práticas favorecem a sequestro de carbono no solo, diminuindo as emissões de gases como metano e óxidos de nitrogênio, que são liberados em grande quantidade em sistemas convencionais de cultivo.

Para gerar créditos de carbono, o agricultor deve seguir uma metodologia específica, estabelecida por certificadoras e entidades regulamentadoras. Entre as metodologias mais reconhecidas estão as de comércio voluntário de carbono, que permitem que empresas ou pessoas compensem suas emissões ao comprar créditos gerados por práticas sustentáveis na agricultura. As certificadoras como VERRA, Gold Standard e Climate Action Reserve são algumas das principais que avaliam e validam a geração desses créditos.

Além disso, é importante que os agricultores adotem um monitoramento contínuo de suas práticas, para garantir a quantificação precisa do carbono sequestrado ou das emissões evitadas. Isso envolve o uso de tecnologias como sensores de carbono, imagens de satélite e ferramentas de modelagem agrícola para acompanhar a evolução das lavouras e a quantidade de carbono armazenado no solo.

A venda de créditos de carbono gera renda adicional para os agricultores e também contribui para a economia verde. O mercado global de créditos de carbono tem crescido nos últimos anos, especialmente com o aumento da pressão de empresas para reduzir suas emissões de carbono e atender às exigências de sustentabilidade.





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como controlar e prevenir danos



A ferrugem do cafeeiro é uma das doenças mais prejudiciais à produção de café


Foto: Pixabay

A ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix Berk. & Br) é uma das doenças mais prejudiciais à produção de café, afetando a produtividade e a qualidade das lavouras. Segundo o engenheiro agrônomo João Leonardo Corte Baptistella, em uma publicação no Blog da Aegro, essa doença é favorecida por uma combinação de fatores ambientais, como alta umidade relativa, temperaturas entre 20°C e 24°C, baixa luminosidade e desbalanços nutricionais.

Os principais sintomas da ferrugem incluem desfolha e, em casos mais graves, seca de ramos, o que compromete a produção de grãos. Para detectar a presença da doença, o monitoramento é realizado com a coleta de 100 folhas do terço médio de cada talhão de café.

O controle da ferrugem do cafeeiro é comumente feito por meio da aplicação de agentes químicos, que podem ser utilizados de forma preventiva, especialmente durante o período chuvoso, ou quando os danos atingirem o nível de dano econômico – quando pelo menos 5% das folhas estão infectadas. Além disso, uma estratégia eficaz para reduzir os danos causados pela ferrugem é o uso de variedades de cafeeiro resistentes, que ajudam a diminuir a vulnerabilidade das lavouras.

Outras práticas que contribuem para a prevenção da ferrugem incluem o uso de espaçamentos maiores entre as plantas e a nutrição adequada, que favorece o fortalecimento das plantas e as torna mais resistentes à doença.





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Dólar fecha em baixa frente ao real após ajuste de posições



Dólar fecha em baixa de 0,74%


Foto: Pixabay

De acordo com os dados do InfoMoney, o dólar encerrou o pregão de terça-feira (11) em baixa de 0,74%, cotado a R$ 5,8113, acompanhando a desvalorização da moeda norte-americana no exterior. Esse movimento ocorreu após o pico de busca por segurança observado na véspera, com os investidores ajustando suas posições no mercado brasileiro, depois do avanço de mais de 1% registrado na sessão anterior.

Com a queda de hoje, o dólar acumula uma perda de 1,78% no mês de março. No mercado futuro, às 17h03, o contrato de dólar para abril, que é o mais negociado no Brasil, cedia 0,74%, sendo cotado a R$ 5,8380.

Em relação aos valores de venda e compra, o dólar comercial foi cotado a R$ 5,811 (compra) e R$ 5,811 (venda), enquanto o dólar turismo fechou a R$ 5,836 (compra) e R$ 6,016 (venda).





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Soja tem desempenho variável devido à estiagem


O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (6), indicou que a safra de soja segue com desempenho irregular, devido às chuvas que ocorreram de maneira desigual nas diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Enquanto algumas áreas registraram precipitações mais expressivas, o que resultou em uma recuperação parcial das lavouras, outras enfrentaram déficit hídrico, intensificando sintomas como enrolamento foliar e abortamento de estruturas reprodutivas, agravados por temperaturas elevadas.

Atualmente, 57% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos, e cerca de 20% das plantações estão em maturação. A colheita continua, mas de forma limitada, com apenas 3% da soja colhida, especialmente nas áreas mais afetadas pela estiagem, o que antecipou o final do ciclo e resultou em redução dos rendimentos.

O boletim ainda destacou que o potencial produtivo da soja segue variável, refletindo as diferenças nas precipitações entre janeiro e fevereiro, nas épocas de semeadura e nas condições do solo. A compactação do solo, a prática de monocultura e os baixos teores de matéria orgânica agravaram as perdas em áreas específicas.

Centro-Oeste do estado continua sendo a área mais afetada pela estiagem, com danos significativos. Em contrapartida, nas áreas a Leste, onde as chuvas foram mais regulares, o potencial produtivo permanece satisfatório e próximo ao esperado inicialmente.

Do ponto de vista fitossanitário, o Noroeste do estado apresenta altos níveis de tripes, com índices acima do limiar de dano econômico. Por outro lado, as populações de percevejos fitófagos e lagartas desfolhadoras seguem sob controle, dentro dos parâmetros do monitoramento integrado.

Ações de controle seguem, com aplicações noturnas de fungicidas e inseticidas, especialmente contra a ferrugem-asiática, priorizando a redução de perdas por volatilização.





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Larva-alfinete ameaça a lavoura de feijão



Pragas do feijão: como controlar e minimizar os danos


Foto: Canva

O manejo de pragas no feijão é uma tarefa desafiadora para muitos agricultores, pois exige rapidez e precisão nas ações para minimizar danos à cultura. De acordo com a engenheira agrônoma Rayssa Fernanda dos Santos, em publicação no Blog da Aegro, o controle eficaz depende da identificação correta das pragas e da escolha das melhores estratégias de combate.

As pragas que atacam o feijão podem variar conforme a localização da lavoura, com destaque para a larva-alfinete (Diabrotica speciosa), uma das principais ameaças à cultura. A larva-alfinete ataca as raízes e sementes do feijão, e suas perfurações nas folhas cotiledonares podem comprometer a absorção de água e nutrientes, debilitando as plantas e prejudicando o crescimento.

Para minimizar a presença dessa e de outras pragas, Rayssa recomenda a utilização de sementes de qualidade, variedades resistentes e um bom tratamento das sementes. Além disso, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) é uma prática essencial, pois integra várias abordagens, como o controle biológico, químico e cultural, proporcionando resultados mais eficazes e sustentáveis.





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35º Fórum Nacional da Soja avalia novo cenário geopolítico e de preços para o grão


O Fórum Nacional da Soja chegou a 35ª edição nesta terça-feira (11), durante a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS. O evento, que é um dos principais da agronegócio brasileiro, reuniu centenas de participantes para discutir as perspectivas para a cultura e para o mercado da soja, principalmente diante das frustrações climáticas no Sul do Brasil e das mudanças na geopolítica mundial.

Abrindo o evento, o presidente da Expodireto Cotrijal, Nei César Manica, ressaltou o impacto dessas questões na rentabilidade dos produtores, considerando que a soja é a principal cultura agrícola do estado e do país. “Com certeza esse debate vai enriquecer muito o setor, trazendo as dificuldades e as oportunidades que se apresentam neste mundo globalizado”, afirmou.

A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro/RS), co-organizadora do evento junto com a Cotrijal, enfatizou a relevância do fórum e da Expodireto para o agronegócio gaúcho. “Nós temos muitos desafios e isso tem sido muito discutido aqui na feira. […] Nós precisamos de uma política pública favorável à agricultura do Rio Grande do Sul”, ressaltou Paulo Pires, presidente da entidade.

Caio Vianna, presidente da CCGL, apontou o Fórum da Soja como um espaço para encontrar soluções para os desafios atuais do setor. “Este fórum é um polo, um momento para convergir as ideias e encontrarmos caminhos”, destacou. Nesse sentido, o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, ressaltou o papel do cooperativismo na superação de adversidades. “Nós temos um novo momento econômico e nós só vamos conseguir nos estruturar através da informação, do conhecimento e, acima de tudo, da ação, para que nós possamos fazer a mudança. Eu tenho certeza de que o cooperativismo vai emergir cada vez mais forte e mais pujante em cima dessas dificuldades”, avaliou.

Mercado

A produção mundial de soja segue superando a demanda pelo grão, o que vem pressionando as cotações da commodity no mercado internacional. Apesar de outros fatores impactarem na formação de preço do grão no mercado brasileiro, a expectativa é de que as cotações se mantenham estáveis. “Os preços estão mais baixos e não existe uma perspectiva de mudança em termos de preços internacionais”, explica o sócio-diretor da Agroconsult, André Debastiani.

No Rio Grande do Sul, esse cenário é agravado pela frustração de safra em função da estiagem, que contrasta com os resultados positivos no restante do país. “A gente precisa de uma solução que parta do Estado, ajudando nas negociações, contribuindo para trazer taxas de juros mais atrativas para o produtor e com medidas estruturantes, seja o investimento em irrigação ou em solos, para que o produtor consiga passar por esse momento e, quiçá, nas próximas safras alcançar produtividades elevadas”, avalia o consultor.

Essas produtividades elevadas podem garantir maior tranquilidade aos produtores em momentos desfavoráveis de mercado. “O que a gente tem que pensar em termos de produtor é conseguir produzir mais, porque, sem dúvida alguma, é a melhor medida de garantia para o produtor passar por momentos difíceis como esse”, enfatiza Debastiani.

China

O principal parceiro comercial do Brasil, que recebe a maior parte da soja produzida pelo país, tem um papel importante na definição de preços e na economia brasileira. “A China tem cerca de 20% da população mundial e menos de 10% da terra arável do mundo. Então ela não tem terra para seus plantios e para alimentar o povo, ela é completamente dependente das importações e o Brasil é quem mais exporta para a China. Isso acaba gerando uma codependência, mais da metade de toda a soja exportada pelo Brasil vai para a China. Então é fundamental para quem trabalha com isso entender a China e os chineses”, ressalta o investidor Ricardo Geromel, palestrante do Fórum da Soja.

Considerando esses fatores, a expectativa é de que essa parceria se mantenha e até se intensifique ao longo dos próximos anos, com a China assumindo um papel cada vez maior na geopolítica mundial, que está em plena transformação. “Preparem-se para ver muito mais impacto econômico da China aqui no Brasil nos próximos anos”, afirma.





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Mosaic leva conceito conectado e tecnológico à Expodireto Cotrijal 2025


A Mosaic, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, estará presente na Expodireto Cotrijal 2025, que acontecerá de 10 a 14 de março em Não-me-toque (RS). Com uma presença cada vez mais centrada em iniciativas sustentáveis e inovadoras para o agronegócio, o foco é a tecnologia presente nos produtos, enfatizando o compromisso da empresa com o aumento da produtividade mesmo em condições adversas.

A Expodireto Cotrijal é um dos principais eventos de agronegócio do Brasil, reunindo representantes de cooperativas, produtores rurais, técnicos e especialistas. A feira proporciona uma oportunidade estratégica para a Mosaic apresentar seus produtos e soluções a todos os públicos participantes.

Produtos e soluções

A companhia marcará presença na Expodireto Cotrijal 2025, destacando seus produtos de alta performance como Performa Plus, MicroEssentials, Aspire e toda a linha Mosaic Biosciences. Em um cenário desafiador, com quebras de safra devido a questões climáticas, a empresa reafirma seu compromisso em apoiar os agricultores na superação desses obstáculos. “Nossos produtos são desenvolvidos para melhorar a eficiência das lavouras e contribuir para a sustentabilidade do setor agrícola, mesmo em condições extremas,” afirma Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic no Brasil. 

Durante o evento, o time de especialistas da Mosaic estará disponível para orientar produtores e visitantes sobre o impacto das mudanças climáticas na agricultura e como suas soluções tecnológicas podem ajudar a mitigar esses efeitos. A situação no Rio Grande do Sul, especialmente nas regiões oeste e sul do estado, onde a estiagem foi mais severa, destaca a importância de utilizar produtos com tecnologia avançada. “Locais que utilizaram adubação com tecnologia superior, como a linha Performa Plus, tiveram melhor desempenho em condições de estiagem, o que acaba se pagando a longo prazo,” afirma Monteiro. A Mosaic acredita que, com o uso adequado de seus produtos, os agricultores podem enfrentar os desafios climáticos de maneira mais eficaz e sustentável.

A multinacional também destacará a nutrição de pastagens com a linha MPasto, que incorpora tecnologia sustentável para aumentar a produtividade e rentabilidade na pecuária de corte e leiteira. As soluções dessa linha de fertilizantes proporcionam nutrição vegetal adequada, reduzindo a degradação das pastagens e restaurando a produtividade pecuária sem a necessidade de abrir novas áreas.

Fertilizantes em alta: IPCF se mantém estável com aumento de preço

O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) de fevereiro de 2025 fechou em 1,1, praticamente estável em relação ao mês anterior (1,09). O aumento médio de 3% nos preços dos fertilizantes, impulsionado pela Ureia e Cloreto de potássio (KCl), contribuiu para esse resultado. As commodities também registraram um aumento médio de 2%, puxado pelo milho, que está em fase adiantada de plantio. O mercado de fertilizantes permanece aquecido, com o final do plantio do milho safrinha e o início dos preparativos para a próxima safra de verão, destacando-se a soja. A safra na América do Norte deve ter uma área de soja menor, o que pode equilibrar a oferta e demanda global.

Ecossistema Mosaic

O estande da Mosaic na Expodireto Cotrijal 2025 promete uma jornada imersiva pela história do agronegócio, com destaque para o Túnel Biosciences. Essa experiência utiliza tecnologias inovadoras para mostrar como as soluções da Mosaic podem aprimorar a eficiência das lavouras e contribuir para a sustentabilidade do setor agrícola. Além disso, o tótem da Fer permitirá que os visitantes interajam e se cadastrem de forma prática e divertida.  Outra atração será a Parede The Wall do NutriVantagens, onde os visitantes poderão jogar três bolinhas de uma vez e acumular pontos, tornando a visita ao estande ainda mais envolvente e educativa.





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BB estima R$ 2,4 bi em propostas na Expodireto Cotrijal


R$ 2,4 bilhões. Esse é o montante que o Banco do Brasil espera acolher em propostas durante a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, uma das principais feiras do agronegócio brasileiro e que será realizada entre os dias 10 e 14 de março em Não-Me-Toque (RS). O valor é mais de 9% superior ao realizado em 2024, o que reforça o otimismo do BB e a parceria com os produtores rurais, fomentando e desenvolvendo o agronegócio e a agricultura familiar brasileira.

O Banco do Brasil participa da Expodireto desde a primeira edição. O BB começou a se preparar ainda em janeiro, com a realização de 37 eventos pré-feira por toda a região nos quais a instituição apresentou as condições negociais e reforçou a proximidade com os clientes, um dos diferenciais do Banco junto ao agronegócio.

Ao longo dos cinco dias de Expodireto, mais de cem funcionários especializados estarão dedicados ao atendimento aos clientes e às ativações promocionais no estande permanente, inaugurado em 2024. O espaço alia a presença fixa na região, gerando proximidade com os produtores ao longo de todo o ano, com o uso de materiais recicláveis e reaproveitáveis, em linha com a atual campanha de sustentabilidade do BB e ao movimento “A gente se importa”. A estrutura conta com três salas de reunião, mesas de atendimento, auditório, café e espaços para assinatura de contratos.

Além disso, pela primeira vez, o Banco do Brasil levará para uma feira agro a Árvore BB. A Árvore é uma experiência imersiva, uma criação tecnológica que, por meio de inteligência artificial, acolhe sugestões em temas de sustentabilidade.

“A participação na Expodireto reforça o nosso compromisso com o agro gaúcho e nacional. Com um desembolso superior a R$ 162 bilhões nesta safra, seguimos ao lado da agricultura familiar, dos médio produtores, dos grandes produtores, cooperativas e agroindústrias em todas as etapas do ciclo produtivo”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar. “O BB oferece muito mais do que crédito: temos um portfólio completo de soluções financeiras, assessoria técnica e presença nas principais feiras e eventos do setor, como forma de agregar valor e impulsionar a produtividade e a sustentabilidade no campo”.

Saiba mais sobre as ações promocionais do BB para a 25ª edição da Expodireto Cotrijal:

Sucessores

Roda de conversa com agricultores familiares que tem como objetivo inspirar a nova geração a dar continuidade ao legado de suas famílias no campo, valorizando a importância da sucessão planejada para a sustentabilidade dos negócios rurais.

Fala, produtor

Produtores rurais serão convidados para participar de uma conversa com especialistas do BB, como forma de capturar percepções e entender as necessidades regionais a fim de alinhar as estratégias, soluções e negócios do Banco para o setor.

Rolê que Rende

Outra ação do BB durante a Expodireto Cotrijal será o Rolê que Rende. Aderente com a estratégia de incentivar negócios com as gerações mais jovens, o Banco irá promover debates com o público universitário temas de interesse como investimentos, carreira, inovação e, principalmente, educação financeira. Essas ações têm ampliado o apoio ao futuro financeiro dos jovens e melhorado a interação com o Banco, promovendo a marca BB entre as novas gerações em seu cotidiano.

BB Seguros e BB Consórcios

A promoção Colheita de Prêmios está de volta, oferecendo mais chances de ganhar e incentivando a sustentabilidade. Entre 10/02 e 07/09, serão sorteadas seis motos elétricas e uma Rampage Big Horn 2.2 Diesel. Para participar, basta se cadastrar na página colheitadepremios.com.br e garantir um número da sorte. Clientes que adquirirem produtos elegíveis da BB Seguros ou BB Consórcios ganham 15 números da sorte. O sorteio será realizado pela Loteria Federal. A BB Consórcios também disponibilizou um grupo de Veículos Pesados com 30% de desconto na taxa de administração para o período da feira.

Broto

Os consultores do Broto (plataforma digital agro do Banco do Brasil) divulgarão as facilidades e benefícios para os produtores rurais e para as empresas participantes, visando a promoção de negócios. O Broto apresentará, também, produtos e serviços disponíveis na plataforma, como linhas de crédito, cotações, seguros, consórcios e soluções em ASG (ambiental, social e governança). Durante o evento, produtores e empresas terão acesso ao Simulador de Financiamento e ao Formulário Simplificado de Registro de Intenção de Negócios, que tornam o envio de intenções de financiamento ágil e digital. Além disso, está disponível no Broto o pagamento de compras por meio de Cédula de Produto Rural (CPR). Para saber mais, acesse broto.com.br e siga o Broto nas redes sociais.





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Antonio Sartori alerta sobre o excesso e má informação



Sartori estará presente na 25ª Expodireto Cotrijal


Foto: Divulgação

O consultor e sócio-fundador da Brasoja Agro Corretora, Antônio Sartori, participou de um evento neste domingo (9) na Cooperativa Tritícola de Espumoso (Cotriel), em Espumoso (RS), onde abordou os desafios enfrentados pelos produtores de soja na tomada de decisões.

Durante sua fala, Sartori destacou problemas como o excesso de informação, a desinformação e a propagação de fake news, que podem dificultar a estratégia dos agricultores. Ele alertou para a importância de os produtores saberem calcular corretamente sua produção e compreenderem a diferença entre “preço” e “valor” no mercado.

A expectativa é grande para sua participação na 25ª Expodireto Cotrijal, onde ele se apresentará nesta terça-feira (11), trazendo novas análises sobre o setor.

Com uma trajetória consolidada no agronegócio, Sartori foi homenageado em 2017 com o Prêmio Semente de Ouro, em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento do setor. A premiação, realizada no Parque da Expodireto Cotrijal, é promovida pelo Poder Legislativo de Não-Me-Toque em parceria com a Prefeitura e a Cotrijal.

Além disso, a Brasoja Agro Corretora, empresa fundada por Sartori, completa 50 anos em 2025, reforçando sua posição como referência no mercado de grãos. A Brasoja iniciou sua trajetória em 1975 importando farinhas de peixes do Peru.





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La Niña perde força e Pacífico caminha para neutralidade


O fenômeno climático La Niña, caracterizado pelo resfriamento anômalo da superfície do Oceano Pacífico Equatorial, está chegando ao fim e se aproximando de uma fase neutra, conforme indicam os dados mais recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Segundo o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Luan Rodrigues, os monitoramentos realizados entre o final de fevereiro e o início de março de 2025 mostram um enfraquecimento do fenômeno, que já não atende completamente aos critérios clássicos do Oceanic Niño Index (ONI). “Na prática, La Niña praticamente não vem sendo classificada como tal, apesar da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) ter reconhecido esse evento como uma La Niña ‘escondida’, devido ao aquecimento anormal dos oceanos”, explica Rodrigues.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Ainda assim, os impactos do fenômeno foram sentidos no Brasil, especialmente na Região Sul, que enfrentou períodos de estiagem. Agora, os principais modelos meteorológicos internacionais indicam que as temperaturas da superfície do mar no Pacífico Equatorial devem permanecer abaixo da média na primeira quinzena de março, mas devem retornar à neutralidade nos meses seguintes.

De acordo com o INMET, há uma probabilidade de 60% de que a transição para um estado neutro ocorra no trimestre março-abril-maio, percentual que sobe para 70% no período abril-maio-junho de 2025. Isso indica que o Pacífico começa a apresentar um aquecimento gradual, enfraquecendo o episódio de La Niña registrado entre 2024 e 2025.

Apesar disso, Rodrigues alerta para possíveis efeitos remanescentes do fenômeno nos primeiros meses do outono. “Podemos observar o avanço de massas de ar frio, possibilidade de geadas precoces no Centro-Sul do Brasil e chuvas mais volumosas no Centro-Norte. São resquícios do padrão climático que ainda podem influenciar o tempo nos próximos meses”, destaca.

Com a neutralidade se consolidando, os meteorologistas continuarão monitorando os impactos no clima brasileiro, principalmente para os setores agrícolas que dependem das condições climáticas para o planejamento da safra.





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