sexta-feira, abril 10, 2026

Política & Agro

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Como se adequar fora do Simples Nacional



A exclusão do Simples Nacional pode ocorrer por vários motivos



Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime
Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime – Foto: Pixabay

A partir de fevereiro de 2025, muitas empresas brasileiras precisarão se adaptar à nova realidade tributária ao saírem do Simples Nacional. Isso pode ocorrer por não cumprimento das exigências fiscais ou pelo crescimento da empresa, que ultrapassa o limite de faturamento anual permitido, de até R$ 4,8 milhões. A transição para um novo regime, como o Lucro Presumido ou o Lucro Real, exige ajustes significativos na gestão financeira e fiscal. Richard Domingos, diretor da Confirp Contabilidade, alerta sobre a importância de planejar a mudança de regime tributário, considerando o perfil da empresa.

Para uma transição eficiente, é fundamental fazer uma análise tributária para escolher o novo regime, levando em consideração o faturamento e os custos operacionais. Além disso, é necessário revisar os preços de produtos e serviços para garantir que a competitividade seja mantida, mesmo com as mudanças fiscais. A adaptação ao novo sistema fiscal inclui a atualização dos sistemas de emissão de notas e a entrega das declarações fiscais exigidas, como a DCTF e a EFD-Contribuições. Outro ponto importante é ajustar a folha de pagamento, considerando os novos encargos previdenciários e FGTS, além de revisar os impactos do ICMS e ISS, que podem variar conforme o estado e o município. Por fim, a empresa deve repensar suas políticas comerciais, priorizando produtos com menor impacto tributário ou maior rentabilidade.

A exclusão do Simples Nacional pode ocorrer por vários motivos, como ultrapassar o limite de faturamento, não regularizar débitos tributários, realizar atividades não permitidas, ou ter sócios com restrições específicas. Empresas que enfrentam essa mudança devem estar preparadas para os desafios fiscais e buscar otimizar sua gestão financeira, repensando sua estrutura de custos e estratégias de crescimento. As informações são de Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade.

 





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Pequenos produtores se destacam no cenário global de carnes


A RAMAX-Group, multinacional com sede no Brasil, está transformando pequenos e médios pecuaristas brasileiros em grandes players globais, conectando-os aos mercados mais exigentes do mundo. A empresa atua com transparência e compromisso com a qualidade da produção de proteína animal, gerando oportunidades para os produtores locais e agroindústrias. No setor de carne bovina, o Brasil se destaca como o maior exportador global, com 11,9 milhões de toneladas de produção, representando 19,5% da oferta mundial, e a RAMAX-Group tem sido essencial para expandir esse protagonismo.

A companhia divide suas operações entre duas frentes principais: Global, que engloba exportação para mercados internacionais, e Ramax, com atividades de confinamento, abate e produção voltadas para o mercado interno e externo. Além disso, oferece suporte completo a seus parceiros, fornecendo consultoria para adequação às normas internacionais, gerenciamento de logística, soluções financeiras e apoio na gestão do confinamento. 

“Com a nossa expertise geramos oportunidades a todos os elos da cadeia produtiva. Por meio de parcerias, auxiliamos os pequenos produtores ou frigoríficos a se tornarem fornecedores internacionais”, destacou, Magno Alexandre Gaia, CEO da Ramax Group.

Em termos de desempenho, a RAMAX projetou um crescimento significativo, com a previsão de engordar 45 mil bois em 2024 e um faturamento projetado de R$ 1,4 bilhão, com expectativa de ultrapassar R$ 2 bilhões em 2025. O grupo também está expandindo suas operações no Brasil, com planos de abrir novas unidades em Mato Grosso e Pará nos próximos anos.

“Cuidados de toda a parte burocrática para tornar o parceiro apto, além, disso, orientamos quanto a importação e compra de insumos, atenção com a logística e documentação aduaneira, estocagem, soluções financeiras, marketing e ainda gestão do confinamento, garantindo segurança no pagamento e na entrega do produto ao destino final”, detalhou o executivo.

 





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Desaceleração econômica afeta produção agroindustrial



A análise final sugere um fechamento de ano com desafios para o setor



Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa
Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa – Foto: Pixabay

De acordo com pesquisa do FGVAgro, a produção agroindustrial em novembro de 2024 sofreu uma retração de 3,1% em comparação com o mesmo mês de 2023. Esse desempenho negativo foi observado de forma generalizada entre os principais segmentos analisados, com destaque para o setor de Produtos Alimentícios e Bebidas, que registrou a maior queda: –5%. Vale destacar que esse segmento apresenta uma trajetória de contração em três dos últimos quatro meses, o que levanta questionamentos sobre seu desempenho ao longo de 2025.

Apesar das dificuldades enfrentadas, a perspectiva para o próximo ano não é totalmente negativa. A expectativa de uma safra maior para várias matérias-primas, como soja, milho e cana-de-açúcar, pode impulsionar a produção agroindustrial. Porém, fatores como o dólar mais elevado e a desaceleração da economia brasileira, que impacta diretamente o mercado interno, geram incertezas sobre o futuro do setor em 2025.

Embora o mês de novembro tenha registrado resultados negativos, a agroindústria ainda acumula um crescimento de 2,2% no ano de 2024, o melhor resultado acumulado nos primeiros onze meses desde 2010. No entanto, com o desempenho abaixo das expectativas para novembro, o FGVAgro revisou suas projeções, e agora espera que o crescimento anual da agroindústria fique abaixo do cenário base de 2,7%, aproximando-se mais do cenário pessimista de 2%.

A análise final sugere um fechamento de ano com desafios para o setor, que dependerá de fatores internos e externos, como a recuperação econômica e a evolução do câmbio, para determinar seu ritmo de crescimento no próximo ano.

 





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Estratégia crucial na safra de grãos 2024/25



No milho, a demanda interna segue aquecida



No milho, a demanda interna segue aquecida
No milho, a demanda interna segue aquecida – Foto: Bing

A safra de grãos 2024/25 no Brasil se destaca pela produção robusta de soja e preços favoráveis para o milho, mas também traz desafios, como a oferta superior à demanda no caso da soja e gargalos logísticos. O Barter surge como uma alternativa estratégica para garantir insumos e reduzir riscos financeiros.

Apesar de boas condições climáticas, algumas regiões enfrentam seca, o que afeta a qualidade dos grãos, como no Rio Grande do Sul e no Paraná.“O produtor está diante de uma safra cheia, mas precisa lidar com preços menores devido à alta oferta e ao recuo do dólar, que já está na casa dos R$5,90. Além disso, os gargalos logísticos no auge da colheita encarecem o transporte e reduzem a margem de lucro no campo”, explica Christian Queiroz, analista de Operação Estruturadas da ADAMA. 

“O Barter é essencial nesse momento porque permite travar os custos com insumos antes que os preços caiam ainda mais. Assim, o agricultor reduz sua exposição às volatilidades do mercado e garante maior segurança financeira”, acrescenta.

No milho, a demanda interna segue aquecida, com preços elevados, especialmente pela indústria de ração animal e etanol. Queiroz destaca que, neste caso, o Barter pode ajudar a reduzir os riscos e garantir maior previsibilidade, mesmo com o crédito restrito e juros elevados.

A competitividade da Argentina, com a redução das taxas de exportação, pode pressionar os preços das commodities brasileiras. Além disso, as intenções de plantio nos EUA, divulgadas pelo USDA em março, também podem impactar o mercado. O Barter se consolida como uma ferramenta estratégica para o produtor navegar as incertezas e garantir segurança financeira.

 





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Selic atinge 13,25% e expectativa de inflação cresce



O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária



O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária
O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária – Foto: Pixabay

Na primeira reunião com Gabriel Galípolo como presidente do Banco Central, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 100 pontos base, fixando-a em 13,25%. A decisão seguiu as expectativas do mercado, que observa uma deterioração nas projeções de inflação. Para 2025, a expectativa passou de 4,6% para 5,5%, e para o terceiro trimestre de 2026, a projeção foi ajustada de 4,0% para 4,4%. Além disso, as previsões para 2026 e 2027 também subiram, passando para 4,2% e 3,9%, respectivamente.

O Copom ajustou sua projeção de inflação no horizonte relevante da política monetária (3T26) para 4,0%, 20 pontos base acima da reunião de dezembro de 2024 e 100 pontos base acima da meta. Esse ajuste reflete as expectativas do mercado de que a Selic atingirá 15,00% até junho de 2025, com estabilidade nas taxas no segundo semestre de 2025. O Comitê continua a ver uma assimetria altista no balanço de riscos à inflação, destacando a depreciação do câmbio como risco inflacionário maior, mas também mencionando a possível desaceleração da atividade econômica doméstica como fator baixista.

O Copom manteve o guidance de alta de 100 pontos base para a próxima reunião, em março de 2025, mas não se comprometeu com ajustes nas reuniões subsequentes. O Rabobank acredita que a Selic atingirá 15,00% em 2025, com uma alta adicional de 50 pontos base em maio e 25 pontos base em junho. Cortes de juros são esperados a partir de 2026, caso as expectativas de inflação se alinhem com a meta de 3,0%. A ata da reunião, a ser divulgada na próxima terça-feira, trará mais detalhes sobre as análises do Banco Central. As informações são do Rabobank.

 





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Produção de soja e milho cai na Argentina



No milho, a semeadura avançou para 98,3% da área



A falta de umidade e as altas temperaturas impactaram a soja
A falta de umidade e as altas temperaturas impactaram a soja – Foto: Expodireto Cotrijal

A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) informou que a semeadura da soja na Argentina está 99,2% concluída, restando apenas áreas no norte agrícola. Apesar das chuvas recentes em Córdoba, sul de Santa Fé e Entre Ríos, as precipitações no norte de Buenos Aires foram irregulares. A condição de cultivo Normal/Boa caiu 5,6 pontos percentuais, enquanto a condição hídrica Adequada/Ótima recuou 5 pontos. 

A falta de umidade e as altas temperaturas impactaram a soja de primeira no Núcleo Sul e Centro-Leste de Entre Ríos, além da soja de segunda no Núcleo Sul e no Norte de La Pampa-Oeste de Buenos Aires. Com isso, a projeção de produção foi reduzida em 1 milhão de toneladas, para 49,6 milhões de toneladas.  

No milho, a semeadura avançou para 98,3% da área, com um progresso semanal de 3,2 pontos percentuais. A escassez de chuvas desde dezembro prejudicou a umidade do solo e limitou o potencial produtivo. As áreas mais afetadas estão no centro-leste agrícola, especialmente no Núcleo Sul e no oeste de Buenos Aires. 

Enquanto os milhos precoces semeados em setembro escaparam da estiagem, aqueles plantados entre outubro e novembro enfrentaram seu período crítico sob seca severa. Já os cultivos implantados em dezembro e janeiro mostram sinais de estresse hídrico, mas podem se recuperar caso as chuvas retornem. A estimativa de produção caiu para 49 milhões de toneladas, uma redução de 1 milhão de toneladas.  

A colheita do girassol atingiu 4,7% da área, com rendimento médio de 19,7 qq/ha. A falta de chuvas reduziu a condição hídrica Adequada/Ótima para 45%, queda de 10 pontos percentuais na semana. A condição Normal/Excelente caiu 8 pontos, com piora no Sudoeste de Buenos Aires-Sul de La Pampa e no Sudeste de Buenos Aires.

 





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Pesquisa agronômica avança no extremo norte de Mato Grosso



Os resultados são fundamentais para desenvolver estratégias de manejo



Os resultados são fundamentais para desenvolver estratégias de manejo
Os resultados são fundamentais para desenvolver estratégias de manejo – Foto: Pixabay

Produtores do extremo norte de Mato Grosso já podem acessar novos dados de pesquisa e serviços agronômicos oferecidos pela Fundação Mato Grosso (Fundação MT). A instituição instalou uma vitrine de cultivares no município de Alta Floresta, onde foram semeadas 61 cultivares de soja de 19 empresas. A colheita nos próximos 40 dias fornecerá informações inéditas sobre a adaptação das variedades às condições locais, marcadas por baixa altitude e alta proximidade com a linha do Equador.  

A pesquisadora Daniela Dalla Costa destaca que a diversidade genética permite avaliar a adaptação das cultivares ao clima da região. Estudos preliminares indicam uma menor incidência de mancha-alvo em comparação a outras áreas do estado. Além disso, a Fundação MT tem conduzido experimentos sem aplicação de fungicidas para entender a resistência das variedades a doenças como a podridão dos grãos.  

“Além de compreender o comportamento das variedades, o estudo fornece informações cruciais para o posicionamento de materiais genéticos, beneficiando diretamente os produtores locais. Os resultados são fundamentais para desenvolver estratégias de manejo mais eficientes e sustentáveis”, comenta.

Além da pesquisa, a Fundação MT oferece suporte técnico aos produtores, incluindo diagnóstico de solo e nematoides, consultoria agronômica e capacitações. Segundo Douglas Coradini, head de serviços da instituição, o objetivo é promover uma agricultura mais eficiente e adaptada à realidade local, garantindo inovação e sustentabilidade ao setor.

“Apesar da alta pressão de doenças, observamos uma menor incidência de mancha-alvo na região em comparação a outras localidades do estado, como por exemplo na região de Campo Novo do Parecis, no oeste mato-grossense”, destaca Dalla Costa.

 





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Complexo soja intensifica perdas em Chicago nesta 6ª feira com baixas de…


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Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago vêm intensificando suas perdas no pregão desta sexta-feira (3), acompanhando a nova despencada do farelo de mais de 3%. O mercado do derivado pressiona ainda mais os preços do grão que, perto de 12h55 (horário de Brasília), recuavam entre 15,75 e 20,75 pontos, levando o janeiro a US$ 9,83 e o maio a US$ 10,05 por bushel. 

As baixas entre as cotações do farelo se dão, em parte, pela melhora que alguns modelos climáticos sinalizam para a Argentina nos próximos dias, como explica o time da Agrinvest Commodities. “O modelo EC (europeu) começou a mostrar alguma melhora de clima para a parte central da Argentina”. 

No entanto, esse recuo também vem como um ajuste diante das altas dos últimos dias. Ainda segundo a Agrinvest, “o farelo de soja subiu mais de 10% em relação às mínimas de dezembro do ano passado. Nos últimos cinco anos, o derivado emplatou quatro anos de rally nesta época. Destes quatro, apenas dois o rally se estendeu até o final de maio. Nesse ano, os fundamentos não são muito firmes. Os prêmios do farelo mostram ainda que não há falta de produto”. 

Assim, perto de 13h15, o contrato março/25 – que é o mais negociado agora – tinha US$ 309,90 por tonelada curta, perdendo 3,13%. O óleo também completava o movimento negativo do complexo, recuando mais de 1% entre as principais posições, com o março valendo 39,70 cents de dólar por libra-peso. 

O mercado continua sem grandes novidades e ainda frente a fundamentos baixistas. O ano de 2025 começa com os traders ainda muito atentos à safra recorde que se desenvolve no Brasil, às condições de clima na América do Sul e às expectativas sobre o governo Trump II, com Donald Trump tomando posse no dia 20 e colocando ainda mais incertezas sobre suas relações com a China, maior importadora global de commodities. 

Hoje, os números da demanda também pesaram. Os dados trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) apontaram vendas semanais para exportação abaixo das expectativas do mercado, com 484,7 mil toneladas, enquanto o mercado esperava algo entre 500 mil e 1,2 milhão de toneladas. Todavia, em toda temporada, os EUA já comprometeram 40,171,4 milhões de toneladas de soja, acima do mesmo período do ano passado, quando eram pouco mais de 36 milhões. O USDA projeta as exportações totais dos EUA nesta temporada em 49,67 milhões de toneladas. 

Além disso, o cenário geopolítico mais amplo também está no radar do mercado, com conflitos em andamento, protecionismo crescente, e a China dando sinais de que segue focada em manter seu crescimento “ao redor dos 5%” neste ano.





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Grupo entra em recuperação judicial: Confira



Com a crise instalada, a recuperação judicial se tornou a única alternativa



Com a crise instalada, a recuperação judicial se tornou a única alternativa
Com a crise instalada, a recuperação judicial se tornou a única alternativa – Foto: Canva

O Grupo Ervania, com sede em Dourados-MS, entrou com pedido de recuperação judicial após enfrentar uma grave crise financeira, impulsionada pela forte desvalorização da soja, do milho e da arroba do gado na safra 2023-2024. A empresa havia projetado um retorno financeiro com base em preços mais elevados, mas a queda brusca das cotações reduziu drasticamente sua receita, tornando as dívidas impagáveis. O grupo acumula passivos superiores a R$38 milhões, sendo seus principais credores o Banco do Brasil, Sicredi, Sicoob e Caixa Econômica Federal.  

De acordo com Douglas Duek, CEO da Quist Investimentos, uma das responsáveis pela reestruturação, o impacto da queda de preços foi severo. “Foi feita uma projeção considerando a valorização da soja e, quando os preços caíram, ficamos no zero a zero. Uma produção que poderia gerar R$10 milhões rendeu apenas R$6 milhões, inviabilizando o pagamento dos compromissos financeiros assumidos”, explicou. Com a crise instalada, a recuperação judicial se tornou a única alternativa para evitar a paralisação das operações e demissões em massa.  

O processo está sendo coordenado pelo escritório Lucas Capilé Advogados e pela Quist Investimentos, que já iniciaram negociações com investidores e planejam revisar toda a estrutura financeira do grupo. Segundo Duek, a recuperação judicial permite congelar as dívidas e renegociar prazos mais longos, dando fôlego para que a empresa possa reestruturar seus pagamentos. Antes, o grupo tinha uma média de cinco anos para quitar suas obrigações, mas agora precisará de mais de dez anos para acomodar os pagamentos no orçamento.  

 





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Cooperativas impulsionam embalagens sustentáveis



A adoção de embalagens recicláveis ou biodegradáveis atende ao perfil de consumidores



A adoção de embalagens recicláveis ou biodegradáveis atende ao perfil de consumidores
A adoção de embalagens recicláveis ou biodegradáveis atende ao perfil de consumidores – Foto: Divulgação

O crescimento da demanda por produtos sustentáveis tem levado produtores rurais a se organizarem em cooperativas para adotar soluções que conciliam economia e responsabilidade ambiental. Uma das iniciativas em destaque é o uso de embalagens sustentáveis, que agregam valor aos produtos agrícolas e ampliam sua competitividade no mercado. A importância do cooperativismo foi reconhecida globalmente com a declaração de 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas pela ONU, reforçando seu papel estratégico.  

A adoção de embalagens recicláveis ou biodegradáveis atende ao perfil de consumidores cada vez mais atentos à sustentabilidade. Além de melhorar a percepção do produto, essa prática contribui para a redução de resíduos e da pegada de carbono na produção agrícola. No Brasil, mudanças no uso do solo representam uma parcela significativa das emissões de gases de efeito estufa, tornando essencial a busca por alternativas mais ecológicas em todas as etapas da cadeia produtiva.  

Ao se unirem, cooperativas conseguem reduzir custos, negociar melhores preços com fornecedores e compartilhar conhecimentos, tornando viável a implementação de soluções sustentáveis. O desenvolvimento de embalagens adaptadas às necessidades do setor facilita a inserção dos produtos em mercados mais exigentes, ampliando as oportunidades para os produtores.  

Apesar dos desafios, parcerias com instituições de pesquisa e incentivos financeiros têm impulsionado projetos sustentáveis no agronegócio. Com isso, cooperativas desempenham um papel fundamental na transformação do setor, promovendo práticas responsáveis que fortalecem a economia e preservam o meio ambiente.

 





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