domingo, abril 12, 2026

Política & Agro

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Confira como está o andamento da safra argentina



Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada



Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada
Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada – Foto: Canva

De acordo com o último Panorama Agrícola Semanal (PAS) e o Estado y Condición de Cultivos (ECC) da Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a semeadura de soja avançou para 53,8% da área projetada de 18,6 milhões de hectares. O progresso foi de 9,4 pontos percentuais na última semana, e 100% da área plantada apresenta uma condição de cultivo classificada entre Normal e Excelente. Esse desempenho reflete a boa adaptação da soja às condições climáticas e um bom desenvolvimento das lavouras.

Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada, e 98,4% dos cultivos se encontram em condições de cultivo entre Normal e Excelente, devido à boa umidade no solo. No caso do girassol, a semeadura foi concluída, alcançando as 2 milhões de hectares previstas. A totalidade da área está em condições de cultivo Normal/Excelente, com 91% das lavouras apresentando estado hídrico Adequado/Óptimo. A floração já começou em 8% da área.

Embora a produção projetada continue em 18,6 milhões de toneladas, ela pode ser revista para cima, caso os rendimentos se mantenham superiores ao esperado, o que indicaria um bom desempenho da safra. A expectativa é que as boas condições climáticas no decorrer da colheita favoreçam uma produtividade ainda melhor, proporcionando um aumento na produção nacional.

Finalmente, a semeadura de cevada já alcançou 41,4% da área projetada, com o plantio ganhando ritmo, especialmente no norte da área agrícola. O aumento das áreas semeadas no norte reflete as condições climáticas favoráveis que impulsionaram a atividade nesta região. No entanto, no centro do país, a semeadura de milho tardio limita a área destinada à cevada, uma vez que os produtores priorizam o milho devido à maior demanda e rentabilidade.

 





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Chuva recupera safra de trigo nos EUA



O relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoria



O relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoriaO relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoria
O relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoriaO relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoria – Foto: Canva

A seca que afetou as primeiras fases da safra de trigo de inverno de 2024 nos Estados Unidos gerou grandes preocupações sobre a qualidade e o fornecimento do grão, especialmente devido às condições climáticas severas no outono. As condições iniciais da safra foram as segundas mais baixas desde 1986, o que levantou temores sobre o impacto da escassez de água. 

No entanto, a situação mudou quando, após um dos outubros mais secos já registrados nas planícies, o padrão de precipitação passou para um dos novembros mais chuvosos da história da região, permitindo uma recuperação significativa. De acordo com os dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), as condições do trigo melhoraram constantemente durante cinco semanas consecutivas, aliviando as preocupações com a seca, especialmente com a entrada da safra no período de dormência.

“Quarenta dias certamente fizeram a diferença”, comentou um grande moleiro, destacando que a quantidade de chuva, especialmente entre 28 de novembro e 3 de dezembro, foi fundamental para melhorar as condições do trigo. Com isso, as tabelas de umidade apresentaram valores superiores aos do ano passado, e a safra entrou no inverno com boas reservas de umidade no subsolo, um fator crucial para o desenvolvimento futuro do trigo.

O relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoria nas classificações do trigo de inverno. Em 24 de novembro, 8% do trigo foi classificado como excelente, 47% como bom, 33% como regular, 9% como ruim e 3% como muito ruim. Essa evolução foi um alívio significativo após a classificação inicial do final de outubro, quando apenas 5% do trigo foi considerado excelente e 7% foi classificado como muito ruim. 

 





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Senado analisa padrões ambientais rigorosos para importados



“O que estamos pedindo é respeito e condições justas de negociação”



“O que precisamos é de algo que nos permita negociar com aqueles que tentam nos restringir comercialmente"
“O que precisamos é de algo que nos permita negociar com aqueles que tentam nos restringir comercialmente” – Foto: Agência Brasil

A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado iniciou a análise do Projeto de Lei 2088/2023, proposto pelo senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), que exige que produtos importados venham de países com padrões ambientais iguais ou mais rigorosos que os do Brasil. Entre os critérios estão emissões de gases de efeito estufa e conformidade com o Código Florestal Brasileiro.

A relatora, senadora Tereza Cristina (PP-MS), defendeu a proposta como resposta a ataques, especialmente da França, contra a qualidade ambiental dos produtos brasileiros. Ela criticou a rejeição da França ao acordo entre Mercosul e União Europeia, afirmando que o Brasil tem práticas ambientais rigorosas e que as acusações contra seus produtos são injustas.

Marinho também ressaltou que o Brasil precisa negociar como uma nação soberana, sem ceder a pressões externas. Durante a audiência, o diretor do Instituto Brasileiro de Agricultura Sustentável (IBA), Augusto Silva, questionou se outros países adotam práticas agrícolas como o plantio direto, que preserva o carbono no solo. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacou que os ataques ao agro brasileiro tendem a crescer com o aumento da presença do Brasil no mercado global.

“O que precisamos é de algo que nos permita negociar com aqueles que tentam nos restringir comercialmente. Ninguém quer ficar isolado, e em um mundo globalizado, o isolamento não é viável. Precisamos ter orgulho de nosso produto e mostrar que temos qualidade. O que estamos pedindo é respeito e condições justas de negociação”, pontuou Zequinha.

 





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Nota Oficial: Nelore/MS cobra reparação do Carrefour Brasil e França


A Associação Sul-Mato-Grossense dos Criadores de Nelore – Nelore/MS, repudia a declaração infundada do CEO do Grupo Carrefour 
A declaração feita na última quarta-feira (20), pelo CEO francês Alexandre Bompard, trouxe indignação ao setor pecuário do Brasil, e consequentemente de Mato Grosso do Sul, o CEO declarou em suas redes sociais que assume o compromisso de não comercializar nenhuma carne proveniente do Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

A Nelore/MS, por meio do presidente Paulo Matos e demais associados vem por meio desta nota repudiar tal declaração, a associação destaca ainda a irrelevância da França no mercado brasileiro. De acordo com o site Farmnews, na tabela do Comex (comércio exterior) a França comprou, entre janeiro e outubro de 2024, menos de 40 toneladas de carne bovina in natura do Brasil, o que representa 0,002% do total embarcado pelo Brasil no período, de 1,41 milhão de toneladas. Porém, por outro lado, a União Europeia, tem uma importância maior para a exportação de carne bovina do Brasil, apesar de ainda modesta, participando com cerca de 2,2% dos embarques do País na parcial de 2024, até outubro. Isso mostra que, mesmo com a insignificância da exportação francesa, essa declaração atinge a moral do produtor rural brasileiro, fazendo que outras empresas possam questionar a qualidade da proteína produzida aqui.

No entanto a França e suas empresas talvez não imaginem o efeito do repúdio e das consequências que essa declaração pode causar à economia francesa, já que o Brasil é importador e consumidor de produtos de origem francesa, como vinhos, queijos, perfumaria, entre outros. A reciprocidade desta atitude pode gerar um grande impacto, principalmente no setor do turismo, já que a França é um dos principais destinos dos brasileiros.

Portanto essa tentativa de desqualificar a carne produzida aqui no Brasil, colocando em questionamento o compromisso do agro brasileiro, que produz carne de qualidade, e que é amparado por uma forte legislação ambiental, nada mais é que querer criar um embaraço comercial entre os países do Mercosul.

Os criadores brasileiros exigem respeito, pois a declaração foi feita de maneira irresponsável e sem respaldo científico que justificasse tal decisão. A Nelore/MS aguarda a manifestação de reparo tanto do Carrefour Brasil, como da França. 

NELORE/MS
Presidente Paulo Matos





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Perspectivas positivas para elevadores de grãos nos EUA



Dólar pode afetar demanda interna



Dólar pode afetar demanda interna
Dólar pode afetar demanda interna – Foto: Leonardo Gottems

Com a colheita nos Estados Unidos projetando a segunda maior safra de milho e soja já registrada, a perspectiva de margem para os elevadores de grãos melhorou, conforme relatório do CoBank. A produção de 15,4 bilhões de bushels de milho e 4,46 bilhões de bushels de soja ajudou a reduzir os preços para mínimas de quatro anos, impulsionando a demanda doméstica e para exportação. Além disso, a crescente demanda por ração, devido à estabilidade do setor pecuário, também contribui positivamente.

Porém, fatores como o fortalecimento do dólar americano e a incerteza sobre políticas comerciais e de biocombustíveis podem afetar a demanda externa. A possível desaceleração das exportações, agravada por tarifas retaliatórias de países como China e México, ameaça a dinâmica do mercado de exportação. O aumento nas margens de lucro do mercado futuro e a base de compra mais barata para os grãos devem beneficiar os armazenamentos de grãos no curto prazo.

Apesar da demanda doméstica robusta, especialmente por soja para a produção de diesel renovável, as margens de lucro para biocombustíveis e a incerteza política podem reduzir o uso de etanol à base de milho. A perspectiva de crescimento nas exportações de grãos se vê desafiada pela oferta global crescente e pela potencial desaceleração nas exportações. Como resultado, espera-se que os elevadores de grãos se beneficiem do aumento dos carregamentos no mercado futuro, com um cenário favorável para o armazenamento nos próximos meses.

“A combinação do crescimento da oferta global de milho e soja, desaceleração das exportações e alguma redução na demanda doméstica incentivará o armazenamento, com os elevadores de grãos se beneficiando de maiores carregamentos no mercado futuro e de uma base mais barata nos próximos meses”, disse Tanner Ehmke, economista-chefe de grãos e oleaginosas do CoBank. 





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Prêmio de liderança em gestão de pessoas no agronegócio



Recentemente, a Vetoquinol também recebeu o selo Great Place To Work (GPTW)



Recentemente, a Vetoquinol também recebeu o selo Great Place To Work (GPTW)
Recentemente, a Vetoquinol também recebeu o selo Great Place To Work (GPTW) – Foto: Canva

A Vetoquinol, oitava maior indústria de saúde animal do mundo, recebeu o prêmio Líderes do Agronegócio 2024 na categoria Gente e Gestão, promovido pelo Grupo Mídia. A premiação, realizada em 5 de dezembro no Palácio Tangará, em São Paulo, reconheceu a companhia pelo trabalho humanizado na gestão de suas equipes, tanto na unidade fabril quanto nos escritórios. A empresa, com sede em Aparecida de Goiânia (GO), é uma das líderes no setor de saúde e bem-estar animal, essencial para a produtividade de carne e leite e o controle de zoonoses.

Ana Clara Dias, gerente de Recursos Humanos da Vetoquinol, destacou a importância do reconhecimento, que reforça o compromisso da empresa com o bem-estar de seus colaboradores e sua missão de contribuir para um futuro mais saudável. O processo de premiação envolveu votação online e análise criteriosa do conselho do Grupo Mídia, levando em consideração ações impactantes no setor agropecuário durante os 12 meses anteriores. “Acreditamos na integridade deste prêmio pela sua característica única de votação”, completa.

Recentemente, a Vetoquinol também recebeu o selo Great Place To Work (GPTW) pela quarta vez consecutiva, evidenciando seus esforços em criar um ambiente de trabalho saudável e inclusivo. Jorge Espanha, diretor do Grupo Vetoquinol na América Latina e no Canadá, ressaltou que o sucesso da empresa está ligado à combinação de programas de liderança, coaching individualizado e sensibilidade na gestão das equipes.

“Recentemente, recebemos pela quarta vez consecutiva o selo Great Place To Work (GPTW), que valoriza justamente esse trabalho especial e atencioso com a gestão das nossas equipes, sem distinção de pessoas. Assim como os selos, o Grupo Mídia está ciente de todos os esforços da Vetoquinol em ter ambientes saudáveis que valorizam os seus colaboradores e que potencializam o desempenho de cada um. Isso é o que tem feito a Vetoquinol cada vez maior. Nosso trabalho foca na combinação de programa de liderança, coaching individualizado, diversidade etárias nas equipes e muita sensibilidade no trato com funcionários e colaboradores em um excelente ambiente de trabalho”, analisa Jorge Espanha, diretor do Grupo Vetoquinol na América Latina e no Canadá.





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Solução para a absorção de fósforo nas aves



A enzima fitase quebra o fitato, liberando o fósforo e tornando-o biodisponível



A enzima fitase quebra o fitato, liberando o fósforo e tornando-o biodisponível
A enzima fitase quebra o fitato, liberando o fósforo e tornando-o biodisponível – Foto: Divulgação

A nutrição das aves enfrenta desafios, especialmente em relação ao fósforo proveniente de fontes vegetais, que é complexado na molécula de fitato e, portanto, não está disponível para absorção. Fabio Zotesso, da Auster Nutrição Animal, explica que, sem a ação da fitase, as aves não conseguem utilizar esse fósforo e acabam excretando-o. 

A enzima fitase quebra o fitato, liberando o fósforo e tornando-o biodisponível. Isso reduz a necessidade de suplementação de fósforo em 40% a 60%, dependendo dos custos dos ingredientes da dieta. Zotesso ressalta que é essencial dosar corretamente a fitase. Com a dosagem padrão, apenas parte do fósforo fítico é liberada, mas com *superdosing* (dosagem 3 a 5 vezes maior), os efeitos antinutricionais do fitato são minimizados, melhorando a conversão alimentar.

Com maior biodisponibilidade de fósforo, os processos metabólicos das aves são otimizados, resultando em melhor mineralização óssea, maior integridade da pele e patas, redução de miopatias e fortalecimento do sistema imunológico. Esses benefícios contribuem diretamente para a maior produtividade das aves, destacando a importância da fitase na nutrição animal.

“Essa redução é muito importante porque, com a fitase, a dependência da suplementação de fósforo reduz muito, já que esse nutriente existe na dieta mas está além do alcance do metabolismo das aves. Porém, é crucial incluir a dosagem correta da fitase na alimentação para observar seus efeitos de forma significativa. Isso porque com uma dosagem padrão, apenas parte do fósforo fítico dos vegetais é disponibilizada. Já em superdosing, que representa de três a cinco vezes a dosagem padrão de fitase, experimenta-se a minimização dos efeitos antinutricionais do fitato e a potencial melhoria da eficiência alimentar”, detalha Fabio Zotesso. 

 





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TCP impulsiona o comércio exterior paraguaio



O setor de carne bovina é um exemplo de sucesso dessa parceria



O  transporte rodoviário até Paranaguá tem se mostrado uma alternativa mais ágil e previsível
O transporte rodoviário até Paranaguá tem se mostrado uma alternativa mais ágil e previsível – Foto: Divulgação

O Paraguai desempenha um papel essencial no comércio internacional, exportando produtos como carne bovina, madeira e amendoim, e importando itens fundamentais como máquinas, fertilizantes e defensivos agrícolas. Grande parte desse fluxo comercial transita pelo Brasil, com o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) se destacando como um parceiro estratégico, oferecendo soluções logísticas eficientes. Entre janeiro e outubro de 2024, o TCP registrou um aumento de 129% nas cargas movimentadas com o Paraguai, totalizando 7.673 TEUs.  

Embora 80% do comércio exterior paraguaio utilize a Hidrovia Paraguai-Paraná, desafios como períodos de seca e o recente aumento de 40,49% na tarifa de pedágio pela Argentina incentivam a diversificação das rotas. Nesse cenário, o transporte rodoviário até Paranaguá tem se mostrado uma alternativa mais ágil e previsível. Giovanni Guidolim, gerente da TCP, destaca que a diversificação das rotas garante maior segurança e competitividade para empresas paraguaias.  

O setor de carne bovina é um exemplo de sucesso dessa parceria. Entre janeiro e outubro de 2024, o TCP registrou um aumento de 567% nas exportações de cargas refrigeradas do Paraguai, totalizando 3.216 TEUs. A carne paraguaia, exportada para mais de 40 destinos, ampliou seu alcance para o Canadá e os EUA, fortalecendo sua presença no mercado global. Para atender à alta demanda, o TCP dispõe do maior pátio refrigerado da América do Sul, com 5.268 tomadas.  

Além disso, a TCP oferece serviços especializados que otimizam o fluxo logístico, como o Depósito Franco Paraguaio em Paranaguá, que facilita importações. A infraestrutura do Terminal, com 25 escalas semanais regulares, garante acesso a uma ampla rede global, consolidando a TCP como um aliado estratégico para o desenvolvimento econômico do Paraguai no comércio internacional.

 





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Acordo UE-Mercosul é celebrado pela ABAG



Para o agronegócio, o acordo prevê a eliminação de tarifas



Para o agronegócio, o acordo prevê a eliminação de tarifas
Para o agronegócio, o acordo prevê a eliminação de tarifas – Foto: Pixabay

A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) celebrou o avanço do Acordo União Europeia-Mercosul, destacando sua importância estratégica para a segurança alimentar e energética europeia, especialmente em um contexto geopolítico desafiador. O acordo promete impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do Mercosul por meio de investimentos facilitados e redução de tarifas para produtos sul-americanos, fortalecendo o desenvolvimento sustentável e atendendo demandas socioambientais globais.  

Para o agronegócio, o acordo prevê a eliminação de tarifas sobre mais de 80% das importações agrícolas do Mercosul pela UE em até 10 anos. Produtos como frutas, suco de laranja, óleos vegetais e peixes terão isenção total, enquanto carnes, açúcar e etanol estarão sujeitos a cotas com tarifas reduzidas. O Brasil, como parceiro confiável, será peça-chave na oferta de cadeias produtivas descarbonizadas e sustentáveis, alinhadas às metas climáticas europeias.  

Segundo Luiz Carlos Corrêa Carvalho, presidente da ABAG, o acordo representa uma oportunidade institucional de grande relevância, com benefícios de longo prazo para a economia brasileira, especialmente na produtividade da agroindústria. Já o vice-presidente Ingo Plöger destacou o fortalecimento de cooperações entre blocos democráticos, promovendo novas agendas em combustíveis, tecnologias e inovação, com foco na sustentabilidade e na diversificação de mercados.  

“A ABAG em suas atuações internacionais agora será ainda mais demandada para buscar estas conjugações. Mais mercado, melhor cooperação, competição na diversidade e inovação, e expandindo a participação do privado nos desenvolvimentos sustentáveis”, conclui.

 





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“Acordo Mercosul e UE é marco histórico”, diz ABIEC



“Pelo alcance desta conquista, agradecemos os esforços continuados”



Segundo a entidade, o tratado reforça a complementaridade entre as produções das nações envolvidas
Segundo a entidade, o tratado reforça a complementaridade entre as produções das nações envolvidas – Foto: Pixabay

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) celebrou a concretização do Acordo de Livre Comércio entre a União Europeia e o Mercosul, após 25 anos de negociações. Em nota oficial, a entidade destacou que a formalização do tratado representa um marco diplomático histórico, com potencial para transformar de maneira duradoura as relações comerciais entre as duas regiões.  

A ABIEC, que integra o Foro Mercosul da Carne (FMC) junto a representantes das cadeias produtivas de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, tem defendido a oficialização do acordo há mais de duas décadas. A associação expressou gratidão aos esforços do Governo Brasileiro, do Itamaraty e das entidades governamentais e diplomáticas de todos os países do Mercosul para alcançar essa conquista.  

Segundo a entidade, o tratado reforça a complementaridade entre as produções das nações envolvidas. No caso do setor de carne bovina brasileiro, a ABIEC manifestou o desejo de ampliar parcerias com o setor europeu, sinalizando o alinhamento estratégico entre os dois mercados.  

Apesar de o acordo ainda não entrar em vigor imediatamente, a sua assinatura é considerada um avanço significativo para a integração econômica entre Mercosul e União Europeia. A ABIEC ressaltou que aguarda com expectativa os próximos desdobramentos do tratado e suas implicações para o comércio global.

“Pelo alcance desta conquista, agradecemos os esforços continuados do Governo Brasileiro e do Itamaraty, bem como das entidades governamentais e diplomáticas de todos os países do bloco. Importante salientar que o acordo visa a complementaridade da produção, entre as nações do Mercosul e da Europa. Em específico, o setor da carne bovina no Brasil reforça o seu desejo de parceria com o mesmo setor na Europa. Embora sua entrada em vigor não seja imediata, a assinatura do acordo já representa um avanço significativo”, diz a nota.

 





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