quarta-feira, abril 15, 2026

Política & Agro

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Produção de algodão abaixo do esperado na Espanha



Espanha é o segundo maior produtor de algodão da União Europeia




Foto: Divulgação

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, em seu relatório de novembro “World Agricultural Production” (WAP), a produção de algodão da Espanha para o ciclo de comercialização 2024/25 foi estimada em 195 mil fardos de 480 libras. A projeção representa uma redução de 10 mil fardos, ou 5%, em relação ao mês passado. Ainda representando um aumento de 120 mil fardos sobre a produção do ano anterior, que foi duramente afetada pela seca. A área colhida está estimada em 48 mil hectares, uma queda de 4% em relação ao mês passado e de 8% em comparação com o ano passado. A áre ficou 17% abaixo da média de cinco anos. O rendimento estimado é de 885 kg por hectare, um leve recuo de 1% em relação ao mês anterior, mas ainda 182% superior ao da safra passada e 7% acima da média quinquenal.

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A Espanha é o segundo maior produtor de algodão da União Europeia, atrás apenas da Grécia, e contribui com cerca de 20% da produção total do bloco. A produção do país está quase totalmente concentrada no Vale do Guadalquivir, na Andaluzia, especialmente nas províncias de Sevilha e Cádiz, e em menor escala em Córdoba. Após três anos de seca, a falta de água nos reservatórios levou o governo a limitar a irrigação, o que desestimulou os agricultores a plantar a quantidade usual de algodão, resultando em menor produtividade.

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Embora tenha chovido na primavera de 2024, a precipitação veio tarde demais para restaurar o potencial produtivo da safra. Além disso, a recente incidência de pragas e, mais recentemente, severas inundações no final de outubro, provocadas por um sistema de baixa pressão, causaram estragos na região, especialmente na Andaluzia e em Valência. A colheita já avançada ainda está em avaliação quanto ao impacto no rendimento final e na qualidade do algodão.





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Especialista em Alimentadores Automáticos, aborda eficiência produtiva na Carcinicultura


A 20ª edição da Feira Nacional do Camarão (FENACAM) será palco da palestra  “Eficiência produtiva: como alcançar em tempos de desafios”, ministrada por Marita Monserrate Vite, Diretora Técnica da Skretting no Equador. A palestra acontecerá no dia 21 de novembro, às 8h30, e abordará práticas e inovações que podem elevar a eficiência na produção de camarões no Brasil.

Vite, especialista em produção de camarão, trabalha na Skretting, líder global em alimentos para aquicultura, que oferece soluções nutricionais sustentáveis. Na FENACAM, ela abordará tecnologias de ponta como a utilização de hidrofones – equipamentos que captam o som emitido durante a alimentação dos camarões. Esses dispositivos integram os alimentadores automáticos da Eruvaka, permitindo um controle preciso da quantidade de ração, o que reduz desperdícios, melhora o crescimento dos camarões e evita a poluição ambiental.

A tecnologia da Eruvaka tem sido amplamente adotada no Equador, onde ocupa 60% do mercado de alimentadores automáticos. “Essas inovações são fundamentais para enfrentar os desafios da produção de camarão em tempos de pressão econômica e ambiental”, explica Vite, destacando o impacto positivo na eficiência produtiva e sustentabilidade das operações.

Marita Monserrate Vite é especialista em produção de camarão, com ampla experiência no setor. Sua atuação na Skretting é voltada para o desenvolvimento de soluções que impulsionam a eficiência e sustentabilidade na aquicultura. A Skretting, parte do grupo Nutreco, é reconhecida globalmente por sua abordagem inovadora e sustentável na nutrição de espécies aquáticas, alimentando mais de 60 espécies em diferentes fases de crescimento.

FENACAM 2024

A FENACAM, que ocorre de 19 a 22 de novembro no Centro de Convenções de Natal, reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável da aquicultura e carcinicultura. O evento reunirá especialistas, produtores e empresários em uma série de palestras e simpósios sobre as tendências e avanços do setor, incluindo o XX Simpósio Internacional de Carcinicultura e a Feira Internacional de Produtos para a Aquicultura. Ao longo dos anos, a FENACAM se consolidou como um centro de referência para a troca de conhecimento e o estabelecimento de contatos no setor.

A Feira deste ano conta com 8.000 m² de exposição, com mais de 200 estandes que vão de empresas de tecnologia a fornecedores de equipamentos e insumos para aquicultura. A programação inclui sessões técnicas e científicas, onde serão apresentados estudos recentes sobre práticas sustentáveis e avanços em sanidade e genética para camarões, peixes e outros organismos aquáticos.

Produção de camarão no Brasil em crescimento

O cenário brasileiro da carcinicultura registrou números recordes em 2023. De acordo com o IBGE, a produção de camarão em cativeiro atingiu 127,5 mil toneladas, com um crescimento de 13% em relação ao ano anterior e uma valorização de R$ 2,63 bilhões. O Ceará e o Rio Grande do Norte lideram a produção nacional, com destaque para os municípios de Aracati e Pendências.





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Milho na B3 sobe com dólar forte


Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho na B3 registraram alta nesta segunda-feira, impulsionados pela valorização do dólar, que atingiu o valor de R$ 5,816 durante o dia, fechando a R$ 5,770, uma alta de 0,56% em relação à última sexta-feira. Esse fortalecimento do dólar aumentou a atratividade das exportações brasileiras, refletindo diretamente nos preços dos contratos de milho na B3. Já nos Estados Unidos, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o dia em queda, com o contrato de dezembro/24 cotado a US$ 4,30 (-1 ponto), em um movimento de realização de lucros após uma semana de ganhos.

No Brasil, os contratos futuros de milho para novembro/24 fecharam em R$ 74,44, subindo R$ 0,64 no dia e R$ 1,58 na semana. Já o contrato para janeiro/25 alcançou R$ 77,59, com aumento de R$ 0,83 no dia e R$ 0,86 na semana. O contrato de março/25 encerrou a R$ 77,25, registrando alta marginal de R$ 0,01 tanto no dia quanto na semana. Esse comportamento positivo reflete a pressão de um dólar elevado, que favorece os preços internos e a demanda externa.

Enquanto isso, a CBOT seguiu em baixa. O milho para dezembro/24, que serve de referência para a safra brasileira de inverno, caiu 0,23%, fechando a US$ 430,00 por bushel. O contrato para março/25 recuou 0,34%, fechando em US$ 442,75 por bushel. Esse movimento reflete uma pausa no ciclo de alta anterior, com investidores optando por realizar lucros após uma semana de valorização acumulada de quase 4%.

O cenário climático também chama atenção: modelos de previsão apontam tempestades para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e sudoeste de Minas Gerais, com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitindo um alerta laranja. Essa possibilidade de chuvas intensas gera apreensão quanto ao impacto no plantio e desenvolvimento das lavouras, um fator que pode influenciar os preços no mercado interno nas próximas semanas.





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Confira como está o milho brasileiro


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho segue lento em algumas regiões do Sul do Brasil, com produtores elevando as pedidas e negociações pontuais. No Rio Grande do Sul, os valores indicados nas principais praças permaneceram estáveis: Santa Rosa com R$ 73,00, Não-Me-Toque, Marau e Gaurama a R$ 74,00, enquanto Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen apresentam indicações de R$ 75,00. Montenegro mantém o maior preço, a R$ 77,00. Os vendedores, no entanto, estão pedindo valores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas, mas não houve registro de negócios na última sexta-feira.

Em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) destacou o aumento nos preços do farelo de soja e milho, com produtores pedindo ao menos R$ 2,00 acima das indicações de compradores, que variam entre R$ 72,00 no interior e R$ 75,00 CIF fábricas. Negociações recentes envolveram 2 mil toneladas a R$ 76,00 mais ICMS para entrega em novembro no meio-oeste do estado. Nas praças, Chapecó apresenta indicação a R$ 74,00, Campos Novos a R$ 75,00 e Rio do Sul a R$ 76,00.

No Paraná, conforme dados do Deral, o milho teve valorização, e produtores elevaram as pedidas para venda. No porto, as indicações são de R$ 68,00 para novembro e R$ 69,00 para dezembro. Em regiões como Cascavel e Guarapuava, os preços variam de R$ 68,00 a R$ 70,00. O sudoeste e oeste do estado registram valores de balcão em torno de R$ 58,00, enquanto produtores no norte e Campos Gerais pedem entre R$ 77,00 e R$ 80,00 para o FOB interior.

Em Mato Grosso do Sul, o Valor Bruto da Produção (VBP) apresentou queda de 10%, refletindo o ritmo lento das negociações. Em Maracaju, Dourados e Naviraí, as indicações variam entre R$ 53,00 e R$ 54,00, com algumas pedidas FOB a partir de R$ 52,00, concentrando-se em R$ 55,00. Nos portos, as indicações iniciam em R$ 60,00, com vendedores adotando uma postura cautelosa devido ao cenário desfavorável.

 





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Soja fecha em baixa com falta de relatórios nos EUA



A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário



A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário
A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário – Foto: Nadia Borges

Segundo dados da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou queda na última segunda-feira, refletindo uma falta de referência de relatórios regulares que impulsionam decisões de compra e venda. Com a soja para novembro/24, que serve de referência para a safra brasileira, fechando em baixa de 0,49%, a $ 1011,75 por bushel, o mercado viu uma realização de lucros após acumular alta de 3,49% na semana anterior. A cotação de janeiro/25 também fechou em baixa de 0,78%, a $ 1022,25 por bushel, enquanto o farelo e o óleo de soja registraram recuos de 0,39% e 1,29%, respectivamente.

O feriado do Dia dos Veteranos de Guerra nos Estados Unidos foi um dos fatores que influenciaram essa queda, já que atrasou a divulgação de relatórios importantes como o Crop Progress e os dados semanais de exportação, programados para a terça-feira. Sem essas informações, o mercado optou pela estratégia de lucro, interrompendo a sequência de ganhos da semana anterior.

A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário de ajuste nos preços, pois os atrasos no plantio da soja no país praticamente desapareceram. Dessa forma, as previsões de uma colheita robusta mantêm-se firmes, tranquilizando o mercado em relação ao fornecimento futuro e impactando a competitividade das exportações brasileiras. Com a volatilidade gerada pela falta de referências do mercado norte-americano e o desempenho esperado da safra brasileira, a CBOT continua a observar o comportamento dos traders que aproveitam para reequilibrar suas posições.





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Oscilações da soja geram oportunidades no RS


Segundo a TF Agroeconômica, a oscilação nos preços da soja trouxe boas oportunidades de negócios em várias regiões, especialmente no Rio Grande do Sul, onde a cotação para entrega em novembro no porto é de R$ 147,70, com pagamento previsto para 29/11. Nos mercados locais, as cotações refletem as características de cada praça: Cruz Alta e Passo Fundo indicam R$ 140,00 por saca, Ijuí apresenta R$ 139,00 e Santa Rosa/São Luiz R$ 138,50, todos com pagamento também no fim de novembro. Em Panambi, o preço de pedra subiu para R$ 126,00 a saca para o produtor.

Em Santa Catarina, apesar de ofertas no porto de São Francisco com cotações variadas — R$ 135,50 para fevereiro até R$ 141,50 para junho —, os volumes negociados seguem baixos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio da soja no estado alcançou 17% da área prevista, inferior aos 24% do ano passado. De acordo com a EPAGRI, a área cultivada deve chegar a 830 mil hectares, com uma produção esperada de 3,171 milhões de toneladas e rendimento médio de 3.840 kg/ha. No porto, o preço atual é de R$ 143,50, enquanto em Chapecó atinge R$ 135,50.

No Paraná, as cotações para entrega em novembro estão em R$ 144 no porto de Paranaguá, com pagamento até 15 de dezembro. Em Ponta Grossa, o preço balcão é de R$ 137,00, e para entrega direta à indústria local, a oferta é de R$ 142 por saca CIF, com pagamento até o final de novembro. As expectativas de produtividade no estado permanecem positivas.

Já no Mato Grosso do Sul, a soja segue como principal produto de exportação em 2024, mas as negociações no mercado spot em Dourados estão limitadas, com produtores pedindo R$ 145 por saca, enquanto compradores ofertam R$ 140. Em Mato Grosso, onde o plantio da safra 2024/25 já alcança 93,7% da área prevista, o mercado spot está parado em Sinop devido à escassez de mercadoria. As cotações variam conforme a localidade: R$ 145,50 em Campo Verde, R$ 143,00 em Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sorriso, e R$ 147,50 em Primavera do Leste e Rondonópolis.





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Frente fria chega ao Sul com temporais e clima úmido favorece culturas no MATOPIBA


Nesta segunda-feira (11.11), o clima no Brasil traz condições climáticas variadas. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, uma frente fria avança pelo Sul do país, provocando chuvas no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com volumes esperados entre 20 e 30 mm, especialmente no sudoeste gaúcho.

A frente fria vai trazer temporais na fronteira sul do Rio Grande do Sul, com tendência de avanço pelo estado e chegada a Santa Catarina ainda hoje. Para os produtores, essas precipitações são esperadas e beneficiam algumas culturas de inverno, enquanto podem atrapalhar a colheita em regiões ainda com trigo no campo. A expectativa é que essas chuvas possam ajudar a repor a umidade do solo, fundamental para as plantações de milho e soja que já estão em desenvolvimento.

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No Centro-Norte, os corredores de umidade continuam ativos, promovendo chuvas volumosas na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Para hoje, os volumes de chuva podem alcançar até 70 mm, sobretudo no norte do Tocantins, sul do Maranhão, sul do Piauí e na região central da Bahia, alcançando até o recôncavo baiano. A elevada umidade traz alívio para culturas como a soja e o milho, que dependem de umidade constante para um desenvolvimento saudável. No entanto, essa condição também cria uma sensação de abafamento nas áreas atingidas, o que exige atenção dos produtores em relação a doenças nas lavouras, favorecidas pela alta umidade.

Além disso, estão previstas pancadas de chuva em outras regiões centrais, como Mato Grosso, Goiás, Pará, Amazonas e Rondônia, embora com menor intensidade comparada à esperada no MATOPIBA. Esse cenário beneficia a semeadura da soja, que já alcançou 95% de avanço em Mato Grosso e 68,4% da média nacional, conforme dados da Consultoria Pátria Agronegócios.

Para os próximos dias, a frente fria deve avançar para o Sudeste e Centro-Oeste, podendo se ligar com os corredores de umidade no Brasil central, trazendo mais chuvas para áreas agricultáveis do país.





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Ucrânia diz que mísseis russos atingiram dois navios de grãos do Mar Negro


Logotipo Reuters

(Reuters) – Um míssil russo atingiu um navio com bandeira de Palau no porto de Odesa, no sul da Ucrânia, matando um cidadão ucraniano e ferindo cinco tripulantes no segundo ataque do tipo em dois dias, disseram autoridades.

O Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, disse no X que os dois navios foram danificados no centro de exportação de grãos do Mar Negro, sem dar detalhes sobre as condições dos navios. Ele condenou as ações da Rússia.

“Devemos unir forças de todos os estados e organizações responsáveis ​​para… garantir a liberdade de navegação no Mar Negro e a segurança alimentar global.”

O ministério da defesa da Rússia não respondeu imediatamente a um e-mail solicitando comentários. Moscou negou repetidamente que ataque alvos civis.

O governador regional de Odesa, Oleh Kiper, escrevendo no aplicativo de mensagens Telegram, disse que o homem morto no último ataque era um trabalhador portuário. Os cinco homens feridos eram estrangeiros e membros da tripulação do navio.

O vice-primeiro-ministro Oleksiy Kuleba identificou o navio como o Optima e disse que ele chegou a Odessa horas antes do ataque.

A Rússia “está tentando, dessa forma, destruir a navegação no Mar Negro, garantindo a segurança alimentar.

As consequências só podem significar maior instabilidade em regiões sensíveis, dependentes de importações de alimentos, e tensão nas relações internacionais”, disse Kuleba.

O Ministério da Restauração da Ucrânia identificou o navio atacado no domingo no porto próximo de

Pivdennyi como o Paresa, de bandeira de São Cristóvão e Nevis, que transportava uma carga de 6.000 toneladas de milho.

Em uma publicação no Facebook, o ministério disse que a tripulação de 15 membros do Paresa, cidadãos sírios e egípcios, não ficou ferida.

O ministério disse que o Paresa foi o 20º navio civil a ser danificado por ataques russos.

No mês passado, o graneleiro Aya, com bandeira de Saint Kitts e Nevis, foi atingido por um míssil russo no Mar Negro. Outra embarcação, um porta-aviões com bandeira de Antígua, foi danificada em um ataque de míssil russo em Odesa.

A Rússia atacou o porto repetidamente na guerra desde sua invasão em grande escala da Ucrânia em fevereiro de 2022.

Reportagem de Yuliia Dysa; Edição de Toby Chopra, Ron Popeski e Cynthia Osterman





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