quarta-feira, abril 22, 2026

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CMN aprova regras para renegociação de crédito rural em municípios gaúchos…


Entre as medidas, o Conselho autorizou as instituições financeiras a estender o prazo para pagamento das parcelas das operações de crédito rural contratadas até 15 de abril de 2024

Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou nesta quinta-feira (23) a Resolução CMN nº 5.164/24, que autoriza as instituições financeiras a prorrogarem as parcelas das operações de crédito rural de custeio, investimento e industrialização para produtores do Rio Grande do Sul afetados pelas enchentes ocorridas neste ano.

Para que as operações sejam elegíveis, elas devem ter sido contratadas até 15 de abril deste ano, com vencimento entre maio e dezembro de 2024. Além disso, os recursos devem ter sido liberados, parcial ou totalmente, antes de maio.

A medida tem como objetivo auxiliar os produtores rurais e agricultores familiares gaúchos que sofreram perda de renda igual ou superior a 30%. A prorrogação se aplica aos empreendimentos localizados em municípios com decreto de situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pelo Governo Federal.

No caso das operações de custeio e industrialização, a prorrogação pode ser estendida por até quatro anos, com a primeira parcela vencendo em 2025. Para operações de investimento, as parcelas podem ser prorrogadas por até 12 meses após a data de vencimento do contrato. Em ambos os casos, as demais condições do contrato original serão mantidas. Os mutuários deverão solicitar a prorrogação até 13 de setembro de 2024.

 

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CMN aprova regras para renegociação de crédito rural em municípios gaúchos afetados por enchentes

 

Além disso, a resolução autoriza as instituições financeiras, a seu critério, a prorrogar automaticamente para 15 de outubro de 2024 o vencimento das parcelas de principal e juros das operações de crédito rural de custeio, investimento e industrialização vencidas ou a vencer entre 1º de maio e 14 de outubro de 2024, desde que atendam aos critérios para obtenção dos descontos.

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IPCA-15 foi de 0,13% em setembro


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,13% em setembro, 0,06 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em agosto (0,19%).

O IPCA-E, o IPCA-15 acumulado trimestralmente, foi de 0,62%, acima da taxa de 0,56% registrada em igual período de 2023.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,15%. No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 4,12%, abaixo dos 4,35% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Em setembro de 2023, o IPCA-15 foi de 0,35%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em setembro. A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (0,50% e 0,08 p.p). Já Alimentação e bebidas (0,05% e 0,01 p.p.), grupo de maior peso no índice, registrou aumento de preços após dois meses de queda. As demais variações ficaram entre o recuo de 0,08% de Transportes e o aumento de 0,32% em Saúde e Cuidados Pessoais.

No grupo Habitação (0,50%), o principal impacto veio da energia elétrica residencial, que passou de -0,42% em agosto para 0,84% em setembro, com a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 1 a partir de 1º de setembro. Além disso, houve os seguintes reajustes redução de 2,75% em Belém (-2,52%), a partir de 7 de agosto; e reajuste médio de 0,06% em uma das concessionárias de Porto Alegre (2,81%), a partir de 19 de agosto.

Destaca-se, ainda, a alta da taxa de água e esgoto (0,38%), que decorre dos seguintes reajustes tarifários: redução média de 0,61% em São Paulo (-0,15%), a partir de 23 de julho; de 5,81% em Salvador (3,02%), a partir de 1º de agosto; e de 8,05% em Fortaleza (5,23%), a partir de 5 de agosto. O resultado do subitem gás encanado (0,19%) decorre do reajuste de 2,77% no Rio de Janeiro (1,43%), a partir de 1º de agosto; e da mudança na estrutura das faixas de consumo nas faturas em Curitiba (-2,01%), também a partir de 1° de agosto.

No grupo Transportes (-0,08% e -0,02 p.p), o resultado foi influenciado pela gasolina (-0,66% e -0,03 p.p.). Em relação aos demais combustíveis (-0,64%), o etanol (-1,22%) também recuou, enquanto o gás veicular (2,94%) e o óleo diesel (0,18%) apresentaram altas. As passagens aéreas registraram aumento nos preços (4,51% e 0,03 p.p).

No grupo Alimentação e Bebidas (0,05%), alimentação no domicílio registrou variação de -0,01%, após recuar 1,30% no mês anterior. Contribuíram para esse resultado as quedas da cebola (-21,88%), da batata-inglesa (-13,45%) e do tomate (-10,70%). No lado das altas, destacam-se o mamão (30,02%), a banana-prata (7,29%) e o café moído (3,32%).

A alimentação fora do domicílio (0,22%) desacelerou em relação ao mês de agosto (0,49%), em virtude das altas menos intensas do lanche (de 0,76% em agosto para 0,20% em setembro) e da refeição (0,37% em agosto para 0,22% em setembro).

Quanto aos índices regionais, sete áreas de abrangência tiveram alta em setembro. A maior variação foi observada em Salvador (0,35%), por conta da alta da gasolina (2,17%) e do gás de botijão (3,04%). Já o menor resultado foi em Recife (-0,37%), que registrou queda nos preços da gasolina (-4,51%) e da cebola (-31,80%).

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 15 de agosto a 13 de setembro de 2024 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 16 de julho a 14 de agosto de 2024 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.





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Clima favorável aumenta expectativa da produção de soja no Paraná


Paraná avança no plantio de soja





Foto: Pixabay

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, na última semana, as condições climáticas foram propícias para o avanço do plantio das culturas de verão no Paraná, com destaque para a soja, principal cultura agrícola do estado. Segundo dados recentes, dos 5,8 milhões de hectares previstos para o plantio nesta safra, 600 mil hectares já foram semeados, representando 10% do total.

A produção estimada de soja para esta temporada é de 22,4 milhões de toneladas, o que, se confirmado, representará um aumento de 21% em relação à safra anterior. A expansão se dá pelo bom clima, que favoreceu o desenvolvimento inicial das lavouras e elevou as expectativas para o ciclo atual.

O Sul do Paraná é a principal região produtora de soja, com previsão de plantio em 1,67 milhão de hectares, o que equivale a 28,7% da área total do estado destinada à cultura. Em seguida, a região Norte ocupa a segunda posição, com previsão de 1,48 milhão de hectares plantados, correspondendo a 25,4% da área total.





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perdas podem gerar prejuízo de R$ 1,3 bilhão no Paraná


De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a colheita de trigo no Paraná se aproxima de metade da área semeada, com projeção de 2,58 milhões de toneladas colhidas em uma área de 1,15 milhão de hectares. No entanto, as perdas médias no estado foram calculadas em 32%, devido à seca severa e geadas que impactaram as lavouras durante o inverno.

O volume total de trigo esperado inicialmente era de 3,8 milhões de toneladas, representando uma redução de 1,2 milhão de toneladas na estimativa atual. Essas perdas podem gerar um impacto financeiro de até R$ 1,3 bilhão aos triticultores paranaenses, montante que só pode ser parcialmente amenizado por contratos de seguro.

A cultura da cevada também foi prejudicada, com uma produção projetada em 291 mil toneladas, 14% abaixo do potencial estimado de 340 mil toneladas. No entanto, devido ao ciclo mais longo e à concentração das áreas no sul do estado, a cevada apresentou uma melhor resposta às condições climáticas adversas, em comparação ao trigo.

A aveia, por sua vez, deve registrar perdas de 26%. Contudo, a possibilidade de colheita em áreas alternativas pode levar à reavaliação desse número. Mesmo assim, as perdas são significativas, especialmente para uma cultura conhecida por sua rusticidade.

No que diz respeito ao milho, o plantio da primeira safra de 2024/25 já atingiu 60% dos 257 mil hectares previstos. A produção esperada é de 2,6 milhões de toneladas, com as principais regiões produtoras, Ponta Grossa e Guarapuava, já com 85% e 70% das áreas plantadas, respectivamente.





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Floricultura paranaense movimenta R$ 249,6 milhões em 2024


Paraná registra crescimento no setor de floricultura





Foto: Pixabay

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a floricultura no Paraná alcançou um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 249,6 milhões em 2024. Os gramados e as plantas perenes ornamentais foram os maiores responsáveis por esse resultado, contribuindo com 72,1% do total gerado pelo setor no estado.

As flores ornamentais, como orquídeas, crisântemos e roseiras, também tiveram uma importante participação na floricultura paranaense, representando 20,9% do VBP do segmento, com a produção complementada por outras 27 espécies florais.

As orquídeas, em especial, destacaram-se em 2023, com uma produção de 549 mil unidades, gerando um VBP de R$ 24,3 milhões. A maior parte dessa produção se concentrou na região de Toledo, responsável por 43,9% do valor total, com 241 mil plantas produzidas, equivalentes a R$ 10,7 milhões. A região de União da Vitória aparece logo em seguida, contribuindo com 37,2% da produção de orquídeas. Juntas, essas duas regiões representam 81,1% do total estadual de produção de orquídeas.





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Seca impede queda no preço do leite no Paraná


Leite segue com preços elevados no Paraná





Foto: Pixabay

Com as adversidades climáticas recentes no Paraná, o preço do leite no estado continua elevado, conforme análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. O valor pago aos produtores, segundo a última pesquisa semanal do Deral, está em R$ 2,77 por litro de leite entregue à indústria. A previsão de queda nos preços ainda não se concretizou, principalmente devido à seca que atingiu as pastagens após o inverno.

No mês de agosto, as principais regiões produtoras do estado receberam até 60mm a menos de chuvas do que o esperado. Embora muitos produtores tenham conseguido suprir as necessidades nutricionais dos rebanhos com ração e silagem, a necessidade de suplementar a alimentação no cocho fez com que os custos de produção aumentassem, mantendo os preços do leite em alta.

A seca tem sido um fator determinante para a manutenção dos preços, mesmo em um cenário onde havia a expectativa de uma queda. A combinação de condições climáticas desfavoráveis e o aumento dos custos de alimentação dos rebanhos prolongam o cenário de preços elevados para o setor leiteiro no Paraná.





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condições satisfatórias marcam safra de trigo


Chuvas afetam sul do estado





Foto: Canva

As lavouras de trigo no Rio Grande do Sul apresentam condições satisfatórias, com destaque para as regiões ao Norte do estado, onde as condições climáticas são mais favoráveis, conforme apontado no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (26). Já no Sul, as chuvas recorrentes nas áreas da Campanha e no Extremo Sul têm dificultado o manejo das culturas, resultando em adiamentos e suspensões de operações importantes, como adubações e pulverizações. Apesar disso, na região do Planalto Médio, as lavouras que sofreram acamamento devido a ventos fortes em 20 de setembro demonstraram quase total recuperação.

De acordo com o informativo, o ciclo produtivo do trigo no estado está avançado, com 4% das lavouras já em fase de maturação, 42% em enchimento de grãos, 38% em floração e 16% ainda em desenvolvimento vegetativo. Do ponto de vista fitossanitário, o controle de doenças, como oídio e ferrugem, tem sido eficaz, com baixa incidência. Embora haja preocupação com doenças como giberela e brusone, as lavouras apresentam raros sintomas dessas pragas.

Produtores têm seguido as previsões climáticas e realizado aplicações preventivas de fungicidas antes das chuvas, além de manterem o controle de pulgões, cuja presença é baixa, mas requer monitoramento constante. Segundo a Emater/RS-Ascar, a área cultivada com trigo no estado alcança 1.312.488 hectares, e a produtividade prevista é de 3.100 kg/ha.





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Plantio de milho atinge quase metade da área projetada no Rio Grande do Sul


A área semeada com milho no Rio Grande do Sul avançou 6% na última semana, alcançando 49% da área projetada para a safra 2024/2025, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). Esse avanço foi favorecido por condições climáticas adequadas, especialmente pela ocorrência de chuvas, que mantiveram a umidade do solo em níveis propícios para o desenvolvimento inicial das lavouras, que se encontram nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo.

Os tratos culturais já começaram, com destaque para a primeira aplicação de adubação nitrogenada em cobertura e o manejo de plantas daninhas. No aspecto fitossanitário, a cigarrinha-do-milho está presente em todas as regiões, com maior incidência nas regiões Centro e Extremo Norte do estado, embora o nível da praga esteja abaixo do registrado na safra anterior. Produtores continuam a monitorar e, em alguns casos, realizar intervenções para o controle da praga.

Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 748.511 hectares, com uma produtividade estimada de 7.116 kg/ha.

Nas diversas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, o plantio do milho avançou de forma desigual. Na região de Bagé, o município de Alegrete lidera, com 62% da área prevista já implantada, enquanto São Borja e Quaraí estão nas fases iniciais. Em Caxias do Sul, o plantio nos Campos de Cima da Serra avançou para 10% da área projetada. Em Santa Maria, a semeadura atingiu 27%, em Passo Fundo, 50%, e em Frederico Westphalen, 90%.

Na região de Erechim, o plantio chegou a 70% da área projetada, com monitoramento constante da presença de lagartas. Em Ijuí, 80% da semeadura foi concluída, e produtores já iniciaram a primeira aplicação de nitrogênio em cobertura. Na região de Pelotas, a semeadura começou em Canguçu, Jaguarão e São José do Norte, com produtores ainda buscando custeio para a safra.

Na região de Santa Rosa, 85% das lavouras de milho do cedo já foram semeadas, com os 15% restantes a serem plantados no final do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). A produtividade esperada é de 8.420 kg/ha. Em Soledade, a semeadura avançou para 40% da área, com produtores ainda em busca de recursos de custeio.

O preço médio da saca de 60 quilos de milho no estado apresentou alta de 0,96% na última semana, passando de R$ 59,33 para R$ 59,90, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Preço da saca de arroz registra leve aumento no Rio Grande do Sul


A semeadura do arroz no Rio Grande do Sul teve início nas regiões Oeste e Centro do estado, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). O preparo do solo e a semeadura avançaram nessas áreas, beneficiadas por um clima que alterna entre períodos secos e chuvas moderadas, permitindo o trânsito de máquinas agrícolas. As temperaturas elevadas e a umidade residual no solo devem favorecer uma germinação rápida e uniforme das sementes.

De acordo com as informações, nas regiões Sul e da Campanha, as chuvas dos dias 19 e 20 de setembro, com acumulados significativos, interromperam temporariamente o preparo do solo e o início da semeadura. O período recomendado para o plantio, segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), começou em 11 de setembro e vai até 10 de dezembro. O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta que serão cultivados 948.356 hectares, com uma produtividade estimada pela Emater/RS-Ascar de 8.478 kg/ha.

Na região de Bagé, Fronteira Oeste, o plantio teve início em Alegrete, com expectativa de que até 10% da área estimada em 53 mil hectares seja semeada até o fim de setembro. Em São Borja, aproximadamente 5% dos 33,5 mil hectares projetados já foram plantados. Na Campanha, o excesso de chuvas impediu o avanço do plantio, mas o preparo do solo já está bem adiantado graças ao trabalho realizado durante o inverno.

Na região de Pelotas, a maioria das áreas já está com o preparo do solo finalizado, aguardando melhores condições climáticas para o início da semeadura. Em Santa Maria, 2% da área destinada ao cultivo foi plantada, enquanto os trabalhos de preparo do solo continuam, incluindo nivelamento, construção de taipas, drenagem e aplicação de herbicidas.

Em Soledade, o preparo do solo avançou tanto para o cultivo pré-germinado quanto para o sistema de semeadura em solo seco. Em Rio Pardo, já foi iniciada a semeadura do arroz no sistema pré-germinado.

O preço médio da saca de arroz de 60 quilos no estado teve um leve aumento de 0,09%, subindo de R$ 114,90 para R$ 115,00, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Preço da saca de feijão cai 2,86% no RS


Preocupação com doenças cresce em meio a ventos frios e umidade





Foto: Pixabay

A semeadura da primeira safra de feijão no Rio Grande do Sul segue em ritmo variado entre as regiões do estado, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). Nas áreas onde o segundo plantio já é realizado, o avanço é expressivo. No entanto, nos Campos de Cima da Serra, principal região produtora, o plantio ainda não começou, uma vez que ocorre em um período mais tardio, similar ao da segunda safra em outras regiões.

As lavouras que já foram implantadas apresentam bom desenvolvimento, mas há preocupação com os efeitos combinados de ventos frios e fortes, associados à umidade, que podem aumentar o risco de contaminação por doenças precocemente. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade estimada em 1.521 kg por hectare.

Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, o andamento da semeadura varia: em Ijuí, 61% da área prevista já foi plantada; em Soledade, o avanço chega a 50%, com os produtores realizando adubação de cobertura; em Santa Maria, 57% da área foi semeada, com a maioria das lavouras em fase de germinação. Na região de Pelotas, o plantio também começou, com destaque para o município de Canguçu.

O preço médio da saca de 60 quilos de feijão no estado registrou uma queda de 2,86%, passando de R$ 322,22 para R$ 313,00, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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