sexta-feira, abril 10, 2026

Política & Agro

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Bactéria pode degradar “químicos eternos”



Além do PFOS, a bactéria degradou 58% do ácido carboxílico fluorotelómero 5:3



O F11 foi isolado do solo de um local industrial contaminado em Portugal
O F11 foi isolado do solo de um local industrial contaminado em Portugal – Foto: Pixabay

Uma equipe de cientistas identificou uma estirpe bacteriana capaz de degradar substâncias perfluoroalquílicas e polifluoroalquílicas (PFAS), conhecidas como “químicos eternos” devido à sua alta persistência no meio ambiente. A pesquisa, conduzida pela Universidade Católica Portuguesa em colaboração com a Universidade de Buffalo (EUA), revelou que a bactéria Labrys portucalensis F11 (F11) conseguiu metabolizar mais de 90% do ácido perfluorooctanosulfónico (PFOS) em 100 dias.  

O F11 foi isolado do solo de um local industrial contaminado em Portugal e já havia demonstrado a capacidade de remover flúor de contaminantes farmacêuticos, mas nunca havia sido testado contra PFAS. No estudo, os pesquisadores incubaram a bactéria em frascos selados contendo apenas 10.000 microgramas por litro de PFAS como fonte de carbono. Após até 194 dias, as análises indicaram a degradação das substâncias, evidenciada pelo aumento nos níveis de íons flúor, um sinal de que a bactéria separou o flúor do carbono dos compostos.  

Além do PFOS, a bactéria degradou 58% do ácido carboxílico fluorotelómero 5:3 e 21% do sulfonato fluorotelómero 6:2. Segundo a pesquisadora Diana Aga, da Universidade de Buffalo, a ligação carbono-flúor dos PFAS é extremamente forte, tornando sua degradação um desafio. No entanto, o F11 demonstrou a habilidade de romper essa estrutura e consumir o carbono liberado.  

Embora o processo ainda seja lento – levando pelo menos 100 dias –, os cientistas acreditam que a bactéria poderá, no futuro, ser utilizada para descontaminar água e solos poluídos por PFAS. Para isso, pode ser necessário criar condições específicas de crescimento, como em lamas ativadas a 100°C, permitindo sua aplicação em larga escala.

 





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União Europeia perde 5,3 milhões de explorações agrícolas


A União Europeia perdeu 5,3 milhões de explorações agrícolas entre 2005 e 2020, segundo dados do Eurostat. Em 2020, o bloco contava com pouco mais de 9 milhões de explorações, refletindo um processo de concentração de terras. A Romênia liderou essa redução, perdendo cerca de 1,4 milhão de propriedades no período, mas ainda mantém o maior número de explorações agrícolas na UE, com 2,9 milhões, mais que o dobro das 1,3 milhões registradas na Polônia.  

A estrutura fundiária europeia evidencia uma grande desigualdade. Quase dois terços das explorações possuem até 5 hectares, enquanto propriedades com 50 hectares ou mais representam apenas 7,5% do total, mas ocupam 68,2% da superfície agrícola utilizada (SAU). Na Romênia, 90% das explorações são pequenas, mas apenas 0,9% das propriedades maiores cultivam mais da metade da SAU do país. Portugal segue um padrão semelhante, com 73,4% das suas explorações abaixo de 5 hectares, enquanto países como França, Alemanha e Dinamarca possuem mais propriedades acima de 50 hectares.  

A produção agrícola da União Europeia também se concentra em poucos países. Em 2020, mais de 60% da produção padrão do bloco veio de Itália (18,1%), França (17,2%), Alemanha (12,6%) e Espanha (12,2%). Apesar de possuir um terço das explorações agrícolas da UE, a Romênia responde por apenas 3,3% da produção total, demonstrando o impacto da fragmentação das suas propriedades no desempenho do setor.  

A tendência de concentração de terras e redução do número de pequenas explorações levanta desafios para a sustentabilidade da agricultura europeia, reforçando a necessidade de políticas que equilibrem eficiência produtiva e preservação das atividades rurais tradicionais.

 





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Esperar não é a solução


De acordo com a TF Agroeconômica, a melhor estratégia para os produtores de soja é vender gradualmente, evitando acumular estoques e pressionar ainda mais os preços. A recomendação é não apostar toda a produção em um único momento, pois isso representa um risco elevado. Em um cenário de baixa previsibilidade para altas futuras, especular com apenas 10% da safra pode ser uma alternativa. Além disso, é fundamental evitar vendas na colheita ou em momentos de grande necessidade financeira, pois essas são as piores ocasiões para negociar.  

No mercado internacional, tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Canadá e à China estão derrubando os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT), sinalizando quedas no curto, médio e longo prazo. No Brasil, o preço da saca caiu R$ 15,59 nos últimos 30 dias, refletindo as projeções de safra acima de 170 milhões de toneladas feitas por consultorias. Mesmo com revisões da Conab (166 MT) e do USDA (169 MT), a produção ainda será 12,4% e 14,4% maior que a safra anterior, garantindo oferta suficiente para atender ao aumento da demanda por esmagamento e exportação.  

Entre os fatores de alta, destaca-se o aumento no preço do óleo de soja, impulsionado pela imposição de tarifas ao óleo de canola canadense nos EUA, tornando a soja uma alternativa viável. Além disso, condições climáticas adversas na Argentina e atrasos na colheita no Brasil contribuem para incertezas no mercado. No entanto, entre os fatores de baixa, estão as tarifas sobre importações de soja de México e Canadá pelos EUA, além das estimativas de produção brasileira ainda elevadas, que podem manter a oferta abundante e dificultar a recuperação dos preços.  

“Se quiser especular, esperando altas significativas lá na frente (que, sinceramente não vemos nenhuma chance neste ano, a menos que haja algum fator totalmente imprevisível hoje) use apenas 10% do que produzir. E nunca, jamais, venda na colheita ou, pior ainda, na semana em que tiver que pagar compromissos: são os piores momentos”, conclui a TF.

 





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Soja encerra semana em queda em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a sexta-feira e a semana em queda, impactada pela imposição de novas tarifas dos Estados Unidos sobre Canadá, México e China, segundo a TF Agroeconômica. O contrato de soja para março, referência para a safra brasileira, recuou 0,19% ou 2,00 cents/bushel, fechando a US$ 1042,00. Já o contrato para maio caiu 0,21%, ou 2,25 cents/bushel, encerrando a US$ 1057,50. O farelo de soja para março desvalorizou 1,18%, a US$ 301,1 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja avançou 2,51%, cotado a US$ 46,11 por libra-peso.  

A desvalorização semanal da soja foi de 1,30%, acumulando perda de 13,75 cents/bushel. O farelo também recuou 1,25%, com queda de US$ 3,8 por tonelada curta. Já o óleo de soja registrou alta semanal de 1,97%, subindo US$ 2,00 por libra-peso. Apesar do recuo na última semana, o saldo mensal ainda é positivo para a soja, que acumulou valorização de 3,12% em janeiro. No mesmo período, o farelo perdeu 4,99%, enquanto o óleo de soja teve uma expressiva alta de 14,25%.  

O mercado equilibrou ao longo do pregão fatores como as condições climáticas desfavoráveis na Argentina e o atraso na colheita brasileira, que poderiam sustentar os preços, contra os impactos da nova política tarifária dos EUA, ratificada por Donald Trump na quinta e sexta-feira. Há incertezas sobre o efeito dessas medidas no fluxo de exportação da soja americana, o que levou investidores a adotar uma postura mais conservadora.  

Diante desse cenário, o mercado segue atento à evolução da safra sul-americana e às possíveis consequências das tarifas sobre o comércio global. A volatilidade deve continuar influenciando os preços da soja nas próximas semanas.

 





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Soja encerra semana com incertezas


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, as incertezas climáticas continuam causando problemas, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços no porto: R$ 142,00 para entrega em novembro e pagamento em 24/01. No interior, os preços seguem o balizamento de cada praça: R$ 134,00 em Cruz Alta (pagamento em 17/02 – para fábrica), R$ 132,00 em Passo Fundo (pagamento no fim de fevereiro), R$ 132,00 em Ijuí (pagamento em 17/02 – para fábrica), e R$ 133,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento no fim de fevereiro). Os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 126,00 por saca para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, as mesmas preocupações com a produção seguem presentes. “O mercado global de soja continua pressionado por uma oferta elevada e pela volatilidade dos preços, e o principal desafio para Santa Catarina será manter a competitividade das exportações nesse cenário. As indicações de preços no porto de São Francisco estão em 132,29 para entrega em fevereiro e pagamento em 28/03 até 141,00 para entrega em junho com pagamento em 30/07”, completa.

A volatilidade global e a oferta abundante desafiam a competitividade da soja paranaense. “Para entregas no Porto de Paranaguá, os compradores indicavam ideia de R$ 132,66 para entrega em janeiro 31/01 e pagamento 28/02. No spot da soja em Ponta Grossa, os preços foram a 124,42 por saca CIF, mas a liquidez foi baixa, com compradores afastados e vendedores sem grãos. Em Maringá, no disponível, as indicações chegaram a R$ 123,66 por saca FOB, para retirada imediata e pagamento em janeiro, mas sem negócios reportados”, indica.

Sem mudanças de panorama no mercado do Mato Grosso do Sul, a situação segue complicada. “Enquanto as regiões do norte, que não sofreram danos expressivos, estão em uma situação mais favorável, é importante ressaltar que a maior parte da produção está concentrada no sul do estado. A colheita já está em andamento neste momento”, informa.





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Análise das Intenções de Voto para as Eleições de 2026: Pivetta e Wellington Emergem como Favoritos no Início do Processo

Em um estudo realizado pela Percent, em parceria com a TV Cuiabá e o Portal O Documento, foi revelada uma sondagem significativa sobre as preferências eleitorais para as eleições de 2026 no estado de Mato Grosso. A pesquisa, que abrangeu os dias 22 a 30 de janeiro, concentrou-se em identificar quais candidatos estão ganhando apoio popular e qual é o perfil do eleitorado neste período inicial das atividades políticas.

Em um estudo realizado pela Percent, em parceria com a TV Cuiabá e o Portal O Documento, foi revelada uma sondagem significativa sobre as preferências eleitorais para as eleições de 2026 no estado de Mato Grosso. A pesquisa, que abrangeu os dias 22 a 30 de janeiro, concentrou-se em identificar quais candidatos estão ganhando apoio popular e qual é o perfil do eleitorado neste período inicial das atividades políticas.

Os resultados mais recentes mostram que o vice-governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, se destaca com 19,2% das intenções de voto, enquanto seu colega Wellington Fagundes, do PL (Partido Liberal), segue em segundo lugar com 15%. Esses números indicam um forte início para as eleições e reforçam a importância da liderança republicana no cenário político.

A seguir ao líder republicano, o senador Jayme Campos do União Brasil completa o quadro com 9% das respostas, mantendo sua posição de destaque na direita brasileira. O empresário Odílio Balbinotti, ainda sem partido, apresenta um desempenho sólido com 7,3%, sugerindo que os eleitores estão dispostos a considerar candidatos independentes e não vinculados a partidos políticos convencionais.

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Milho: é melhor fixar preços



A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro



A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro
A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro – Foto: Divulgação

A TF Agroeconômica destacou que, apesar das especulações sobre o atraso no plantio da segunda safra de milho no Brasil, as chuvas podem compensar parcialmente esse atraso, resultando em uma colheita entre 122 e 123 milhões de toneladas (MT), acima da estimativa da Conab de 119,55 MT. Com isso, as indústrias locais estão se adiantando na compra do cereal para junho de 2025, pagando preços mais altos do que os oferecidos pela exportação, o que pode indicar uma tendência de alta nos preços.  

A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro já garantiram ganhos de aproximadamente R$ 5,70/saca em relação ao preço atual. No entanto, quem fixar hoje ainda pode obter lucro de 8,44%, um patamar relevante para o milho. A recomendação é evitar esperar pela colheita, quando os preços podem cair para níveis próximos ao prejuízo.  

Entre os fatores de alta, destacam-se o clima quente e seco em áreas agrícolas da Argentina e o atraso no plantio da safrinha no Brasil devido ao atraso na colheita da soja. Além disso, os bons preços do etanol e do boi gordo sustentam uma valorização do milho. Por outro lado, fatores de baixa incluem a imposição de tarifas pelos EUA sobre produtos do México, Canadá e China, que podem gerar retaliações comerciais, e a queda nos preços do frango e do suíno no Brasil, reduzindo a demanda pelo grão.  

Além disso, os preços pagos pelas indústrias de carnes no mercado interno estão mais altos do que os oferecidos pelos exportadores, limitando novas valorizações. As indústrias estão ofertando prêmios de 70 cents/bushel para cobrir estoques em junho e julho, enquanto os exportadores pagam no máximo 30 cents/bushel para embarques em Santos, o que pode influenciar a dinâmica do mercado nos próximos meses.

 





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Empresas brasileiras enfrentam desafios na adoção de normas ESG, aponta pesquisa



47% das empresas no Brasil enfrentam dificuldades na definição de indicadores




Foto: Canva

Uma pesquisa da RSM, revelou que 65% das empresas brasileiras ainda não estão prontas para implementar as normas internacionais IFRS S1 e S2. Essas diretrizes, que exigem maior transparência na divulgação de informações sobre sustentabilidade e riscos climáticos, serão obrigatórias para companhias de capital aberto a partir de 2026.

Segundo Frederico Franco, especialista em Auditoria e Compliance e colunista do Agrolink, as normas IFRS funcionam como um “manual” global para padronizar a forma como as empresas reportam suas práticas ambientais. “O grande diferencial dessas regras é que os dados divulgados serão auditados e integrados aos relatórios financeiros, aumentando a confiabilidade das informações e reduzindo o risco de greenwashing”, explica.

Além da falta de preparo, 47% das empresas no Brasil enfrentam dificuldades na definição de indicadores de desempenho (KPIs) e na supervisão das práticas ESG. Hoje, muitas organizações utilizam o método GRI (Global Reporting Initiative), que, segundo especialistas, permite relatórios pouco transparentes e pode mascarar dados ambientais. Com a adoção obrigatória das IFRS S1 e S2, as informações precisarão ser comprovadas e auditadas, tornando a comunicação sobre sustentabilidade mais rigorosa e confiável para investidores e o mercado.

 





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Milho novamente em baixa na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou o dia em baixa, mas o saldo semanal e mensal foi positivo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana fechou com alta de 0,47% e o acumulado de janeiro com ganhos de 3,10%. O milho da B3 sentiu a pressão da queda de Chicago no dia e na semana e a forte queda do dólar em janeiro”, comenta.

“A possível guerra tarifária dos EUA, contra, até agora, Canadá, México e China pressionaram as cotações nos EUA e tiraram a atenção dos atrasos da colheita do milho primeira safra e soja, assim como a lentidão para o plantio do milho safrinha. O milho brasileiro pode ser um grande beneficiado nesta disputa, visto que é um dos poucos países com capacidade de suprir a demanda de diversos destinos. No entanto ainda é cedo para dizer se acordos efetivos ou as tarifas sairão dessas negociações forçadas do novo governo americano. Caso a Casa Branca consiga bons acordos, as exportações brasileiras podem ser afetadas. Com isso o investidor está buscando segurança, principalmente agora que a primeira safra já está sendo colhida e retira da indústria a pressão para repor os estoques”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 75,56 apresentando baixa de R$ -0,52 no dia, alta de R$ 0,35 na semana; maio/25 fechou a R$ 75,40, baixa de R$ -0,62 no dia, alta e R$ 0,57 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 71,12, baixa de R$ -0,65 no dia e baixa de R$ -0,02 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou dia e semana em baixa, mas o saldo de janeiro ainda foi positivo. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -1,68 % ou $ -8,25 cents/bushel a $ 482,00. A cotação para maio, fechou embaixa de -1,69 % ou $ – 8,50 cents/bushel a $ 493,00”, conclui.

 





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Preços do milho sofrem queda no RS e SC


De acordo com a TF Agroeconômica, os preços do milho no Rio Grande do Sul registraram uma leve queda na última semana, com uma redução de 0,81%, passando de R$ 68,00 para R$ 67,45, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar. As recentes chuvas na Região Oeste, que enfrentava um déficit hídrico, foram benéficas para as lavouras, especialmente para as que estavam em fase vegetativa ou no início do período reprodutivo. A expectativa para a safra de milho comercial no estado é de 4,8 milhões de toneladas, com 30% já comercializado, sendo 600.000 toneladas destinadas à exportação.

Em Santa Catarina, a área destinada à primeira safra de milho caiu 11,3% devido aos custos elevados de produção, riscos de pragas e os preços desfavoráveis. Contudo, a expectativa é de aumento da produtividade, com a média estimada de 8.594 kg/ha. Apesar disso, os preços continuam em baixa, com a cotação em janeiro apresentando retração, embora os contratos futuros da Bolsa de Chicago projetem uma leve alta. No mercado portuário, os preços variaram entre R$ 72,00 e R$ 72,50 para entregas em agosto e outubro, respectivamente.

No Paraná, a colheita do milho da primeira safra começou de forma mais lenta, mas as condições climáticas têm favorecido a formação dos grãos, o que pode resultar em uma produção superior às expectativas. A área de milho de inverno está sendo semeada de maneira irregular, com algumas dificuldades na germinação, e o replantio de algumas áreas já está sendo considerado. As ofertas no mercado local para o milho giram em torno de R$ 72,00/saca, com valores variando dependendo da entrega e do pagamento.

Em Mato Grosso do Sul, o preço da saca de milho subiu em cidades como Dourados, Maracaju e Sidrolândia, com valorização de 35,65% em comparação ao mesmo período de 2024, alcançando R$ 63,56 no final de janeiro. A comercialização da safra 2024 já atingiu 77%, um atraso de 3,55 pontos percentuais em relação ao ano passado. No mercado físico, as cotações variaram entre R$ 60,00 e R$ 65,99, com destaque para o aumento em algumas regiões do estado.

 





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