terça-feira, abril 28, 2026

Política & Agro

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Inovações em gestão: Novos produtos em destaque


“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais”




“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais"
“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais” – Foto: Pixabay

A Agro1, parte do Grupo Agros e com quase 30 anos de experiência, está presente na 10ª edição da Top Farmers, em Campinas, São Paulo, nos dias 17 e 18 de setembro. No evento, a empresa destaca dois produtos principais: o AgroGestão, um software que melhora a eficiência e controle nas operações rurais, e o Aqila, um aplicativo que permite o monitoramento dos fatores técnicos que influenciam os resultados da propriedade.

“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais que até então conseguiam administrar suas propriedades de forma mais simples, através de registros em cadernetas e planilhas, administrando sozinhos suas propriedades com a ajuda de papéis e planilhas. Nos últimos anos, o mercado tem passado por transformações e uma nova visão sobre o campo tem se estabelecido, o de empresa focada no uso de tecnologias avançadas, que garantem uma melhor gestão e a tomada de decisões assertivas com foco na expansão do negócio”, explica Leila Beledeli, diretora da Agro1.

A Agro1 lidera o mercado de software para gestão de propriedades rurais no Brasil, atendendo a mais de 750 clientes com seu ERP AgroGestão e o App Aqila. Com cerca de 3 mil usuários diários e mais de 3 milhões de hectares gerenciados, a empresa destaca a redução de custos de até 30% para seus clientes. De acordo com a Agtech Report 2023, o Brasil é o maior mercado de tecnologia agrícola da América Latina, com 5 milhões de produtores, mas apenas 5% utilizam sistemas de gestão, evidenciando grande potencial para crescimento no setor.

“Como a Agro1 é uma empresa do Grupo Agros, temos quase 40 anos de atuação e muito conhecimento para compartilhar com nossos clientes, porque antes de sermos uma empresa de tecnologia, somos produtores rurais com o ‘pé no campo’. Nossas soluções são feitas de ‘produtor para produtor’. Unimos vivência com tecnologia de ponta para trazer resultados aos nossos clientes. Somos movidos por transformar a realidade do agricultor com soluções completas que vão do campo ao escritório”, destaca Beledeli.





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Semana começa lenta para a soja


A semana começou bastante devagar para o mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 139,00 para entrega outubro, e pagamento 15/10, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 131,50 Cruz Alta – Pagamento em 15/10. R$ 132,00 Passo Fundo – Pagamento em 15/10”, comenta.

Em Santa Catarina, os negócios continuam estagnados, refletindo a ausência de movimentação nos preços. “Segundo o Epagri, Santa Catarina deve colher cerca de 3 milhões de toneladas de soja, um aumento de 12,77% em relação à safra passada. A área plantada para a oleaginosa deve crescer 1,79%, chegando a 766.267 hectares. As regiões de Canoinhas, Xanxerê e Curitibanos são as que mais se destacam em termos de área plantada. O preço no porto foi de R$ 126,00, Chapecó a R$ 117,00”, completa.

No Paraná, a pauta segue sendo o atraso no plantio. “Paranaguá vai a R$ 141,00. No interior, em relação à soja da safra 2023/24, a ideia de compra girava em torno de R$ 136,00 por saca CIF Ponta Grossa, com entrega no começo de setembro e pagamento no fim de setembro. No Balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 128,00”, indica.

Preços parados e negócios lentos no Mato Grosso do Sul. “Os preços mantiveram-se estáveis, semelhante ao que foi observado em outras regiões, e os negócios continuam em ritmo lento, sem volumes significativos indicados hoje. A soja enfrenta um cenário de incerteza, em um dia marcado por altas em Chicago devido ao relatório do USDA. De modo geral, os produtores ainda preferem manter seus estoques armazenados. Dourados R$ 132,00”, informa.

Assim como o Paraná, o estado do Mato Grosso enfrenta a segunda pior seca em 30 anos, sendo superado no momento só pelo ano de 2021. ‘Em Sorriso, os preços subiram para R$ 128 por saca FOB, com retirada em outubro e pagamento em novembro, após estarem a R$ 126 na véspera. Rodaram volumes pontuais. Campo Verde: R$ 127,10, Lucas do Rio Verde: R$ 125,60”, conclui.
 





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Milho tem negócios pontuais


No mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul foram vistos negócios pontuais ao sul do estado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais em Panambi, onde 700 tons rodaram a R$ 64,00 no CIF indústria, entrega imediata”, comenta.

Santa Catarina tem diferença entre R$ 2,00 a R$ 3,00 e vendedores com pouco prazo travam negócios. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Não ouvimos negócios nesta segunda-feira”, completa.

No Paraná se viu um mercado com poucos lotes. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 58,00 (+1,00); Cascavel a R$ 57,00 (+1,00); Campos Gerais R$ 58,00 (-1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de novos negócios na ferrovia Maringá, a R$ 62,00 outubro, onde teriam rodado pelo menos 5 mil toneladas”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a maioria dos preços subiu. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Não ouvimos sobre negócios nesta segunda-feira”, conclui.
 





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Estoques de café no Japão caem, mas demanda mantém projeção estável


Segundo informações divulgadas pela Hedgepoint Global Markets, os estoques de café no Japão continuam em queda. De acordo com os dados mais recentes da Japan Coffee Association (JCA), houve uma redução de 3,3% entre maio e julho, levando o volume para 2,42 milhões de sacas, um nível estável em relação ao ano passado, mas ainda abaixo da média histórica de 2,8 milhões de sacas. Essa diminuição é acompanhada por uma estabilização na demanda aparente para a temporada de 2023/24 (outubro de 2023 a junho de 2024), que já se aproxima dos níveis de 2022/23.

Laleska Moda, analista de café da Hedgepoint, destaca que, apesar dos menores estoques oferecerem suporte para as cotações, a demanda aparente no Japão sofreu reduções nos últimos anos. No entanto, ela ressalta que o consumo está estabilizado, e a expectativa é que a demanda total da temporada 23/24 atinja 6,2 milhões de sacas, o que seria praticamente o mesmo volume de 2022/23.

Exportações brasileiras batem recorde

Enquanto o Japão lida com a queda dos estoques, o Brasil registra recordes nas exportações de café. Em agosto, o país exportou 3,73 milhões de sacas, um aumento de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Cecafé. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo conilon, cujas exportações subiram 31,4% e atingiram um novo recorde histórico de 924,6 mil sacas.

A participação do conilon no mercado internacional vem crescendo, especialmente devido à restrição de oferta em países como o Vietnã. “O conilon brasileiro está ganhando força em destinos como a Europa, Japão e outros países asiáticos, e esperamos que essa tendência continue forte em 2024/25”, destaca a Hedgepoint.

Tendências 

A participação do Brasil nas importações japonesas também aumentou, enquanto países como Vietnã e outros da América Latina perderam espaço. Segundo a Hedgepoint, a oferta limitada no Sudeste Asiático e os problemas climáticos têm impulsionado o café brasileiro, especialmente o conilon, que continua a ser uma escolha preferida por conta do seu preço competitivo.

Com a oferta global de robusta restrita, as exportações brasileiras devem permanecer em níveis elevados, consolidando o país como o principal fornecedor global de café, enquanto os outros produtores lidam com dificuldades de produção.





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Milho teve poucos negócios


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul registrou negócios pontuais na semana passada, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Não ouvimos negócios nesta sexta-feira”, comenta.

Em Santa Catarina o porto enfraquece e os compradores se retiram. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios ao oeste, viu-se milho sendo negociado entre R$ 63,00 até 64,00 CIF, a depender do vencimento, onde corretores relatam negócios em pelo menos 5 mil toneladas”, completa.

Preços balcão estabilizam no Paraná e negócios permanecem ao norte, com indicações R$ 1,00 melhores. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 57,00 (+1,00); Cascavel a R$ 56,00 (+2,00); Campos Gerais R$ 59,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de novos negócios na ferrovia Maringá, a R$ 62,00 outubro”, informa.

No Mato Grosso do Sul é a seca que mexe com os preços. “Em Maracaju, indicações de R$
53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios pontuais em Naviraí, onde uma indústria levou 2 mil tons entrega setembro/pgto final do mês a R$ 54,00”, conclui.
 





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Citros em Foco de Uberlândia aborda greening, bicho-furão e moscas-das-frutas


Engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski falou sobre o manejo do greenin


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus realizou, na tarde desta quinta-feira (12), mais uma edição do Citros em Foco. Dessa vez, o evento aconteceu em Uberlândia (SP) e contou com citricultores e profissionais do setor de várias partes do Triângulo Mineiro.

Na primeira palestra do evento, a engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski falou sobre o manejo do greening. “A incidência da doença nessa região é baixa, mas, para continuar assim, o citricultor precisa erradicar as plantas doentes do pomar, além de eliminar plantas doentes, seguindo todas as premissas de combate ao greening para manter os pomares sadios e produtivos”, afirma.

Em seguida foi a vez do pesquisador do Fundecitrus Haroldo Volpe palestrar, trazendo diversas informações sobre bicho-furão e moscas-das-frutas. “Essa é uma região endêmica, e a queda por essas duas pragas é muito pronunciada, e por esse motivo demos foco no monitoramento e manejo dessas duas pragas”, comenta.





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Safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de SP e MG é reestimada em 215,78 milhões


A primeira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgada pelo Fundecitrus nesta terça-feira (10), aponta produção de 215,78 milhões de caixas de 40,8 kg, uma diminuição de 16,6 milhões de caixas, 7% a menos do que o estimado em maio.

A redução se deve ao menor tamanho dos frutos, por causa do clima quente e seco. As condições climáticas previstas em maio para os primeiros quatro meses da safra foram ainda piores, com volume de chuvas 31% inferior ao esperado. Além disso, as temperaturas elevadas durante o outono e o inverno intensificaram a evapotranspiração, agravando a severidade da seca. As temperaturas mais altas também aceleraram a maturação dos frutos, levando a um ritmo de colheita mais rápido. Em meados de agosto, cerca de 45% da safra já estava colhida, quando, neste mesmo período a média histórica é de aproximadamente 30%.

De acordo com o gerente-geral do Fundecitrus, Juliano Ayres, essa temporada pode ser considerada atípica. Ele diz que a próxima reestimativa vai trazer dados mais precisos sobre a quarta florada. “O volume da quarta florada é muito mais expressivo nesta safra do que nas anteriores. Nas próximas semanas, vamos fazer um levantamento de campo para apurar o índice de pegamento e tamanho desses frutos. Esse trabalho é necessário, excepcionalmente nesta safra, porque a quarta florada ainda estava acontecendo em alguns talhões quando a contagem de frutos foi realizada em março e abril deste ano”, comenta Ayres.

Peso dos frutos e taxa de queda

Como o tamanho médio dos frutos diminuiu de 169 gramas para 155 gramas, agora são necessários 264 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, 23 laranjas a mais do que o projetado em maio.

A taxa de queda de frutos está reestimada em 17,10%, índice inferior ao projetado em maio, que era de 18,50%. A antecipação da colheita teve um efeito positivo na redução da taxa de queda, principalmente por diminuir as perdas por greening.

A Pesquisa de Estimativa de Safra é realizada pelo Fundecitrus em parceria com a Markestrat, e professores titulares da FEA-RP/USP e FCAV/Unesp.

Relatório completo: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0924_Reestimativa_da_Safra_de_Laranja.pdf

English version: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0924_Orange_Crop_Forecast_Update.pdf





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Mercado de trigo aponta para alta


Colheita ainda não trouxe impacto




Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento
Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento – Foto: Divulgação

Segundo informações da TF Agroeconômica, quem seguiu as recomendações da consultoria sobre o trigo na última semana obteve uma redução de R$ 144/tonelada nos custos de matéria-prima, o que representa R$ 8,64/saca para agricultores e cooperativas. O mercado futuro, especialmente em Chicago, apresentou oscilações significativas, mas apontou para uma possível duplicação da alta, o que pode abrir novas oportunidades para os moinhos que enfrentam altos custos e preços baixos das farinhas. Essas movimentações podem melhorar o desempenho no mercado físico, que segue travado.

Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento, que vêm liquidando suas posições vendidas devido aos problemas de oferta mundial. A menor disponibilidade de trigo exportável na União Europeia, confirmada pelo USDA, somada aos problemas climáticos na Rússia e nos EUA, tem impactado os preços. Nos EUA, o déficit de umidade nas áreas de plantio de trigo de inverno tem se agravado, aumentando a expectativa de elevação nos preços do cereal .

No Brasil, tanto o USDA quanto a Conab superestimaram a produção de trigo. A Conab prevê 8,81 milhões de toneladas, enquanto a estimativa da TF Agroeconômica é de 8,1 milhões de toneladas, considerando as perdas previstas em Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. A menor produção nacional deverá elevar os preços e aumentar as importações de trigo .

Por outro lado, a colheita da nova safra no Brasil, que já atingiu 14,6% da área plantada, ainda não trouxe impacto significativo nos preços, que permanecem nos mesmos níveis da safra passada. No cenário internacional, a Rússia tenta acelerar o escoamento de trigo antes do inverno, que impõe dificuldades logísticas, mas há possibilidade de restrições nas exportações em 2025, o que poderia impulsionar ainda mais os preços.
 





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Fundecitrus Podcast – Irrigação: cenário, desafios e caminhos para a citricultura – parte 1


A irrigação na citricultura é tema do 45º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

A irrigação na citricultura é tema do 45º episódio do Fundecitrus Podcast. O tema é importantíssimo para a agricultura, como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem, fortalecendo a produtividade no campo. Na citricultura, não é diferente.

Em dois episódios, o Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a implantação desse sistema, planejamento, benefícios, estudo de solo e tipos mais adequados para o setor.

Hoje, 36% da área total do cinturão conta com irrigação e a tendência é de aumento. Nesse primeiro episódio, a conversa é com o consultor e professor do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Braz Tangerino Hernandez.





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Safra recorde de soja no mundo suspende alta nos preços


Os preços da soja, que vinham em alta, sofreram uma pausa nos últimos dias





Foto: Pexels

Os preços da soja, que vinham em alta, sofreram uma pausa nos últimos dias devido à expectativa de aumento da oferta mundial. De acordo com dados divulgados pelo USDA em 12 de setembro, a safra global de soja para 2024/25 deve atingir um recorde de 429,2 milhões de toneladas, um crescimento de 8,73% em relação à temporada anterior. No Brasil, principal produtor mundial, a produção deve saltar de 153 milhões de toneladas em 2023/24 para 169 milhões na próxima safra.

Pesquisadores do Cepea apontam que, embora a colheita da safra 2024/25 no Hemisfério Norte esteja se aproximando, ainda há um longo caminho até o cultivo e o desenvolvimento, principalmente na América do Sul. No Brasil, as preocupações com o clima seco persistem, mas a previsão de chuvas nas próximas semanas já está motivando muitos produtores a dar início ao plantio da nova temporada.





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