quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

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Carne de frango ganha competitividade com alta nos preços


Valorização mais suave torna a proteína avícola uma opção mais acessível





Foto: Divulgação

A carne de frango tem se destacado no mercado, ampliando sua competitividade em relação às carnes bovina e suína, que apresentam altas mais acentuadas. Essa valorização mais suave torna a proteína avícola uma opção mais acessível para os consumidores no início de setembro.

Segundo dados informados pelo Cepea, a menor valorização da carne de frango, em comparação com as concorrentes, está relacionada ao aumento do poder de compra da população e à maior demanda. Enquanto a oferta restrita impulsiona os preços das carnes suína e bovina, o setor avícola responde ao incremento da procura, com o atacado reforçando estoques para atender à demanda aquecida.

 

 





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Drones terão alíquota zero na importação


Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones




“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório"
“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório” – Foto: Arquivo Agrolink

Uma decisão inédita no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu a função essencial dos Drones como veículos aéreos não tripulados, alterando sua classificação fiscal na importação. O caso, conduzido pelo Martinelli Advogados, resultou na aplicação de uma alíquota zero para o Imposto de Importação e 10% para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), diferentemente da classificação anterior, que os tratava como câmeras fotográficas digitais, resultando em uma carga tributária maior.

A advogada Fernanda Bandinelli Baccim, sócia do Martinelli, argumentou que o Fisco não poderia ignorar as características técnicas dos drones, estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que os reconhecem como veículos aéreos remotamente pilotados (VARP) ou veículos aéreos não tripulados (VANT). “O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório, de modo que temos que considerar a característica essencial do equipamento que é a de voar”, afirma a advogada

Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones, especialmente para o agronegócio. A Receita Federal, por sua vez, defendia que a classificação correta seria como câmera fotográfica digital, o que resultaria em maior tributação. No entanto, essa vitória no Carf alinha a classificação fiscal com regulamentações internacionais, como as da Anac.

Além dessa decisão, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo já havia anulado uma instrução normativa da Receita Federal, que também classificava drones como câmeras fotográficas, reforçando que o entendimento do Carf segue uma tendência de reconhecimento jurídico da função essencial dos drones como aeronaves.
 





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Drones terão alíquota zero na importação


Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones




“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório"
“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório” – Foto: Arquivo Agrolink

Uma decisão inédita no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu a função essencial dos Drones como veículos aéreos não tripulados, alterando sua classificação fiscal na importação. O caso, conduzido pelo Martinelli Advogados, resultou na aplicação de uma alíquota zero para o Imposto de Importação e 10% para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), diferentemente da classificação anterior, que os tratava como câmeras fotográficas digitais, resultando em uma carga tributária maior.

A advogada Fernanda Bandinelli Baccim, sócia do Martinelli, argumentou que o Fisco não poderia ignorar as características técnicas dos drones, estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que os reconhecem como veículos aéreos remotamente pilotados (VARP) ou veículos aéreos não tripulados (VANT). “O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório, de modo que temos que considerar a característica essencial do equipamento que é a de voar”, afirma a advogada

Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones, especialmente para o agronegócio. A Receita Federal, por sua vez, defendia que a classificação correta seria como câmera fotográfica digital, o que resultaria em maior tributação. No entanto, essa vitória no Carf alinha a classificação fiscal com regulamentações internacionais, como as da Anac.

Além dessa decisão, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo já havia anulado uma instrução normativa da Receita Federal, que também classificava drones como câmeras fotográficas, reforçando que o entendimento do Carf segue uma tendência de reconhecimento jurídico da função essencial dos drones como aeronaves.
 





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alta nos preços do trigo contraria expectativas


Seca e geadas elevam preço do trigo





Foto: Canva

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 6 a 12 de setembro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o preço da saca de trigo registrou uma alta de 4% no último mês, passando de R$ 75,57 em 12 de agosto de 2023 para R$ 78,70 na cotação de 11 de setembro de 2024. Esse aumento ocorre em um período atípico, visto que coincide com a colheita, que já alcançou 18% da área plantada, um avanço considerável comparado ao 1% registrado em agosto. No mesmo período da safra anterior, os preços de setembro de 2023 caíram 19% em relação a agosto do mesmo ano.

Essa alta nos preços, no entanto, não beneficia os produtores de trigo de maneira integral, uma vez que resulta de perdas estimadas em 17%, causadas por secas e geadas. Essas perdas podem ser ainda maiores, já que, quando o levantamento foi realizado, 42% das lavouras estavam em boas condições. No entanto, com a estiagem persistente e os danos das geadas se tornando mais aparentes, apenas 32% da área total atualmente se encontra em condições favoráveis, conforme da dados do boletim.

A elevação nos preços, além de não compensar integralmente os prejuízos dos produtores, também dificulta a redução de preços no mercado varejista, afetando o valor de produtos como farinha e pães, que agora dependem mais do mercado internacional. Tradicionalmente, a entrada da nova safra no segundo semestre reduz os preços desses produtos. Em 2023, o pão francês teve uma queda média de 4% no segundo semestre em comparação ao primeiro, e o preço da farinha caiu 10% no mesmo período. Apesar da importância do Paraná como produtor de trigo, essa tendência de redução de preços em 2024 dependerá do desempenho das safras de trigo na Argentina e no Rio Grande do Sul.





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Produção de carne bovina no Brasil deve crescer 10% em 2024


No Brasil, as exportações de carne bovina seguiram em ritmo acelerado




Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter
Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter – Foto: Pixabay

De acordo com o Global Beef Quarterly Q3 2024 divulgado pelo Rabobank, o mercado global de carne bovina apresentou resultados acima das expectativas no primeiro semestre deste ano. O Brasil teve um desempenho excepcional, registrando produção e exportações recordes no segundo trimestre. A China também se destacou com um volume recorde de importações, enquanto os Estados Unidos viram a produção de carne bovina crescer além do esperado. Na Europa, os preços permaneceram altos, refletindo a forte demanda pelo produto.

No Brasil, as exportações de carne bovina seguiram em ritmo acelerado, e em julho o país alcançou o maior volume da história, com 266.000 toneladas exportadas. Esse aumento foi impulsionado por dois fatores principais: a queda nos preços do gado vivo, que atingiram seu menor valor em junho, e a significativa desvalorização do real frente ao dólar entre junho e julho. Esses elementos ajudaram a tornar a carne bovina brasileira ainda mais competitiva no mercado internacional.

A China continua sendo o principal destino das exportações brasileiras, respondendo por 44% do total exportado nos primeiros sete meses de 2024. A forte demanda chinesa, somada à redução nos custos de bezerros e ração, deve garantir uma oferta elevada de carne bovina no segundo semestre. Esse cenário otimista deve manter o Brasil em destaque no mercado global.

Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter até o fim do ano. Além disso, a produção brasileira de carne bovina deve alcançar um novo recorde em 2024, com um aumento de 10% em relação ao ano anterior, consolidando o Brasil como um dos maiores exportadores globais de carne bovina.





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a união gaúcha que brinda o mês farroupilha


O Food Hall Dado Bier, em parceria com a indústria de erva-mate Baldo, anuncia uma novidade para o mês de setembro: uma cerveja Dado Bier especial com erva-mate. A colab entre as duas marcas genuinamente gaúchas visa homenagear o Mês Farroupilha, celebrando as tradições com uma proposta inovadora que une a cultura do chimarrão e a produção artesanal de cerveja. 

Neste sábado, dia 14 de setembro, a partir das 10h, será iniciada a produção da nova cerveja na microcervejaria localizada no segundo andar do Bourbon Shopping, dentro do Food Hall Dado Bier. Oportunidade para o público acompanhar de perto todo o processo de criação da bebida.

A Receita e o processo 
A base escolhida para a cerveja é uma Belgian Blonde Ale, famosa por sua complexidade de notas frutadas e condimentadas, características que se harmonizam perfeitamente com a erva-mate Baldo, conhecida pelas suas propriedades únicas. É encorpada, intensa e dourada, resultado de um processo que vem sendo aprimorado desde 1920 e que traz um equilíbrio ideal entre o frescor das ervas verdes brasileiras e a intensidade da erva repousada ao padrão uruguaio.

Segundo Thiago Martini, mestre cervejeiro da Dado Bier, o processo de fabricação envolve a utilização da erva-mate tanto na fase quente, durante a fervura, quanto na fase fria, durante a maturação. “Vamos buscar trazer o sabor característico da erva-mate, mas sem deixar a cerveja pesada. A ideia não é simular um chimarrão, mas sim evocar a memória e as características dessa planta tão importante para o povo gaúcho”, afirma Martini.

Diferente da já conhecida Ilex, cerveja sazonal que a Dado Bier produziu no passado também com erva-mate, essa nova criação promete trazer uma abordagem inédita. A Belgian Blonde Ale será clara, com teor alcoólico moderado (cerca de 5%) e corpo médio, ideal para equilibrar o amargor suave da erva-mate. O baixo índice de amargor (IBU) também foi pensado para não competir com as notas sutis da planta.

Uma homenagem à história 
Além de ser uma celebração ao 20 de setembro, a data máxima dos gaúchos, a cerveja também presta homenagem à Dado Bier Ilex, a primeira cerveja no mundo a usar erva-mate em sua composição. Lançada em 2006, a Ilex utilizava a Ilex paraguariensis (erva-mate), lúpulos, água mineral e uma combinação de maltes importados. 

Embora essa cerveja já não faça parte do portfólio da Dado Bier, a nova produção colaborativa com a Baldo – maior exportadora de erva-mate do Brasil cuja matriz se localiza em Encantado – busca resgatar a memória dessa inovação, trazendo um toque moderno e diferente. Além de Encantado, a Baldo administra unidades em Canoinhas-SC, São Mateus do Sul-PR, onde opera a fabricação da linha Chá Mate, Prudentópolis-PR e Palmeira de Goiás-GO. São mais de 500 colaboradores diretos. A organização ainda tem o comando acionário da renomada marca Canárias, no Uruguai, um dos maiores mercados da Baldo. Buscando agregar o portfólio da marca, a empresa centenária fundada em 1920 também atua no desenvolvimento de uma linha de chás derivados da erva-mate, que podem ser consumidos quentes ou gelados, puros ou com saborizantes.

“Estamos muito orgulhosos por essa colab com uma marca consagrada como a Dado Bier. Para a Baldo, qualidade é um valor inegociável. Somos uma marca que desde 1920 prima por excelência em processos do início ao fim da produção de erva mate pura folha. Todos os nossos produtos são pensados para uma experiência de sabor memorável, desde o chimarrão até os chás e produtos de food service. Temos verdadeira obsessão com isso. Portanto, esse novo conceito da cerveja Dado Bier com a erva mate Baldo é também uma comprovação e reconhecimento de nossa qualidade e das possibilidades que nosso produto oferece”, destacou o diretor da Baldo, Leandro Gheno.





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Tecnologia promete soja mais resistente à seca


Evento ocorreu nesta quarta-feira (11)




Foto: Abiove

Uma nova solução tecnológica voltada para o combate ao estresse hídrico em lavouras de soja foi apresentada em Porto Alegre nesta quarta-feira (11), durante o evento “Elicit Talks”. A inovação busca melhorar a eficiência no uso da água pelas plantas, o que pode resultar em maior produtividade em cenários de mudanças climáticas. Especialistas discutiram os desafios do agro e como tecnologias emergentes podem ser fundamentais para enfrentar condições extremas de clima.

Novo produto aumenta resistência da soja ao estresse hídrico

Durante um evento em Porto Alegre, foi apresentada uma tecnologia inovadora desenvolvida para aumentar a resiliência das lavouras de soja em condições de estresse hídrico. O novo produto, fruto de três anos de pesquisas, visa melhorar a produtividade em culturas afetadas pelas mudanças climáticas, proporcionando soluções sustentáveis para o agro.

Solução agrícola promete enfrentar desafios climáticos na soja

Especialistas discutiram em Porto Alegre novas tecnologias que ajudam a mitigar os impactos das mudanças climáticas nas lavouras de soja. A inovação mais recente, uma tecnologia que aumenta a resistência das plantas à seca, foi destaque como um fator-chave para o futuro da produção agrícola sustentável.

Inovação agrícola oferece esperança para produtores diante de clima extremo

Com foco na sustentabilidade e resiliência das lavouras de soja, foi lançada uma nova tecnologia que melhora o aproveitamento de água pelas plantas, visando aumentar a produtividade em meio às condições climáticas adversas.





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Brasil teve 11,39 milhões de hectares atingidos pelo fogo


De janeiro a agosto de 2024 os incêndios no Brasil já atingiram 11,39 milhões de hectares do território do país, segundo dados do Monitor do Fogo Mapbiomas, divulgados nesta quinta-feira (12). Desse total, 5,65 milhões de hectares foram consumidos pelo fogo apenas no mês de agosto, o que equivale a 49% do total deste ano.

Nesses oito primeiros meses do ano, o fogo se alastrou principalmente em áreas de vegetação nativa, que representam 70% do que foi queimado. As áreas campestres foram as que os incêndios mais afetaram, representando 24,7% do total. Formações savânicas, florestais e campos alagados também foram fortemente atingidos, representando 17,9%, 16,4% e 9,5% respectivamente. Pastagens representaram 21,1% de toda a área atingida.

Para o período, os estados do Mato Grosso, Roraima e Pará foram os que mais atingidos, respondendo por mais da metade, 52%, da área alcançada pelo fogo. São três estados da Amazônia, bioma mais atingido até agosto de 2024. O fogo consumiu 5,4 milhões de hectares do bioma nesses oito meses.

O Pantanal, até agosto de 2024 queimou 1,22 milhão de hectares, um crescimento de 249% nas áreas alcançadas por incêndios, em comparação à média dos cinco anos anteriores. A Mata Atlântica teve 615 mil hectares atingidos pelo fogo, enquanto que na Caatinga os incêndios afetaram 51 mil hectares. Já os Pampas tiveram apenas 2,7 mil hectares no período de oito meses.

Agosto
Na comparação entre agosto de 2023 e de 2024, os incêndios afetaram 3,3 milhões de hectares a mais este ano, registrando um crescimento de 149%. De acordo com a instituição, foi o pior agosto da série do Monitor de Fogo, iniciada em 2019.

Os estados do Mato Grosso, Pará e Mato Grosso do Sul foram os mais atingidos no mês. Chama a atenção o crescimento de 2.510% sobre a média de agosto de incêndios no estado de São Paulo, em relação a média dos últimos seis anos. Foram 370,4 mil hectares queimados este ano, 356 mil hectares a mais do que nos meses de agosto de anos anteriores.

“Grande parte dos incêndios observados em São Paulo tiveram início em áreas agrícolas, principalmente nas plantações de cana-de-açúcar, que foram as áreas mais afetadas do estado”, destaca a pesquisadora Natália Crusco.

Os biomas Cerrado e Amazônia, foram os que mais queimaram, representando respectivamente 43% e 35% e de toda a área antiqueimada no Brasil no período.

De acordo com a coordenadora técnica do Monitor do Fogo, Vera Arruda, o aumento das queimadas no Cerrado foi alarmante em agosto “O bioma, que é extremamente vulnerável durante a estiagem, viu a maior extensão de queimadas nos últimos seis anos, refletindo a baixa qualidade do ar nas cidades.”





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Inflação desacelera para todas as faixas de renda em agosto


A inflação desacelerou para todas as classes de renda em agosto na comparação com julho deste ano. Para as famílias de renda muito baixa, ela recuou de 0,09% para -0,19% no mês passado. Para as famílias de renda alta, que registraram aumento de 0,80% em julho, o resultado de agosto ficou em 0,13%. Os dados são do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Todas as classes de renda apresentaram desaceleração da inflação acumulada em 12 meses. As famílias de renda muito baixa tiveram a menor inflação acumulada no período (3,72%), enquanto a faixa de renda alta anotou o percentual mais elevado (4,97%).

Os grupos alimentos e bebidas e habitação foram os principais pontos que influenciaram a queda inflacionária para praticamente todos os segmentos de renda. As deflações registradas em setores importantes – cereais (-1,3%), tubérculos (-16,3%), hortaliças (-4,5%), aves e ovos (-0,59%), leites e derivados (-0,05%) e panificados (-0,11%) – provocaram um forte alívio inflacionário, especialmente para as famílias de menor poder aquisitivo, visto que a parcela proporcionalmente maior do seu orçamento é gasta com a compra desses bens.

Energia elétrica
Em relação à habitação, a queda de 2,8% nos preços de energia elétrica – refletindo o retorno da bandeira tarifária verde e das reduções tarifárias em algumas capitais – contribuiu para diminuir a inflação em agosto.

No caso das famílias de renda alta, mesmo com a deflação dos alimentos, da energia e a queda de 4,9% nos preços de passagens aéreas, o reajuste de 0,76% das mensalidades escolares fez com que o grupo educação exercesse forte contribuição para a inflação dessa classe.

O aumento dos planos de saúde (0,61%), dos serviços médicos e dentários (0,72%) e das despesas pessoais (0,25%) também ajuda a explicar esse quadro de pressão inflacionária nos segmentos de renda mais elevada, em agosto.

“A desaceleração da inflação corrente em relação ao registrado em agosto do ano passado é explicada, em grande parte, pela melhora no desempenho dos grupos habitação e saúde e cuidados pessoais. No primeiro caso, a alta no preço da energia elétrica em 2023 (4,6%) ficou bem acima da queda apontada em 2024 (2,8%). Já para o grupo saúde e cuidados pessoais, o alívio inflacionário em agosto deste ano veio da deflação de 0,18% dos artigos de higiene, que contrasta com os reajustes de 0,81%, em agosto de 2023”, diz o Ipea.





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Arrozeiros reforçam orientação de manutenção do mercado interno de arroz


Momento é da classe orizícola desprender-se e demonstrar toda sua organização


Foto: Paulo Rossi/Divulgação

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), emitiu nota, assinada pelo presidente da entidade, Alexandre Velho, traçando uma avaliação momentânea do ano de 2024. Segundo a federação, este vem sendo um ano desafiador para a Federarroz, arrozeiros, agricultores e povo gaúcho pois, além de todos os desafios climáticos que felizmente passaram, persistem os estruturais e políticos que ainda perduram, alongando insegurança e corroendo a esperança da retomada.

Conforme o comunicado, em meio a tragédia geral, resolvendo infortúnios particulares, desprendendo-se à ações solidárias, inquieta e nervosa para colaborar e atenuar o sofrimento do vizinho mais necessitado, a diretoria da Federarroz foi ao centro do Governo Federal para desfazer intenção de importação de arroz que fatalmente traria consigo mais insegurança aos arrozeiros. “Foram selados acordos, baseados especialmente no caráter e honra de cada partícipe das várias reuniões”, observa a nota.

A entidade salienta que, agora, momento em que Cepea/Esalq ruma para indicativo de R$120,00, no último terço da temporada comercial, é momento da classe orizícola desprender-se e demonstrar toda sua organização e manter o mercado plenamente abastecido. “Nós arrozeiros decidimos produzir alimento “in natura” mais consumido pelo ser humano. Assim, precisamos demonstrar toda a nobreza do ofício dessa profissão”, destaca a nota.





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