domingo, abril 12, 2026

Política & Agro

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agropecuária recebe reforço de R$ 230,9 milhões do FCO Rural



Objetivo é impulsionar a agropecuária goiana




Foto: Pixabay

Segundo o informado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) do Governo de Goiás, a agropecuária do estado será contemplada com R$ 230,9 milhões provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), conforme aprovado pela Câmara Deliberativa do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Goiás (CD/CDE) durante a 411ª Reunião Ordinária. O montante foi distribuído em 76 cartas-consulta aprovadas na última reunião do ano, realizada em dezembro.

Do total de recursos, mais de 70% serão destinados a produtores de pequeno porte, que receberão cerca de R$ 162 milhões. As propriedades de pequeno-médio porte ficarão com R$ 43,1 milhões (18,7%), enquanto as de médio porte serão beneficiadas com R$ 25 milhões (10,8%). A previsão é de que o investimento resulte na geração de 530 empregos diretos.

Instituído pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei nº 7.827, de 27 de setembro de 1989, o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento econômico e social nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. Os recursos, disponíveis por meio das modalidades FCO Empresarial e FCO Rural, podem ser acessados por produtores rurais, empresas, pessoas físicas, jurídicas e cooperativas de produção.





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Produção de erva-mate segue em crescimento


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (2), a produção de erva-mate apresenta cenário positivo no Rio Grande do Sul. Com clima favorável e boas condições fitossanitárias, a cultura segue em desenvolvimento nas principais regiões produtoras do estado.

Na região de Frederico Westphalen, as mudas implantadas estão recebendo tratos culturais e monitoramento. A ausência de estiagens até o momento tem reduzido perdas e dispensado a necessidade de irrigação. A produção de folhas é considerada satisfatória, com clima favorável para o crescimento das plantas. Entretanto, colheita e industrialização seguem em ritmo lento devido ao período de brotação.

Os preços na região permanecem estáveis: R$ 24,00 por arroba para erva-mate folha destinada ao chimarrão; R$ 20,00 por arroba para folhas destinadas à exportação e tererê; e R$ 1,80 por muda de erva-mate.

Na região de Soledade, o período de brotação é intenso, embora apresente alta incidência de ampola, exigindo manejo cuidadoso. As chuvas têm mantido a umidade no solo, favorecendo o crescimento das plantas. A temperatura e a radiação solar também contribuem para o bom desenvolvimento. Os preços variam de R$ 18,00 a R$ 23,00 por arroba, dependendo da qualidade do produto.

Em Caxias do Sul, cerca de 650 hectares estão cultivados, concentrados principalmente na área de Guaporé. A erva-mate é uma atividade tradicional da agricultura familiar e, na maioria dos casos, a colheita ocorre por meio de parcerias com empresas beneficiadoras. Os sistemas variam entre monocultura, extrativismo e, em menor escala, agroflorestais, que agregam valor ao produto.

Há crescente demanda por produtos artesanais, feitos em menor escala e com manejo diferenciado. A cultura apresenta boas condições fitossanitárias, e os produtores seguem com colheitas, tratos culturais e adubação. Os preços praticados variam entre R$ 15,00 e R$ 18,00 por arroba para a erva convencional, e entre R$ 16,00 e R$ 20,00 por arroba para a erva orgânica.





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Colheita de melancia ganha ritmo



Melão também apresenta bons resultados




Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (2) pela Emater/RS-Ascar, a colheita de melancia avança no Rio Grande do Sul, com destaque para as regiões de Bagé, Quaraí e Pelotas. As áreas plantadas apresentam bons índices de produtividade, qualidade elevada das frutas e preços competitivos no mercado local e regional.

Em São Gabriel, na região de Bagé, foram implantados 75 hectares, com 30% da colheita já concluída. Cerca de 30% das lavouras ainda estão em fase de frutificação, 30% em floração e 10% em desenvolvimento vegetativo após plantio recente. As frutas colhidas possuem tamanhos grandes, com peso variando entre 17 e 20 kg. As variedades mais cultivadas são Jubilee e as híbridas Conquista e Combat.

O preço na lavoura oscila entre R$ 1,80 e R$ 1,90 por quilo, enquanto no comércio municipal, as unidades são vendidas por valores entre R$ 25 e R$ 30. Aproximadamente 40% da produção é destinada ao consumo local, e os outros 60% são comercializados em municípios vizinhos. Em Quaraí, foram plantados 70 hectares, e 10% das áreas já foram colhidas.

Na região de Soledade, apesar da redução nas chuvas e menor umidade no solo, o desenvolvimento das lavouras segue dentro do esperado e sem prejuízos significativos. Já na região de Pelotas, a cultura apresenta bom desenvolvimento após a realização de tratos culturais. Em Rio Grande, 60% das lavouras estão em frutificação, e a previsão é de que a colheita se intensifique a partir de fevereiro de 2025.

Em Santa Rosa, os produtores de melão que utilizam sistema de mulching com irrigação por gotejamento estão em plena colheita. A produção tem se mostrado satisfatória, com frutas de alta qualidade e comercialização regional. O preço médio praticado é de R$ 7,00 por quilo.





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Mercado de milho começa o ano com ajustes nas Bolsas


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado futuro de milho no Brasil apresentou movimentos mistos no início do ano, refletindo ajustes relacionados à queda do dólar e à expectativa de aumento de safra no país. Ao mesmo tempo, no mercado internacional, o milho negociado em Chicago registrou ganhos leves, impulsionado por fatores como a crescente produção de etanol nos Estados Unidos e uma demanda consistente.  

Na B3, os contratos futuros encerraram o dia com oscilações distintas. Para vencimentos mais curtos, como janeiro/25, houve recuo de R$ 0,55 no dia, fechando a R$ 73,25. O contrato de março/25 também apresentou queda diária de R$ 0,04, embora tenha acumulado alta semanal de R$ 0,41, encerrando igualmente a R$ 73,25. Já o vencimento maio/25 destacou-se positivamente, registrando alta de R$ 0,30 no dia e de R$ 0,60 na semana, encerrando a R$ 72,56.  

Enquanto isso, na Bolsa de Chicago (CBOT), as cotações para março, referência para a safra de verão brasileira, subiram 0,22%, fechando a $ 459,50 por bushel. O contrato de maio avançou 0,32%, encerrando a $ 467,25 por bushel. A elevação foi sustentada por um movimento contínuo de recompra de Fundos de Investimento e pelo aumento na produção de etanol de milho nos EUA, que cresce pela quarta semana consecutiva.  

Esses dados refletem as perspectivas otimistas para o consumo interno no Brasil e o fortalecimento da demanda externa nos Estados Unidos, indicando que o mercado de milho deve se manter dinâmico e influenciado por fatores como câmbio, safra e demanda por biocombustíveis.

 





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Mercado de milho segue lento


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, enquanto a colheita começa, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 70,00; Marau e Gaurama R$ 70;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00 e Montenegro a R$ 74,00. Pedidas iniciando no R$ 75,00 FOB nas localidades, produtor sem pressa”, comenta.

A colheita de Santa Catarina está atrasada. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Não ouvimos negócios no dia de hoje”, completa.

Mercado limitado no interior e no porto do Paraná. O plantio de milho foi concluído no Paraná, com a Conab destacando que as chuvas em grande parte do estado favoreceram o desenvolvimento da cultura. Durante as festas de final de ano, o mercado permaneceu praticamente fechado. Em Ponta Grossa, as consultas ficaram entre R$ 71 e R$ 72 FOB, enquanto em Paranaguá os preços CIF variaram de R$ 76 a R$ 77, com poucas negociações.

Mercado Spot praticamente nulo no final de ano no Mato Grosso do Sul. “O milho, que ocupava 2,3 milhões de hectares na segunda safra 2022/2023, caiu para 2,1 milhões na safra 2023/2024, passando de 6,6% para 5,9% da área total do estado. Em Dourados, o mercado disponível ficou entre R$ 64 e R$ 65 por saca FOB, com baixo volume negociado, já que produtores encerraram vendas antes do Natal. A retomada é esperada para janeiro”, conclui a consultoria agroeconômica”, conclui.

 





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Prêmios de milho seguem estáveis no início do ano



Na Argentina, o mercado manteve ampla oferta de opções de entrega



No mercado chinês, as cotações do milho para janeiro registraram queda de 1 CNY/t
No mercado chinês, as cotações do milho para janeiro registraram queda de 1 CNY/t – Foto: Claudio Neves/APPA

Segundo informações da TF Agroeconômica, os mercados de milho retomaram as atividades de forma tímida neste início de ano, com prêmios permanecendo inalterados em relação ao final de 2024. Em Paranaguá, as negociações seguem como referência, com prêmios para janeiro registrando venda a Sv (120) e compra a 101 (sC), base H5. Para os meses de julho e agosto, os prêmios apresentaram leve alta, com venda a 75 (+5) e compra a 59 (+2), base U5.  

No mercado chinês, as cotações do milho para janeiro registraram queda de 1 CNY/t, enquanto para março a redução foi de 6 CNY/t. Produtos derivados, como amido de milho, também apresentaram recuo: 16 CNY/t para janeiro e 15 CNY/t para março. No segmento de proteínas, os preços dos ovos caíram 30 CNY/500kg para janeiro e subiram 2 CNY/500kg para fevereiro. Já o suíno sofreu queda de 365 CNY/t para janeiro, mas apresentou alta de 265 CNY/t para março.  

Na Argentina, o mercado manteve ampla oferta de opções de entrega, com preços estáveis e poucas variações operacionais. O melhor preço para desembarque imediato foi A$ 187 mil/t, enquanto a parcela contratual subiu A$ 5 mil/t, atingindo A$ 190 mil/t. Para entrega entre março e abril, o preço do milho do próximo ciclo comercial permaneceu em US$ 175/t, e para o cereal de colheita tardia, em US$ 165/t.  

Com este cenário, os mercados globais ainda tateiam as oportunidades, enquanto produtores e compradores aguardam sinais mais claros de movimentação nas cotações. A estabilidade observada, no entanto, sugere cautela no curto prazo. As informações foram divulgadas depois da virada do ano.





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Moinhos do RS antecipam compras de trigo



No Paraná, as negociações estão praticamente zeradas



Em Santa Catarina, o mercado de trigo segue em ritmo lento
Em Santa Catarina, o mercado de trigo segue em ritmo lento – Foto: Canva

De acordo com informações da TF Agroeconômica, os preços do trigo pão no Rio Grande do Sul permanecem na faixa de R$ 1.220 a R$ 1.280, sem muitos negócios concretizados. Quando há demanda, os embarques são programados para fevereiro e março. Produtos como branqueador e melhorador apresentam preços de R$ 1.550/1.600 e R$ 1.400, respectivamente, dependendo da qualidade e da urgência de entrega. Apesar da antecipação de movimentos de alta no custo da matéria-prima, os preços da farinha não estão contribuindo para alavancar o mercado. No setor de exportação, o trigo Milling para entrega em janeiro foi negociado a R$ 1.370/tonelada, enquanto o trigo de ração alcançou R$ 1.320 para o mesmo período, com pagamentos agendados para fevereiro.  

Em Santa Catarina, o mercado de trigo segue em ritmo lento devido às festas de fim de ano e ao período de férias. As cooperativas estão recebendo os últimos lotes da safra local, mas os preços pedidos são mais altos do que os do trigo gaúcho CIF. Algumas ofertas no estado incluem R$ 1.300 mais frete para o trigo do RS e R$ 1.450 no moinho para trigo local. Apesar disso, os preços pagos aos produtores catarinenses permanecem estáveis, variando entre R$ 68,00 e R$ 73,00 por saca, dependendo da região.  

No Paraná, as negociações estão praticamente zeradas, reflexo da pausa das indústrias para manutenção e balanços anuais. As últimas cotações apontam pedidas de vendedores a R$ 1.500 no norte do estado, consideradas baratas frente ao custo das importações. Já no oeste e sudoeste, os valores são ligeiramente inferiores, tornando o trigo paranaense mais competitivo do que o gaúcho. No entanto, as importações de trigo argentino continuam, com a chegada prevista de três navios em Paranaguá, totalizando 88.610 toneladas.  

 





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Queda de PIB e preços


Segundo dados do Cepea/Esalq-USP divulgados por Ricardo Leite, superintendente executivo do Banco Safra, o agronegócio brasileiro enfrentou desafios significativos em 2024, com o PIB do setor recuando 3,5% no primeiro semestre. Isso equivale a uma perda de R$ 92 bilhões em relação a 2023. A retração foi mais severa no setor agrícola, que registrou queda de 5,1% (R$ 96 bilhões), enquanto a pecuária cresceu 0,5% (R$ 4 bilhões).

De janeiro a setembro, as exportações alcançaram US$ 126 bilhões, levemente abaixo do mesmo período em 2023. Apesar do aumento de 0,3% no volume exportado, o preço médio em dólar caiu 1%, reflexo da oferta abundante de commodities como soja e milho. A desvalorização do real (+7,1%) melhorou a competitividade, mas não foi suficiente para evitar uma queda de 5,4% no faturamento em reais.

A China permaneceu como principal destino das exportações brasileiras, absorvendo 34,6% do total, seguida pela União Europeia (13%) e pelos Estados Unidos (6,7%). A recuperação de preços dependerá da próxima safra brasileira, além de condições nos mercados americano e argentino, destacando a necessidade de estratégias de gestão de riscos, como hedge cambial e de preços.

“A taxa de câmbio favorável pode trazer vantagens competitivas, mas os desafios internos, como custos de produção e infraestrutura, continuam a pressionar o setor. Essa análise reforça a importância de estratégias de gestão de riscos, como hedge cambial e de preços, para mitigar os impactos das oscilações do mercado internacional no setor”, escreveu, em seu perfil na rede social LinkedIn.

 





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Oferta de fêmeas predomina no início do ano no mercado de bovinos



Mercado pecuário inicia 2025 com estabilidade




Foto: Kadijah Suleiman

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha” publicado pela Scot Consultoria na quinta-feira, (2), o mercado pecuário brasileiro iniciou o ano de forma estável, com parte significativa da ponta compradora ausente dos negócios no primeiro dia útil. A oferta predominante nas praças analisadas foi de fêmeas, o que chamou a atenção dos analistas do setor. As escalas de abate ficaram, em média, ajustadas para sete dias, refletindo a menor movimentação registrada nos últimos dias.

Nas praças pecuárias de Minas Gerais, o cenário foi marcado por poucos negócios. O volume de abates foi reduzido, e a oferta de bovinos também seguiu limitada. Agentes do mercado aguardam uma retomada mais intensa na próxima semana, acompanhando de perto o comportamento do mercado consumidor.

No sudeste de Rondônia, o mercado ficou praticamente parado, com poucas negociações realizadas. Os preços mantiveram-se estáveis, refletindo a cautela dos frigoríficos e pecuaristas, que seguem avaliando o cenário antes de retomarem as operações com maior intensidade.





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Baixa renovação do maquinário ameaça competitividade



A volatilidade cambial tem agravado a situação



A volatilidade cambial tem agravado a situação
A volatilidade cambial tem agravado a situação – Foto: USDA

O setor de maquinário agrícola enfrenta um cenário desafiador, com margens reduzidas e alta volatilidade cambial, o que impacta diretamente a renovação de equipamentos e a competitividade dos principais fabricantes como John Deere, CNH e AGCO Corporation. Segundo Anderson Nacaxe, gerente da Agrotoken, a queda de até 28% na receita anual das fabricantes reflete a redução nos investimentos, já que produtores rurais têm priorizado a manutenção dos maquinários existentes, devido ao aumento nos custos de insumos e à volatilidade das commodities.

A volatilidade cambial tem agravado a situação, tornando o preço de equipamentos dolarizados mais elevado, o que restringe o acesso, principalmente para pequenos e médios produtores. Esse cenário resulta em estoques elevados e queda na demanda. A John Deere, com margem operacional de 15,3% e lucro líquido de US$ 1,25 bilhões, tem se destacado, enquanto CNH e AGCO enfrentam margens menores de 8,4% e 5,5%, respectivamente. A disparidade nos resultados reflete a capacidade das empresas em lidar com a crise.

Além disso, a falta de investimentos em inovação impacta a competitividade do setor. A John Deere, por exemplo, alocou US$ 620 milhões em tecnologias de agricultura de precisão, superando os US$ 221 milhões da CNH e os US$ 121 milhões da AGCO. A baixa renovação de maquinário compromete a produtividade, dificultando o cumprimento de metas ambientais e ampliando desigualdades no setor. No longo prazo, a falta de renovação tecnológica e a volatilidade cambial podem prejudicar a competitividade do agronegócio brasileiro e global.





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