sábado, abril 11, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Geração solar no Brasil atinge novos marcos



A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais



A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais
A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais – Foto: Divulgação

O setor solar brasileiro alcançou grandes avanços em 2024, com dados da Greener revelando que, até outubro, o volume de módulos nacionalizados superou o total de 2023, ultrapassando 18 GW e com projeção de atingir 22 GW até dezembro. A Geração Distribuída (GD) apresentou recuperação significativa após a desaceleração de 2023, enquanto as Fusões e Aquisições (M&A) cresceram 89% até setembro. A Geração Centralizada (GC), mesmo enfrentando desafios como aumento de CAPEX e curtailment, adicionou 6 GW à matriz energética.

Para 2025, especialistas destacam o fortalecimento da GD com a diversificação de tecnologias, incluindo sistemas híbridos e carregadores de veículos elétricos. Entretanto, desafios como a indefinição sobre compensação de créditos e desequilíbrios no mercado de Geração Compartilhada permanecem. Apesar disso, espera-se um volume expressivo de novas instalações.

O mercado de M&A deve crescer, com foco em ativos operacionais e consolidação de portfólios de mini GD. Já a GC será impulsionada por grandes consumidores industriais e data centers, acompanhada da expansão de usinas híbridas solar-eólicas e avanços no armazenamento de energia, incluindo o aguardado Leilão de Reserva de Capacidade pela ANEEL.

A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais em 2025 para atender à demanda crescente e garantir a estabilidade do sistema. O setor fotovoltaico se prepara para um futuro dinâmico, resiliente e alinhado à transição energética.

“Ao olhar para 2025, vemos um setor fotovoltaico ainda mais dinâmico e resiliente, com novas oportunidades surgindo em meio aos desafios. A diversificação de soluções, como o armazenamento de energia e sistemas híbridos, será fundamental para atender à crescente demanda e garantir a estabilidade do sistema. Os avanços regulatórios e a realização de leilões estratégicos também serão decisivos para a evolução do mercado e o avanço da transição energética no país”, afirma Marcio Takata, CEO da Greener.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ovo pode ser alimento fundamental


O ovo, além de ser um alimento acessível e nutritivo, se torna um aliado importante para criar pratos que alimentam o corpo e fortalecem os laços afetivos. Rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais como Ferro e Selênio, o ovo é um superalimento que oferece benefícios à saúde de crianças, adultos e idosos. Segundo a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil, o ovo é um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta e pode ser consumido por pessoas de todas as idades.

“O ovo é rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B (incluindo a colina), além de minerais como ferro e selênio, nutrientes que promovem saúde e bem-estar para crianças, adultos e idosos. É um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta”, afirma.

Além de seus benefícios nutricionais, a versatilidade do ovo é outro destaque. Graças à ovoalbumina e lecitina, ele desempenha um papel essencial em diversas receitas, proporcionando texturas leves e consistências homogêneas, seja em pratos rápidos como omeletes e ovos mexidos ou em preparações mais elaboradas, como suflês e sobremesas.

Mais do que um alimento nutritivo, o ovo também se torna um convite para momentos de convivência em família. Cozinhar juntos transforma o preparo da refeição em uma atividade divertida e inclusiva, fortalecendo os laços familiares. O ato de preparar receitas simples, como ovos mexidos, simboliza conforto, acolhimento e a criação de memórias afetivas, tornando as refeições momentos especiais. O Instituto Ovos Brasil destaca que o ovo é não apenas um alimento saudável, mas também uma ferramenta para promover o bem-estar e a união familiar.

“Esses pratos não apenas nutrem, mas também evocam memórias afetivas, criando uma atmosfera de acolhimento e conexão. A inclusão de ovos no dia a dia é uma maneira de tornar refeições práticas em momentos inesquecíveis”, afirma Lúcia.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas beneficiam safras de verão na Austrália



Colheita de grãos de inverno na Austrália




Foto: Agrolink

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas generalizadas entre 10 e 50 mm, com picos localizados acima dessa média, persistiram sobre o sul de Queensland e partes de Nova Gales do Sul, garantindo níveis de umidade do solo próximos ou superiores ao normal para as safras de verão na Austrália.

Embora o clima úmido tenha atrasado as atividades de campo, como o plantio de sorgo, os impactos na colheita das safras de inverno foram mínimos. Em regiões do norte, a colheita está quase concluída. No restante do cinturão do trigo, o tempo seco em Victoria, Austrália do Sul e Austrália Ocidental favoreceu a conclusão da colheita.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na Austrália Ocidental, cerca de 90% dos grãos de inverno já foram colhidos, enquanto no sudeste o índice alcança dois terços do total esperado. O clima quente, com temperaturas entre 30°C e 40°C e até 5°C acima da média, acelerou a secagem dos grãos maduros no oeste.

Nas regiões sul e leste, as temperaturas seguiram padrões sazonais, com máximas variando entre 30°C e 35°C. Apesar do calor, o tempo estável nessas áreas contribuiu para o progresso das atividades agrícolas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Açúcar bruto e branco registram fortes recuos


Segundo a União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar registraram forte queda nesta terça-feira (17), influenciados pela desvalorização do Real frente ao dólar. Segundo analistas, o movimento cambial incentiva as usinas brasileiras a vender contratos futuros para maximizar ganhos em moeda local, contribuindo para a pressão de baixa nos preços.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto para março de 2025 atingiu o menor nível em três meses, voltando a operar na faixa de 19 centavos de dólar por libra-peso. O contrato foi negociado a 19,84 cts/lb, queda de 84 pontos, ou 4,1%, em relação ao fechamento anterior. O vencimento maio/25 caiu 67 pontos, para 18,53 cts/lb, enquanto os demais contratos recuaram entre 11 e 49 pontos.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também fechou em baixa. O contrato para março/25 foi comercializado a US$ 515,00 por tonelada, redução de US$ 14,40 ou 2,7%. Já o vencimento maio/24 caiu para US$ 516,90 por tonelada, uma desvalorização de US$ 13,70. Outros contratos tiveram recuos de US$ 5,50 a US$ 11,10.

No mercado brasileiro, as cotações do açúcar cristal também registraram queda. O Indicador Cepea/Esalq, da USP, apontou que a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 160,43 nesta terça-feira, contra R$ 160,77 na segunda-feira, representando uma retração de 0,21%, conforme o divulgado pela Udop.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Soja e milho avançam no Brasil apesar de estiagem



Calor impulsionam condições para safras de verão no Brasil




Foto: Canva

O boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), aponta que o clima quente e chuvoso continua a favorecer o desenvolvimento das culturas de verão no Brasil, em especial a soja e o milho. Apesar da redução no volume de precipitação em algumas áreas, o cenário geral permanece positivo.

No sul do país, chuvas moderadas a fortes (25-100 mm) foram registradas no Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo. Entretanto, o Rio Grande do Sul segue enfrentando bolsões de seca, com acumulados inferiores a 10 mm em várias regiões. Este estado já sofreu com longos períodos de estiagem nesta temporada, impactando o desenvolvimento das lavouras.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

As temperaturas diurnas, variando entre 20°C e 30°C, têm promovido um rápido crescimento das culturas, sem o estresse causado por calor excessivo. Dados do governo do Paraná indicam que, até 9 de dezembro, 78% do milho e 60% da soja de primeira safra já estavam em estágio de floração ou enchimento. No Rio Grande do Sul, o milho encontra-se 92% plantado, com mais de 60% em reprodução ou enchimento, enquanto 90% da soja já foi semeada, e as primeiras lavouras iniciaram a fase reprodutiva.

Em Mato Grosso, após um início tardio da temporada de chuvas, o clima quente e úmido tem favorecido o desenvolvimento da soja emergente e vegetativa. Na última semana, chuvas mais leves (menos de 10 mm em algumas áreas) e temperaturas elevadas, com máximas diurnas chegando aos 30°C, contribuíram para o avanço da cultura.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil registra recorde de importações de lácteos em 2024



Preço do Leite recuou 0,22% até outubro de 2024




Foto: Pixabay

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou que as importações brasileiras de lácteos atingiram 2,09 bilhões de litros entre janeiro e novembro de 2024, maior volume registrado desde o início da série histórica em 1997, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Paralelamente, as exportações de lácteos cresceram 21,04% no mesmo período, totalizando 73,69 milhões de litros.

Como consequência desse desequilíbrio entre importações e exportações, a balança comercial de lácteos do Brasil encerrou o período com um déficit de US$ 893,38 milhões, o segundo maior da história, ficando atrás apenas de 2023.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

No mercado mato-grossense, o preço médio do leite pago ao produtor foi de R$ 2,15 por litro entre janeiro e outubro de 2024, uma redução de 0,22% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da recuperação gradual observada desde o segundo semestre de 2023, os valores no primeiro semestre de 2024 ainda não alcançaram os patamares registrados no mesmo período de 2023.

A retração nos preços foi, em parte, compensada pela queda nos custos de produção, que ajudou a mitigar os impactos sobre a margem dos produtores. O Índice de Insumos para Produção de Leite Cru (ILC) no estado acumulou 154,99 pontos entre janeiro e novembro de 2024, representando uma redução de 4,77% em relação ao ano anterior. Essa queda foi impulsionada principalmente pela diminuição dos custos com alimentação concentrada, volumosa e suplementação mineral.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Excesso de chuva pode impactar logistica



Acumulados podem ultrapassar 100 mm em algumas áreas




Foto: Freepik

As regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste terão um fim de semana marcado por instabilidades climáticas e chuvas intensas, com destaque para o norte de São Paulo e o sul de Minas Gerais. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, as projeções indicam acumulados superiores a 50 mm, podendo ultrapassar 100 mm em algumas áreas, principalmente no sábado.

Os temporais trazem benefícios e desafios para a agricultura. Enquanto culturas como soja, milho e hortifrutigranjeiros podem se beneficiar de chuvas moderadas, o excesso de água pode dificultar colheitas e transporte. Já no Nordeste, o leste da região terá tempo firme, enquanto o sul e oeste da Bahia apresentam chuvas regulares, cenário ideal para a maturação de algodão.

No domingo, as instabilidades permanecem nas áreas do Sudeste, com volumes menos intensos, mas ainda em condição de alerta. Gabriel Rodrigues destaca: “O fim de semana será marcado por chuvas abrangentes, exigindo planejamento por parte dos agricultores para mitigar impactos e aproveitar as condições favoráveis onde possível”.

A previsão reforça a necessidade de monitoramento constante e ajustes nas operações do campo, principalmente em regiões produtoras do Sudeste e Centro-Oeste, que enfrentarão os maiores volumes ao longo do fim de semana.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Essa técnica pode aumentar a eficiêcia do solo



“Bioindicadores não são apenas dados científicos”



“Bioindicadores não são apenas dados científicos"
“Bioindicadores não são apenas dados científicos” – Foto: Canva

Marcus Lourenço “Polé”, biólogo, enfatiza a importância dos bioindicadores de qualidade do solo como ferramentas essenciais para a sustentabilidade no cultivo de culturas agrícolas, como soja, milho e trigo. O solo é a base da produção agrícola, e monitorá-lo de maneira eficaz é fundamental para garantir sua saúde e produtividade a longo prazo. Os bioindicadores ajudam a avaliar a qualidade do solo, oferecendo informações sobre a fertilidade, presença de poluentes e a capacidade de retenção de água, colaborando para um manejo agrícola mais eficiente e sustentável.

Bioindicadores são organismos ou processos biológicos que refletem o estado do solo. Esses organismos variam desde microrganismos, como bactérias e fungos, até organismos maiores, como minhocas e insetos. A presença de certos organismos no solo pode indicar aspectos como níveis de matéria orgânica, a eficácia de microrganismos simbióticos e os impactos do manejo agrícola, como compactação e aeração. Por exemplo, a presença de Bradyrhizobium no solo de soja garante a fixação biológica de nitrogênio, reduzindo a dependência de fertilizantes.

A utilização de bioindicadores no manejo de culturas agrícolas traz benefícios diretos aos produtores, como a identificação precoce de problemas de fertilidade e a redução de custos com insumos. Além disso, esses indicadores permitem um melhor planejamento do manejo agrícola, promovendo a sustentabilidade a longo prazo, especialmente em sistemas de monocultura. Tais ferramentas são fundamentais para garantir que os solos se mantenham produtivos e equilibrados ao longo do tempo.

“Bioindicadores não são apenas dados científicos; são aliados práticos para quem busca eficiência e sustentabilidade no campo . Incorporar essas ferramentas no manejo de culturas agrícolas é investir em um solo vivo e produtivo”, comenta, em seu perfil no LinkedIn.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Como escolher as peças para o drone aplicador?


As boquilhas para Drones agrícolas são ferramentas essenciais para garantir a aplicação precisa de produtos fitossanitários, fertilizantes e outros insumos. A escolha correta dessas boquilhas otimiza recursos, aumenta a eficiência da pulverização e reduz o impacto ambiental. De acordo com Paco Tórtola, especialista em Drones na agricultura, existem diferentes tipos de boquilhas, cada uma adequada a necessidades específicas. 

As boquilhas de abanico plano geram um padrão de pulverização uniforme, ideal para herbicidas e pesticidas em cultivos de grande cobertura, como trigo, milho, soja e pastagens. A altura de voo recomendada é de 2 a 3 metros, com velocidade de 4 a 6 m/s e vazão de 0,5 a 1 L/min. As boquilhas de cone oco, que produzem um padrão de pulverização em forma de cone, são indicadas para cultivos densos, como frutais, vinhedos e oliveiras. 

Elas proporcionam cobertura completa, mesmo nas áreas internas da folhagem, com parâmetros de voo de 1,5 a 2 metros de altura, velocidade de 3 a 5 m/s e vazão de 0,8 a 1,2 L/min. As boquilhas antideriva minimizam a formação de gotas finas que podem ser desviadas pelo vento, sendo ideais para condições climáticas adversas e cultivos próximos a áreas sensíveis, como arrozais e cítricos. Para esse tipo, a altura de voo é de 2 a 4 metros, com velocidade de 5 a 7 m/s e vazão de 0,6 a 1 L/min. 

Já as boquilhas de injeção de ar, que melhoram a adesão ao folhedo, são recomendadas para cultivos resistentes como milho e cana-de-açúcar. Ajustar corretamente os parâmetros de voo, como altura, velocidade e vazão, maximiza a eficiência e a precisão das aplicações, garantindo maior sustentabilidade.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Um ano desafiador para o mercado de café


De acordo com Bruna Machado, Coffee Trader, em publicação no LinkedIn, o mercado de café em 2024 foi marcado por desafios intensos, desde questões climáticas até problemas logísticos e financeiros. Enquanto muitos armazéns começam a encerrar as atividades para as férias coletivas, o setor reflete sobre um ano turbulento, com aprendizados importantes.  

Entre os principais obstáculos, a qualidade do café ficou abaixo das expectativas devido a condições climáticas adversas e outros fatores, elevando os prêmios por cafés mais finos. A logística também foi crítica, com recordes de exportação e mais de 1,5 milhões de sacas de café retidas nos portos, agravadas pela falta de contêineres e atrasos no embarque.  

“Que o ano foi mega desafiador não precisamos nem discutir. Não faltaram obstáculos em 2024. Desde a colheita e o plantio até os desafios de rendimento, qualidade da bebida, brocas, cafés com qualidades inferiores, grinders com problema de OTA e os milhares de problemas logísticos. Tudo que poderia aconteceu, de tudo um pouco”, comenta.

Além disso, os preços do café atingiram níveis históricos, os mais altos desde 1977, impactando toda a cadeia produtiva e gerando dificuldades financeiras para exportadores, traders, importadores e torradores. Para completar, a implementação do EUDR (Regulamento de Deforestação da União Europeia) trouxe incertezas sobre rastreabilidade e aumento de custos na cadeia produtiva.  

Apesar dos desafios, Bruna reforça a importância de seguir em frente com sabedoria e zelo, desejando ao setor um próximo ano mais estável. Para ela, o aprendizado é constante, e cada dificuldade é uma oportunidade de evolução. Afinal, o mercado de café continua imprevisível, mas resiliente. 

“O que eu posso desejar é que, para o próximo ano, nós possamos conseguir respirar com um pouco mais de tranquilidade e com um mercado mais estável. Mas como disse, tudo é imprevisível. Portanto, o que desejo é que todos tenham sabedoria e zelo”, conclui.

 





Source link