terça-feira, março 31, 2026

Política & Agro

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Farinha clandestina é apreendida no Paraná



Foram encontrados produtos com misturas e diluições proibidas




Foto: Mapa

Uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Polícia Militar do Paraná resultou na apreensão de 933.600 quilos de produtos clandestinos utilizados na alimentação animal. A ação, batizada de Operação Ronda Farinha Batizada, foi realizada no dia 9 de abril, em Arapongas (PR), e revelou práticas ilegais como a falsificação de selo de inspeção federal e uso de matérias-primas de origem desconhecida.

Segundo informações do Mapa, a operação foi coordenada pelo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SIPOA) e contou com o apoio do 8º SIPOA. Os fiscais inspecionaram dois locais suspeitos de fabricar e comercializar farinha de origem animal em condições sanitárias irregulares e sem o devido registro no Ministério.

Durante a fiscalização, foram encontrados produtos com misturas e diluições proibidas, além de insumos provenientes de empresas sem autorização oficial. O resultado foi a emissão de dois termos de suspensão de atividades, um auto de infração e um termo de apreensão, que totalizou um prejuízo estimado em R$ 2,3 milhões aos infratores.

A auditora fiscal federal agropecuária Andréa Mônica Moretti Barbosa, que participou da operação, reforça o alerta sobre os riscos do uso de produtos sem registro. “A utilização de produtos provenientes de estabelecimentos sem registro no Mapa pode comprometer a saúde do rebanho e causar efeitos deletérios na saúde humana devido à possível presença de resíduos nos produtos de origem animal”, afirmou.

O Mapa orienta que consumidores e produtores verifiquem sempre se o alimento destinado aos animais possui o número de registro no carimbo de fiscalização federal. Produtos sem essa identificação podem ser denunciados por meio da plataforma oficial Fala.BR. A autenticidade do registro também pode ser consultada diretamente no site do Ministério.





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Brasil depende de importações de trigo


Segundo informações da TF Agroeconômica, com base em dados do Cepea/Esalq-USP, o Brasil esgotou suas reservas nacionais de trigo e dependerá de importações até a chegada da nova safra, prevista para agosto de 2025. A baixa oferta interna, combinada à temporada de pouca comercialização, tem pressionado os preços para cima e ampliado as importações do cereal. Em março deste ano, o país importou 651,79 mil toneladas, aumento de 12% em relação a fevereiro e de 27,6% em comparação com março de 2024.

No acumulado do primeiro trimestre, o Brasil já importou 1,95 milhão de toneladas de trigo, o que é 18% a mais que no mesmo período do ano anterior. A Conab projeta um total de 5,6 milhões de toneladas importadas até o fim de 2025. Os preços internos estão alinhados à paridade de importação com o trigo argentino, favorecido por vantagens no Mercosul, como a isenção da Tarifa Externa Comum (TEC). Ainda assim, o mercado sofre com custos logísticos elevados e baixa disponibilidade de frete.

A oferta do Mercosul tende a ganhar fôlego, mas a disponibilidade argentina está limitada, já que os exportadores têm priorizado o milho diante da valorização internacional. Enquanto isso, produtores que ainda possuem trigo estocado, principalmente no sul dos Pampas, estão retendo vendas, esperando melhores preços no mercado.

“A disponibilidade de trigo argentino é limitada porque os exportadores locais estão priorizando os embarques de milho para aproveitar os altos preços internacionais do grão. Por outro lado, as vendas de trigo pelos produtores que possuem estoques do grão — localizados principalmente na região sul dos Pampas — estão limitadas porque aguardam preços mais altos do que os atuais”, comenta.

Para a próxima safra, a Conab revisou para baixo a área plantada com trigo no Brasil, estimando 2,772 milhões de hectares (queda de 9,3% em relação a 2024). Apesar da retração na área, a expectativa é de colheita de 8,47 milhões de toneladas, alta de 7,4%, apostando em maior produtividade e clima favorável, fatores ainda incertos.

 





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Soja brasileira dispara com guerra tarifária e recorde de compras da China


A soja brasileira encerrou a semana com forte valorização, impulsionada por fatores internacionais e pela crescente demanda chinesa. A intensificação da guerra tarifária redirecionou o comércio global para o Brasil, tornando o grão nacional ainda mais competitivo no mercado externo e resultando em uma valorização superior a 6%.

De acordo com a análise de mercado da Grão Direto, a disputa comercial entre China e Estados Unidos tem favorecido as exportações brasileiras. Somente nesta semana, 52 navios foram contratados pela China para carregar soja, estabelecendo um novo recorde histórico — quase todos com origem no Brasil. Além disso, no mercado futuro de Chicago, os contratos de soja para maio de 2025 encerraram a US$ 10,44 por bushel, uma alta expressiva de 6,86%. O contrato para março de 2026 também teve avanço, atingindo US$ 10,39 por bushel (+3,38%).

No cenário interno, o dólar subiu 0,51%, chegando a R$ 5,87, enquanto a soja seguiu a tendência internacional de alta, com valorização em diversas regiões do país. A análise da Grão Direto também destaca que muitos produtores estão aproveitando o momento para vender e fazer caixa, pressionados por juros elevados, crédito restrito e compromissos financeiros próximos.

A maior esmagadora de soja da Argentina interrompeu suas atividades em meio a rumores de endividamento, enquanto o clima chuvoso atrasa a colheita no país vizinho. Já nos EUA, a possível formação do fenômeno La Niña — que traz uma primavera mais fria e úmida — pode atrasar o início do plantio da nova safra, aumentando a volatilidade nos contratos futuros e reforçando a pressão altista no mercado global da oleaginosa.

Apesar do otimismo, há preocupação com a logística brasileira. Os portos nacionais já operam com 91,30% de sua capacidade, superando o limite seguro de 85%. Com o novo volume recorde de navios destinados à China, há risco de gargalos no escoamento. Em contrapartida, a queda no preço do petróleo pode aliviar os custos do transporte rodoviário, beneficiando o produtor.

A perspectiva para os próximos dias é de estabilidade, com possíveis correções técnicas nos preços após a forte alta. Ainda assim, o cenário segue atrativo para quem busca boas oportunidades de comercialização da soja brasileira.





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Bangladesh quer parceria com a Rússia



A medida faz parte de um esforço mais amplo para proteger a população



A medida faz parte de um esforço mais amplo para proteger a população
A medida faz parte de um esforço mais amplo para proteger a população – Foto: Pixabay

Bangladesh solicitou formalmente a colaboração da Rússia para reforçar sua segurança alimentar e garantir o fornecimento de insumos agrícolas essenciais, como fertilizantes. A iniciativa integra uma estratégia mais ampla do governo de Dhaka para fortalecer o setor agrícola do país.

Durante o Fórum de Boao para a Ásia, realizado na província de Hainan, na China, o vice-primeiro-ministro da Rússia, Alexei Overchuk, afirmou que Moscou está pronta para ampliar as exportações de trigo e fertilizantes para Bangladesh. As declarações ocorreram durante um encontro com o conselheiro-chefe de Bangladesh, professor Muhammad Yunus. Na ocasião, os dois discutiram temas de interesse mútuo, como a operação da usina nuclear de Rooppur, financiada pela Rússia, os planos de compra de trigo e fertilizantes russos e a exploração de gás natural conduzida pela Gazprom em território bengalês.

Após o encontro, o professor Yunus confirmou que Bangladesh pretende aumentar as importações desses insumos estratégicos provenientes da Rússia como forma de reforçar sua segurança alimentar nacional. A medida faz parte de um esforço mais amplo para proteger a população frente à volatilidade do mercado global de alimentos.

Em outro sinal de estreitamento dos laços bilaterais, o embaixador da Rússia em Bangladesh, Alexander Khozin, reafirmou o compromisso de Moscou com o desenvolvimento do país asiático. Ele destacou a relação de respeito mútuo entre as duas nações e elogiou os avanços de Bangladesh em áreas como combate à pobreza, educação, empoderamento feminino, ação climática e conectividade regional.

Na semana passada, o Comitê de Aquisição Governamental de Bangladesh aprovou propostas de compra para atender às necessidades internas do país. Entre os acordos, destaca-se a importação de 30 mil toneladas de fertilizante muriato de potássio (MOP) da corporação russa Prodintorg, em um contrato avaliado em cerca de 1,12 bilhão de takas (aproximadamente US$ 9,2 milhões).

 





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soja semente poderá ser plantada até 31 de maio



TO define regras para cultivo de soja semente




Foto: USDA

O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), anunciou que o período de plantio de soja semente nas Planícies Tropicais do estado estará aberto entre os dias 20 de abril e 31 de maio. A colheita deverá ocorrer até 20 de setembro, conforme previsto em portaria autorizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A medida contempla os municípios de Lagoa da Confusão, Cristalândia, Pium, Formoso do Araguaia, Santa Rita do Tocantins e Dueré. A autorização para o cultivo nesse período é válida exclusivamente para atividades de pesquisa e ensino, produção de sementes e reserva de semente para uso próprio, conhecida como “salva legal”.

Na safra de 2024, foram plantados 56.672 hectares na região, com 111 cadastros registrados. O controle sobre essas áreas visa evitar riscos fitossanitários, especialmente relacionados à ferrugem asiática da soja.

De acordo com Cleovan Barbosa, responsável técnico pelo Programa Estadual de Controle da Ferrugem Asiática da Soja da Adapec, o plantio nessa janela exige procedimentos específicos. “O produtor deve preencher os formulários que estão disponíveis no site da Adapec pelo endereço www.to.gov.br/adapec, e posteriormente, entregar esta documentação num escritório da Agência”, explicou Barbosa. Os documentos necessários incluem o cadastro da propriedade, plano de trabalho, termo de compromisso do responsável técnico e croqui das lavouras.

A ferrugem asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é considerada a principal ameaça à soja no Brasil. A doença se espalha com rapidez por meio do vento e provoca desfolha precoce, reduzindo a produtividade das lavouras ao impedir a formação completa dos grãos.





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Mercado internacional do açúcar inicia semana em queda


Segundo análise da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar abriram a semana com desvalorização na maioria dos lotes negociados nas bolsas internacionais. Na ICE Futures, de Nova York, o açúcar bruto com vencimento em maio de 2025 foi negociado a 17,87 centavos de dólar por libra-peso, o que representa queda de 13 pontos, ou 0,7%, em relação ao dia anterior. O contrato com vencimento em julho de 2025 também recuou, fechando a 17,69 centavos de dólar por libra-peso, com queda de 14 pontos.

A maior parte dos demais contratos apresentou retração entre 1 e 11 pontos. Apenas o lote com vencimento em março de 2027 encerrou em alta de dois pontos, enquanto a tela de outubro de 2026 manteve estabilidade.

Na ICE Futures Europe, em Londres, o contrato do açúcar branco com entrega prevista para maio de 2025 encerrou a sessão com valorização de 4,40 dólares, sendo negociado a 527,40 dólares por tonelada. Os demais vencimentos registraram recuos, com desvalorizações entre 1,10 e 6 dólares por tonelada.

No mercado interno, o Indicador Cepea/Esalq, da USP, apurou alta no valor do açúcar cristal. A saca de 50 quilos foi comercializada a R$ 142,35 na segunda-feira (14), frente aos R$ 141,59 registrados na sexta-feira, o que representa valorização de 0,54%.

O etanol hidratado também apresentou variação positiva após três dias consecutivos de queda. Segundo o Indicador Diário Paulínia, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.807,50 por metro cúbico, ante os R$ 2.804,50 registrados na sessão anterior, variação de 0,11%.





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Semana Santa mantém mercado do boi gordo estável



Exportação de carne bovina cresce em abril




Foto: Sheila Flores

O informativo Tem Boi na Linha, divulgado pela Scot Consultoria, apontou que o mercado do boi gordo permaneceu estável nas praças paulistas durante a Semana Santa. Segundo analistas, tanto compradores quanto vendedores aguardaram o desenrolar do período para definir novas estratégias de negociação.

As escalas de abate no estado de São Paulo mantiveram-se em média para cinco dias úteis, sem alteração significativa na movimentação de preços. “O cenário segue com estabilidade para todas as categorias de bovinos”, apontaram fontes do mercado.

Em Rondônia, na região Sudeste do estado, a oferta de boiadas foi considerada dentro do esperado, com maior presença de fêmeas nas negociações. As escalas de abate, por sua vez, atenderam a uma média de sete dias. Os preços registrados foram brutos e com prazo, conforme a prática usual do mercado.

No comércio exterior, a exportação de carne bovina in natura brasileira apresentou avanço no início de abril. De acordo com dados preliminares, até a primeira semana do mês foram embarcadas 98,2 mil toneladas do produto, o que representa uma média diária de 11 mil toneladas. Esse volume indica aumento de 15,6% em relação ao desempenho diário observado em abril de 2024.

O preço médio por tonelada exportada atingiu US$ 4,9 mil, o que representa alta de 9,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior.





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Colheita do kiwi inicia para cultivares de polpa verde



Emater aponta baixa produção de kiwi em Caxias




Foto: Pixabay

A colheita das variedades de kiwi de polpa verde teve início na região de Caxias do Sul, conforme informações divulgadas na quinta-feira (10) pela Emater/RS-Ascar. As cultivares de polpa amarela já foram colhidas, encerrando esse ciclo nas lavouras acompanhadas pela entidade.

Segundo o boletim, muitos pomares apresentaram produtividade abaixo da média esperada. Apesar disso, os frutos colhidos têm demonstrado bom calibre. Em algumas propriedades, a menor carga de frutas nos pés tem resultado em amadurecimento mais rápido. “A maturação está adiantada, o que pode ser indicativo de final da colheita antecipado”, relataram produtores à equipe técnica da Emater/RS-Ascar.

O preço pago ao produtor tem oscilado entre R$ 7,00 e R$ 9,00 por quilo, segundo os dados regionais do informativo.





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Colheita do arroz no RS se aproxima da reta final, mas clima traz alerta



Colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo constante




Foto: Nadia Borges

A colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo constante e já alcança 71,31% da área total semeada na safra atual. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Rio Grandense do arroz (Irga), o percentual equivale a 604.922 hectares já colhidos até a última quinta-feira (10).

A Planície Costeira Externa lidera os trabalhos no campo, com 87,14% da área colhida. Em seguida, aparecem a Fronteira Oeste (82,53%), a Planície Costeira Interna (77,67%) e a Campanha (63,72%). As regiões com menor avanço até o momento são a Zona Sul, com 56,01%, e a Região Central, com 53,75%.

Apesar do bom andamento, o clima voltou a ser motivo de preocupação. De acordo com Luiz Fernando Siqueira, gerente da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga, as fortes chuvas e os ventos registrados nos últimos dias na Zona Sul e Região Central — justamente as áreas com maior volume de lavouras ainda a serem colhidas — podem comprometer o rendimento das colheitas nestas localidades.

As informações são obtidas por meio da plataforma Safra, do Irga, que reúne dados enviados pelos 37 escritórios regionais do instituto espalhados pelas zonas produtoras de arroz no estado. A atualização é feita semanalmente e oferece uma visão detalhada sobre o progresso das atividades de semeadura e colheita no Rio Grande do Sul.





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Açúcar volta a cair em NY e Londres com impacto da queda acentuada do petróleo


Açúcar volta a cair em NY e Londres com impacto da queda acentuada do petróleo

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Os preços do açúcar encerraram esta sexta-feira (4) mais uma vez com reduções provocadas pela queda acentuada nas cotações do petróleo, levando os futuros mais próximos novamente abaixo dos 19 cents/lbp na Bolsa de Nova Iorque. Entretanto, as baixas do adoçante foram mais contidas e chegaram a até 1,67% em NY e 1,34% na Bolsa de Londres. 

Segundo o que destacou Mauricio Muruci, analista da Safras & Mercado, ao Notícias Agrícolas, a sessão desta sexta-feira foi marcada por um mercado atípico, com fortes oscilações do petróleo e do dólar. “No momento do fechamento das cotações do açúcar em Nova Iorque o petróleo estava em baixa de 7% enquanto o dólar no Brasil subia 3,40%”, destacou. 

Conforme o que explica o Barchart, a fraqueza nos preços do petróleo bruto reduz os preços do etanol, o que pode levar as usinas de açúcar do mundo a desviar mais moagem de cana para a produção de açúcar em vez de etanol, aumentando assim os suprimentos de açúcar.  
Entretanto, segundo o que aponta Muruci, mesmo que o petróleo mais baixo reflita em redução do açúcar, entretanto, o dólar abaixo dos R$ 6,00 dá um suporte positivo para o adoçante no mercado internacional. 

“Claro que quem venceu a queda de braço foi o petróleo, em queda de 6 a 7%. Mas o real mais forte frente ao dólar impede quedas de 3%, 4% ou até 5% nos preços do açúcar Com o efeito do real mais forte frente ao dólar, a queda do açúcar em Nova Iorque ficou resumida a cerca de 1,5%, mas ainda assim em queda”, acrescentou o analista.

Em Nova York o maio/25 fechou cotado em 18,84 cents/lbp, queda de 0,27 cents (1,41%). O julho teve redução de 0,29 cents (1,53%) e encerrou o dia negociado em 18,68 cents/lbp. O outubro/25 caiu 0,32 cents (1,67%) e passo a valer 18,85 cents/lbp. O março/26 ficou cotado em 19,20 cents/lbp, queda de 0,32 cents (1,64%). Na Bolsa de Londres, o contrato maio/25 ficou precificado em US$ 538,30/tonelada, queda de 550 pontos (1,01%). O agosto/25 fechou negociado em US$ 526,80/tonelada, diminuição de 680 pontos (1,27%). O outubro/25 foi a US$ 522,30/tonelada, após baixa de 710 pontos (1,34%). O dezembro/25 encerrou o dia com valor de US$ 519.70s/tonelada, baixa de 690 pontos (1.31%). 

Outro detalhe destacado por Muruci é o início da nossa safra no Brasil. Segundo ele, cerca de 60 usinas já estão em atividade, sendo que 22 entraram em operação na primeira quinzena de março. “É mais pressão de baixo sobre o açúcar em Nova Iorque”, completou o analista. 





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