sábado, abril 11, 2026

Política & Agro

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Fim de ano marca estabilidade no mercado do boi gordo



Boi gordo se mantém estável




Foto: Pixabay

A análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, aponta que após um período de queda na cotação da arroba do boi gordo, o mercado permaneceu estável, reflexo de fatores como as escalas de abate e o escoamento tímido de carnes no período de fim de ano.

As escalas de abate atualmente giram em torno de 11 dias, mantendo uma média estável em diferentes regiões do país. Nos últimos dias, parte dos vendedores recuou das negociações, embora ainda existam ofertas disponíveis no mercado. O aumento no escoamento de carnes, estimulado pelas festividades de fim de ano, foi insuficiente para atender às expectativas do setor, mantendo as cotações estáveis. Outro fator relevante é a suspensão de negócios típica do fim de ano, por conta de questões fiscais, contribuindo para a manutenção dos preços da arroba.

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No Espírito Santo, o mercado segue ofertado, mas o escoamento de carnes permanece lento e abaixo do esperado. Com isso, os preços se mantiveram estáveis em todas as categorias, enquanto as escalas de abate estão, em média, para 10 dias. Região noroeste do Paraná, a redução nas ofertas de boiada na região resultou em menos ofertas de compra, mantendo os preços estáveis em todas as categorias. As escalas de abate na região estão em torno de 12 dias.

No Rio de Janeiro, o preço da arroba também não sofreu alterações, permanecendo estável para todas as categorias. As escalas de abate no estado apresentam média de sete dias úteis. O mercado do boi gordo, historicamente afetado por movimentos fiscais e de consumo no fim do ano, mantém atenção voltada às mudanças no comportamento do escoamento e na retomada das atividades após as festividades.





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Clima favorável sustenta produção de mandioca



Bom desempenho das lavouras em várias regiões administrativas do estado




Foto: Canva

A Emater/RS-Ascar divulgou na última quinta-feira (19) seu Informativo Conjuntural, apontando avanços no cultivo e na comercialização da mandioca no Rio Grande do Sul. O relatório destaca o bom desempenho das lavouras em várias regiões administrativas do estado, impulsionado pelas condições climáticas favoráveis.

Na região de Lajeado, os produtores de São José do Hortêncio intensificam os trabalhos de limpeza nas áreas cultivadas, com expectativa de iniciar a colheita em janeiro. O clima favorável vem garantindo uma produção dentro do esperado. Em Cruzeiro do Sul, os cultivos estão em pleno desenvolvimento vegetativo, com ações de capina mecânica ou química para controlar ervas daninhas. A produtividade média estimada para o município é de 14 toneladas por hectare, um índice considerado normal.

Na região de Santa Rosa, as lavouras também apresentam bom desenvolvimento, beneficiadas pela umidade do solo e temperaturas adequadas. Produtores já iniciaram a colheita de lavouras de mandioca de segundo ano e, caso a umidade diminua, deverão intensificar a capina mecânica para reduzir o crescimento de plantas espontâneas.

A mandioca descascada tem sido comercializada para mercados varejistas a R$ 6,00/kg, enquanto nas feiras e vendas diretas ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.





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Pragas prejudicam safra de pêssego em regiões do RS



Safra de pêssego apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras




Foto: Pixabay

A safra de pêssego no Rio Grande do Sul apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras do estado. As colheitas estão avançando, embora com desafios impostos pelas condições climáticas e fitossanitárias, conforme o último Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (19).

Na região de Pelotas, a safra se aproxima de 90% de conclusão. As variedades tardias, como Eldorado, estão no início da colheita, mas o desenvolvimento dos frutos foi prejudicado pela alta umidade relativa e chuvas frequentes. Esses fatores contribuem para a propagação da podridão-parda, doença fúngica que tem afetado a cultura. Além disso, a população da mosca-das-frutas está elevada, exigindo atenção redobrada dos produtores, conforme levantamento do programa Sistema de Alerta.

Em Passo Fundo, a colheita das variedades precoces já atingiu 50%. As lavouras seguem com boa sanidade devido às práticas de manejo adotadas, com destaque para as variedades BRS Kampai, PS-2 e Eragil, que representam mais de 80% dos pomares. Os frutos estão na fase final de formação e início da maturação, com bom potencial produtivo. O manejo continua com a poda verde para remoção de ramos e tratamentos preventivos.

Na região de Caxias do Sul, a cultura está em bom desenvolvimento, impulsionada pelas chuvas regulares e temperaturas amenas. No entanto, algumas lavouras enfrentam maior presença de pragas como mosca-das-frutas e grafolita, embora a incidência de doenças seja baixa. A colheita da variedade PS 10711, a mais cultivada na região, já está em andamento. Com a crescente oferta, os preços para o consumidor diminuíram, mas os valores pagos ao agricultor variam entre R$ 1,00 a R$ 2,00 por quilo para frutos pequenos, R$ 3,00 para médios e até R$ 4,00 para frutos graúdos.





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Região do Cerrado Mineiro avança no mercado global com leilão virtual


Evento online acontece nos dias 25 e 26 de novembro e conecta produtores a compradores internacionais

Com o objetivo de ampliar sua presença no mercado global e reforçar a conexão direta com consumidores nacionais e internacionais, a Federação dos Cafeicultores do Cerrado realizará, nos dias 25 e 26 de novembro, o 2º Leilão Virtual de Café da Região do Cerrado Mineiro (RCM). A iniciativa destaca a primeira Denominação de Origem (DO) de cafés no Brasil, reconhecida pela produção de grãos de altíssima qualidade.

O leilão virtual complementa o Leilão Café Solidário, realizado em 13 de novembro, durante o 12º Prêmio da Região do Cerrado Mineiro, em Uberlândia (MG). No evento, os melhores cafés da safra foram premiados e parte dos lotes agora será ofertada no pregão online, proporcionando uma oportunidade para compradores acessarem esses produtos de excelência.

Serão comercializados nove lotes de café, divididos em três categorias que evidenciam a diversidade de métodos e sabores da região: Café Natural, Cereja Descascado e Fermentação Induzida. Todos os lotes poderão ser adquiridos por meio da plataforma virtual M-Cultivo, permitindo que compradores de várias partes do mundo garantam cafés de origem certificada.

De acordo com o diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, o evento reforça o compromisso com a produção sustentável e a entrega de cafés de alto padrão, alinhados às demandas do mercado global. “O leilão é uma vitrine para o mundo, mostrando a excelência dos cafés produzidos no Cerrado Mineiro. É uma oportunidade única para torrefadores e cafeterias renomados experimentarem a riqueza de sabores da nossa região. Os preços iniciais deste leilão virtual são os mesmos do Leilão Solidário. Distribuímos cerca de 50 kits para compradores no Brasil, Estados Unidos, Ásia (Coreia e Dubai) e Europa”, explica Tarabal.

Internacionalização da marca

A Região do Cerrado Mineiro, que reúne aproximadamente 4.500 produtores e é responsável por cerca de 14% da produção de café em Minas Gerais, tem apostado na internacionalização como uma forma de agregar valor ao seu produto.

Na edição inaugural do leilão virtual, realizada em 2023, o evento atraiu compradores dos mercados americano, canadense, europeu e brasileiro, movimentando mais de US$ 49 mil. Este ano, a expectativa é superar a marca de 50 compradores internacionais, consolidando a RCM como referência global em cafés de alta qualidade. 





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Seguros agrícolas podem ser “salvação”



“A crise de 2024 evidencia a necessidade de medidas urgentes”



“A crise de 2024 evidencia a necessidade de medidas urgentes"
“A crise de 2024 evidencia a necessidade de medidas urgentes” – Foto: Pixabay

O Brasil enfrenta em 2024 uma crise climática sem precedentes, com recordes de temperatura e uma seca severa que afeta 59% do território nacional, segundo o Cemaden. Intensificada pelo El Niño e pelo aquecimento global, essa situação trouxe desafios para o setor energético, reduzindo os níveis de reservatórios a 50% abaixo da média histórica e aumentando custos com o acionamento de termelétricas.  

Os impactos ambientais também são alarmantes. Biomas como Amazônia, Cerrado e Pantanal sofrem com as piores secas dos últimos 70 anos, agravando queimadas e comprometendo a biodiversidade. Na saúde pública, altas temperaturas e poluição afetam populações vulneráveis, especialmente na Amazônia, onde a navegação fluvial foi prejudicada.  

O agronegócio sente os efeitos severamente. Culturas como soja, milho e feijão registraram quedas de produtividade, impactando pequenos produtores e a pecuária, que enfrenta redução de pastagens. Nesse cenário, os seguros agrícolas emergem como aliados cruciais, oferecendo suporte financeiro em perdas e incentivando práticas sustentáveis.  

“A crise de 2024 evidencia a necessidade de medidas urgentes para mitigar os impactos das mudanças climáticas e garantir a sustentabilidade do agronegócio. No entanto, o mercado de seguros agrícolas no Brasil ainda enfrenta desafios como a baixa penetração e o custo elevado, que dificultam o acesso para pequenos produtores”, comenta.

 

“Investir em tecnologias agrícolas mais resilientes, implementar sistemas de alerta precoce, gerir os recursos hídricos de forma integrada e ampliar o acesso aos seguros agrícolas são passos fundamentais para enfrentar esses desafios. Somente com ações concretas será possível minimizar os impactos futuros, assegurando maior resiliência e competitividade ao setor agrícola brasileiro, bem como segurança alimentar e energética para o país”, conclui.

 





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Tecnologia busca controlar o estresse oxidativo



No café, o incremento de enzimas contribuiu para o controle de doenças foliares



Na soja, a solução combate  o “efeito guarda-chuva”
Na soja, a solução combate o “efeito guarda-chuva” – Foto: Canva

Temperaturas extremas, deficiência hídrica, salinidade do solo e a presença de patógenos podem gerar a superprodução de espécies reativas de oxigênio (EROs) nas plantas, causando danos celulares e redução de produtividade em culturas como soja, feijão, café e tomate. Para mitigar esses impactos, o Fulland se apresenta como uma solução eficiente, ativando substâncias naturais das plantas que fortalecem o metabolismo e induzem resistência.  

No feijão, sua aplicação demonstrou aumento na atividade de enzimas como a peroxidase, favorecendo a recuperação da planta e prevenindo estresses. No café, o incremento de enzimas contribuiu significativamente para o controle de doenças foliares. No tomate, o produto mostrou eficácia no manejo de enfermidades, promovendo uma resposta enzimática que reduz os danos causados por patógenos.  

Com uma formulação exclusiva à base de cobre, o Fulland age como fertilizante foliar, estimulando a produção de enzimas de autodefesa que ajudam as plantas a superar condições adversas. Essa tecnologia também potencializa a translocação de fungicidas, garantindo maior proteção nas partes mais difíceis de alcançar, como o terço inferior das plantas.  

Além de promover maior sanidade, o Fulland assegura a produtividade das lavouras, sendo uma ferramenta essencial no manejo integrado para minimizar perdas e maximizar resultados em diferentes culturas. “Diante destes resultados, é possível observar como o Fulland auxilia a planta no aumento de enzimas que combatem a EROs, ajudando a passar por estresses, manter a sanidade da lavoura e garantir a produtividade das culturas”, afirma o gerente de Inovação da Satis, Fabricio Porto.

Pesquisas recentes comprovaram que o Fulland melhora a translocação de fungicidas, concentrando ativos no terço inferior da soja e combatendo o “efeito guarda-chuva”, quando a pulverização não atinge adequadamente essa área. O estudo foi validado em tese de doutorado na UFU com base em análises de campo.

 





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Esses alimentos são mais caros na Argentina



No caso do arroz, o preço argentino nas prateleiras é 58% superior ao do Brasil



“A valorização do peso e a desvalorização do real levantam temores"
“A valorização do peso e a desvalorização do real levantam temores” – Foto: Divulgação

Um estudo da Coninagro comparou os preços de 18 alimentos básicos entre Argentina e Brasil, revelando disparidades que afetam tanto consumidores quanto produtores. Entre os produtos analisados, oito são mais caros na Argentina, enquanto dez têm preços menores. No entanto, em três casos — arroz, leite e carne suína — os produtores argentinos recebem menos do que os brasileiros.  

No caso do arroz, o preço argentino nas prateleiras é 58% superior ao do Brasil, com US$ 1,94 por kg contra US$ 1,23. Apesar disso, os custos de produção são quase equivalentes nos dois países, com ligeira vantagem para o Brasil. Já no leite, a diferença no varejo é de 25% a mais na Argentina, enquanto os produtores brasileiros recebem 11% menos. A carne suína segue a mesma tendência, custando 17% a mais na Argentina, mas com produtores enfrentando custos trabalhistas mais elevados.  

A Coninagro destacou que a valorização do peso argentino e a desvalorização do real levantam preocupações sobre a competitividade do setor alimentar. A entidade também apontou que os produtores permanecem competitivos apesar dos desafios cambiais e de custos. Esses dados ressaltam como a dinâmica de mercado, influenciada por fatores cambiais e custos de produção, pode criar cenários desafiadores para produtores e consumidores em ambos os países.

“A valorização do peso e a desvalorização do real levantam temores sobre a competitividade de um dos setores mais importantes do país: o alimentar”, disse a Coninagro. “Além do câmbio, as explicações devem ser buscadas externamente, porque mesmo com valorização cambial os produtores são competitivos”, afirmou a entidade.

 





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Isso está impulsionando as vendas antecipadas de soja



O cenário favorável para vendas antecipadas é impulsionado por dois fatores



O cenário favorável para vendas antecipadas é impulsionado por dois fatores principais
O cenário favorável para vendas antecipadas é impulsionado por dois fatores principais – Foto: Expodireto Cotrijal

De acordo com análise da Argus, empresa especializada em relatórios e análises de preços de commodities, o avanço do dólar e o excesso de oferta global têm acelerado as vendas antecipadas de soja pelos agricultores brasileiros. Estima-se que, ao final de novembro, cerca de 33% da atual safra de soja, equivalente a 54,8 milhões de toneladas (t), já havia sido comercializada. O total projetado para a safra 2024-25 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de 166,2 milhões de toneladas.  

O cenário favorável para vendas antecipadas é impulsionado por dois fatores principais: a desvalorização do real, que acumula uma queda anual de 20%, e o temor de uma possível baixa nos preços em função da oferta abundante no mercado internacional. Como os pagamentos aos produtores brasileiros geralmente são feitos em dólares, a valorização da moeda norte-americana representa um ganho adicional, incentivando o adiantamento das negociações.  

A preocupação com o impacto de uma produção recorde sobre os preços é outro fator que pesa na decisão dos produtores. Durante a colheita da safra 2022-23, que alcançou o recorde nacional de 154,6 milhões de t, os preços domésticos e os diferenciais portuários caíram acentuadamente e ainda não se recuperaram aos patamares de ciclos anteriores. Essa experiência reforça o receio de novas quedas caso a safra 2024-25 alcance as otimistas projeções de até 175 milhões de t, caso as condições climáticas continuem favoráveis nos principais estados produtores.  

Com esse panorama, o mercado se prepara para possíveis desdobramentos durante a colheita, que podem incluir novas pressões sobre os preços domésticos. O movimento estratégico dos agricultores em adiantar suas vendas busca mitigar riscos e assegurar melhores margens, em um contexto de incertezas econômicas e climáticas.





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Geração solar no Brasil atinge novos marcos



A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais



A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais
A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais – Foto: Divulgação

O setor solar brasileiro alcançou grandes avanços em 2024, com dados da Greener revelando que, até outubro, o volume de módulos nacionalizados superou o total de 2023, ultrapassando 18 GW e com projeção de atingir 22 GW até dezembro. A Geração Distribuída (GD) apresentou recuperação significativa após a desaceleração de 2023, enquanto as Fusões e Aquisições (M&A) cresceram 89% até setembro. A Geração Centralizada (GC), mesmo enfrentando desafios como aumento de CAPEX e curtailment, adicionou 6 GW à matriz energética.

Para 2025, especialistas destacam o fortalecimento da GD com a diversificação de tecnologias, incluindo sistemas híbridos e carregadores de veículos elétricos. Entretanto, desafios como a indefinição sobre compensação de créditos e desequilíbrios no mercado de Geração Compartilhada permanecem. Apesar disso, espera-se um volume expressivo de novas instalações.

O mercado de M&A deve crescer, com foco em ativos operacionais e consolidação de portfólios de mini GD. Já a GC será impulsionada por grandes consumidores industriais e data centers, acompanhada da expansão de usinas híbridas solar-eólicas e avanços no armazenamento de energia, incluindo o aguardado Leilão de Reserva de Capacidade pela ANEEL.

A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais em 2025 para atender à demanda crescente e garantir a estabilidade do sistema. O setor fotovoltaico se prepara para um futuro dinâmico, resiliente e alinhado à transição energética.

“Ao olhar para 2025, vemos um setor fotovoltaico ainda mais dinâmico e resiliente, com novas oportunidades surgindo em meio aos desafios. A diversificação de soluções, como o armazenamento de energia e sistemas híbridos, será fundamental para atender à crescente demanda e garantir a estabilidade do sistema. Os avanços regulatórios e a realização de leilões estratégicos também serão decisivos para a evolução do mercado e o avanço da transição energética no país”, afirma Marcio Takata, CEO da Greener.

 





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Ovo pode ser alimento fundamental


O ovo, além de ser um alimento acessível e nutritivo, se torna um aliado importante para criar pratos que alimentam o corpo e fortalecem os laços afetivos. Rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais como Ferro e Selênio, o ovo é um superalimento que oferece benefícios à saúde de crianças, adultos e idosos. Segundo a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil, o ovo é um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta e pode ser consumido por pessoas de todas as idades.

“O ovo é rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B (incluindo a colina), além de minerais como ferro e selênio, nutrientes que promovem saúde e bem-estar para crianças, adultos e idosos. É um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta”, afirma.

Além de seus benefícios nutricionais, a versatilidade do ovo é outro destaque. Graças à ovoalbumina e lecitina, ele desempenha um papel essencial em diversas receitas, proporcionando texturas leves e consistências homogêneas, seja em pratos rápidos como omeletes e ovos mexidos ou em preparações mais elaboradas, como suflês e sobremesas.

Mais do que um alimento nutritivo, o ovo também se torna um convite para momentos de convivência em família. Cozinhar juntos transforma o preparo da refeição em uma atividade divertida e inclusiva, fortalecendo os laços familiares. O ato de preparar receitas simples, como ovos mexidos, simboliza conforto, acolhimento e a criação de memórias afetivas, tornando as refeições momentos especiais. O Instituto Ovos Brasil destaca que o ovo é não apenas um alimento saudável, mas também uma ferramenta para promover o bem-estar e a união familiar.

“Esses pratos não apenas nutrem, mas também evocam memórias afetivas, criando uma atmosfera de acolhimento e conexão. A inclusão de ovos no dia a dia é uma maneira de tornar refeições práticas em momentos inesquecíveis”, afirma Lúcia.

 





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