sábado, abril 11, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Como tratar a estria vermelha na cana-de-açúcar?



“A estria vermelha é um desafio para a cultura da cana-de-açúcar”



A  prevenção e o controle eficazes da estria vermelha passam pela utilização de biofungicidas
A prevenção e o controle eficazes da estria vermelha passam pela utilização de biofungicidas – Foto: Canva

A estria vermelha é um desafio significativo para a cana-de-açúcar, especialmente em regiões com condições climáticas favoráveis, como nas primeiras chuvas, quando a cultura está em seu estágio de maior desenvolvimento. Essa doença pode comprometer a produtividade e a qualidade do canavial, resultando em grandes perdas para os produtores.

De acordo com Jhenyfer Ferreira, engenheira agrônoma da Agrivalle Brasil, a prevenção e o controle eficazes da estria vermelha passam pela utilização de biofungicidas como o TWIXX-A. Este produto é composto por duas bactérias que atuam de forma complementar, oferecendo um controle eficiente das doenças foliares que afetam a cana-de-açúcar.

O TWIXX-A é um biofungicida multissítio, ou seja, age em diferentes locais do patógeno, potencializando seu efeito no controle da estria vermelha. Além disso, por ser biológico, oferece menores impactos ambientais e maior segurança para os trabalhadores.

Jhenyfer destaca a importância de aplicar o TWIXX-A nas primeiras chuvas, garantindo proteção à cultura durante seu ciclo de desenvolvimento. O uso desse produto representa uma solução sustentável e eficiente para o manejo de doenças foliares, ajudando a proteger a produtividade do canavial.

“A estria vermelha é um desafio para a cultura da cana-de-açúcar principalmente em áreas com condições climáticas favoráveis, como no período de maior desenvolvimento da cultura que inicia nas primeiras chuvas. Para evitar perdas de produtividade e qualidade no canavial o posicionamento do biofungicida como o TWIXX-A é essencial para a prevenção e controle da doença e entre outras doenças foliares que agridem a cultura. Twixx-A um produto multissítio com duas bactérias que atuam de forma complementar para o controle das doenças foliares”, escreveu, em seu perfil no LinkedIn.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chicago: Soja fecha em baixa



O esmagamento de soja nos Estados Unidos também apresentou retração



As condições climáticas favoráveis no Brasil e as chuvas constantes afastaram o temor de seca
As condições climáticas favoráveis no Brasil e as chuvas constantes afastaram o temor de seca – Foto: Nadia Borges

Segundo dados da TF Agroeconômica, a soja negociada em Chicago encerrou a segunda-feira em queda, impactada pela perspectiva de uma safra robusta no Brasil e pela redução gradual na demanda pela soja americana. O contrato de soja para janeiro, referência para a safra brasileira, recuou -0,63%, ou $ -6,25 cents/bushel, fechando a $ 982,00. Já o contrato para março caiu -0,90%, ou $ -9,00 cents/bushel, fechando a $ 986,00. O farelo de soja para janeiro apresentou alta de 0,23%, enquanto o óleo de soja para o mesmo mês registrou queda de -2,09%.  

A análise aponta que as condições climáticas favoráveis no Brasil e as chuvas constantes afastaram o temor de seca, fortalecendo as projeções de safra. Enquanto o USDA estima uma produção de 169 milhões de toneladas para a safra 2024/2025, a Conab projeta 166,21 milhões e consultorias privadas já indicam volumes superiores a 170 milhões de toneladas. Esse cenário pressionou as cotações nos EUA, onde os dados de exportação mostram retração. As inspeções nos portos americanos caíram -3,47% na comparação semanal, refletindo a menor competitividade do produto no mercado internacional.  

Além disso, o esmagamento de soja nos Estados Unidos também apresentou retração. O NOPA reportou que em novembro o volume foi de 5,26 milhões de toneladas, -3,31% inferior ao recorde de outubro, embora os números sejam positivos em relação a novembro de 2023. Os estoques, por outro lado, subiram 1,40%, aumentando a pressão sobre os preços. A combinação entre um cenário interno menos dinâmico nos EUA e o otimismo com a produção brasileira reforça o desequilíbrio no mercado global. Com isso, as cotações da soja seguem voláteis, refletindo as incertezas de curto prazo sobre oferta e demanda.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Açúcar cai mais de 1% em NY pressionado por previsão de menor déficit global…


Logotipo Notícias Agrícolas

Pressionados por previsão da Organização Internacional do Açúcar (OIA) de diminuição no déficit global de açúcar para 2024/25, os preços do adoçante fecharam com queda de até 1,25% entre os principais contratos da Bolsa de Nova York, nesta quinta-feira (21). Na Bolsa de Londres, as baixas se aproximaram de 1%, marcando assim o terceiro recuo consecutiva dos futuros mais próximos, no mercado internacional.

O anúncio foi feito na última quarta-feira (20), quando a ISO trouxe uma nova previsão de um déficit global de açúcar em 2,51 milhões de toneladas, diante de um número anterior de 3,58 milhões de toneladas, de acordo com informações divulgadas pela Reuters.

A agência destacou que o consumo global em 2024/25 foi revisado para baixo de 182,87 milhões para 181,58 milhões e para 2023/24 de 181,46 milhões para 180,05 milhões. “Muitas dessas mudanças no consumo são motivadas pelo feedback dos membros ao nosso questionário sobre açúcar”, aponta o relatório.

Além disso, análise do Barchart desta quinta-feira também destaca que a alta do  dólar em relação ao real, precificado em R$ 5,81, também pesou negativamente sobre as cotações do açúcar. “As perdas no açúcar aceleraram depois que o real brasileiro (^USDBRL ) caiu para uma baixa de 2 semanas em relação ao dólar, encorajando a venda de exportação pelos produtores de açúcar do Brasil”, diz o portal.

No fechamento desta terça-feira, em Nova York o contrato março/25 registrava uma queda de 0,27 centavos, sendo cotado a 21,38 centavos/lbp. O maio/25 recuava 0,23 centavos, negociado a 19,98 centavos/lbp. O julho/25 apresentava uma baixa de 0,20 centavos, com preço de 19,29 centavos/lbp, enquanto o outubro/25 tinha uma redução de 0,19 centavos, sendo cotado a 19,16 centavos/lbp.

Na Bolsa de Londres, o contrato março/25 caía US$ 5,50, sendo negociado a US$ 553,80 por tonelada. O maio/25 registrava uma redução de US$ 6,20, cotado a US$ 548,80 por tonelada. O agosto/25 apresentava uma baixa de US$ 5,30, com preço de US$ 537,40 por tonelada, enquanto o outubro/25 recuava US$ 4,40, sendo cotado a US$ 526,70 por tonelada.

Mercado interno

No mercado físico, conforme mostra o indicador Cepea Esalq, em São Paulo, o açúcar cristal branco teve uma redução de 0,20%, e está cotado em R$ 167,83/saca. O açúcar cristal em Santos (FOB) tem valor de R$ 158,44/saca, após desvalorização de 0,33%. O cristal empacotado vale R$ 17,2417/5kg. O refinado amorfo está cotado em R$ 3,8820/kg. O VHP tem preço de R$ 111,81/saca.

Em Alagoas, também com base no que mostra o indicador Cepea Esalq, o preço do açúcar está em R$ 155,90/saca. Na Paraíba, a cotação é de R$ 158,25/saca. Em Pernambuco, o adoçante vale R$ 151,57/saca.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços da soja estão em queda


Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul estão em queda pelo interior, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 141,50 para entrega em novembro, e pagamento 27/12, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/01. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 15/01. R$ 134,00 Ijuí – Pagamento em 15/01. R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 15/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em novembro, as cotações da soja no mercado catarinense registraram um aumento de 2,4% em relação ao mês anterior, segundo dados da EPAGRI divulgados em 16/12. No entanto, nos primeiros 10 dias de dezembro, houve uma leve retração de 0,5% ao comparar com a média de preços do mês de novembro.  No porto, a soja foi negociada a R$ 145,00, enquanto em Chapecó o valor registrado foi de R$ 135,50.

Os preços estão em queda no interior também no Paraná. “Em Campinas (SP), o mercado também mostrou pouca movimentação, com preços CIF para o Porto de Paranaguá (PR) entre R$ 138 e R$ 138,50 por saca, para entrega imediata e pagamento em janeiro, enquanto os vendedores pediam R$ 140 a R$ 142. Em Ponta Grossa, a queda do dólar e boas condições climáticas pressionaram os preços. Indústrias ofertaram R$ 138 por saca CIF para entrega até 20 de dezembro, enquanto vendedores pediam R$ 145. A resistência em aceitar preços mais baixos deixou o mercado spot travado, sem negócios relevantes na região. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,00”, completa.

No Mato Grosso do Sul, a diferença é de 3 reais entre oferta e pedida. “No spot da soja em Dourados, as indicações de compra ficaram em R$ 133 por saca FOB para embarque imediato, com pagamento em janeiro, enquanto os vendedores pediam R$ 136 a R$ 137, sem acordos”, indica.

Negócios parados no estado do Mato Grosso. “No spot da soja em Rondonópolis, compradores indicavam R$ 141 por saca FOB, embarque imediato e pagamento em janeiro. O valor foi apenas nominal, com grãos indisponíveis e compradores abastecidos. Campo Verde: R$ 134,00, Lucas do Rio Verde: R$ 134,50. Nova Mutum: R$ 133,50. Primavera do Leste: R$ 134,50. Rondonópolis: R$ 138,50. Sorriso: R$ 136,00”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho volta a cair na Bolsa de São Paulo


Com mercado físico paralisado e dólar apresentando baixa, os contratos de milho voltam a cair na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações da TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em baixa nesta segunda-feira. Dia de realização de lucros na B3, visto que Chicago e o dólar fecharam em alta”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia: o vencimento de janeiro/25 foi de R$ 74,00 apresentando baixa de R$ -0,43 no dia, baixa de R$ -0,89 na semana; março/25 fechou a R$ 73,16, baixa de R$ -0,49 no dia, baixa de R$ -0,05 na semana; o vencimento maio/25 fechou a R$ 72,53, baixa de R$ -0,18 no dia e alta de R$ 0,32 na semana”, completa a consultoria agroeconômica.

Na Bolsa de Chicago, as informações da TF dão conta de que o milho fechou em alta com aparente interesse do investidor. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão,fechou  de 0,68 % ou $ 3,00 cents/bushel a $ 445,00. A cotação para maio, fechou em alta de 0,56 % ou $ 2,50 cents/bushel a $ 451,75”, indica.

“O cereal se recuperou após as quedas da semana anterior, impulsionado pelo interesse dos investidores, que parecem ter voltado a “acreditar” no milho, e diante da queda projetada nos estoques finais dos EUA em decorrência do bom desempenho das exportações e aumento da demanda da indústria do etanol. Os embarques para exportação foram 6,79% acima da semana anterior, sendo o México novamente o principal destino do milho norte-americano”, conclui a consultoria agroeconômica, no início da semana.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do milho encerra o ano com variações regionais


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul apresentou variações significativas, refletindo o ritmo de final de ano e a dinâmica regional. No Rio Grande do Sul, o mercado se manteve lento, com indicações de preços estáveis: Santa Rosa a R$ 73,00, Não-Me-Toque a R$ 70,00, Marau e Gaurama a R$ 70,00, Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00, e Montenegro a R$ 74,00. Pedidas iniciaram em R$ 75,00 FOB, mas sem negócios registrados no dia.  

Em Santa Catarina, o mercado local mostrou produtores pedindo pelo menos R$ 2,00 acima das indicações dos compradores, que variaram entre R$ 72,00 e R$ 75,00 CIF. Negócios foram realizados a R$ 75,00/76,00 no CIF do meio-oeste, totalizando cerca de 2 mil toneladas. Entre as indicações, Chapecó registrou R$ 74,00, Campos Novos R$ 75,00, Rio do Sul R$ 76,00, e Videira R$ 73,00. No mercado portuário, os preços ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro.  

No Paraná, o cenário foi marcado por poucos acordos, apesar do aumento no preço da saca, que chegou a R$ 55,58, segundo o Deral/PR. A alta do dólar, que valorizou 16% frente ao real, e a menor oferta interna devido às exportações, impulsionaram os preços. No mercado spot dos Campos Gerais, vendedores pediram entre R$ 72 e R$ 73 FOB, enquanto compradores ofereceram R$ 69 CIF para dezembro, com negócios isolados fechados a R$ 70 CIF.  

No Mato Grosso do Sul, o mercado apresentou baixa liquidez, mas com preços em alta devido à demanda interna e à expectativa positiva para a safra de soja. Em Dourados, o preço spot do milho iniciou a semana em queda, com compradores oferecendo entre R$ 62 e R$ 63 por saca FOB, e vendedores pedindo de R$ 65 a R$ 66, mas com poucas negociações.  





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fungicidas se destacam no tratamento de sementes



“Trata-se de uma ferramenta estratégica”



Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT)
Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT) – Foto: Divulgação

As safras 2022/23 e 2023/24 marcaram as primeiras edições do levantamento “Eficiência do Tratamento de Sementes de soja com Fungicidas no Controle dos Principais Fungos de Sementes e de Solo”, liderado pela Embrapa soja com apoio de consultorias renomadas. Os 80 ensaios realizados apontaram destaque para os Fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, da Sipcam Nichino, que demonstraram eficiência de controle entre 81% e 96% contra doenças como Fusarium spp, Diaphorte spp, Cercospora spp e Rhizoctonia solani.  

De acordo com o agrônomo Iago Carraschi, especialista em P&D da Sipcam Nichino, os produtos apresentaram desempenho consistente nas duas safras avaliadas. Tiofanil® FS, à base de clorotalonil, é descrito como um fungicida sistêmico e de contato, eficaz no controle de patógenos que afetam a qualidade das sementes. Torino®, por sua vez, também sistêmico e de contato, contribui para o melhor estabelecimento das plantas e maior produtividade, com recomendações para doenças como mancha-púrpura, antracnose e mofo-branco.  

Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT), reforçando a abrangência da pesquisa. Os resultados comprovam a eficácia dessas tecnologias no tratamento de sementes, destacando seu papel estratégico no manejo agrícola da soja.

“São patógenos de manejo complexo em sementes e os resultados respaldam o desempenho de ambos os produtos, altamente efetivos na adoção do tratamento de sementes de soja. Trata-se de uma ferramenta estratégica, dotada de tecnologia para evitar a contaminação da oleaginosa por fungos com potencial de transferir prejuízos consideráveis à produção”, comenta.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Alta do clorotalonil e impactos nos defensivos



O cenário reforça a necessidade de planejamento



"A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos"
“A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos” – Foto: Divulgação

Segundo Jeferson Souza, Market Intelligence Analyst, o mercado de defensivos agrícolas já apresenta sinais de pressão para 2025, especialmente no contexto do clorotalonil, um dos Fungicidas mais utilizados no Brasil. O preço desse princípio ativo, produzido majoritariamente na China, sofreu um aumento superior a 65% desde junho de 2024, conforme dados acompanhados pelo especialista.

No Brasil, houve uma importação recorde de clorotalonil, sendo 100% do volume proveniente da China. Apesar disso, o mercado ainda demonstra preocupações quanto ao desabastecimento, mesmo diante dos altos volumes recebidos. Isso reflete a crescente demanda interna por defensivos, combinada à volatilidade dos custos de produção no mercado internacional.

Jeferson ressalta a importância de acompanhar não apenas os movimentos do mercado de grãos, mas também os custos de produção, incluindo os insumos agrícolas. “A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos”, enfatizou, destacando o impacto desses fatores na estratégia de planejamento agrícola.

Com a proximidade do ciclo de 2025, produtores e especialistas do setor precisarão observar atentamente as variações no mercado de defensivos, especialmente para mitigar os riscos de custos elevados e desabastecimento. O cenário reforça a necessidade de planejamento e gestão eficiente de recursos para enfrentar as incertezas do mercado global.

“Acompanhar o que está acontecendo nos custos de produção é tão importante quanto acompanhar o que está acontecendo no mercado de grãos. Digo corriqueiramente: a comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos”, conclui.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Plantio de algodão ainda está abaixo do ano de 2023



A situação das lavouras revela que 74,6% das áreas estão no estádio de emergência



Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023
Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023 – Foto: Pixabay

O plantio de algodão da safra 2024/25 apresentou avanço significativo entre 1º e 8 de dezembro de 2024, com aumento de 5,6 pontos percentuais na área semeada, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados pela SLC Sementes no LinkedIn. Até o momento, 7,7% da área total destinada ao cultivo de algodão nos sete principais estados produtores foi plantada. No mesmo período de 2023, o percentual era de 8,4%.  

A situação das lavouras revela que 74,6% das áreas estão no estádio de emergência, enquanto 25,4% estão em desenvolvimento vegetativo. A semeadura avança de forma desigual entre os estados. Na Bahia, houve progresso expressivo, com 35% das áreas plantadas, frente a 10% na semana anterior e 30% no mesmo período de 2023. Já no Mato Grosso, principal produtor nacional, o plantio registrou avanço modesto, atingindo 1%, em linha com os 1,2% do ano passado.  

Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023. Goiás alcançou 12% das áreas plantadas, enquanto Minas Gerais chegou a 11%. Ambos os estados apresentaram aumentos na semana, mas ainda abaixo dos percentuais registrados no ano anterior. Em Mato Grosso do Sul, o plantio atingiu 15%, inferior aos 38% de 2023. No Maranhão e no Piauí, não houve avanço, permanecendo em 0%.  

Apesar do progresso semanal, os números refletem um ritmo mais lento comparado à safra passada. A Conab continua monitorando o desenvolvimento das lavouras nos estados que, juntos, representam 98% da área cultivada de algodão no Brasil.  





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Sulfato de amônio: Pilar da agricultura brasileira



O sulfato de amônio destaca-se por sua composição



Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto
Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto – Foto: Canva

Segundo Inácio Linhares, Marine Cargo Surveyor e técnico em agropecuária, o Brasil consolidou-se como o maior importador mundial de sulfato de amônio em 2023, adquirindo mais de 5,1 milhões de toneladas do insumo, um investimento de US$ 1,06 bilhão. Esse fertilizante é essencial para o desenvolvimento agrícola, contribuindo significativamente para a produtividade de diversas culturas e para a sustentabilidade da produção agrícola global.  

O sulfato de amônio destaca-se por sua composição de 21% de nitrogênio (N) e 24% de enxofre (S), nutrientes indispensáveis para a síntese de proteínas nas plantas e o aumento da produtividade de culturas como cana-de-açúcar, milho e trigo. Além disso, sua aplicação contribui para a saúde do solo, corrigindo a alcalinidade e liberando nutrientes importantes como fósforo e zinco.  

Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto, adequado para diferentes tipos de culturas e solos, e sua eficiência, com enxofre prontamente disponível para absorção. Além disso, o sulfato de amônio promove práticas mais sustentáveis ao reduzir a lixiviação de nitratos e as emissões de gases do efeito estufa, fortalecendo a segurança alimentar em um cenário de crescimento populacional global.  

No panorama do comércio global, a China lidera como maior exportadora, respondendo por 64% do mercado com mais de 10,6 milhões de toneladas exportadas anualmente. O Brasil, impulsionado por sua expansão agrícola, é o principal consumidor, seguido pelos Estados Unidos e pela União Europeia. A crescente relevância desse insumo reflete sua importância estratégica na segurança alimentar mundial e na sustentabilidade da agricultura.  





Source link