sexta-feira, abril 10, 2026

Política & Agro

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Oferta de fêmeas predomina no início do ano no mercado de bovinos



Mercado pecuário inicia 2025 com estabilidade




Foto: Kadijah Suleiman

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha” publicado pela Scot Consultoria na quinta-feira, (2), o mercado pecuário brasileiro iniciou o ano de forma estável, com parte significativa da ponta compradora ausente dos negócios no primeiro dia útil. A oferta predominante nas praças analisadas foi de fêmeas, o que chamou a atenção dos analistas do setor. As escalas de abate ficaram, em média, ajustadas para sete dias, refletindo a menor movimentação registrada nos últimos dias.

Nas praças pecuárias de Minas Gerais, o cenário foi marcado por poucos negócios. O volume de abates foi reduzido, e a oferta de bovinos também seguiu limitada. Agentes do mercado aguardam uma retomada mais intensa na próxima semana, acompanhando de perto o comportamento do mercado consumidor.

No sudeste de Rondônia, o mercado ficou praticamente parado, com poucas negociações realizadas. Os preços mantiveram-se estáveis, refletindo a cautela dos frigoríficos e pecuaristas, que seguem avaliando o cenário antes de retomarem as operações com maior intensidade.





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Baixa renovação do maquinário ameaça competitividade



A volatilidade cambial tem agravado a situação



A volatilidade cambial tem agravado a situação
A volatilidade cambial tem agravado a situação – Foto: USDA

O setor de maquinário agrícola enfrenta um cenário desafiador, com margens reduzidas e alta volatilidade cambial, o que impacta diretamente a renovação de equipamentos e a competitividade dos principais fabricantes como John Deere, CNH e AGCO Corporation. Segundo Anderson Nacaxe, gerente da Agrotoken, a queda de até 28% na receita anual das fabricantes reflete a redução nos investimentos, já que produtores rurais têm priorizado a manutenção dos maquinários existentes, devido ao aumento nos custos de insumos e à volatilidade das commodities.

A volatilidade cambial tem agravado a situação, tornando o preço de equipamentos dolarizados mais elevado, o que restringe o acesso, principalmente para pequenos e médios produtores. Esse cenário resulta em estoques elevados e queda na demanda. A John Deere, com margem operacional de 15,3% e lucro líquido de US$ 1,25 bilhões, tem se destacado, enquanto CNH e AGCO enfrentam margens menores de 8,4% e 5,5%, respectivamente. A disparidade nos resultados reflete a capacidade das empresas em lidar com a crise.

Além disso, a falta de investimentos em inovação impacta a competitividade do setor. A John Deere, por exemplo, alocou US$ 620 milhões em tecnologias de agricultura de precisão, superando os US$ 221 milhões da CNH e os US$ 121 milhões da AGCO. A baixa renovação de maquinário compromete a produtividade, dificultando o cumprimento de metas ambientais e ampliando desigualdades no setor. No longo prazo, a falta de renovação tecnológica e a volatilidade cambial podem prejudicar a competitividade do agronegócio brasileiro e global.





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Preços do café devem seguir elevados em 2025



Com estoque apertado, 2025 deve ser mais um ano remunerador à cafeicultura




Foto: Pixabay

Segundo a análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o mercado cafeeiro inicia 2025 com perspectivas desafiadoras, tanto no Brasil quanto no cenário internacional. Os preços internos e externos, que já operam em patamares recordes, devem continuar elevados. Estoques apertados, demanda aquecida e previsão de baixa produção sustentam as projeções para o setor.

No Brasil, maior produtor mundial, a produção não supera o recorde de 60 milhões de sacas desde a safra 2020/21, segundo a Conab. O resultado reflete os impactos do clima adverso, especialmente na temporada 2024, que ainda deve repercutir na safra 2025/26. A expectativa é que o cenário climático continue influenciando a oferta no curto prazo, conforme o Cepea.

Além do Brasil, o Vietnã, segundo maior produtor global, também registrou perdas devido às condições climáticas. Com isso, não há perspectivas de recuperação rápida dos estoques ou de redução na demanda internacional.

Com preços elevados e maior remuneração, os cafeicultores puderam investir em tratos culturais, o que pode amenizar os efeitos negativos do clima e garantir o fornecimento de nutrientes essenciais para as plantações. Essa prática tende a minimizar as perdas e sustentar a oferta.

O Brasil também se destacou nas exportações de café em 2024, e a tendência é que esse desempenho se mantenha em 2025. Pesquisadores apontam que o robusta deve ser o principal destaque. Além disso, a desvalorização do real frente ao dólar aumenta a competitividade do produto brasileiro no mercado externo, tornando as exportações mais atrativas. A expectativa é de que o volume exportado volte a superar a marca de 40 milhões de sacas na temporada 2024/25, consolidando o Brasil como líder global no comércio do grão, apontou o Cepea.





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Clima e umidade limitam avanço do plantio de soja



Mercado registra Alta de preços na comercialização




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (02), a semeadura de soja avançou apenas 1% na última semana, atingindo 97% da área projetada para o cultivo. O ritmo lento é atribuído à baixa umidade no solo e à necessidade de aguardar a colheita de outras culturas para a realização do plantio em sucessão.

Na região de Santa Rosa, o plantio avançou de 92% para 95% da área prevista. No entanto, 97% das lavouras encontram-se na fase vegetativa e 3% em floração. O déficit hídrico se intensificou com a ausência de chuvas na última quinzena, levando as plantas a apresentarem folhas murchas, especialmente no meio da manhã. Em áreas com baixa umidade durante a semeadura, o estande está abaixo do ideal, enquanto outros locais aguardam chuvas para garantir a emergência.

Produtores relatam necessidade de replantio em até 20% das áreas em algumas propriedades. Devido à baixa umidade relativa do ar, o controle fitossanitário foi temporariamente suspenso. Apesar dos desafios, as lavouras apresentam aspecto fitossanitário adequado, sem registros relevantes de pragas ou doenças até o momento, segundo levantamento da Emater/RS-Ascar.

Já na região de Soledade, as condições climáticas foram mais favoráveis. Temperaturas dentro da faixa ideal, altos índices de radiação solar e boa disponibilidade de umidade no solo beneficiaram o crescimento vegetativo. As plantas apresentam maior área foliar, estatura elevada e avanço no fechamento de entrelinhas. Cultivares de ciclo curto já mostram progressos no florescimento.

No mercado, o preço médio da soja apresentou alta de 0,70%, segundo a Emater/RS-Ascar. O valor da saca de 60 quilos subiu de R$ 126,58 para R$ 127,46 na última semana.





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Patrimônio dos fiagros chega a R$ 40,5 bilhões


A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) revelou que os Fiagros (Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais) registraram uma captação líquida de R$ 23,3 milhões em novembro, mantendo a tendência positiva com dez meses consecutivos de crescimento em 2024. No acumulado do ano, os fundos voltados ao agronegócio somam R$ 1,2 bilhão em aportes. 

Dentre os tipos de Fiagros, os Fiagros-FIDC (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) concentraram a maior parte da captação, com R$ 29,3 milhões, seguidos pelos Fiagros-FIP (Fundos de Investimento em Participações), que receberam R$ 1,8 milhão. Já os Fiagros-FII (Fundos Imobiliários) registraram resgates no período, totalizando R$ 7,9 milhões. 

Em termos de emissões, o valor alcançou R$ 317,2 milhões em novembro, resultantes de cinco ofertas: três de Fiagros-FII, que somaram R$ 217,9 milhões, e duas de Fiagros-FIDC, que arrecadaram R$ 99,3 milhões. As pessoas físicas representaram a maior parcela das subscrições, com 35,3%, seguidas por intermediários e outros participantes da oferta (32,6%).

O patrimônio líquido dos Fiagros atingiu R$ 40,5 bilhões em novembro, refletindo um impressionante crescimento de 90,5% nos últimos 12 meses. A maior parte desse valor está concentrada nos Fiagros-FII, com R$ 17,95 bilhões, seguidos pelos Fiagros-FIP com R$ 17,04 bilhões e pelos Fiagros-FIDC, com R$ 5,49 bilhões. O setor conta atualmente com 117 classes de investimento, e desde outubro, a contabilidade dos fundos passou a ser realizada por classe, conforme a Resolução 175 da CVM.





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A eficiência da pecuária depende da adubação



“A suplementação nutricional complementa o manejo de pastagem”



A adubação adequada, aliada a práticas como o pastejo rotacionado e a escolha de espécies forrageiras adaptadas ao clima e ao solo, promove o desenvolvimento de pastagens mais produtivas
A adubação adequada, aliada a práticas como o pastejo rotacionado e a escolha de espécies forrageiras adaptadas ao clima e ao solo, promove o desenvolvimento de pastagens mais produtivas – Foto: Canva

A eficiência na engorda de bovinos a pasto está diretamente ligada às práticas de manejo nutricional e de pastagens, como destaca Murilo Donizeti do Carmo, zootecnista e coordenador técnico Beef da Bellman/Trouw Nutrition. Entre essas práticas, a adubação correta das pastagens é essencial para maximizar a produtividade e a qualidade do pasto, garantindo uma fonte densa e nutritiva para o rebanho. Com pastagens de alta qualidade, os produtores conseguem otimizar o uso da forragem disponível, aumentando o ganho de peso dos animais e melhorando os resultados econômicos da propriedade.  

A adubação adequada, aliada a práticas como o pastejo rotacionado e a escolha de espécies forrageiras adaptadas ao clima e ao solo, promove o desenvolvimento de pastagens mais produtivas. Essas estratégias não apenas aumentam a oferta de alimento, mas também ajudam a manter o crescimento e a saúde do gado, reduzindo a dependência de suplementações intensivas e permitindo que o animal ganhe peso de maneira eficiente.  

Além disso, o manejo nutricional complementar, como a suplementação proteico-energética ou o semiconfinamento, funciona como uma ferramenta de suporte em períodos de escassez ou baixa qualidade do pasto. No entanto, o sucesso dessas estratégias depende diretamente da qualidade inicial das pastagens, reforçando a importância de investir em adubação e manejo adequado para alcançar os melhores resultados.  

“A suplementação nutricional complementa o manejo de pastagem e pode ser aplicada de forma aditiva ou substitutiva, conforme a necessidade do sistema. Na forma aditiva, a suplementação aumenta o ganho de peso sem reduzir o consumo de pasto, otimizando o desempenho produtivo. Já em situações de escassez de pastagem, a suplementação substitutiva ajuda a reduzir a pressão sobre a forragem, mantendo o ganho de peso e a saúde dos animais, mesmo em períodos de menor oferta de pasto de qualidade”, conclui.

 





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Como foi o 2024 do agro?


Conforme destacou Anderson Nacaxe, Country Manager na Agrotoken, o agronegócio brasileiro enfrentou um ano desafiador em 2024. Custos elevados, clima extremo e volatilidade cambial pressionaram o setor, mas avanços em sustentabilidade, tecnologia e exportações demonstraram a resiliência de um dos principais motores econômicos do país. Insumos como fertilizantes e defensivos permaneceram caros, acompanhados pelo aumento nos preços de maquinários agrícolas devido à oscilação do dólar, que variou entre R$ 4,85 e R$ 6,30. Essa volatilidade, embora tenha favorecido exportadores, encareceu importações e comprometeu margens de lucro.

A alta da taxa Selic, encerrando o ano em 12,25%, dificultou o acesso ao crédito, mesmo com R$ 96 bilhões liberados no primeiro semestre e R$ 115 bilhões financiados pelo Banco do Brasil na safra 2024/25. A rentabilidade também foi pressionada pela queda nos preços de commodities como soja e milho, ainda que carnes e café tenham ajudado a mitigar parte das perdas. Apesar disso, o setor atingiu exportações de US$ 153 bilhões, impulsionado pela desvalorização cambial, e conquistou novos mercados, incluindo a ampliação de parcerias com a China.

O clima, marcado pelo ano mais quente da história, trouxe secas e enchentes que prejudicaram culturas como milho, café e cana-de-açúcar, reforçando a necessidade de práticas agrícolas resilientes e tecnologia para mitigação de riscos. Por outro lado, a legislação avançou com a aprovação da Lei do Mercado de Carbono e da Lei dos Bioinsumos, que incentivaram a sustentabilidade e reduziram a dependência de insumos químicos.

No plano internacional, o Brasil manteve sua liderança na produção de soja, colhendo 155 milhões de toneladas, enquanto o acordo Mercosul-União Europeia eliminou tarifas para 90% dos produtos comercializados, criando novas oportunidades. O agronegócio brasileiro, mesmo diante de tantas adversidades, mostrou sua capacidade de adaptação e inovação, reafirmando seu papel essencial na economia nacional.

 





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Vale usar colhedoras em canaviais de baixa produtividade?



Entre os principais impactos, destaca-se a baixa eficiência operacional



Outro ponto relevante é o impacto ambiental
Outro ponto relevante é o impacto ambiental – Foto: Canva

O uso de colhedoras de cana-de-açúcar em áreas com baixa produtividade pode resultar em sérios prejuízos econômicos e operacionais. Segundo Rogério Rangel Chaves, consultor de treinamento na Lema Empresarial, a eficiência dessas máquinas é significativamente comprometida em terrenos onde a densidade de plantas é menor, gerando uma série de desafios.  

Entre os principais impactos, destaca-se a baixa eficiência operacional, pois as colhedoras operam abaixo de sua capacidade máxima, devido à menor densidade de plantas nos canaviais. Esse fator resulta em aumento do custo por tonelada colhida, uma vez que a menor produtividade por hectare eleva as despesas relacionadas à operação e à manutenção do equipamento. Além disso, terrenos de baixa produtividade frequentemente apresentam condições inadequadas, acelerando o desgaste das máquinas.  

Outro ponto relevante é o impacto ambiental. O uso intensivo de colhedoras em áreas menos produtivas contribui para o desperdício de combustíveis e aumenta a emissão de gases poluentes, agravando questões ambientais. Esses fatores reforçam a necessidade de uma abordagem mais planejada para maximizar os resultados e minimizar danos.  

Para mitigar esses efeitos, Chaves recomenda estratégias como o planejamento adequado da colheita, a melhoria no manejo do solo e o investimento em variedades de cana-de-açúcar adaptadas às condições regionais. Tais medidas podem contribuir para aumentar a produtividade e, consequentemente, melhorar a eficiência do uso das colhedoras. “Para mitigar esses efeitos, é recomendável planejar a colheita, melhorar o manejo do solo e investir em variedades de cana adaptadas à região”, conclui.

 





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Análise foliar na cultura da soja otimiza recursos



A análise foliar parte do princípio de que a concentração de nutrientes



A  análise foliar parte do princípio de que a concentração de nutrientes na folha indica sua disponibilidade no solo
A análise foliar parte do princípio de que a concentração de nutrientes na folha indica sua disponibilidade no solo – Foto: Nadia Borges

Com a semeadura da soja finalizada na maioria das áreas agrícolas do Brasil, o ciclo da cultura, que geralmente dura entre 100 e 140 dias, está em andamento. Esse período pode variar consideravelmente em função de fatores como clima, variedade da planta e práticas de manejo. Nesse contexto, o AgriSolum Laboratório ressalta a importância de incorporar a análise foliar no planejamento agrícola, dado que as folhas são os órgãos que melhor refletem o estado nutricional das plantas.  

A análise foliar parte do princípio de que a concentração de nutrientes na folha indica sua disponibilidade no solo. Alterações nessas concentrações estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento e à produtividade das plantas. Essa técnica permite ao produtor identificar deficiências ou excessos de nutrientes com precisão, possibilitando ajustes rápidos e assertivos na adubação. Como resultado, a prática evita o desperdício de fertilizantes e assegura que as plantas recebam os nutrientes necessários para um crescimento vigoroso e produtivo.  

Além de melhorar a eficiência no uso de recursos, a análise foliar contribui para a saúde das lavouras e o aumento do rendimento por hectare. Isso significa maior retorno econômico ao produtor e lavouras mais equilibradas, com menos impacto ambiental devido ao uso racional de insumos.  

Por fim, essa ferramenta estratégica permite que o produtor tome decisões ágeis, garantindo colheitas de alta qualidade. Identificar rapidamente problemas nutricionais evita perdas significativas e promove uma produção sustentável e competitiva. Para quem busca excelência na produção agrícola, a análise foliar é uma aliada indispensável. 

 





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Edição genética cria uvas resistentes ao mofo cinzento



A Botrytis cinerea é responsável por danos significativos nas colheitas



Além de melhorar a sustentabilidade na viticultura, o uso de CRISPR/Cas9 oferece uma solução mais eficiente
Além de melhorar a sustentabilidade na viticultura, o uso de CRISPR/Cas9 oferece uma solução mais eficiente – Foto: Arquivo Agrolink

Pesquisadores na China desenvolveram uma abordagem inovadora de edição genética para criar variedades de videira mais resistentes ao mofo cinzento (Botrytis cinerea), uma das maiores ameaças à viticultura mundial. O avanço promete transformar a indústria vinícola ao reduzir a dependência de pesticidas e garantir uma produção mais sustentável, especialmente em face das mudanças climáticas. O estudo, publicado na Horticulture Research, utiliza a tecnologia CRISPR/Cas9 para editar genes específicos da videira, melhorando sua resistência natural à doença sem recorrer a organismos geneticamente modificados (OGM).

A Botrytis cinerea é responsável por danos significativos nas colheitas, tanto durante o crescimento quanto após a colheita, diminuindo a qualidade das uvas. Com o agravamento das condições climáticas, a necessidade de cultivares resistentes é cada vez mais urgente. A pesquisa focou na identificação de genes-chave que influenciam a resposta imunológica das videiras, uma descoberta que pode levar à criação de variedades mais resistentes, menos dependentes de tratamentos químicos.

Além de melhorar a sustentabilidade na viticultura, o uso de CRISPR/Cas9 oferece uma solução mais eficiente e menos controversa que os trabsgênicos, ao possibilitar alterações precisas e direcionadas nos genes da planta. A aplicação desta tecnologia pode reduzir a necessidade de fungicidas, melhorar o rendimento das colheitas e até diminuir as perdas pós-colheita. Para além da viticultura, esse avanço tem implicações significativas para a agricultura em geral, ajudando a criar culturas mais resilientes frente às pressões ambientais globais.

A pesquisa liderada por Ben Fan, da Nanjing Forestry University, pode revolucionar as práticas agrícolas, oferecendo uma forma mais eficaz e sustentável de combater doenças das plantas, promovendo uma agricultura mais resiliente e alinhada com as necessidades de um futuro mais sustentável.

 





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