quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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Como está o avanço das colheitas de milho e soja nos EUA?



Colheita de milho alcança 81% nos EUA




Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de milho para a safra 2024 atingiu 81% da área total prevista até o final da semana. Esse índice é 13 pontos percentuais superior ao registrado no mesmo período do ano passado e 17 pontos à frente da média histórica dos últimos cinco anos.

Segundo o informativo, ao longo da semana, o avanço do milho foi considerável em 11 dos 18 estados monitorados, com um progresso de 12 pontos percentuais ou mais. Em 17 desses estados, a colheita está no mesmo ritmo ou acima da média histórica.

Já a colheita de soja alcançou 89% da área total até 27 de outubro, superando em sete pontos percentuais o índice do ano passado e em 11 pontos a média de cinco anos. O USDA aponta que o progresso da colheita de soja está acima da média histórica em todos os 18 estados avaliados.





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Desafios da irrigação agrícola no Brasil



O setor cafeeiro tem se destacado, com preços elevados



Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos
Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos – Foto: Divulgação

A irrigação é essencial para a produção agrícola e a segurança alimentar no Brasil, especialmente em um cenário de mudanças climáticas. Luiz Paulo Heimpel, da Netafim Brasil, destaca que o país ocupa a 6ª posição mundial em área irrigada, com 8,2 milhões de hectares, responsáveis por mais de 40% da produção global de alimentos.

O setor cafeeiro tem se destacado, com preços elevados incentivando investimentos em irrigação. Heimpel observa que “o café arábica e o robusta estão em uma situação muito boa”, beneficiando-se da irrigação, que pode aumentar a produtividade em até três vezes em relação às áreas de sequeiro. 

Por outro lado, a cana-de-açúcar enfrenta desafios devido a queimadas que afetaram 80 mil hectares em São Paulo. O investimento em irrigação e tecnologia é crucial para minimizar as perdas. Aproximadamente 35,5% da área irrigada no Brasil utiliza água de reuso, uma prática que contribui para a sustentabilidade da produção.

Na fruticultura, especialmente na laranja, há sinais de recuperação, com aumento de preços e novos investimentos. A irrigação tem potencial para gerar até três safras por ano, aumentando a oferta e a qualidade dos frutos.

Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos em irrigação e a infraestrutura deficitária em algumas regiões. Apesar disso, as perspectivas são positivas, com a Câmara Setorial de Irrigação prevendo um aumento de 4,2 milhões de hectares irrigados até 2040. A modernização e eficiência das técnicas de irrigação, como a localizada, indicam um futuro promissor para o setor.

 





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Seca gera preocupações para colheita de inverno no sudeste da Europa



Chuvas causam atrasos na colheita de verão




Foto: Pixabay

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Europa Ocidental enfrentou uma semana de chuvas moderadas a intensas, com precipitações variando entre 2 e 100 mm, afetando principalmente Inglaterra, França, Espanha e Itália. Esse cenário garantiu umidade adequada a excessiva para as culturas de inverno, mas atrasou a colheita de safras de verão. No entanto, chuvas mais intensas, variando de 100 a 320 mm, causaram inundações em áreas localizadas do leste da Espanha, sul da França e partes da Itália, especialmente no norte e oeste do país.

De acordo com o boletim, na Alemanha, as precipitações foram mais leves, abaixo de 5 mm, após um mês com chuvas acima do normal (200 a 300% da média), o que facilitou o trabalho de campo. Em contraste, o sudeste da Europa experimentou condições climáticas secas, agravando preocupações com a seca na Hungria e no Vale Central do Rio Danúbio, áreas críticas para o estabelecimento das culturas de inverno.

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Enquanto isso, o tempo seco e ensolarado favoreceu as operações agrícolas na Polônia e nos Estados Bálticos. No entanto, a falta de chuva nos últimos 30 dias reduziu a umidade superficial em partes da Lituânia e Letônia, com precipitações chegando a menos de 50% do normal.

As temperaturas na maior parte da Europa permaneceram entre 2 a 5°C acima da média, exceto pelo oeste da Espanha e o baixo Vale do Danúbio, que registraram temperaturas até 2°C abaixo do normal. O relatório também destaca que as culturas de inverno europeias entram em dormência geralmente a partir de novembro, em uma faixa que vai do nordeste ao sudoeste do continente.





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Qual é o improvável futuro do agro?



Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano



Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano
Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano – Foto: USDA

Marcos Rubin, fundador da Veeries, reflete sobre o futuro da agricultura inspirado por Vinod Khosla, um renomado investidor em tecnologia. Em um podcast, Khosla afirmou que “apenas o improvável é importante para avaliar o futuro”, ressaltando que os especialistas frequentemente olham para o passado ao projetar o futuro, o que limita a inovação. Rubin se questiona sobre o impacto que um aumento de 3%  na produtividade agrícola poderia ter, desafiando as expectativas atuais.

Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano, e a área plantada aumenta de 1% a 2% anualmente, com o Brasil liderando essa expansão. O consumo de proteína deve crescer com a renda, e a indústria de ração continua dependente de soja e milho. Tecnologias inovadoras estão otimizando a eficiência operacional na agropecuária, enquanto o comércio global de grãos segue em ascensão.

Contudo, Rubin sugere que devemos considerar cenários improváveis. Entre eles, uma revolução na produtividade agrícola com ganhos superiores a 3% ao ano poderia reduzir a necessidade de expansão de áreas cultivadas. Avanços genéticos poderiam permitir o cultivo em regiões antes inadequadas, e a indústria de ração poderia se reinventar com produtos sintéticos mais eficientes. Além disso, alternativas sintéticas para algodão, café e açúcar podem transformar o mercado, enquanto o combate à obesidade pode mudar hábitos alimentares globais. Essas considerações não são meras especulações; muitas inovações estão em andamento. Rubin convida todos a imaginar fatores improváveis que possam impactar a produção de commodities e o consumo de alimentos.





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Chuvas não aliviam seca prolongada na Ucrânia e Rússia



Chuvas insuficientes agravam situação de seca




Foto: Divulgação

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indica que, após um breve período de chuvas, o clima seco voltou a prevalecer no leste da Ucrânia e no oeste da Rússia. Embora tenham ocorrido chuvas leves e esparsas, entre 2 e 10 mm, esses volumes não foram suficientes para aliviar a seca prolongada na região. O mais recente Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido por satélite, revelou que a condição das colheitas permanece ruim a crítica em muitas dessas áreas, mesmo após a precipitação isolada na semana anterior.

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Em contraste, a Moldávia, o oeste e o centro da Ucrânia, e a Bielorrússia registraram condições completamente secas, favorecendo o trabalho de campo sazonal e o desenvolvimento das culturas de inverno após um setembro e uma primeira quinzena de outubro muito chuvosos. Nessas áreas, o VHI apontou uma saúde das colheitas variando de razoável a boa.

Ao longo da costa do Mar Negro, as temperaturas permaneceram próximas ou ligeiramente abaixo do normal, mas, mais ao norte, registraram-se leituras de até 4°C acima da média. O relatório também destaca que as culturas de inverno na região tendem a entrar em dormência do início de novembro nos distritos central e do Volga, na Rússia, até o final do mês ao longo da costa do Mar Negro.





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Dólar sobe em linha com emergentes com China e Oriente Médio em foco


Logotipo Reuters

Por Fernando Cardoso

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar subia frente ao real nesta quarta-feira, em linha com a força da moeda dos EUA no exterior, à medida que investidores analisavam dados do IPCA de setembro, que vieram praticamente em linha com o esperado, e avaliavam os efeitos de fatores externos sobre as divisas de países emergentes.

Às 9h46, o dólar à vista subia 0,51%, a 5,5614 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,37%, a 5,571 reais na venda.

Nesta sessão, o real acompanhava o movimento de seus pares emergentes, que ampliavam as perdas frente à moeda norte-americana diante de um cenário de incertezas para ativos de maior risco, com investidores aguardando notícias de China e Oriente Médio.

O governo chinês anunciou nesta quarta que o Ministério das Finanças realizará uma entrevista coletiva de imprensa no sábado para detalhar as medidas fiscais de estímulo que adotará para impulsionar a economia do país, um dia depois de os mercados se decepcionarem com a apresentação de um planejador estatal.

O otimismo pelas medidas de estímulo na China se dissipou na sessão de terça-feira, derrubando moedas de países emergentes, cujas exportações de diversas mercadorias, principalmente commodities, estão atreladas ao grande mercado consumidor da segunda maior economia do mundo.

“O pacote da China pode mexer bastante no mercado se for razoável ou até estimulador. Se houver um incentivo bem relevante, a tendência é que as commodities venham a subir, favorecendo exportadores de commodities como o Brasil”, disse Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos.

A aversão ao risco em mercados emergentes se mantinha nesta sessão, com o dólar avançando sobre divisas como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano.

A moeda dos EUA ainda era beneficiada pelo cenário incerto no Oriente Médio, com investidores avaliando se a recente escalada nas tensões geopolíticas pode provocar uma guerra ampla entre Israel e Irã.

Por outro lado, os rendimentos dos Treasuries estavam praticamente estáveis, após forte avanço recente na esteira de movimento de reavaliação de expectativas sobre o ciclo de afrouxamento monetário do Federal Reserve.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,21%, a 102,700.

Todas as atenções na quinta-feira se voltarão à divulgação de novos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, com agentes financeiros em busca de sinais sobre a trajetória de juros do Fed.

Mais tarde nesta sessão, os mercados avaliarão a ata da mais recente reunião do banco central dos EUA, quando as autoridades decidiram reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base a fim de enfrentar o enfraquecimento do mercado de trabalho.

No cenário doméstico, o foco estava nos dados do IPCA de setembro, divulgados na abertura da sessão. O índice acelerou para uma alta de 0,44% no mês, ante queda de 0,02% em agosto. Em 12 meses, a inflação brasileira chegou a 4,42%. Economistas esperavam alta de 0,46% no mês, segundo pesquisa da Reuters.

Após os dados, houve movimentação na curva de juros brasileira, com juros futuros subindo, à medida que a alta dos preços se aproximou do teto da meta de inflação de 4,50%, provocando consolidação de apostas de aumento da taxa Selic em novembro.





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“Boi China” registra com nova alta em São Paulo



Cotação segue subindo em São Paulo




Foto: Kadijah Suleiman

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quarta-feira (30), o mercado de carne bovina iniciou o dia com valorização nos preços, impulsionado pela oferta restrita de animais e pela crescente demanda internacional. O preço da arroba do “boi China” e da vaca gorda teve um acréscimo de R$5,00. Já para o boi comum, a alta foi de R$3,00/@.

No Sul da Bahia, o mercado abriu com aumento generalizado de R$5,00/@ para todas as categorias destinadas ao abate, refletindo o cenário de oferta limitada.

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No Tocantins, tanto na região Sul quanto na região Norte, o valor da arroba do boi gordo subiu R$5,00, acompanhando a tendência de alta demanda e baixa oferta. Na região Sul, a cotação da vaca e da novilha também apresentou alta, com reajuste de R$3,00/@. Entretanto, o preço do “boi China” permaneceu estável no estado.

Até a quarta semana de outubro, o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 236,2 mil toneladas, com uma média diária de 12,4 mil toneladas. Esse resultado representa um crescimento de 40,2% em relação ao mesmo período de 2023.

O preço médio por tonelada foi de US$4,6 mil, gerando um faturamento 0,9% superior ao mesmo período do ano anterior. A expectativa é que o volume exportado em outubro ultrapasse o recorde de setembro de 2024, consolidando um novo marco para as exportações mensais de carne bovina.





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Chuvas intensas e frio atingem Oriente Médio



Oriente Médio apresentou condições variadas durante a última semana




Foto: Divulgação

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), informa que o clima no Oriente Médio apresentou condições variadas durante a última semana. A região experimentou um tempo seco e muito frio nas áreas oeste e central, seguido pela primeira chuva considerável da estação em partes do Irã. Uma baixa atmosférica se deslocou do leste da Síria para o Irã, trazendo o ar mais frio registrado até agora.

De acordo com os dados do USDA, as temperaturas médias semanais ficaram entre 3°C e 7°C abaixo do normal do Planalto da Anatólia, na Turquia central, até o oeste do Irã. No entanto, o calor anormal permaneceu à frente do sistema de baixa, com registros de até 5°C acima do normal no sudeste iraniano. Na Turquia central, foi observado o primeiro congelamento da estação, com temperaturas entre -4°C e -1°C, embora a média semanal de 10°C ainda esteja acima do limite de dormência das safras de inverno, que ocorre em temperaturas de 5°C ou menos.

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O tempo seco prevaleceu da Turquia central até o Iraque e o centro-oeste do Irã, mas um vento vindo do norte ao longo da costa oriental do Mar Negro provocou fortes chuvas orográficas, registrando volumes de 55 a 215 mm na região. Enquanto isso, no Irã, chuvas moderadas a intensas, entre 10 mm e 70 mm, marcaram o primeiro evento significativo de umidade do Ano Hidrológico de 2024-25, essencial para o estabelecimento dos grãos de inverno.

No nordeste da Turquia, um vento proveniente do Mar Cáspio trouxe chuvas intensas para comunidades costeiras no centro-norte do Irã, registrando até 275 mm de precipitação. Embora essas chuvas tenham causado danos localizados à infraestrutura, não afetaram diretamente as principais áreas de cultivo do país, conforme apontou o boletim.





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Plantio de milho avança na Argentina



Chuva beneficiou as culturas de inverno




Foto: Canva

As áreas agrícolas de maior rendimento da Argentina receberam chuvas intensas nos últimos dias, de acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A precipitação beneficiou as culturas imaturas de inverno e as lavouras de verão em estágio inicial de desenvolvimento.

As chuvas mais intensas, variando entre 50 e 125 mm, concentraram-se nas regiões centrais e sul de Córdoba, noroeste de Buenos Aires e áreas próximas em La Pampa, Santa Fé e Entre Rios. Outras áreas registraram precipitações entre 10 e 50 mm, enquanto a seca se manteve restrita ao extremo norte do país, abrangendo uma ampla região de Santiago del Estero até o Paraguai, além de alguns pontos no sul de Buenos Aires.

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O período chuvoso veio acompanhado de temperaturas acima da média para esta época do ano, com elevações de 2 a 4 °C em relação ao normal. As temperaturas diurnas oscilaram entre 30 °C nas áreas agrícolas mais secas do norte e 20 a 30 °C no sul de Buenos Aires.

Segundo o governo argentino, o plantio de girassol avançou para 35% da área prevista até 24 de outubro, 9 pontos percentuais à frente do ritmo registrado no ano passado. O milho, por sua vez, alcançou 24% da área plantada, comparado a 20% no mesmo período de 2023. Já o plantio de algodão segue em andamento no norte de Santa Fé e regiões vizinhas.





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Chuvas impulsionam o plantio de soja e outras culturas de verão no Brasil



Chuvas beneficiam culturas de verão no Sul e interrompem colheita de trigo




Foto: Divulgação

Segundo os dados do Weekly Weather and Crop Bulletin divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o início contínuo das chuvas sazonais tem melhorado as condições para a soja e outras culturas de verão em grande parte do Brasil. As precipitações, variando entre 10 e 100 mm, cobriram áreas anteriormente secas na região Centro-Oeste, especialmente em Goiás e partes vizinhas do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No entanto, em regiões como o oeste da Bahia e outras áreas produtivas do Nordeste, as chuvas permaneceram esparsas, com volumes inferiores a 25 mm.

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Apesar da recuperação parcial das chuvas, as temperaturas altas, com máximas próximas a 40 °C, mantiveram elevadas as taxas de evaporação em áreas mais quentes do Norte do país. Mesmo com essas adversidades climáticas, o governo do Mato Grosso informou que o plantio da soja avançou para 56% até 25 de outubro, um salto de 31 pontos percentuais em relação à semana anterior, ficando apenas seis pontos atrás da média dos últimos cinco anos.

No Sul do país, as chuvas, variando entre 10 e 50 mm, e pontualmente mais intensas, favoreceram o desenvolvimento das culturas de verão, como a cana-de-açúcar, mas também causaram interrupções localizadas na colheita do trigo. O calor, com máximas na faixa dos 30 °C, manteve o crescimento acelerado das lavouras em estágio inicial.

No Paraná, o governo estadual informou que a colheita de trigo atingiu 87% até 21 de outubro. O plantio do milho de primeira safra e da soja no estado avançou para 95% e 62%, respectivamente. No Rio Grande do Sul, até 24 de outubro, o plantio de milho e soja chegou a 68% e 3%, respectivamente, enquanto a colheita do trigo foi concluída em 29%.





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