segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

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Trigo em alta nas bolsas internacionais


O mercado de trigo voltou a registrar altas significativas nesta quarta-feira (20), impulsionado pela intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia, segundo análise da TF Agroeconômica. Na Bolsa de Chicago (CBOT), o contrato de dezembro de 2024 do trigo brando SRW, de interesse para produtores e exportadores brasileiros, subiu 0,50%, ou 2,75 cents/bushel, fechando a $552,50. 

Já o contrato de março de 2025 avançou 0,79%, ou 4,50 cents/bushel, para $572,25. Em Kansas, o trigo duro HRW de dezembro teve alta de 0,63% (3,50 cents/bushel), cotado a $561,75, enquanto o trigo HRS de Minneapolis subiu 0,89% (5,25 cents/bushel), fechando a $592,00. Na Euronext de Paris, o trigo para moagem de dezembro aumentou 0,80%, ou 1,75 euros, encerrando a €219,75 por tonelada. 

O aumento nas cotações foi atribuído à escalada no conflito entre os dois maiores exportadores mundiais de trigo e milho, o que impactou diretamente os preços dessas commodities interligadas na cadeia de ração. Notícias da guerra reverteram as quedas registradas durante a sessão noturna na CBOT, levando os fundos de investimentos a adotarem uma postura mais cautelosa, com recompra de contratos em aberto para proteção contra possíveis elevações bruscas nos preços. 

Atualmente, a Rússia ocupa a posição de maior exportador global de trigo, enquanto a Ucrânia é o quarto maior fornecedor de milho. A incerteza em relação ao fornecimento dessas commodities reflete-se diretamente nos mercados internacionais, elevando os prêmios nas negociações. 

Além disso, os fechamentos em outras bolsas como Argentina, Londres e Austrália também evidenciaram tendências positivas, conforme detalhado nas tabelas de fechamento. O cenário de alta permanece no radar do mercado, principalmente diante da continuidade do conflito geopolítico.

 

       





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CNA projeta queda de 1,9% no valor bruto da agropecuária do Brasil em 2024


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SÃO PAULO (Reuters) – O Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária do Brasil deve somar 1,29 trilhão de reais em 2024, queda de 1,9% ante o ano passado, quando o setor teve uma safra de grãos recorde e os preços estavam mais altos, informou nesta quinta-feira a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A soja, cultura com maior participação no VBP agrícola (38%), segue registrando queda nos preços (-11,7%), acompanhada pela queda produção, que registrou baixa de 4,5%, disse a CNA, em nota.

O milho, segunda cultura com maior participação na agricultura (14,4%), também registra queda nos preços (-7,5%) e na produção (-12,3%).

Por outro lado, a cana-de-açúcar, que possui terceira maior participação na agricultura (12%), registrou alta de 4,6% nos preços e baixa de 1,24% na produção.

Já o segmento pecuário deverá atingir 431,257 bilhões de reais em 2024, alta de 2,5% em comparação a 2023, ajudando a compensar a queda do setor agrícola, em meio a um aumento da produção de carne bovina.

O VBP corresponde ao faturamento bruto dentro dos estabelecimentos rurais, considerando as produções agrícolas e pecuárias, com base na média dos preços recebidos pelos produtores de todo o país.

(Por Roberto Samora)

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Exportadores rebatem críticas sobre carne sul-americana



CEO do Carrefour afirmou não comprar mais carne do Mercosul



A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina
A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina – Foto: Divulgação

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) publicou nesta quarta-feira (20) uma nota oficial rebatendo declarações feitas por Alexandre Bompard, CEO do Carrefour, na rede social X. A entidade criticou o tom protecionista das falas, que defendem os produtores franceses em detrimento das exportações brasileiras, destacando a contradição de tais afirmações, considerando que a empresa opera cerca de 1.200 lojas no Brasil, abastecidas majoritariamente por carnes nacionais.  

Segundo a ABIEC, a postura de Bompard vai contra os princípios do livre mercado e pode comprometer o abastecimento europeu, uma vez que a produção local não atende à demanda interna. A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina, com produção sustentável e rigorosos controles sanitários que garantem a qualidade do produto exportado para mais de 160 países. Nos últimos 30 anos, a pecuária brasileira aumentou sua produtividade em 172%, enquanto reduziu a área de pastagem em 16%, reforçando o compromisso do setor com eficiência e sustentabilidade. 

Por fim, a ABIEC afirmou que ações que fragilizam as relações comerciais não prejudicam apenas o Brasil, mas também a França, que depende de várias commodities brasileiras. Em um contexto global de crescentes desafios para a segurança alimentar, a associação reforçou a importância do diálogo e da cooperação como ferramentas indispensáveis para garantir um abastecimento equilibrado e sustentável.

A declaração

Na rede social, o francês afirmou que a rede assumiu o compromisso de não comercializar nenhuma carne proveniente do Mercosul. “Esperamos inspirar outros atores da cadeia agroalimentar e impulsionar um movimento mais amplo de solidariedade, indo além do setor de distribuição, que já lidera a luta em favor da carne de origem francesa”, escreveu.

“É unindo forças que poderemos garantir aos pecuaristas franceses que não haverá brechas possíveis. No Carrefour, estamos prontos para isso, independentemente dos preços e das quantidades de carne que o Mercosul possa nos oferecer”, concluiu.





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Tecnologia garante rentabilidade e rastreabilidade



Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também o financeiro



Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras
Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras – Foto: Pixabay

A chegada do SimaBio, um módulo da plataforma Sima – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, marca uma revolução na gestão sustentável das propriedades rurais. Com foco na rastreabilidade, a ferramenta permite monitorar todos os processos produtivos da fazenda, consolidando dados precisos e históricos em um único local. Essa inovação possibilita ao produtor comprovar boas práticas, como rotação de culturas, ILPF e controle biológico de pragas, ações fundamentais para a preservação ambiental e acesso a mercados mais valorizados.  

Segundo Victória Corrêa, engenheira agrônoma e especialista em sustentabilidade, o diferencial do SimaBio está na auditoria e georreferenciamento dos dados. “Além de monitorar o cultivo e detalhar áreas, a ferramenta comprova o bom manejo e a mitigação de gases do efeito estufa, agregando valor à produção com rastreabilidade,” destacou. O histórico de até 10 anos do uso da terra também permite atender às exigências de certificações internacionais.  

Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras. O rastreamento de cultivos como a soja pode gerar bonificações por saca, enquanto o cálculo de carbono possibilita a comercialização de créditos, criando novas fontes de renda. Além disso, o uso da ferramenta pode facilitar acesso a linhas de crédito diferenciadas, dado o reconhecimento das práticas sustentáveis. Dessa forma, o SimaBio não apenas resolve lacunas de gestão, mas também posiciona o agricultor como referência em sustentabilidade e rentabilidade, promovendo uma agricultura moderna e comprometida com o meio ambiente.

 





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EUA dominam, Europa perde força



Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa



Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa
Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa – Foto: inpEV

As previsões para o setor químico nos próximos dez anos indicam um crescimento substancialmente maior nos Estados Unidos do que na Europa, conforme apontado pela seguradora Crédito y Caución. A principal razão para essa disparidade está relacionada às mudanças significativas nas fontes de energia da União Europeia, o que tem gerado um crescente distanciamento entre as duas regiões no setor.

Nos últimos anos, a Europa tem experimentado uma redução drástica das importações de gás russo, que representavam 40% das importações em 2021 e caíram para apenas 8% em 2023. Enquanto isso, os Estados Unidos continuam a contar com um fornecimento estável e competitivo de gás natural. Por outro lado, a União Europeia depende cada vez mais do gás natural liquefeito (GNL), que é mais caro e sujeito a volatilidade. A Europa importa esse gás de diversos fornecedores, como os EUA, Noruega, Norte da África, Catar e Reino Unido, o que coloca a indústria química da região em uma situação menos vantajosa.

Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa em produtos essenciais, como fertilizantes e amoníaco, devido ao aumento dos custos de energia. Esses custos mais elevados afetam diretamente a produção de produtos químicos básicos e também têm impacto nas versões mais especializadas desses produtos. A utilização de nafta, comum na Europa e na Ásia para produção química, também coloca o setor europeu em uma posição desfavorável em comparação com os EUA, que usufruem de fontes de energia mais acessíveis e eficientes.

Dessa forma, a tendência é que o setor químico nos Estados Unidos se beneficie de uma estrutura energética mais competitiva, enquanto a União Europeia enfrentará dificuldades em manter sua competitividade a longo prazo.

 





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Escassez e alta demanda disparam preços do café no Brasil



Alta é impulsionada por oferta limitada e demanda aquecida




Foto: Pixabay

Os preços dos cafés arábica e robusta seguem em alta no mercado brasileiro, impulsionados por fatores como oferta limitada e demanda aquecida. Segundo o Boletim Informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, renovou recordes reais da série histórica iniciada em novembro de 2001. No acumulado de 2024, a valorização ultrapassa 100%, reflexo direto da restrição de oferta no Brasil e no Vietnã, somada aos elevados preços do arábica.

Já o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, atingiu valores acima de R$ 1.800 por saca de 60 kg, o maior patamar real desde 1998. No ano, a alta acumulada é de quase 80%, atribuindo-se este cenário à baixa oferta, ao alto percentual de café já comercializado pelos produtores e à safra 2024/25 menos volumosa.

Pesquisadores do Cepea destacam ainda que as condições debilitadas das plantas podem comprometer a produção da safra 2025/26, elevando a atenção de agentes do setor para o desenvolvimento da próxima temporada.





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Câmara aprova Mercado de Carbono



“Estamos diante de um projeto que foi amplamente debatido com diversos setores”



“Estamos diante de um projeto que foi amplamente debatido com diversos setores"
“Estamos diante de um projeto que foi amplamente debatido com diversos setores” – Foto: Pixabay

Na terça-feira (19), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 182/2024, com 336 votos a favor e 38 contra. A proposta visa contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil, consolidando o mercado de carbono no país. 

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) teve papel fundamental na garantia de proteções para os produtores rurais, que possuem ativos ambientais em suas propriedades e podem gerar créditos de carbono. A FPA também assegurou a proibição da venda antecipada de créditos em programas jurisdicionais relacionados a áreas privadas.

A bancada da FPA trabalhou para garantir que os produtores possam constituir e vender créditos de carbono em programas privados, promovendo uma economia verde que beneficie o setor agropecuário. Pedro Lupion (PP-PR), presidente da FPA, destacou que o mercado de carbono deve ser uma oportunidade para o produtor rural, criando uma nova fonte de renda e ao mesmo tempo contribuindo para a preservação ambiental.

O deputado Aliel Machado (PV-PR), relator do projeto, ressaltou a importância do diálogo com a FPA para garantir um texto que respeite a propriedade privada, ao mesmo tempo em que promove avanços tecnológicos e ambientais. A proposta agora segue para sanção presidencial, podendo representar uma importante conquista para a sustentabilidade e a agricultura no Brasil.

“Da mesma maneira, contemplar os produtores como responsáveis por essas vendas é trazer justiça e garantia do direito de propriedade. A estruturação do mercado de carbono é uma oportunidade para gerar mais renda ao produtor e ajudar a preservar o planeta”, disse Lupion.  “Estamos diante de um projeto que foi amplamente debatido com diversos setores, incluindo o apoio e trabalho conjunto da FPA. Vamos ter avanço tecnológico, proteção ao meio ambiente, respeito ao produtor rural. Todos ganham com essa aprovação, que é um novo mercado, uma nova oportunidade”, afirmou Machado. 

 





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Calcário em doses altas pode elevar produtividade da soja em até 30%



Estudo é conduzido no Matopiba desde 2019




Foto: Foto: Doze Batista

Pesquisas da Embrapa Meio-Norte indicam que a aplicação de altas doses de calcário pode aumentar em até 30% a produtividade da soja de primeira safra, em comparação às doses tradicionalmente recomendadas. Os estudos, conduzidos desde 2019 no Maranhão, Piauí e Pará, revelam que a prática é promissora, especialmente para áreas de fronteira agrícola no Matopiba, mas exige cuidados com o equilíbrio nutricional do solo. O estudo tem apoio da Rede FertBrasil e recursos da Finep. 

Os experimentos utilizaram doses que variaram de 0 a 20 toneladas de calcário por hectare, combinadas com gesso. Resultados mostraram que a aplicação de 10 toneladas por hectare gerou aumentos de 18% e 12% na produtividade durante as safras de 2019/2020 e 2020/2021, respectivamente. Segundo o pesquisador Henrique Antunes, da Embrapa, doses mais altas corrigem a acidez do solo, permitindo que as raízes das plantas explorem camadas mais profundas e encontrem recursos como água e nutrientes, essenciais durante períodos de estiagem.

Apesar dos benefícios, o uso de altas doses de calcário pode reduzir concentrações de Fósforo, Potássio e micronutrientes no solo, exigindo adubação complementar para evitar prejuízos à qualidade das plantas. Além disso, custos elevados e barreiras para acesso ao crédito dificultam a adoção em larga escala, especialmente em regiões de fronteira agrícola, que demandam altos investimentos em infraestrutura e preparo do solo.

De acordo com Diógenes Brandalize, consultor agrícola no Piauí, a prática resultou em um aumento de 20% na produtividade de uma propriedade de 3 mil hectares. “A migração para doses mais altas está acontecendo de forma gradual. Muitos produtores optam por dividir o volume aplicado para reduzir custos iniciais”, explicou.

As pesquisas da Embrapa também destacam a necessidade de atualizar os protocolos oficiais de manejo do solo. Grande parte dos documentos disponíveis foi elaborada com base em estudos das décadas de 1980 e 1990, antes do avanço de cultivares mais produtivas e de práticas como o uso intensivo de insumos biológicos. “Os critérios precisam refletir as condições e demandas atuais, especialmente em regiões como o Matopiba, que ainda estão consolidando sua fertilidade”, afirmou Antunes.

 





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Futuros de trigo e milho sobem nos EUA



No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos



No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos
No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos – Foto: Canva

Os contratos futuros de trigo e milho dos Estados Unidos registraram alta nas negociações da madrugada, impulsionados pela intensificação da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. A Ucrânia teria disparado mísseis fabricados no Reino Unido contra a Rússia, um dia após realizar ataques semelhantes com mísseis dos Estados Unidos. A escalada do conflito gerou incertezas sobre o impacto no comércio global de grãos, o que impulsionou os preços no pregão noturno.

O presidente russo Vladimir Putin afirmou que o uso de armamentos ocidentais pela Ucrânia seria equivalente à entrada da OTAN na guerra, iniciada em fevereiro de 2022 com a invasão russa. No entanto, autoridades ocidentais rejeitaram essas alegações como ameaças vazias. A escalada do conflito, no entanto, pode dificultar o transporte de grãos de ambos os países, grandes produtores e exportadores, o que afeta diretamente o abastecimento global e gera pressões nos preços.

No mercado de grãos, os futuros do trigo para entrega em dezembro subiram 3 centavos, alcançando US$ 5,75 1/4 por bushel na Chicago Board of Trade, enquanto os contratos de Kansas City avançaram 3 3/4 centavos, para US$ 5,76 1/2. Já os futuros de milho para dezembro subiram 2 centavos, atingindo US$ 4,42 por bushel. O aumento nos preços reflete a preocupação com a oferta, exacerbada pela guerra.

Além disso, os futuros de soja também apresentaram alta, com o contrato de janeiro subindo 3 1/4 centavos, indo para US$ 9,93 3/4 por bushel. O farelo de soja caiu 40 centavos, para US$ 290,90 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,36 centavos, atingindo 43,72 centavos por libra. As compras técnicas e a expectativa de boas safras na América do Sul também ajudaram a impulsionar os preços. O cenário global reflete a volatilidade dos mercados agrícolas, que reagem a fatores geopolíticos e climáticos.

 





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cotação retorna aos níveis de maio, aponta Cepea



Resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora




Foto: Arquivo Agrolink

Os preços do arroz em casca registraram a maior queda semanal desde junho, retornando aos níveis nominais observados em maio deste ano. Segundo dados do boletim mais recente do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a retração no mercado spot é devido a saída de compradores e a oferta de valores mais baixos por parte dos poucos que permaneceram ativos.

Segundo pesquisadores do Cepea, a resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora, em um cenário de disputas acirradas no mercado. Outro fator que contribuiu para a desvalorização foi o avanço no cultivo da nova safra, combinado com o anúncio de leilões de opções de venda do governo federal, com preços inferiores aos atuais.

 





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