sexta-feira, abril 3, 2026

Política & Agro

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Linha de crédito incentiva irrigação e energia renovável



SP investe em irrigação para enfrentar mudanças climáticas




Foto: Seane Lennon

Neste 16 de março, Dia Nacional sobre a Conscientização das Mudanças Climáticas, data para refletir sobre os impactos das alterações do clima na produção de alimentos. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo promove iniciativas para mitigar esses efeitos e garantir produtividade sustentável.

O Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, desenvolve pesquisas para identificar plantas forrageiras mais adaptadas às mudanças climáticas. O objetivo é aumentar a eficiência no uso de nutrientes e reduzir impactos ambientais.

Para enfrentar a estiagem e otimizar o uso da água, o estado disponibilizou uma linha de crédito de R$ 200 milhões por meio do Programa Irriga + SP, parceria entre a Secretaria de Agricultura e a Desenvolve SP. Os recursos são voltados para projetos de irrigação, energia fotovoltaica e agricultura de precisão, visando garantir a produção de alimentos e o desenvolvimento regional em um cenário de eventos climáticos extremos.

A linha de crédito faz parte do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) e busca dobrar as áreas irrigadas no estado em quatro anos, com a meta de alcançar 15% até 2030. Atualmente, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), as áreas irrigadas são responsáveis por mais de 40% da produção mundial de alimentos. O Atlas da Irrigação, da Agência Nacional de Águas (ANA), projeta a incorporação de 4,2 milhões de hectares de áreas irrigadas até 2040 no Brasil.

Diante das mudanças climáticas, o setor agrícola segue adotando estratégias para garantir a produção e minimizar os impactos ambientais, fortalecendo a resiliência da agricultura paulista.





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Santa Catarina ajusta área plantada para soja



Produtores adotam controle preventivo em Santa Catarina




Foto: Pixabay

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), indica que a colheita da soja já começou no Planalto Norte de Santa Catarina. Segundo o relatório, 72% das lavouras nas regiões dos planaltos Norte e Sul estão na fase de enchimento de grãos, enquanto 20% já atingiram a maturação. A expectativa média de produtividade é de 3.710 kg por hectare.

De acordo com a Conab, as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento da cultura da soja, principalmente pela regularidade das chuvas ao longo do ciclo. “A umidade adequada contribuiu para o crescimento das plantas e a formação de vagens e grãos”, aponta o levantamento. No entanto, no Planalto Sul, onde o plantio ocorre mais tarde, a falta de chuva e as altas temperaturas reduziram o potencial produtivo em algumas áreas.

No Meio-Oeste, a colheita teve início em fevereiro e atingiu cerca de 10% da área plantada. A produtividade das primeiras lavouras colhidas variou entre 3.000 e 4.800 kg/ha, com média estimada em 3.600 kg/ha. “A sanidade das lavouras é considerada satisfatória, e os produtores vêm adotando métodos preventivos para controlar doenças e pragas”, informa o relatório. Nos últimos dias, o retorno das chuvas melhorou as condições das lavouras, mas algumas áreas mais tardias podem ter sido afetadas pelo período anterior de estiagem.

A Conab também ajustou os dados sobre a área plantada de soja no estado. O levantamento indica que alguns produtores optaram por semear o grão mais tardiamente, priorizando a safrinha devido à maior estabilidade de preço e comercialização em comparação ao feijão. “Esse ajuste ocorre somente agora, pois os produtores fizeram o plantio no final da janela ideal, e as informações não haviam sido atualizadas desde o levantamento anterior, em janeiro”, explica a companhia.





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Moagem de cana recua, mas etanol segue firme



A comercialização de etanol hidratado alcançou 1,71 bilhão de litros




Foto: Canva

As vendas de etanol pelas unidades do Centro-Sul somaram 2,80 bilhões de litros em fevereiro, com 2,70 bilhões destinados ao mercado interno. O volume representa um crescimento de 1,15% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a União da Indústria de cana-de-açúcar e Bioenergia (UNICA).

A comercialização de etanol hidratado alcançou 1,71 bilhão de litros (+0,64%), enquanto o etanol anidro registrou 996,61 milhões de litros (+2,04%). De acordo com Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da UNICA, o biocombustível tem garantido economia aos motoristas. “O etanol já proporcionou uma redução de custo superior a R$ 8 bilhões nesta safra. Sem ele, os consumidores teriam gasto esse valor a mais para rodar a mesma quilometragem”, destacou.

A produção de etanol também se manteve em alta. Na segunda quinzena de fevereiro, as unidades do Centro-Sul fabricaram 337,8 milhões de litros, sendo 94,24% provenientes do milho. No acumulado da safra, a produção do biocombustível já soma 33,91 bilhões de litros, um aumento de 3,71% na comparação anual.





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Banco reforça parceria com o agronegócio na Expodireto 2025



A demanda por crédito para irrigação cresceu



A demanda por crédito para irrigação cresceu
A demanda por crédito para irrigação cresceu – Foto: Canva

Entre 10 e 14 de março, o Banrisul marcou presença na 25ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, com mais de 60 especialistas e um portfólio completo para os produtores rurais. O banco encerrou o evento reafirmando sua conexão com o setor agropecuário e ampliando relacionamentos.  

O presidente do Banrisul, Fernando Lemos, destacou que a feira atendeu às expectativas do banco em negócios e proximidade com os clientes. Já o diretor de Desenvolvimento, Fernando Postal, ressaltou a participação contínua da instituição no evento, reforçando seu papel como parceiro do agronegócio.  

“A feira é um importante termômetro para entendermos as necessidades do produtor rural e oferecermos soluções financeiras que impulsionem a produtividade gaúcha e a eficiência do agronegócio”, destacou Lemos.

A demanda por crédito para irrigação cresceu, refletindo a busca dos produtores por segurança hídrica. Segundo Postal, o Banrisul apoia projetos voltados à resiliência climática. O superintendente de Agronegócios, Robson Oliveira Santos, também apontou a procura por inovação como um dos destaques da edição.  

“Estamos oferecendo suporte para que o agronegócio gaúcho aplique cada vez mais tecnologias de ponta, ampliando o crescimento sustentável do campo e das cadeias produtivas”, reiterou Santos.

Além disso, o banco esteve presente no pavilhão da Agricultura Familiar com as máquinas Vero, oferecidas gratuitamente aos expositores. A Expodireto 2025 consolidou-se como um dos maiores eventos de agricultura de precisão do país, reunindo milhares de participantes e delegações internacionais.

 





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Plantios florestais seguem lentos e indicam possível escassez



Emater alerta para desafios na produção florestal do Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

Os plantios florestais na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo seguem em ritmo lento, com poucas novas áreas implantadas. A maior parte dos bosques, estabelecidos na primeira década dos anos 2000, está em fase avançada de colheita, o que pode resultar em um cenário de escassez de matéria-prima madeirável nos próximos anos.

“A região já depende da importação de madeira, principalmente para fins energéticos”, informou a Emater.

Durante a Expodireto Cotrijal 2025, realizada em Não-Me-Toque, foram apresentadas áreas florestais com espécies de pinus, eucalipto e frutíferas nativas. O evento também contou com demonstrações de técnicas de desdobro de madeira com serraria móvel, tratamento da matéria-prima e produção de mudas florestais.

Na região de Frederico Westphalen, as atividades de manejo seguem em andamento. “O preparo do terreno e o plantio de mudas ocorrem em novas áreas, enquanto as práticas de controle de formigas, adubação e manejo de plantas daninhas garantem o bom desenvolvimento das florestas”, explicou a Emater.

Florestas de eucalipto com dois a três anos recebem podas para aprimorar a qualidade da madeira, enquanto áreas entre seis e sete anos passam por desbaste para favorecer o crescimento das árvores remanescentes.





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Como o mercado de feijão encerrou a semana?



A possibilidade de novas quedas nos próximos dias não está descartada



 A possibilidade de novas quedas nos próximos dias não está descartada
A possibilidade de novas quedas nos próximos dias não está descartada – Foto: Canva

O mercado de feijão-preto segue sem compradores, pressionando os preços para baixo e deixando o setor sem referências claras, segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE). A possibilidade de novas quedas nos próximos dias não está descartada, visto que a oferta do grão nas mãos de produtores e cerealistas da região Sul permanece incalculável. A falta de demanda no varejo tem reduzido drasticamente as negociações, com o empacotador sem interesse em adquirir novos lotes.

Por outro lado, os preços do Feijão-carioca permaneceram estáveis, com valores próximos de R$ 250 para os grãos armazenados em câmaras frias. Embora algumas negociações tenham ocorrido acima desse patamar, o mercado não consolidou um novo nível de preços. A estabilização das cotações para Feijões nota 8,5/9 tem levado vendedores a buscarem ajustes diários, mas, por enquanto, não há espaço para mudanças significativas.

Enquanto o Feijão-carioca mantém sua estabilidade, o Feijão-preto enfrenta uma demanda quase nula há mais de dez dias, reforçando a dificuldade dos empacotadores em repassar estoques ao varejo. Além disso, o desenvolvimento razoável das lavouras contribui para afastar ainda mais os compradores do mercado, aumentando a pressão sobre os preços.

Diante desse cenário, alguns produtores acreditam que há uma combinação entre empacotadores para forçar a baixa dos preços, mas o IBRAFE descarta essa hipótese. Segundo a entidade, a competição no setor é tão intensa que qualquer tipo de acordo para manipular os valores não duraria mais do que alguns minutos.

 





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Percevejo Manchador de Grãos ameaça soja e feijão



As sementes ficam enrugadas



As sementes ficam enrugadas
As sementes ficam enrugadas – Foto: Nadia Borges

De acordo com Daniel Ferreira, Pesquisador Técnico na Itaipu Parquetê, o Percevejo Manchador de Grãos (Neomegalotomus parvus) representa uma ameaça significativa para as lavouras de soja e feijão. Esse inseto, conhecido por sua agilidade e voo rápido, apresenta diferenças visuais entre os sexos: os machos possuem coloração marrom clara, enquanto as fêmeas são mais escuras e possuem um abdome maior.  

A principal forma de dano ocorre quando os percevejos inserem seu aparelho bucal nas vagens para se alimentar dos grãos. Esse processo compromete diretamente os tecidos das sementes, deixando-as chochas e enrugadas, o que reduz seu peso e prejudica a qualidade e a produtividade da lavoura. Esse impacto é especialmente preocupante para os produtores que buscam alto padrão de grãos para comercialização.  

Além dos danos físicos, o Neomegalotomus parvus pode atuar como vetor da mancha de levedura, uma doença causada pelo fungo Nematospora corylii, que afeta as sementes de feijão. Essa infecção compromete ainda mais a qualidade do grão e pode impactar a viabilidade do plantio em safras futuras.  

Diante desse cenário, o monitoramento constante e estratégias de controle eficazes são essenciais para minimizar os prejuízos causados pelo percevejo nas culturas de soja e feijão. “Por se alimentarem dos grãos com a introdução do aparelho bucal nas vagens, danificam diretamente os tecidos, tornando as sementes chochas e enrugadas, reduzindo o peso e afetando a qualidade e a produção dos grãos. N. parvus pode infectar as sementes de feijão transmitindo a mancha de levedura causada pelo fungo Nematospora corylii”, escreveu ele, na rede social LinkedIn.

 





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Manejo da soja involuntária no algodão: Como fazer?



Para um controle eficiente, o manejo precisa ocorrer no momento certo



Para um controle eficiente, o manejo precisa ocorrer no momento certo
Para um controle eficiente, o manejo precisa ocorrer no momento certo – Foto: Canva

Segundo Michael Damasceno, Monitor de Campo na Franciosi Agro, a presença de soja involuntária após a colheita se torna um desafio para o cultivo do algodão. Além de competir por água, luz e nutrientes, essa planta daninha pode servir de hospedeira para pragas e doenças, comprometendo o desenvolvimento da lavoura e reduzindo o potencial produtivo.  

Para um controle eficiente, o manejo precisa ocorrer no momento certo. Aplicações precoces podem ser ineficientes, pois há a possibilidade de novas germinações a partir de sementes viáveis no solo, exigindo novas intervenções. Já um controle tardio permite que a soja cresça e interfira ainda mais na cultura, dificultando o manejo e aumentando os custos operacionais. O equilíbrio no tempo de ação é essencial para minimizar impactos negativos.  

A estratégia recomendada envolve a combinação de glifosato com piritiobaque-sódico, um herbicida do grupo B. O glifosato, por ser sistêmico, auxilia na translocação do piritiobaque-sódico dentro da planta, garantindo maior eficácia no controle. Essa abordagem visa eliminar a soja involuntária de maneira mais eficiente, reduzindo sua interferência no algodão e contribuindo para um cultivo mais saudável e produtivo.  

Tomar decisões assertivas nesse processo é fundamental para preservar o potencial produtivo da lavoura e evitar prejuízos. A escolha do momento certo e do produto adequado garante um manejo eficiente e sustentável. “Para esse cenário, a estratégia utilizada será uma combinação de glifosato com piritiobaque-sódico, um herbicida do grupo B. O glifosato, por ser sistêmico, facilita a translocação do piritiobaque-sódico dentro da planta, garantindo um controle mais eficiente”, disse ele, em uma publicação na rede social LinkedIn.

 





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Uso de nanopartículas de algas no solo agrícola



As nanopartículas de algas, por sua vez, surgem como uma tecnologia promissora



As nanopartículas de algas, por sua vez, surgem como uma tecnologia promissora
As nanopartículas de algas, por sua vez, surgem como uma tecnologia promissora – Foto: Seane Lennon

Segundo Lisardo A. Gonzalez Abelleira, consultor da empresa espanhola LAGAtech, a combinação de nanopartículas de algas com sulfato de amônio representa uma abordagem inovadora para melhorar a fertilidade dos solos e aumentar a produtividade agrícola. O sulfato de amônio ((NH4)2SO4) é um fertilizante amplamente utilizado devido ao seu alto teor de Nitrogênio (21%) e Enxofre (24%), essenciais para o desenvolvimento vegetal. Sua solubilidade e efeito acidificante tornam-no especialmente útil para solos alcalinos, facilitando a disponibilidade de nutrientes.  

As nanopartículas de algas, por sua vez, surgem como uma tecnologia promissora por fornecer matéria orgânica e compostos bioativos que estimulam a microbiota do solo, melhoram a biodisponibilidade de nutrientes e aumentam a retenção de água, beneficiando a resistência à seca. Além disso, atuam como bioestimulantes naturais, promovendo o crescimento radicular e a absorção de nutrientes. Quando combinadas com o sulfato de amônio, essas nanopartículas podem potencializar seus efeitos, favorecendo a regeneração do solo.  

A sinergia entre esses elementos pode ser aproveitada de diversas formas. O efeito acidificante do sulfato de amônio melhora a solubilização dos compostos liberados pelas nanopartículas de algas, enquanto estas estimulam o crescimento de microrganismos benéficos no solo. A aplicação pode ser feita via fertirrigação, pulverização foliar ou diretamente no solo, ajustando-se às necessidades específicas do cultivo. No entanto, é essencial um prévio diagnóstico do solo para evitar problemas como salinização ou acidificação excessiva.  

Os impactos positivos dessa estratégia abrangem diversas culturas. Em cereais como trigo, milho e arroz, a absorção otimizada de nitrogênio favorece o crescimento vigoroso. Em hortaliças e frutíferas, os bioestimulantes naturais impulsionam a floração e frutificação. Já nas leguminosas, essa abordagem melhora a fixação biológica de nitrogênio, promovendo maior eficiência na nutrição vegetal. A combinação de nanopartículas de algas e sulfato de amônio, portanto, representa uma alternativa promissora para uma agricultura mais sustentável e produtiva.

 





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São Paulo deve manter safra de trigo em 2025


A primeira reunião de 2025 da Câmara Setorial do trigo de São Paulo, organizada pelo Sindustrigo, ocorreu em Capão Bonito (SP) e debateu as perspectivas para a safra do cereal. O encontro indicou que a área cultivada deve se manter estável, apesar da migração de alguns produtores para sorgo e milho devido aos custos. A demanda industrial e a rápida comercialização do trigo mantêm o grão atrativo, segundo José Reinaldo Oliveira, vice-presidente da Câmara Setorial.  

“Existem várias opções de cultivo, mas o trigo segue atrativo, pois há uma demanda constante e pouco estoque disponível para os moinhos”, explicou. “Se tivermos um clima neutro, a produtividade pode ser elevada, garantindo boa rentabilidade ao produtor. Mesmo com áreas sendo destinadas a outras culturas, o trigo segue competitivo dentro desse mix, oferecendo segurança econômica ao agricultor”, completou.

Fatores climáticos ainda geram incertezas, mas há otimismo quanto à produtividade. Oliveira destacou que um clima neutro pode favorecer bons rendimentos, garantindo rentabilidade ao produtor. Já o presidente da Câmara, Nelson Montagna, defendeu a expansão da produção estadual, ressaltando que há mercado e demanda para o trigo paulista.  

No cenário global, o analista Élcio Bento apontou que as movimentações internacionais influenciam diretamente os preços no Brasil. A guerra na Ucrânia pode normalizar o fluxo de exportações pelo Mar Negro, impactando o mercado. Além disso, possíveis restrições dos EUA nas exportações para a China podem beneficiar a Argentina, aumentando sua participação no comércio global de trigo.

“Somos passageiros do trem argentino, que segue os trilhos das bolsas norte-americanas”, comparou. Sobre a guerra comercial entre China e Estados Unidos, ele lembrou que, em 2018, tarifas sobre o trigo americano reduziram drasticamente as exportações para o mercado chinês, e uma nova taxação pode beneficiar a Argentina. “Se os EUA enfrentarem restrições, o trigo argentino pode ganhar espaço na China”, disse.

 





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