quarta-feira, abril 15, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de mandioca celebram bons resultados



Colheita e bons preços marcam a mandioca na região de Santa Rosa




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, relatou o encerramento do plantio de mandioca na região administrativa de Santa Rosa. As novas mudas apresentam excelente desenvolvimento vegetativo, com boa brotação e estande de plantas. No momento, os agricultores realizam o controle de plantas invasoras por meio de capina manual.

Os valores pagos aos produtores por 25 kg de mandioca estão em torno de R$ 120,00, enquanto o quilo da mandioca lavada e não descascada é vendido ao consumidor a R$ 5,40. A mandioca descascada, direcionada ao mercado varejista, custa R$ 6,00/kg, e nas feiras e vendas diretas, os preços variam de R$ 7,00 a R$ 9,00/kg.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na região de Soledade, o plantio da mandioca foi concluído nas áreas de baixa altitude, enquanto em áreas mais altas o processo ainda está em finalização. Nessa região, o cultivo é geralmente voltado ao consumo próprio, com parte do excedente destinada às feiras.

Em municípios como Venâncio Aires e Mato Leitão, algumas lavouras enfrentam problemas com bacterioses, que têm gerado falhas nas plantações, possivelmente ligadas à qualidade das manivas plantadas. Em Mato Leitão, a caixa de 22 kg é vendida a R$ 25,00.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Abate de bovinos cresce 14,8% no terceiro trimestre



No mercado interno, o cenário de alta nos preços se mantém




Foto: Divulgação

Segundo o indicado no Boletim de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral), divulgado nesta quinta-feira (14), com base nos dados do IBGE,  no Brasil, o abate de bovinos apresentou um crescimento de 14,8% no terceiro trimestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior. O aumento ocorre mesmo com a alta no preço da arroba, que ganhou força a partir de setembro, devido, principalmente, à demanda do mercado externo.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

O volume de carne bovina exportada para a China, principal destino das exportações brasileiras, registrou aumento de 29,1% em comparação a 2023. No terceiro trimestre do ano passado, foram exportadas 615.782 toneladas, a um preço médio de US$ 4,48/kg. Em 2024, apesar da maior quantidade exportada, o preço médio sofreu leve queda de aproximadamente 3%, acompanhando a tendência do mercado global. Atualmente, cerca de metade das carcaças exportadas pelo Brasil têm como destino o mercado chinês.

No mercado interno, o cenário de alta nos preços se mantém, embora possa enfrentar desaceleração devido à limitada capacidade de compra da população. O preço elevado da arroba também reflete nos custos de reposição de gado. O preço do bezerro atingiu, segundo o Deral, R$ 2.545,04, o maior valor desde o início de 2023, impulsionado pela valorização do boi gordo. Esse cenário, juntamente com o aumento no abate de fêmeas, sustenta uma expectativa de preços elevados para 2025, conforme o boletim.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de pêssego intensificam controle de pragas



Colheita de pêssego acelera no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do pêssego avança nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul. Em Pelotas, a safra das variedades mais precoces, como Citrino e Sensação, está em andamento, enquanto a colheita das cultivares Granada e Jasp acaba de começar. Nas demais variedades, os frutos ainda estão em desenvolvimento, mas já há registros de colheita antecipada em cultivares médias e tardias, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar divulgado nesta quinta-feira (14).

Segundo o informativo, o monitoramento do Sistema de Alerta do Pêssego detectou uma alta presença da mosca-das-frutas, o que exige intensificação do controle com iscas tóxicas. Em reunião entre o Sindicato das Indústrias de Conservas (SINDOCOPEL) e a Associação dos Produtores de Pêssego, foi definido que o preço de referência para o fruto tipo I (diâmetro maior que 53 mm) será de R$ 2,50/kg e R$ 2,20/kg para o tipo II.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na região de Soledade, estão em colheita as variedades intermediárias de pêssego. O manejo da podridão-parda, principal doença da cultura, continua para evitar perdas na produção e na qualidade dos frutos, assim como o controle de pragas, como a grafolita, ou broca-dos-ponteiros. Além disso, os produtores seguem com a poda verde para favorecer o desenvolvimento das árvores.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

De acordo com dados da Emater/RS, em Caxias do Sul, a variedade BRS Kampai está no fim de sua colheita, com bons resultados na produtividade, e a colheita da BRS Fascínio já começou. As condições climáticas favorecem o crescimento e a sanidade dos frutos. Os preços pagos aos agricultores variam: frutos pequenos estão a R$ 1,00/kg, frutos médios a R$ 4,00/kg e frutos grandes a R$ 7,00/kg.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Pastagens mostram bom desenvolvimento no RS


As pastagens apresentam bom desenvolvimento, tanto no campo nativo quanto nas áreas cultivadas no Rio Grande do Sul. No entanto, em algumas regiões, a baixa umidade do solo devido à escassez de chuvas está afetando a qualidade das pastagens, especialmente nas regiões com menores índices pluviométricos. Em contrapartida, as pastagens perenes de verão vêm demonstrando alta qualidade nutricional e maior volume de forragem, favorecendo o desempenho animal, conforme o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.

De acordo com o informativo, na região de Bagé, os produtores de São Gabriel já estão colhendo aveia para garantir sementes para o próximo ciclo, com o excedente sendo destinado à venda. Em Quaraí, a planta tóxica maria-mole está em fase de floração, e espera-se uma grande infestação nos campos nativos. Em Caxias do Sul, as temperaturas amenas à noite e mais quentes durante o dia têm favorecido o crescimento das forrageiras perenes, enquanto as pastagens anuais de inverno encerraram seu ciclo.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Em Erechim, a chuva de 40 mm foi benéfica, especialmente para as pastagens de verão, que estão em fase inicial de crescimento, além de ajudar no rebrote das pastagens perenes. Na região de Frederico Westphalen, as pastagens anuais estão em bom estado e já são usadas para pastejo. Em Ijuí, o tempo de permanência dos animais nas pastagens foi ampliado, e os produtores reduziram o uso de silagem.

Na região de Passo Fundo, o crescimento das pastagens perenes de verão foi positivo, permitindo um pastoreio intensivo. As pastagens anuais estão em fase de plantio e desenvolvimento, com algumas áreas já sendo utilizadas para pastejo e adubações de cobertura, especialmente com nitrogênio. Em Pelotas, as temperaturas mais amenas e as chuvas leves em municípios como Pelotas e São Lourenço do Sul favoreceram a implantação das pastagens de verão.

Em Porto Alegre, o pastoreio se concentra nas áreas de campo nativo, que apresentam boas condições. Já em Santa Maria, a chuva irregular está dificultando o crescimento das pastagens, mas a oferta de forragem vem aumentando. Em Santa Rosa, o controle da cigarrinha está sendo realizado, pois a praga tem prejudicado o desenvolvimento das pastagens em algumas áreas, comprometendo a disponibilidade de alimento, conforme os dados da Emater/RS.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preço do arroz recua com menor saída do RS e aumento das importações



Mercado de arroz no Brasil enfrenta um cenário típico de entressafra




Foto: Divulgação

O mercado de arroz no Brasil enfrenta um cenário típico de entressafra, com redução na disponibilidade interna e aumento nas importações. Segundo informações divulgadas pelo Cepea, os preços do grão recuaram na última semana, atingindo os mesmos níveis observados em julho de 2024. A queda reflete a pressão exercida por atacadistas e varejistas, que buscam ajustar os custos em meio ao crescimento das importações.

Dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) indicam que o beneficiamento e a saída de arroz do Rio Grande do Sul, principal estado produtor, caíram 9,13% entre setembro e outubro, totalizando 601,7 mil toneladas em equivalente casca. Paralelamente, as importações do cereal aumentaram 18,1% no mesmo período, alcançando 120,8 mil toneladas.

Pesquisadores do Cepea destacam que o aumento das importações ocorre para suprir a menor oferta interna, o que tem gerado ajustes nos preços. Com a proximidade da nova safra, o mercado deve seguir atento à dinâmica entre oferta e demanda, além das variações cambiais que impactam o custo do arroz importado.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Agronegócio paulista bate US$ 25,7 bi em exportações



De janeiro a outubro, embarques de café sobem mais de 40%




Foto: Pixabay

No acumulado de janeiro a outubro de 2024, as exportações do agronegócio de São Paulo cresceram 11,2%, totalizando US$ 25,77 bilhões. Com isso, o estado atingiu um superávit comercial de mais de US$ 21 bilhões, impulsionado especialmente pelo aumento de 41,4% nas exportações de café. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA).

De acordo com a Secretaria de Agricultura, o café se destacou como um dos principais produtos agrícolas exportados pelo estado, com participação de 4,1% nas vendas internacionais, somando mais de US$ 1 bilhão no período. A maior parte das exportações de café paulista foi de grãos verdes, com 71,7% do total, seguida pelo café solúvel, que representou 24%.

Além do café, outros produtos agrícolas foram fundamentais para o desempenho da balança comercial paulista: sucos cresceram 30,6%; o complexo sucroalcooleiro teve alta de 23,9%; e produtos florestais, como celulose e papel, registraram aumento de 18,9%. Em contrapartida, o complexo soja apresentou uma queda de 35%, reflexo de oscilações no preço e no volume exportado, conforme os dados divulgados pela SAA.

  • Complexo Sucroalcooleiro: Com participação de 40,7% no agronegócio paulista, o setor registrou US$ 10,48 bilhões em exportações, dos quais o açúcar representou 93% e o etanol 7%.
  • Carnes: O setor respondeu por 11,2% das exportações do agronegócio paulista, somando US$ 2,89 bilhões. A carne bovina foi responsável por 84,1% desse montante.
  • Produtos Florestais: Representaram 10,3% das exportações, totalizando US$ 2,66 bilhões, com destaque para celulose (55,2%) e papel (37,2%).
  • Sucos: Com 9,1% de participação, o setor registrou US$ 2,34 bilhões em exportações, sendo o suco de laranja responsável por 98,2% do valor.
  • Complexo soja: Registrou 8,5% de participação, com US$ 2,18 bilhões em exportações. A soja em grão correspondeu a 77,1% do total.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Novo fundo para o agro aprovado na câmara



“Esse fundo vem complementar os mecanismos previstos para a política agrícola”



O fundo será uma importante ferramenta para ajudar os produtores a se protegerem contra calamidade
O fundo será uma importante ferramenta para ajudar os produtores a se protegerem contra calamidade – Foto: Divulgação

O Projeto de Lei 711/2022, que cria o Fundo Nacional para Prevenção, Proteção e Defesa Agropecuária Contra Calamidades (FUNDEAGRO), foi aprovado nesta terça-feira (12) pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta visa financiar ações de prevenção, proteção e defesa agropecuária, além de conceder subsídios aos produtores rurais que enfrentam perdas causadas por eventos climáticos ou sanitários adversos, como secas, chuvas excessivas e doenças nas plantações e criações de animais.

O fundo será uma importante ferramenta para ajudar os produtores a se protegerem contra calamidades, garantindo a continuidade das atividades agropecuárias e complementando os mecanismos da política agrícola. A criação do fundo também tem como objetivo reduzir os riscos enfrentados pelos produtores e mitigar os danos causados por calamidades, impulsionando o setor agropecuário e fortalecendo a economia nacional. Após a aprovação na CAPADR, o projeto seguirá para a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e, posteriormente, será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), onde passará por mais etapas antes de ser sancionado.

“Com essa proposta, buscamos criar mais um mecanismo para proteção contra eventos que causem prejuízo ao setor agropecuário, que é o principal gerador de divisas para o nosso país. Esse fundo vem complementar os mecanismos previstos para a política agrícola, como um novo instrumento fiscal”, enfatizou o relator da proposta e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Rafael Pezenti (MDB-SC).

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preço do café arábica dispara e atinge patamares de 2022



Valorização do dólar frente ao real é um dos principais fatores que sustentam alta




Foto: Pixabay

Os preços do café arábica voltaram a registrar alta expressiva no início de novembro, alcançando níveis próximos aos do início de 2022. De acordo com informações divulgadas pelo Cepea, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, está operando próximo de R$ 1.600 por saca de 60 kg.

Pesquisadores do Cepea apontam que a valorização do dólar frente ao real é um dos principais fatores que sustentam essa alta. Além disso, os estoques ajustados e as incertezas quanto ao potencial produtivo da safra 2025/26 têm gerado maior especulação no mercado, elevando os preços domésticos.

A dinâmica atual reflete um contexto de maior cautela entre os agentes do setor, que acompanham atentamente os desdobramentos climáticos e o câmbio, fatores cruciais para as próximas temporadas.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Entregas de fertilizantes totalizam 28 milhões de toneladas


As entregas de fertilizantes no Brasil alcançaram 5,13 milhões de toneladas em agosto de 2024, uma queda de 7% em relação ao mesmo mês de 2023, quando foram registradas 5,51 milhões de toneladas, segundo o que foi informado pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). No acumulado de janeiro a agosto, o total foi de 28,03 milhões de toneladas, com redução de 2% em comparação aos 28,61 milhões de toneladas de 2023. 

O Estado de Mato Grosso foi o maior responsável pelas entregas, com 5,95 milhões de toneladas, representando 21,2% do total. Outros estados destacados incluem Paraná (3,32 milhões), São Paulo (3,10 milhões), Rio Grande do Sul (2,90 milhões), Goiás (2,67 milhões), Minas Gerais (2,49 milhões) e Bahia (2,07 milhões).

Em relação à produção nacional de fertilizantes, a fabricação de fertilizantes intermediários alcançou 626 mil toneladas em agosto de 2024, registrando um crescimento de 2,5% em comparação com o mês anterior. Esse aumento reflete um desempenho positivo no mês, mas, quando analisado o acumulado de janeiro a agosto, a produção totalizou 4,29 milhões de toneladas. No entanto, esse valor representa uma redução de 1,6% em relação ao mesmo período de 2023, indicando uma desaceleração na produção ao longo do ano.

As importações também cresceram. Em agosto de 2024, foram importadas 4,32 milhões de toneladas, um aumento de 32,5% em relação a 2023. No acumulado, o volume importado foi de 24,83 milhões de toneladas, com crescimento de 5,1% em relação ao ano passado. O porto de Paranaguá, principal ponto de entrada, registrou 6,36 milhões de toneladas, um aumento de 10% em relação a 2023.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de trigo cresce 40% em Santa Catarina



Nos últimos seis anos, a produção catarinense de trigo avançou 180%




Foto: Canva

A produção de trigo de Santa Catarina na deve alcançar um crescimento de 40,8% na safra 2024/2025, com volume colhido passando de 307 mil toneladas para 433 mil toneladas. Esse avanço ocorreu mesmo com a redução da área plantada, que caiu de 137,5 mil hectares para 121,3 mil hectares, conforme dados da Epagri/Cepa. A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) tem investido na cadeia produtiva do trigo por meio de ações como a reativação da Câmara Setorial de Grãos e a implementação de programas de fomento.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Segundo o informado pelo SAR, nos últimos seis anos, a produção catarinense de trigo avançou 180%, um crescimento bem superior à média nacional de 76%. O estado ocupa hoje o quinto lugar no ranking dos maiores produtores de trigo no Brasil, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e contribui para uma safra nacional estimada em 7,5 milhões de toneladas. A demanda do Brasil, por sua vez, está entre 11 e 12 milhões de toneladas anuais.

O Governo Estadual, por meio da SAR e da Epagri, desenvolve programas para aumentar a produtividade e a qualidade das lavouras. O Programa Terra Boa, por exemplo, incentiva o cultivo de cereais de inverno e apoia produtores com a distribuição de calcário, o que contribui para a correção do solo e o aumento do potencial agrícola das propriedades rurais. Em outubro deste ano, a SAR reativou a Câmara Setorial de Grãos, que, em parceria com Epagri, Cidasc e entidades do setor, visa identificar oportunidades de desenvolvimento para os produtores e fomentar o crescimento da cadeia produtiva.





Source link