quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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Mês de outubro tem queda no valor no valor das exportações, mas com maior volume, diz Farsul


A Farsul divulgou, nesta segunda-feira (25), os resultados das exportações gaúchas do mês de outubro. Na comparação com setembro de 2024, houve queda de 1,3% no valor das exportações, mas um aumento de 11% no volume.

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, também houve queda, de 10% no valor total, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1,5 bilhão. O volume exportado, entretanto, aumentou no agregado, passando de 2,4 milhão de toneladas em outubro de 2023 para 2,6 milhões de tonelada em julho de 2024, um aumento de 8%.

Em setembro, o estado do Rio Grande do Sul exportou um total de US$ 2,3 bilhões, sendo que o agro respondeu por US$ 1,5 bilhões deste montante, ou seja, 66%. Em volume, o agronegócio representou 91% do total exportado. As exportações do agro gaúcho, no acumulado de janeiro a outubro de 2024 totalizaram US$ 12,4 bilhões, valor 7,5% inferior ao exportado no mesmo período de 2023. Já no volume, o total exportado foi de 19,6 milhões de toneladas, aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2023.

Os principais parceiros comerciais do estado no período foram a Ásia (sem o Oriente Médio), com US$ 934 milhões e 1,9 milhão de toneladas, e a Europa, que atingiu US$ 230 milhões, sendo US$ 186 milhões para a União Europeia. Em seguida temos o Oriente Médio com US$ 130 milhões, América do Sul com US$ 95 milhões, África com US$ 52 milhões, América do Norte com US$ 45 milhões, América Central e Caribe com US$ 32 milhões e Oceania com US$ 1,3 milhões.

Quanto aos países, a China aparece em primeiro lugar com US$ 742 milhões e participação de 48,8% no valor. Em segundo lugar temos o Irã com 3,5%, França com 3,2%, Bélgica com 2,5% e Estados Unidos com 2,4%.

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Colheita de soja avança nos EUA



Brasil expande área cultivada da soja




Foto: Divulgação

Segundo a análise de novembro do Global Crop Monitor (GEOGLAM), a colheita de soja avança em ritmo acelerado nas principais regiões produtoras do mundo, com destaque para os Estados Unidos e Brasil. Nos EUA, a colheita está próxima da conclusão e ocorre mais rapidamente que o habitual, impulsionada por condições climáticas excepcionais. O país deve atingir um recorde histórico nos rendimentos nacionais.

No Canadá, os resultados variam conforme a região: rendimentos acima da média foram registrados em Ontário e Manitoba, enquanto Saskatchewan apresentou números abaixo da média. Na China, a colheita está finalizando sob condições amplamente favoráveis.

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A Índia segue com a colheita em andamento, em condições climáticas favoráveis, e registra um aumento na área semeada em relação ao ano passado. Já na Ucrânia, rendimentos abaixo da média foram observados em áreas centrais, orientais e sulistas, devido ao clima quente e seco, embora a região oeste apresente melhores resultados.

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No Brasil, as chuvas regulares beneficiaram a semeadura nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, acelerando as atividades. Contudo, no norte, o processo ainda está no início, com agricultores aguardando chuvas consistentes. A área total de plantio no país deve superar a da temporada passada, consolidando sua posição como um dos maiores produtores globais de soja.





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Potencial do milho silagem se mantém elevado no Rio Grande do Sul



As perdas estão concentradas em lavouras de sequeiro




Foto: Nadia Borges

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (21) pela Emater/RS, o potencial produtivo do milho silagem segue elevado no Rio Grande do Sul, mesmo com o baixo índice de chuvas registrado em novembro. As perdas estão concentradas em lavouras de sequeiro, que enfrentaram períodos prolongados de estiagem. Atualmente, 65% das plantações estão em desenvolvimento vegetativo, enquanto 35% estão em fases reprodutivas.

Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 357.311 hectares no estado, com uma produtividade média estimada de 39.457 kg/ha.

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Sobre o milho-verde, os produtores da região administrativa de Erechim se preparam para o início da colheita, previsto para o final de novembro. Já em Cruzeiro do Sul, na região de Lajeado, as primeiras áreas de milho-verde começaram a ser colhidas.

O rendimento inicial está alinhado às expectativas, com 40 mil espigas por hectare, equivalentes a 13 toneladas por hectare. Essas áreas, livres de pragas e doenças, não sofreram com estresse hídrico até o momento. A produção está sendo colhida em parcelas programadas, e os produtores estão recebendo R$ 0,60 por espiga nas primeiras remessas.





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exportações do agronegócio batem recorde em outubro


De acordo com dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri BA), as exportações do agronegócio da Bahia alcançaram um novo recorde em outubro de 2024, totalizando US$ 745 milhões. O valor representa um crescimento de 14,7% em comparação ao mesmo período de 2023, quando foram registrados US$ 635 milhões. O montante é o maior da série histórica para o mês, de acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O complexo do cacau foi um dos motores do desempenho. Em outubro de 2023, o setor havia exportado US$ 19,8 milhões, mas em 2024, esse valor mais que dobrou, atingindo US$ 48,1 milhões, impulsionado pela valorização global das cotações da amêndoa, conforme informou a Secretaria de Agricultura.

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O café também se destacou, com um crescimento expressivo. As exportações passaram de US$ 15,4 milhões em outubro de 2023 para US$ 29,3 milhões no mesmo período deste ano, quase dobrando de valor.

Outros produtos como fibras, têxteis e o complexo soja também tiveram impacto positivo no recorde de exportações. O setor de produtos florestais, especialmente a celulose, registrou um salto, passando de US$ 101,9 milhões em outubro de 2023 para US$ 155 milhões no mesmo mês de 2024.

Os produtos agrícolas baianos chegaram a mais de 100 destinos internacionais, incluindo mercados estratégicos como China, Europa e Estados Unidos. Esse desempenho reforça a liderança da Bahia nas exportações do agronegócio no Nordeste, com um portfólio diversificado e de alta qualidade, segundo a Seagri BA.





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Ibovespa fecha em queda com ceticismo do mercado sobre pacote fiscal


Logotipo Reuters

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira, pós-feriado nacional, pressionado pela performance negativa de grandes bancos e em meio ao ceticismo em relação ao pacote de corte de gastos prometido pelo governo, mas ainda não apresentado.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,79%, a 127.182,62 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo marcado 128.196,63 pontos na máxima e 126.593,85 pontos na mínima do dia, menor patamar intradiário desde 7 de agosto.

O volume financeiro somava 20 bilhões de reais antes dos ajustes finais.

(Reportagem de Patricia Vilas Boas)

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Trigo de inverno sofre impactos climáticos na Europa e Ucrânia



China prevê aumento na área semeada




Foto: Canva

De acordo com a análise divulgada na edição de novembro do Global Crop Monitor (GEOGLAM), a safra global de trigo de inverno está sendo marcada por condições climáticas adversas. A situação varia entre regiões, com impactos em algumas áreas produtoras.

Na União Europeia, o excesso de chuvas no oeste e sul atrasou o início da semeadura. No Reino Unido, o cenário é similar, com os trabalhos de campo comprometidos pelas chuvas intensas de setembro e pela colheita tardia das safras de verão. Já na Türkiye, o plantio avança em condições favoráveis.

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Na Ucrânia, a persistente seca em áreas orientais atrasou o desenvolvimento do trigo de inverno, que apresenta um atraso de 2 a 3 semanas em seu ciclo fenológico. Na Federação Russa, a semeadura também sofre com condições predominantemente secas, apesar das chuvas recentes.

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Nos Estados Unidos, a semeadura e emergência do trigo de inverno progridem, embora as Grandes Planícies enfrentem áreas de seca. No Canadá, o plantio começa com boas condições climáticas.

Na Argentina, as recentes chuvas melhoraram as condições nas áreas agrícolas centrais e em Buenos Aires. No entanto, a seca prolongada nas regiões norte e centro-oeste deve reduzir os rendimentos.

Na Austrália, as condições são excepcionais em Nova Gales do Sul e Queensland, mas secas e geadas severas impactaram negativamente os rendimentos em Austrália do Sul e Victoria.

Na China, a semeadura do trigo de inverno está concluindo com a expectativa de um aumento na área plantada em relação ao ano anterior, conforme a análise.





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Fundecitrus realiza palestra em treinamento realizado pela Agrodefesa de Goiás



Na primeira palestra, a agrônoma falou sobre o manejo e a resistência do psilídeo


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus participou de um treinamento organizado pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa). O evento, que acontece entre os dias 19 e 22 de novembro, em Goiânia (GO), contou com duas palestras da engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski, realizadas na terça (19) e quarta-feira (20).

Na primeira palestra, a agrônoma falou sobre o manejo e a resistência do psilídeo. “É importante trazer tudo o que temos de informação sobre o inseto para esses profissionais, já que eles serão responsáveis técnicos, e precisam estar por dentro de todas as dificuldades que encontramos ao lidar com esse inseto, incluindo a resistência dele a alguns grupos de inseticidas”, ressalta.

Em seguida, foi a vez da profissional falar sobre manejo do greening, destacando os cuidados necessários para se ter um bom controle da doença. “Falamos sobre realizar inspeções regulares no pomar para detectar a presença da doença, sobre a importância de erradicar plantas doentes, além de outras ações que precisam acontecer de maneira concomitante para se ter sucesso no cuidado do pomar”, explica.

O evento ocorreu na sede da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), e teve o apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus), da Emater e do Fundecitrus.





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Fundecitrus realiza palestra para técnicos da IAGRO, AGRAER, SEMADESC e SENAR, em Campo Grande (MS)



Nesta segunda-feira (18), o Fundecitrus realizou palestra


Foto: Fundecitrus

Nesta segunda-feira (18), o Fundecitrus realizou uma palestra para técnicos da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal do MS (IAGRO), Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (AGRAER), Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMADESC) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), em Campo Grande (MS).

O encontro aconteceu no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul (FAMASUL), e reuniu cerca de 150 técnicos do setor agropecuário.

A palestra foi conduzida pelo técnico de Transferência de Tecnologia do Fundecitrus Rafael Silvestre, que falou sobre as principais medidas de controle para prevenir o greening nas áreas de expansão no Mato Grosso do Sul, com o objetivo de capacitar os técnicos para aprimorar a sanidade vegetal na produção de citros. “Apresentei aos participantes os cuidados importantes que devem ser seguidos no cultivo dos novos plantios e as ferramentas do Fundecitrus que auxiliam nesse trabalho. Mesmo com incidência baixa da doença, é importante redobrar a atenção, já que o estado idealiza projetos importantes para a citricultura. Além disso, a parceria entre os profissionais do setor, citricultores e secretarias estaduais é fundamental para que os pomares continuem saudáveis e em expansão”, afirma.

A citricultura está se consolidando no Mato Grosso do Sul como uma alternativa de grandes investimentos, gerando mais oportunidades de empregos no campo e diversificação da base agrícola. Para os próximos quatro anos, a previsão é de quase 30 mil hectares em projetos que envolvem a citricultura. Sendo assim, para que os pomares de citros cresçam livre da doença, o estado tem investido em conhecimento sobre a cultura dos citros, capacitando os técnicos do setor e intensificando a legislação sanitária de forma rigorosa junto aos citricultores e instituições.





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