terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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Europa lidera mercado de biológicos agrícolas


A União Europeia (UE), junto aos Estados Unidos, lidera a revolução dos produtos biológicos agrícolas, influenciando o mercado global de biocontrole e bioestimulantes. Embora América Latina e Ásia-Pacífico estejam ganhando força, a UE permanece à frente em inovação. Richard Jones, da DunhamTrimmer, entrevistou Mark Trimmer e Manel Cervera, executivos da empresa, para entender o sucesso e os desafios enfrentados nesse mercado.

Segundo Cervera, a demanda europeia por produtos agrícolas com menos químicos impulsiona o biocontrole. Supermercados adotaram padrões rigorosos de resíduos em produtos frescos, em resposta às expectativas dos consumidores. Esses “padrões secundários” exigem limites de resíduos de pesticidas bem abaixo dos padrões regulamentares, favorecendo produtos de biocontrole que, em geral, não deixam resíduos. Além disso, políticas ambientais e de saúde pública na UE, que restringem o uso de pesticidas convencionais, também aumentam a procura por alternativas biológicas.

Para Trimmer, no entanto, o processo regulatório europeu é um obstáculo ao desenvolvimento de produtos microbianos. Diferente dos EUA, onde a EPA possui diretrizes específicas para biopesticidas, a UE adota um sistema regulatório voltado a produtos químicos. Isso torna o lançamento de novos produtos biológicos mais lento e complexo. Trimmer acredita que, caso a UE simplifique esse processo, o mercado de biocontrole poderá expandir-se significativamente.

Quanto ao segmento de bioestimulantes, Cervera destaca o potencial crescente para produtos que melhorem a eficiência do uso de nutrientes, atendendo às necessidades do mercado europeu por produtos de qualidade. Apesar dos desafios regulatórios, algumas empresas inovam com moléculas bioestimulantes específicas, visando maior eficácia e previsibilidade nos resultados. A UE já incluiu bioestimulantes em sua regulamentação de fertilizantes, um passo importante para o avanço desse mercado, embora desafios, como o risco de comoditização e replicabilidade dos resultados em culturas de grande escala, ainda existam.

Em conclusão, a UE tem um papel pioneiro no avanço dos produtos biológicos agrícolas, mas enfrenta desafios regulatórios que atrasam a inovação. A expectativa é de que, com ajustes na legislação, o setor possa crescer ainda mais, sobretudo nos segmentos de biocontrole e bioestimulantes, ampliando as alternativas sustentáveis para a agricultura na região.

 





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preço médio do milho registra alta



Preço médio impulsionou o crescimento nas vendas




Foto: Pixabay

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a comercialização do milho da safra 2023/24 atingiu 85,79% da produção até outubro de 2024 na Mato Grosso, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Este resultado indica um progresso de 6,60 pontos percentuais em comparação com setembro e um crescimento de 9,01 pontos percentuais em relação ao mesmo período da safra 2022/23. Mesmo com o avanço, as vendas ainda estão 3,12 pontos percentuais abaixo da média das cinco últimas safras.

A alta de 15,51% no preço médio impulsionou o crescimento nas vendas, que alcançou R$ 50,67 por saca no término de outubro.

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Em relação à safra 2024/25, as negociações chegaram a 20,87% da produção estimada em outubro, o que representa um avanço de 5,33 pontos percentuais sobre o mês anterior. Esse incremento foi favorecido pela valorização dos preços e pela necessidade dos produtores de garantir custos de insumos para o próximo ciclo. O preço médio do milho comercializado ficou em R$ 42,62 por saca, representando uma valorização de 4,03% em comparação a setembro.





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Países questionam subsídios da Índia ao trigo e arroz na OMC



Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios



Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios
Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios – Foto: Divulgação

Estados Unidos, Argentina, Austrália, Canadá e Ucrânia apresentaram uma contranotificação à Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre os subsídios da Índia para trigo e arroz. A medida, liderada pelos EUA, aponta a falta de transparência do governo indiano sobre o real nível de apoio dado a esses produtos.

Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios a 10% do valor total da produção agrícola. No entanto, a contranotificação, que cobre os anos de comercialização de 2021-22 e 2022-23, alega, com base nos dados do próprio governo indiano, que o país excedeu esse limite. Programas de apoio ao trigo incentivam a superprodução, desencorajando o cultivo de outras culturas e resultando em grandes estoques públicos. Eventualmente, o governo indiano libera esse excesso no mercado internacional, causando distorções e prejudicando agricultores de países exportadores.

Vince Peterson, presidente da US Wheat Associates, elogiou o trabalho dos EUA e dos outros países em evidenciar essa distorção comercial. Segundo ele, o governo indiano continua fora de conformidade e sua insistência nos níveis altos de subsídios impede avanços nas negociações agrícolas da OMC.

Os agricultores dos Estados Unidos entendem a importância de apoiar os produtores quando necessário. No entanto, a abordagem da Índia está incorreta, e é fundamental que eles honrem seus compromissos”, ressaltou.

Esta é a terceira contra-notificação dos EUA contra os subsídios indianos. A primeira foi em 2018 e a segunda, em 2023, teve apoio de Austrália, Canadá, Paraguai, Tailândia e Ucrânia. Segundo Bobby Hanks, da USA Rice, a pressão de outros países pode levar a um possível processo de resolução de disputas contra a Índia na OMC.

 





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Vice-chair do Fed diz que corte de juros tem como objetivo manter o mercado…


Logotipo Reuters

(Reuters) – O vice-chair do Federal Reserve, Philip Jefferson, disse na terça-feira que o corte de 50 pontos básicos na taxa de juros pelo banco central dos Estados Unidos no mês passado teve como objetivo manter o mercado de trabalho forte, mesmo que a inflação continue a diminuir.

“O Fomc ganhou mais confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção à nossa meta de 2%”, disse Jefferson, referindo-se ao Comitê Federal de Mercado Aberto, do qual ele é membro.

“Para manter a força do mercado de trabalho, meus pares do Fomc e eu recalibramos nossa postura de política monetária no mês passado.”

O corte de 50 pontos-base nos juros na reunião de 17 e 18 de setembro do Fed foi maior do que muitos analistas esperavam. Em comentários preparados para evento do Davidson College, na Carolina do Norte, Jefferson explicou o raciocínio por trás da decisão praticamente nos mesmos termos em que o chair do Fed, Jerome Powell, o fez – como uma tentativa de manter a economia saudável, sem deixar de combater a inflação.

“A atividade econômica continua a crescer em um ritmo sólido. A inflação diminuiu substancialmente. O mercado de trabalho esfriou em relação ao seu estado anteriormente superaquecido”, disse Jefferson.

A inflação segundo a medida visada pelo Fed, a variação anual do índice PCE, foi de 2,2% em agosto, “muito mais próxima” da meta de 2% do Fed do que há dois anos, quando era de 6,5%, disse Jefferson.

“Espero que continuemos a progredir em direção a essa meta.”

Enquanto isso, o desemprego está em 4,1%, um aumento “limitado” em relação aos 3,8% de um ano atrás, disse Jefferson. No entanto, o crescimento do emprego diminuiu. “O esfriamento do mercado de trabalho é perceptível”, disse ele.

Em uma linguagem que ecoou o comunicado pós-reunião do Fed no mês passado, Jefferson disse que observará os dados, as perspectivas e o equilíbrio dos riscos ao considerar novos cortes nos juros.

“Minha abordagem para a formulação da política monetária é tomar decisões reunião a reunião”, disse Jefferson. “À medida que a economia evolui, continuarei a atualizar meu pensamento para melhor promover o emprego máximo e a estabilidade de preços.”

(Reportagem de Ann Saphir)





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Mercado de açúcar inicia semana em queda


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar abriram a semana em queda nas bolsas internacionais, com investidores aguardando o balanço da safra da segunda quinzena de outubro. A União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (Unica) divulgará os dados ao final da manhã desta terça-feira, o que deve trazer mais clareza ao mercado sobre os impactos recentes no setor.

A estimativa da S&P Global Commodity Insights sugere uma possível queda de 28,3% na produção de açúcar durante o período, devido às chuvas intensas na região Centro-Sul do Brasil, responsável por mais de 90% da produção nacional.

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Segundo a UDOP, na ICE Futures, de Nova York, o contrato de açúcar bruto para março de 2025 encerrou o dia a 21,36 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 2,1% ou 46 pontos em relação ao fechamento anterior. O contrato para maio de 2025 recuou 44 pontos, cotado a 19,95 cts/lb, com demais contratos oscilando entre 21 e 42 pontos negativos. Já na ICE Futures Europe, de Londres, o açúcar branco também registrou queda em todos os contratos, com o lote de dezembro de 2024 cotado a US$ 551,80 por tonelada, recuo de 4,80 dólares (0,9%) frente aos valores de sexta-feira. O contrato para março de 2025 caiu 7,90 dólares, fechando a US$ 561,30.

Por outro lado, o mercado interno apresentou leve alta. O Indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal registrou uma valorização de 0,18% na segunda-feira (11), com a saca de 50 quilos negociada a R$ 166,76, acumulando alta de 1,81% em novembro, conforme divulgou a Udop.





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Mato Grosso bate recorde de exportação de algodão



Embarques do algodão devem continuar aquecidos nos próximos meses




Foto: Canva

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o algodão mato-grossense registrou um novo recorde de exportação em outubro. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), Mato Grosso exportou 166,38 mil toneladas de algodão em outubro de 2024, o maior volume já registrado para o mês na série histórica. Esse desempenho elevou o acumulado da safra 23/24, entre agosto e outubro, para 318,74 mil toneladas, também um recorde.

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Entre os principais destinos do algodão mato-grossense, o Vietnã e a China se destacaram, com importações de 80,52 mil e 72,05 mil toneladas, respectivamente. A China, embora ainda não tenha alcançado a mesma participação vista na safra 22/23, pode aumentar a demanda no futuro próximo. Essa expectativa é impulsionada pelo novo pacote econômico anunciado pelo governo chinês, que visa reativar a economia do país, e pelos possíveis impactos das eleições nos Estados Unidos, que podem influenciar o comércio internacional.

Com a recuperação da demanda chinesa e o crescente consumo de algodão em outros países, as projeções indicam que os embarques de algodão de Mato Grosso devem continuar aquecidos nos próximos meses.





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Oeste da Bahia projeta aumento de 7,5% na área de soja


De acordo com as informações divulgada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri BA), a safra de grãos 2024/2025 no Oeste da Bahia segue em ritmo acelerado, com os agricultores concentrando esforços no plantio de soja, segundo dados recentes da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA). Desde o início do ciclo, em 8 de outubro, a semeadura vem avançando com rapidez, favorecida pela ampliação da janela de cultivo no estado.

Entretanto, a distribuição irregular das chuvas tem apresentado desafios, pois períodos de estiagem têm sido intercalados com chuvas intensas em diferentes microrregiões, exigindo um manejo detalhado. A presença de pragas como percevejos-barriga-verde e larvas-minadoras também tem demandado atenção, levando os produtores a reforçarem o monitoramento fitossanitário, conforme informou a Seagri BA.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Segundo a Seagri BA, até o momento, aproximadamente 191 mil hectares de soja foram plantados, representando 9% da área total projetada para a cultura. Embora o ritmo seja acelerado, os produtores seguem atentos às condições climáticas para decidir o ritmo de expansão das áreas cultivadas. Com as previsões apontando aumento das precipitações, há uma expectativa de continuidade no plantio.

A projeção da AIBA indica que a soja ocupará 2,129 milhões de hectares nesta safra, um aumento de 7,5% em comparação à safra passada. O algodão, por sua vez, deve crescer 10%, alcançando uma área estimada de 380 mil hectares.

Por outro lado, a área de milho deve registrar queda de 8,9%, totalizando 123 mil hectares. Esse recuo reflete a desvalorização do milho no mercado, desestimulando o plantio. Já o sorgo deve crescer 6,7%, ocupando uma área projetada de 160 mil hectares.





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abacaxi e banana têm alta nos preços; laranja apresenta queda



A laranja foi a única entre as frutas analisadas que registrou queda




Foto: Pixabay

De acordo com o monitoramento de preços do CeasaMinas, entreposto de Contagem da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), os preços das principais frutas comercializadas oscilaram na semana de 28 de outubro a 1º de novembro e de 4 a 8 de novembro. Entre os produtos analisados, coco verde, maçã, melancia e uva apresentaram estabilidade nos valores. Já abacaxi, banana, limão, mamão e manga registraram aumento nas cotações, impulsionados principalmente por fatores sazonais e climáticos.

O aumento dos preços foi significativo para algumas frutas devido a fatores como entressafra e condições climáticas. O período de entressafra de banana e limão resultou na diminuição da oferta, elevando os preços. No caso do mamão, o volume de chuvas dificultou a colheita, o que impactou o mercado. Já a manga teve seu preço ajustado pela redução de oferta nos pomares.

A laranja foi a única entre as frutas analisadas que registrou queda, influenciada pela baixa qualidade do produto, o que pressionou os valores de mercado.

Entre os destaques específicos:

  • O abacaxi pérola, originário da Paraíba, teve uma elevação de preço, chegando a R$80,00 por dúzia no final do período analisado.
  • A banana prata sofreu aumentos, passando de R$3,50 para R$4,00/kg, com uma variação semanal de 11,9%.
  • O preço do coco verde se manteve estável a R$2,60 por unidade.
  • A laranja pera registrou queda, com o preço médio caindo de R$5,50 para R$5,08/kg, uma variação semanal de -7,6%.
  • O limão tahiti teve alta, subindo para R$8,17/kg, com aumento médio de 8,9%.
  • O mamão formosa apresentou variação de 29%, passando de R$3,51 para R$4,53/kg devido a aumentos sucessivos.
  • A manga tommy variou de R$2,40 para R$2,59/kg, após oscilações ao longo das semanas.
  • Melancia graúda e uva Itália se mantiveram estáveis, com preços de R$1,40/kg e R$15,00/kg, respectivamente.

     






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Produção de aveia branca cresce 50% no RS



No entanto, a colheita enfrenta variações regionais significativas




Foto: Canva

A nova estimativa para a safra de aveia branca no Rio Grande do Sul, realiazada pela Emater/RS-Ascar, aponta crescimento expressivo na produção, mesmo em meio a desafios climáticos e problemas no manejo. Conforme os dados atualizados da segunda quinzena de outubro, a área cultivada foi de 354.987 hectares, o que representa uma redução de 2,74% em comparação aos 364.989 hectares de 2023, segundo as informações do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.

De acordo com informativo, ainda assim, a produção estimada aumentou para 878.166 toneladas, uma alta de 50,39% em relação às 583.912 toneladas colhidas no ano anterior. Esse salto positivo deve-se, em parte, ao aumento de 3% na produtividade média, que passou de 2.402 kg/ha para 2.474 kg/ha.

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No entanto, a colheita enfrenta variações regionais significativas. Na região de Frederico Westphalen, 90% da área de aveia branca já foi colhida, com o restante em fase de maturação. Na área de Ijuí, a produtividade média tem se mantido pouco acima de 2.500 kg/ha, mas a qualidade do grão está abaixo do exigido para consumo humano. Em Passo Fundo, a produtividade está abaixo da média, em torno de 2.000 kg/ha, com 60% da área já colhida. Em Soledade, cerca de 80% da área foi colhida, com níveis produtivos considerados satisfatórios, embora temporais tenham causado acamamento das plantas, gerando perdas.

Os preços médios para a saca de 60 kg variam entre as regiões: R$ 60,00 em Ijuí, R$ 78,00 em Passo Fundo e R$ 69,00 em Frederico Westphalen.





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Mato Grosso alcança novo recorde em exportação de carne bovina



A China segue como o principal destino da carne bovina mato-grossense




Foto: Pixbay

As exportações de carne bovina de Mato Grosso registraram um novo recorde em outubro, com o maior volume mensal da história do estado, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Foram enviadas ao exterior 79,83 mil toneladas equivalente carcaça (TEC) durante o mês, consolidando um total acumulado de 628,84 mil TEC entre janeiro e outubro de 2024. Esse volume supera o recorde anterior, de 605,35 mil TEC, alcançado em 2022.

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Apesar do crescimento no volume exportado, a receita das exportações de 2024 apresentou queda de 20,6% em comparação a 2022. Essa retração é atribuída ao menor preço médio por tonelada, que foi de US$ 3.468,20 até agora. A China segue como o principal destino da carne bovina mato-grossense, representando 42,2% das exportações estaduais, seguida pelos Emirados Árabes Unidos (9,92%) e pelo Egito (5,02%).

O cenário de demanda aquecida pela proteína de Mato Grosso tem ajudado a absorver a alta oferta de animais no estado, contribuindo para a manutenção dos preços do boi gordo.





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