domingo, abril 12, 2026

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Soja encerra a semana em alta em Chicago


Nesta sexta-feira, os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) registraram fechamento misto, com leve oscilação, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de janeiro, referência para a safra brasileira, encerrou estável a $993,75 por bushel, enquanto o contrato de março teve uma leve alta de 0,03%, fechando a $999,25. No entanto, o farelo de soja para janeiro caiu 1,27%, ou $3,7 por tonelada curta, cotado a $287,4. Em contraste, o óleo de soja subiu 1,56%, ou $0,66 por libra-peso, atingindo $42,97.

Apesar do dia de baixa para a oleaginosa, o acumulado da semana foi positivo, com os preços da soja fechando em alta de 0,43%, ou $4,25 por bushel. Essa movimentação reflete a volatilidade observada ao longo da semana, influenciada por diversos fatores. Entre os principais, destacaram-se as condições climáticas e o progresso do plantio na América do Sul, a desvalorização do real frente ao dólar e o recente acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que pressionaram as cotações.

Por outro lado, a demanda ativa nos portos americanos ajudou a limitar as perdas. Muitos compradores estão antecipando suas aquisições diante da possível implementação de tarifas e mudanças nas regras comerciais com a posse do novo presidente dos Estados Unidos. Além disso, a alta no preço do óleo de soja, impulsionada pela demanda global, foi um fator importante para sustentar os preços.

No acumulado semanal, o farelo de soja teve queda de 1,54%, ou $4,5 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja registrou alta significativa de 2,95%, ou $1,23 por libra-peso. Esses movimentos reforçam a influência do mercado global de derivados na formação dos preços da oleaginosa.

 





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Soja encerra semana em queda em alguns estados


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, regiões esmagadoras estão precificando melhor que o porto, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 146,00 para entrega em novembro, e pagamento 27/12, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 140,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/01. R$ 139,50 Passo Fundo – Pagamento em 15/01. R$ 140,00 Ijuí – Pagamento em 15/01. R$ 139,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 15/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em R$ 127,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, o plantio avançou. “Em São Francisco, ouvimos preços entre R$133,50 para pagamento em 28/03 até $141,00 com pagamento em 30/07. Preços do dia: O preço no porto foi de R$ 145,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no interior ao longo da semana no Paraná. “Já para 2025 os preços vão de 135,50 para abril com pagamento em 30/05 até 143,00 para julho com pagamento em 20/08. Uma melhora de 2 a 4 reais em relação a semana passada com a alta do dólar. No porto de Paranaguá, a saca CIF era cotada a R$ 148 para entrega em dezembro, com volumes pontuais negociados. No spot da soja em Ponta Grossa, os preços iniciaram a semana em R$ 146 a R$ 147 por saca CIF indústria, mas recuaram a R$ 142 a R$ 143, enquanto produtores pediam R$ 145, limitando acordos. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,00”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a venda da soja reduz a participação total na receita do estado, mas ainda lidera. “Em Dourados, o spot da soja teve negociações escassas. Compradores indicaram entre R$ 135 e R$ 136/saca FOB, para retirada imediata e pagamento em até 30 dias, enquanto produtores pediam acima de R$ 140”, informa.

Mesmo com a alta nos preços, o custo de produção apresenta um cálculo delicado em Mato Grosso. “O dólar foi outro. No entanto, os valores atuais praticados no Estado não são suficientes para cobrir o custo total da safra 2024/25. Em Rondonópolis, o preço começou em R$ 140 por saca FOB, mas cedeu a R$ 130, inibindo acordos. Preços praticados: Campo Verde: R$ 139,00, Lucas do Rio Verde: R$ 138,50. Nova Mutum: R$ 138,50. Primavera do Leste: R$ 139,50. Rondonópolis: R$ 139,50. Sorriso: R$ 137,00”, conclui.

 





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Recomendações para quem ainda tem milho



Fixar preço é uma alternativa



Fixar preço é uma alternativa
Fixar preço é uma alternativa – Foto: Divulgação

Conforme informações da TF Agroeconômica, entender o comportamento cíclico dos preços do milho é essencial para os agricultores evitarem perdas financeiras significativas. A tendência normal do mercado, ilustrada em formato de “V”, mostra que os preços geralmente são mais altos durante o pré-plantio e o plantio, caem na colheita devido ao excesso de oferta e voltam a subir na entressafra à medida que os estoques se reduzem. Assim, esperar por preços mais altos sem um planejamento adequado pode transformar lucros em prejuízos históricos, especialmente em momentos de baixa durante a colheita.  

Para lidar com essa realidade, a TF Agroeconômica sugere estratégias que envolvem o mercado futuro. Uma das opções é fixar o preço na Bolsa, sem comprometer a entrega física. Caso o agricultor enfrente problemas climáticos, como uma seca, ele pode encerrar a posição na Bolsa sem prejuízo financeiro grave. Outra estratégia recomendada é vender o milho físico na colheita e reinvestir parte desse valor em contratos futuros, aproveitando a recuperação de preços na entressafra.  

O atual cenário do mercado também indica uma repetição do “V” observado anteriormente. A produção da safrinha 2025 foi revisada pela Conab para 94,26 milhões de toneladas, um aumento de 4,8%. Isso é considerado baixista para os preços devido ao aumento da oferta, reforçando a importância de utilizar ferramentas de hedge para proteção financeira e otimização de lucros.  

“A recomendação, portanto, é a de você, ao invés de vender físico para “aproveitar os bons preços”, fixar preço no mercado futuro. Desta forma, se não colher, não precisará entregar e ainda ganhará algum dinheiro sobre as sacas não colhidas, ao recomprar o contrato na B3, lá na frente, quando os preços caírem e evitará todos os problemas judiciais e financeiros que teria se vendesse no físico”, conclui.

 





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Milho sobe na B3: Entenda


O dólar e a pressão do mercado físico continuam exercendo influência sobre o milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), e os contratos sobem, segundo informações da TF Agroeconômica. “Prosseguindo com um amplo movimento de correção, que parece tentar trazer a níveis mais próximos de R$ 75,00 à medida que o dólar sobe, onde ainda se encontra alguma comercialização nas praças CIF do país, a B3 trabalhou consoante à Bolsa de Chicago, que apresentou ganhos de 3,75 pontos no dezembro/24, terminando o dia cotado a US$ 4,30. No dólar, igualmente, houve movimento de alta, em uma máxima que chegou a R$ 6,092 e fechando o dia cotado a R$ 6,071 (+1,00%)”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 73,97 apresentando alta de R$ 1,65 no dia, baixa de R$ 1,18 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 72,92, alta de R$ 1,13 no dia, baixa de R$ 0,56 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 72,06, alta de R$ 0,67 no dia e baixa de R$ 1,68 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou o dia e a semana em alta com perspectivas de cortes nos estoques norte-americanos. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 1,15 % ou $ 5,00 cents/bushel a $ 440,00. A cotação para maio, fechou em alta de 1,08 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 445,25”, indica.

“Com a demanda aquecida, o mercado está ajustando posições antes de próximo relatório de Oferta e Demanda do USDA, que será divulgado terça-feira. Nesta quinta-feira o departamento americano indicou alta de 63,30% nas vendas externas no comparativo semanal. Além disso as vendas totais no ano comercial estavam em 11.382.254 toneladas, volume maior que o registrado na mesma época em 2023”, conclui.

 





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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Sem negócios em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Não ouvimos sobre negócios no dia de hoje”, indica.

Os negócios estão lentos também no Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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Cenário positivo para o trigo



Para os produtores brasileiros, a recomendação é vender o trigo físico



Entre os fatores que podem impulsionar os preços, destaca-se o mau estado das colheitas russas
Entre os fatores que podem impulsionar os preços, destaca-se o mau estado das colheitas russas – Foto: Divulgação

De acordo com relatório da TF Agroeconômica, o cenário para o mercado de trigo apresenta perspectivas positivas, tanto no cenário internacional quanto no nacional. Problemas climáticos enfrentados por grandes produtores como Rússia e Austrália, além da baixa produção brasileira, devem impactar a oferta global e aumentar a necessidade de importação pelo Brasil, mesmo durante a colheita local. Apesar disso, os gráficos atuais não indicam alta imediata, com preços estáveis no Paraná e cotações em Chicago dentro de um canal de tendência.

Para os produtores brasileiros, a recomendação é vender o trigo físico agora e reinvestir parte do valor em contratos futuros na Bolsa de Chicago, utilizando entre 8% e 12% do montante total. Essa estratégia permitiria participar de possíveis altas no mercado enquanto garante liquidez no presente.

Entre os fatores que podem impulsionar os preços, destaca-se o mau estado das colheitas russas, com 38% das culturas de inverno em condições ruins, segundo a consultoria ProZerno. Na Austrália, chuvas intensas reduziram a qualidade de até 5 milhões de toneladas de trigo, destinadas agora à forragem. Já na União Europeia, o desempenho das exportações permanece fraco, com uma redução de 31% no volume embarcado em relação ao mesmo período de 2023. No Brasil, a safra apertada no Rio Grande do Sul está elevando os preços locais, que subiram 2,78% em relação ao final do ano passado.

Por outro lado, fatores de baixa incluem o desempenho das exportações americanas, abaixo da média necessária para atingir as metas do USDA, e a pressão dos baixos preços do trigo argentino sobre o mercado paranaense. No Paraná, os preços médios caíram para R$ 1.396,58/t, abaixo da linha psicológica de R$ 1.400/t, apesar de ainda estarem 10,92% acima dos níveis de 2023. Essa combinação de forças reforça a complexidade do mercado, exigindo estratégias bem planejadas por parte dos agentes.

 





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Mercado de soja ganha fôlego em dezembro com alta do dólar



O dólar em alta aumenta a competitividade da oleaginosa brasileira




Foto: United Soybean Board

O mercado interno de soja registrou um movimento incomum de maior liquidez no início de dezembro, influenciado pela valorização do dólar frente ao real. Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o dólar em alta aumenta a competitividade da oleaginosa brasileira no mercado internacional, estimulando a demanda tanto no mercado externo quanto no interno.

Esse cenário tem gerado uma disputa acirrada entre consumidores domésticos e compradores estrangeiros, o que manteve os preços da soja firmes no Brasil ao longo da última semana.

No entanto, o volume de negociações foi limitado, já que parte dos vendedores demonstra resistência em comercializar o remanescente da safra 2023/24 neste momento, preferindo postergar as vendas para o primeiro bimestre de 2025.





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Vendedores e compradores de milho recuam em dezembro



Cepea aponta resistência de vvendedores e queda nas negociações de milho




Foto: Nadia Borges

O mercado brasileiro de milho segue com negociações limitadas no início de dezembro, refletindo um cenário de baixa liquidez, conforme apontam pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Enquanto compradores domésticos permanecem afastados do mercado spot, as exportações continuam em ritmo lento, assim como ocorreu ao longo de toda a atual temporada.

Apesar disso, vendedores também reduziram a oferta no mercado interno na última semana, o que contribuiu para uma leve reação nos preços do milho. Segundo o Cepea, os compradores mantêm o foco no clima favorável, que pode resultar em maior produção nos próximos meses, e na lentidão das exportações, que deve elevar os estoques de passagem. Por outro lado, os vendedores estão atentos ao desenvolvimento das lavouras da safra de verão e preferem aguardar melhores oportunidades.

Os pesquisadores destacam que essa retração no mercado físico é comum nesta época do ano. Além de muitos agentes já trabalharem com o produto estocado ou comprometido em negociações anteriores, questões fiscais também contribuem para a redução das comercializações do cereal.

 





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É possível comparar o Mercosul com a UE?


Aline Locks, CEO da Produzindo Certo, destaca em artigo que o acordo comercial assinado entre Mercosul e União Europeia, em 6 de dezembro, é um marco histórico, embora sua implementação ainda dependa da ratificação nos parlamentos dos dois blocos. Essa fase pode gerar novos debates e tensões, especialmente no setor agropecuário. 

“É justo celebrar-se o avanço como histórico, depois de tomar o espaço de uma geração para se chegar ao ponto em que estamos agora. Sem perder a noção, entretanto, que há muito ainda a percorrer para que o documento firmado em Montevideu neste 6 de dezembro passe a ter efeito real no comércio entre os dois continentes”, comenta.

A resistência de países europeus, como França, Holanda, Itália e Polônia, gira em torno da concorrência desleal dos produtos agrícolas do Mercosul, especialmente do Brasil. No entanto, Aline argumenta que os modelos de produção são incomparáveis, considerando as diferenças no Código Florestal brasileiro e as condições climáticas distintas entre os continentes.

Além disso, a autora critica o protecionismo europeu, que, ao sustentar políticas de subsídios, enfraqueceu o dinamismo agrícola da Europa. Em contraste, o Brasil tem investido em práticas sustentáveis e em uma agricultura mais eficiente.  Aline sugere que, em vez de comparações desfavoráveis, o acordo deve explorar as complementaridades entre os dois blocos, aproveitando as oportunidades de uma troca inteligente e lucrativa, que respeite as diferenças e promova a diversidade.

“Agricultores europeus acomodaram-se nas robustas políticas de subsídios e fizeram com que a atividade agropecuária perdesse o dinamismo no seu continente. O universo rural deixou de ser atraente aos jovens e, assim, acabou encontrando o caminho de se apoiar em outros atributos, como a tradição e a qualidade de suas cadeias agroindustriais com valor agregado. Assim, ao invés de comparar, nessa próxima temporada da novela EU-Mercosul o roteiro deveria apostar em destacar as complementaridades. A riqueza está na diversidade, no que fazemos de diferente e que podemos trocar de forma mais inteligente e rentável”, conclui.

 





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Confira como está o andamento da safra argentina



Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada



Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada
Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada – Foto: Canva

De acordo com o último Panorama Agrícola Semanal (PAS) e o Estado y Condición de Cultivos (ECC) da Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a semeadura de soja avançou para 53,8% da área projetada de 18,6 milhões de hectares. O progresso foi de 9,4 pontos percentuais na última semana, e 100% da área plantada apresenta uma condição de cultivo classificada entre Normal e Excelente. Esse desempenho reflete a boa adaptação da soja às condições climáticas e um bom desenvolvimento das lavouras.

Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada, e 98,4% dos cultivos se encontram em condições de cultivo entre Normal e Excelente, devido à boa umidade no solo. No caso do girassol, a semeadura foi concluída, alcançando as 2 milhões de hectares previstas. A totalidade da área está em condições de cultivo Normal/Excelente, com 91% das lavouras apresentando estado hídrico Adequado/Óptimo. A floração já começou em 8% da área.

Embora a produção projetada continue em 18,6 milhões de toneladas, ela pode ser revista para cima, caso os rendimentos se mantenham superiores ao esperado, o que indicaria um bom desempenho da safra. A expectativa é que as boas condições climáticas no decorrer da colheita favoreçam uma produtividade ainda melhor, proporcionando um aumento na produção nacional.

Finalmente, a semeadura de cevada já alcançou 41,4% da área projetada, com o plantio ganhando ritmo, especialmente no norte da área agrícola. O aumento das áreas semeadas no norte reflete as condições climáticas favoráveis que impulsionaram a atividade nesta região. No entanto, no centro do país, a semeadura de milho tardio limita a área destinada à cevada, uma vez que os produtores priorizam o milho devido à maior demanda e rentabilidade.

 





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