terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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RS terá retorno das chuvas no início da semana



Após altas temperaturas, chuvas chegam ao estado




Foto: Canva

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação  prevê o retorno das chuvas no estado a partir desta segunda-feira (3), com a passagem de uma frente fria. Segundo o órgão, na segunda e na terça-feira (4), há condições para precipitações de intensidade fraca a moderada nas regiões Norte e Campos de Cima da Serra, influenciadas pela umidade transportada por um anticiclone posicionado no oceano.

Além disso, uma área de baixa pressão se formará entre o interior da Argentina e o Rio da Prata, intensificando um cavado pré-frontal que canalizará umidade da Amazônia para o estado. No entanto, na maior parte do território gaúcho, o tempo seguirá seco, com temperaturas em elevação.

Na quarta-feira (5), a formação de uma nova frente fria no Uruguai deverá provocar chuvas no Rio Grande do Sul, com intensidade fraca a moderada, principalmente nas regiões Sul, Campanha e Campos de Cima da Serra. Nas demais áreas, as precipitações devem ser mais fracas.

Para a próxima semana, o prognóstico indica volumes moderados de chuva entre 10 e 50 mm nas regiões Norte, Campos de Cima da Serra e Serra Gaúcha. Já na faixa litorânea, entre Mostardas e a Região Metropolitana, os acumulados podem chegar a 100 mm. Na região Sul, os volumes devem ficar entre 10 e 20 mm, enquanto nas regiões Central, Metropolitana, dos Vales, Noroeste, Planalto e parte da Fronteira Oeste, as precipitações devem variar entre 1 e 5 mm. Por outro lado, algumas áreas da Fronteira Oeste e Missões não têm previsão de chuva.





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Oscilações marcam preços do arroz em 2024


De acordo com os dados da edição de janeiro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, o mercado do arroz em 2024 foi marcado por fortes oscilações de preços, impulsionadas por quebras de safra, variação na oferta e eventos climáticos.

No início do ano, os valores ultrapassaram R$ 120,00 por saca de 50 kg, refletindo a quebra na safra 2022/23 e a baixa nos estoques brasileiros e do Mercosul. Contudo, nos meses seguintes, os preços caíram com a chegada da safra 2023/24, mas voltaram a subir entre abril e novembro, devido às chuvas extremas no Rio Grande do Sul e perdas em Santa Catarina.

No último trimestre, os preços voltaram a cair, acompanhando a expectativa de uma produção 10% maior para a safra 2024/25. Em dezembro, a redução foi de 14% em relação a 2023, principalmente no Litoral Sul e Grande Florianópolis, regiões influenciadas pelo mercado gaúcho.

Apesar das oscilações, os produtores tiveram margem positiva, pois o aumento dos preços superou o crescimento dos custos. O custo operacional total subiu em média R$ 9,76 por saca, chegando a R$ 84,22 por saca de 50 kg. Já o preço médio de venda aumentou R$ 29,00 por saca em relação a 2023.

Os principais itens que encareceram a produção foram:

  • Arrendamento (+29,2%)
  • Mão de obra (+10,6%)
  • Serviços mecânicos (+5,6%)

Esses três fatores representam mais de 80% do custo operacional total.

No comércio internacional, as exportações de arroz entre janeiro e dezembro de 2024 totalizaram US$ 3,837 milhões, uma queda de 61% em relação a 2023. Os principais destinos foram Trinidad e Tobago (38,9%), Senegal (24%) e Gâmbia (13,5%).

Já as importações cresceram 19,56%, impulsionadas pela baixa oferta interna. Os principais fornecedores de arroz para Santa Catarina foram:

  • Uruguai (55,36%)
  • Paraguai (10,55%)
  • Tailândia (10,27%)

O cenário para 2025 segue com expectativa de maior oferta e estabilidade no mercado, mas ainda sujeito às influências climáticas e cambiais.





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Métodos de semeadura impactam qualidade das pastagens


A qualidade da formação das pastagens depende diretamente da escolha do método de semeadura, um fator essencial para garantir alto rendimento forrageiro, cobertura uniforme e menor competição com plantas invasoras.

Especialistas indicam que a definição do método ideal deve levar em conta tipo de solo, clima, espécie forrageira e objetivo da pastagem. Atualmente, os principais métodos utilizados são a semeadura a lanço, em linha e por plantio direto.

Principais métodos de semeadura

1. Semeadura a lanço

Esse método distribui as sementes de forma uniforme sobre o solo, podendo ser realizado manualmente ou com máquinas. Apesar da facilidade e rapidez, a técnica exige maior quantidade de sementes e pode ter menor eficiência na germinação se não houver incorporação adequada ao solo.

2. Semeadura em linha

A técnica consiste em depositar as sementes em sulcos no solo, garantindo maior controle na profundidade e na distribuição. Esse método favorece um melhor desenvolvimento das plantas e reduz o desperdício de sementes, sendo indicado para áreas com menor disponibilidade de sementes e solos bem preparados.

3. Plantio direto

No plantio direto, as sementes são inseridas no solo sem a necessidade de revolvimento prévio, utilizando a palhada da cultura anterior para cobertura. Essa técnica contribui para a conservação do solo, manutenção da umidade e redução da erosão, sendo uma opção eficiente para áreas com histórico de degradação.

Independentemente do método escolhido, algumas práticas são fundamentais para garantir o sucesso da formação da pastagem:

  • Escolha da espécie forrageira adequada para a região e tipo de solo
  • Correção do solo com análise química para ajuste de nutrientes
  • Controle de pragas e invasoras para evitar competição na fase inicial
  • Monitoramento da germinação e do desenvolvimento da forragem

Com a crescente demanda por eficiência na produção agropecuária, produtores buscam métodos que otimizem custos e produtividade das pastagens. O uso de tecnologias na semeadura, como máquinas de precisão e tratamento de sementes, deve ganhar espaço no campo nos próximos anos, aumentando a qualidade e sustentabilidade das pastagens.





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Falta de mudas reduz safra de morangos


De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), o cultivo de morangos no Rio Grande do Sul segue com desafios e oscilações nos preços. Fatores climáticos, pragas e disponibilidade de mudas têm impactado a safra atual, enquanto produtores se organizam para a próxima temporada.

A comercialização do morango apresenta grande variação nos preços, dependendo da qualidade e da localização. Em Pelotas, os produtores recebem entre R$ 15,00 e R$ 25,00/kg, enquanto em Rio Grande, os valores chegam a R$ 40,00/kg. Já em Turuçu, o preço médio é de R$ 18,00/kg. Devido à menor qualidade dos frutos e baixa rentabilidade, alguns produtores têm optado por congelar a produção para posterior venda a mercados especializados em polpa.

Na região de Santa Maria, a colheita das variedades de dias curtos está próxima do fim, enquanto as de dias neutros seguem com bom desenvolvimento. No município de Agudo, um dos principais produtores da região, os preços variam entre R$ 35,00 e R$ 40,00/kg.

Apesar da boa qualidade dos frutos, a safra foi reduzida devido à escassez de mudas. Em algumas propriedades, as plantas morreram por falta de água ou baixa qualidade. Em São Vicente do Sul, houve registro de mancha-de-micosferela, ácaro-rajado e lagartas, afetando a produtividade.

Na região de Soledade, as temperaturas elevadas têm reduzido a produção e afetado a qualidade dos frutos. Há relatos de perda de floradas, crescimento excessivo da parte vegetativa e aumento de pragas, como percevejo-do-fruto, ácaro-rajado e pulgão. Além disso, algumas lavouras enfrentam ataques de pássaros.

Apesar dos desafios, a qualidade dos morangos da região ainda é considerada razoável, com preços ao produtor variando entre R$ 20,00 e R$ 25,00/kg.

Diante das dificuldades, produtores já se preparam para a próxima safra, realizando encomendas de mudas e planejando investimentos em estufas. Alguns têm apostado em mudas importadas do Chile, buscando maior resistência e produtividade. O setor segue atento às condições climáticas e ao manejo de pragas, enquanto espera por uma safra mais equilibrada em 2025.





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Cesta de laticínios registra alta no mercado goiano



Preço dos derivados lácteos sobe 0,54% em Goiás




Foto: Pixabay

O setor de laticínios de Goiás registrou um leve aumento nos preços dos derivados do leite no início de 2025. Segundo o Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, divulgado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás, a cesta de produtos analisada apresentou variação positiva de 0,54% em janeiro.

Cesta de laticínios tem alta generalizada

O levantamento aponta que todos os produtos avaliados registraram alta, com destaque para:

  • Creme de leite a granel: +1,06%
  • Leite em pó integral: +0,80%
  • Queijo muçarela: +0,59%
  • Leite UHT integral: +0,34%
  • Leite condensado: +0,02%

A valorização reflete a dinâmica do mercado atacadista, que considera os preços recebidos pela indústria na comercialização dos produtos.

O Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano é uma iniciativa do Governo de Goiás, por meio da Seapa, Instituto Mauro Borges (IMB), Faeg e Sindileite. Seu objetivo é monitorar a evolução dos preços dos laticínios, oferecendo uma análise detalhada dos principais derivados e auxiliando produtores e indústrias na tomada de decisões estratégicas.

O estudo avalia a cesta de produtos representativos da cadeia láctea goiana, permitindo uma visão ampla do setor e servindo como indicador econômico para ajustes na produção e comercialização. Com o início do ano apontando alta nos preços, o mercado segue atento à demanda do consumidor e à oferta de leite no estado, fatores determinantes para as próximas variações.





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Produção de erva-mate segue estável apesar do clima



A produção de erva-mate avança sem grandes intercorrências no Rio Grande do Sul


Foto: Divulgação

A produção de erva-mate no Rio Grande do Sul avança sem grandes intercorrências, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30). O plantio, a colheita e a comercialização seguem ritmos distintos entre as regiões, com destaque para o crescimento das mudas, a industrialização e os preços pagos aos produtores.

Frederico Westphalen

O plantio de mudas de pequeno porte foi concluído, e as plantas estão em fase de monitoramento. Alguns produtores ainda realizam replantio tardio com mudas maiores. A produção de folhas está dentro do esperado, e a colheita ocorre de forma reduzida devido ao período de brotação. A exportação segue normal, sem impactos significativos.

Os preços na região são:

  • Erva-mate folha para chimarrão: R$ 24,00/arroba
  • Erva-mate para exportação e tererê: R$ 20,00/arroba
  • Mudas de erva-mate: R$ 1,80/unidade

Passo Fundo

Atualmente, ocorre a coleta de frutos para extração de sementes destinadas à safra 2025/2026. No campo, a escassez de chuvas impactou o desenvolvimento dos ervais, o que pode levar a uma redução da produtividade. A baixa umidade do solo já provocou o cancelamento de manejos essenciais, como adubação e poda.

Os preços na região são:

  • Erva-mate comum: R$ 17,50/arroba
  • Cultivar Cambona 4: R$ 18,50/arroba

Soledade

Apesar do período seco, a umidade do solo segue adequada para ervais já estabelecidos, mas os recém-implantados apresentam crescimento limitado devido à menor disponibilidade hídrica. Pragas como a ampola (Gyropsylla spegazziniana) exigem monitoramento constante para evitar prejuízos. Os preços variam entre R$ 18,00 e R$ 23,00/arroba nas localidades de Itapuca e Mato Leitão.





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SP encaminha PL para fiscalização de produtos vegetais



Regularização de produtores vegetais avança em São Paulo




Foto: Divulgação

O Governo do Estado de São Paulo encaminhou, nesta quarta-feira (29), à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) o Projeto de Lei que institui o Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (SISP-POV). A medida visa regulamentar a fiscalização sanitária e industrial de produtos de origem vegetal, bem como de itens provenientes da algicultura e fungicultura.

De acordo com o informado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a proposta, sob responsabilidade do Centro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (CIPOV), da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), estabelece diretrizes para garantir a segurança alimentar e ampliar a formalização de produtores. O serviço permitirá que empreendedores do setor regularizem seus negócios, aumentando renda e oportunidades de mercado.

O SISP-POV atuará na inspeção e auditoria dos processos produtivos, identificando irregularidades que possam comprometer a qualidade dos alimentos. A medida reforça o compromisso com a segurança alimentar e a saúde pública, garantindo produtos seguros, saudáveis e acessíveis à população paulista.

O projeto será analisado e votado na Alesp nos próximos dias. Se aprovado, seguirá para sanção do governador. Com a regulamentação, estabelecimentos que processam produtos de origem vegetal deverão estar registrados no SISP-POV para operar, exceto os que já possuem cadastro no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (SISBI-POV) ou no serviço de inspeção federal.

A iniciativa representa um avanço na regulamentação do setor agropecuário em São Paulo, ampliando o controle sobre a qualidade e segurança dos alimentos oferecidos à população.





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Santa Catarina avança na colheita do milho para silagem



Milho para silagem tem boa produtividade em Santa Catarina




Foto: Divulgação

De acordo com os dados da edição de janeiro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, a colheita do milho destinado à produção de silagem segue em ritmo acelerado em Santa Catarina, especialmente nas microrregiões de São Miguel do Oeste, Chapecó e Concórdia. Essas áreas, fortemente ligadas à pecuária leiteira, representam mais de 50% da produção estadual do insumo, essencial para a alimentação animal em períodos de escassez de pastagem.

Até 15 de janeiro de 2025, mais de 70% das lavouras estavam em fase de maturação, com colheitas registrando produtividade acima de 65 toneladas por hectare e excelente qualidade. O desenvolvimento da cultura foi favorecido pelas chuvas regulares até dezembro de 2024.

Entretanto, produtores demonstram preocupação com a safrinha de milho e soja, pois a previsão indica baixo volume de chuvas até o fim de janeiro, o que pode comprometer o potencial produtivo da segunda safra.

A silagem é um alimento volumoso fundamental para suplementar a alimentação do rebanho no inverno, quando a oferta de forragem diminui. Nos sistemas intensivos de produção, como o confinamento total ou parcial, ela é usada durante todo o ano como fonte principal de nutrição para os animais.

A Epagri/Cepa acompanha a produção de silagem no estado há mais de 10 anos, monitorando área plantada, produtividade e qualidade do alimento. O desempenho positivo da atual safra reforça a importância da cultura para a sustentabilidade da pecuária catarinense.





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Calor e seca impactam produção de brássicas



A seca comprometeu especialmente as mudas recém-transplantadas




Foto: Pixabay

A produção de brássicas – como couve-flor, repolho verde, repolho roxo e brócolis – está sendo afetada pela falta de chuvas e pelo calor excessivo nas últimas semanas na região de Linha Nova, Lajeado (RS). De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), o clima adverso reduziu o tamanho e a qualidade dos produtos, além de aumentar a incidência de pragas como pulgões e lagartas, ameaçando ainda mais a produtividade.

A seca comprometeu especialmente as mudas recém-transplantadas, com muitos agricultores relatando perdas significativas. Para amenizar os impactos, especialistas recomendam a irrigação localizada e o manejo adequado do solo para reter a umidade. No entanto, a regularização das chuvas nas próximas semanas será essencial para a recuperação das lavouras.

Apesar das dificuldades no campo, o abastecimento de brássicas na Ceasa segue relativamente estável. No entanto, há relatos de redução nos preços e no volume comercializado de alguns produtos, refletindo os desafios enfrentados pelos produtores. A expectativa do setor é de que as condições climáticas melhorem nas próximas semanas para evitar novas perdas e garantir a retomada da produtividade.





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Boi gordo cai R$2,00/@ em São Paulo





Foto: Sheila Flores

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta sexta-feira (31), o mercado do boi gordo registrou queda nos preços em São Paulo, enquanto outras regiões, como Rio Grande do Sul e Maranhão, mantiveram estabilidade. Segundo levantamento do setor, a oferta de gado está razoável, com maior disponibilidade de fêmeas, mas o escoamento da carne segue fraco.

Nas praças paulistas, a arroba do boi gordo recuou R$2,00, sendo negociada a R$325,00. A vaca teve a maior desvalorização, com queda de R$5,00/@, cotada a R$298,00. Já a novilha caiu R$3,00/@, ficando em R$312,00.

O “boi China”, categoria de animais aptos à exportação para o país asiático, também registrou queda de R$3,00/@, sendo negociado a R$322,00/@, com um ágio de R$7,00/@.

  • Noroeste do Paraná: Oferta de gado segue baixa, com a arroba do boi gordo a R$320,00, a vaca a R$290,00 e a novilha a R$312,00. O “boi China” subiu R$2,00/@, cotado a R$322,00/@.
  • Rio Grande do Sul: A exportação de carne e bovinos vivos sustenta os preços. No Oeste, o boi gordo é negociado a R$11,00/kg, a vaca a R$10,65/kg e a novilha a R$11,15/kg. Em Pelotas, os preços variam entre R$10,06 e R$11,05/kg.
  • Maranhão (Oeste): O mercado segue estável, com o boi gordo a R$295,00/@, a vaca a R$270,00/@ e a novilha a R$272,00/@.


A expectativa é que os preços variem nos próximos dias conforme a demanda e as condições do mercado internacional.





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