terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Argentina libera exportação de gado em pé para abate



Medida busca descurocratizar o setor



A decisão ocorre em um momento de crescimento das exportações de carne bovina
A decisão ocorre em um momento de crescimento das exportações de carne bovina – Foto: Divulgação

O governo argentino avançou na flexibilização das exportações de gado em pé ao revogar uma norma que impedia a comercialização desses animais para abate no exterior. A decisão foi oficializada com a publicação do Decreto 133/2025 no Boletim Oficial, eliminando a proibição vigente desde 1973. A medida atende à diretriz do Decreto 70/2023, que busca eliminar barreiras ao comércio exterior e garantir maior liberdade econômica.  

O ministro de Desregulação e Transformação do Estado, Federico Sturzenegger, destacou que a restrição foi criada para garantir o abastecimento interno, mas sua manutenção ao longo dos anos se tornou injustificável. Ele argumentou que a revogação abrirá novos mercados para a pecuária argentina, permitindo ao país competir com nações como Austrália, França e Canadá, que exportam bilhões de dólares em gado vivo anualmente. No Mercosul, Brasil e Uruguai já comercializam 750 mil e 250 mil cabeças por ano, respectivamente.  

A decisão ocorre em um momento de crescimento das exportações de carne bovina, que atingiram um recorde de 629.949 toneladas em 2024, um aumento de 11,8% em relação ao ano anterior, segundo a CICCRA. No entanto, em dezembro, houve queda nas vendas devido à menor demanda da China, principal destino da carne argentina. Apesar da redução no volume exportado, o preço médio da tonelada subiu 13,5% no mês, alcançando US$ 5.168.  

Sturzenegger também inseriu a medida em um contexto mais amplo de desburocratização do comércio exterior, mencionando outras restrições, como as aplicadas à exportação de couro, carvão e sucata. Ele agradeceu o apoio do Ministério da Economia e das secretarias responsáveis pela implementação da nova política, reforçando que a liberalização permitirá maior competitividade e crescimento para o setor agropecuário argentino.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fiscalização apreende 1,3 tonelada de carne clandestina



Carga estava em total desacordo com a legislação sanitária




Foto: Divulgação

Uma operação de fiscalização agropecuária resultou na apreensão de 1,3 tonelada de carne e vísceras de origem clandestina na BR-420, no entroncamento de Jaguaquara, na Bahia. A ação ocorreu nesta quinta-feira (27) e foi coordenada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), com apoio da Polícia Militar (PM-BA), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Vigilância Sanitária do município.

De acordo com o fiscal estadual agropecuário e coordenador da operação, Gregório Magno, a carga estava em total desacordo com a legislação sanitária, sem rotulagem, identificação de procedência ou acondicionamento adequado. Além disso, um suíno vivo foi apreendido.

“Uma equipe técnica da Adab realizou a inspeção e constatou irregularidades na temperatura dos produtos, higiene dos veículos de transporte e condições gerais de armazenamento”, explicou Magno. Todo o material foi descartado no aterro sanitário do município.

O diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, destacou que operações conjuntas como essa são essenciais para proteger a saúde pública e assegurar a qualidade dos produtos agropecuários. “A parceria entre os órgãos fortalece a fiscalização, prevenindo doenças e garantindo a segurança alimentar da população”, afirmou.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita no Brasil e clima na argentino pressionam a soja


A soja fechou em baixa nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT), refletindo o avanço da colheita no Brasil e as condições climáticas na Argentina, segundo a TF Agroeconômica. O contrato de março recuou 0,65%, cotado a US$ 1024,50/bushel, enquanto o contrato de maio caiu 0,72%, para US$ 1041,25/bushel. O farelo de soja também registrou leve queda de 0,10%, enquanto o óleo de soja recuou 1,03%, para US$ 44,97/libra-peso.  

A pressão da colheita na América do Sul contribuiu para o recuo das cotações. No Brasil, os atrasos na colheita foram praticamente eliminados, e os bons volumes registrados em algumas regiões compensam perdas em outras. Já na Argentina, chuvas recentes trouxeram alívio para áreas onde a produtividade ainda não estava definida, ajudando a reduzir preocupações sobre a safra.  

Outro fator que impactou o mercado foi a desvalorização do real frente ao dólar, próxima de 1%, o que melhora a competitividade das exportações brasileiras e incentiva vendas internas. Essa dinâmica é baixista para a CBOT, mas pode ser favorável para os produtores brasileiros, que recebem mais reais por suas vendas.  

Além disso, a possibilidade de novas tarifas impostas pelos EUA sobre a soja chinesa e europeia trouxe incertezas ao mercado. A decisão do ex-presidente Donald Trump sobre o tema segue imprevisível e pode influenciar os preços conforme eventuais sanções forem anunciadas, postergadas ou ampliadas.

“Por fim, em sua revisão semanal de estimativas, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) reduziu sua previsão para embarques de soja em fevereiro de 9,72 para 9,35 milhões de toneladas, ante 1,10 milhão em janeiro e 9,61 milhões em fevereiro do ano passado. Em relação ao farelo, a entidade ajustou sua estimativa de embarques para o mês atual de 1,91 para 1,64 milhão de toneladas, ante 1,64 milhão no mês passado e 1,45 milhão no segundo mês de 2024”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho voltou a subir na B3: Confira


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, o milho voltou a subir com Anec revisando para cima exportações brasileiras, segundo informações da TF Agroeconômica. “Com exceção de dois pequenos ajustes negativos e pontuais, o milho da B3 voltou a ganhar tração”, comenta.

“A alta do dólar nos últimos dias estimulou as vendas nos portos, onde os prêmios voltaram a ser cotados. A Anec também elevou a perspectiva ligeiramente as exportações do milho em fevereiro, de 1,28 para 1,29 milhão de toneladas, ante 3,15 milhões em janeiro e 724.065 toneladas no mesmo mês em 2024”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 86,36 apresentando alta de R$ 1,54 no dia, alta de R$ 5,53 na semana; maio/25 fechou a R$ 82,20, alta de R$ 1,45 no dia, alta e R$ 5,34 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 74,16, baixa de R$ -0,01 no dia e alta de R$ 1,76 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, as informações indicam que o milho fechou em baixa com o avanço da safra da América do Sul. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,31 % ou $ -1,50 cents/bushel a $ 478,25. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,15 % ou $ -0,75 cents/bushel a $ 493,50”, informa.

“Esta é a quarta sessão consecutiva em queda para o cereal, que chegou a testar pequenas altas ao longo da sessão, mas fechou o dia no vermelho. O mercado continua sob pressão devido à melhora das condições ambientais na Argentina, após as fortes chuvas recentes, com mais precipitações esperadas na próxima semana”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho apresenta ajustes nos estados


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado do milho no Rio Grande do Sul apresentou ajustes distintos entre indústria e exportação. Enquanto a indústria elevou a média de preços em R$ 1,00, a exportação reduziu no mesmo valor. As indústrias continuam comprando milho e aproveitando a modalidade “a fixar”, evitando grandes altas nos preços. Os valores de compra variam entre R$ 73,00 e R$ 75,00 por saca, dependendo da localidade. 

A exportação indicou R$ 77,00 sobre rodas para entrega entre fevereiro e março, com pagamento final em março. No Porto de Rio Grande, já foram embarcadas 133,38 mil toneladas na primeira quinzena de fevereiro, com previsão de exportação total de 750 mil toneladas até março.  

Em Santa Catarina, a colheita segue atrasada, com apenas 29% da área apta colhida, ante 39% no mesmo período de 2024. Segundo a EPAGRI, os preços do milho registraram uma leve retração em janeiro de 2025, apesar de uma alta acumulada de 13% ao longo do ano na região Oeste, devido à demanda da indústria de aves e suínos. No mercado local, cooperativas pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, enquanto valores no porto variam entre R$ 72,50 e R$ 73,50, dependendo do período de entrega e pagamento.  

No Paraná, o Departamento de Economia Rural (DERAL) informou que a colheita da primeira safra está em 42%, enquanto o plantio da segunda safra alcança 65%. O milho da segunda safra apresenta boas condições, com baixa incidência de pragas. A Conab corrigiu os dados de colheita da semana anterior, reduzindo de 60% para 21% a área colhida em 16 de fevereiro. No mercado, o milho spot gira em torno de R$ 70,00/saca no interior, enquanto no porto de Paranaguá, os preços para entrega entre agosto e novembro variam de R$ 72,30 a R$ 74,50 por saca.  

No Mato Grosso do Sul, o plantio do milho safrinha está em 27% da área planejada, ainda abaixo dos 40% registrados no ano passado. As chuvas beneficiaram o desenvolvimento da lavoura, especialmente no norte do estado. No mercado físico, os preços caíram 1,52% em Campo Grande, chegando a R$ 65,00/saca, mas registraram alta em outras regiões, como Chapadão do Sul (+7,81%), Dourados e Maracaju (+4,59%). A tendência de curto prazo dependerá das condições climáticas e da evolução da demanda nos portos.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Confira como está o mercado de trigo


A TF Agroeconômica destacou que o mercado de trigo no Rio Grande do Sul permanece estável, com compras para fevereiro já encerradas. O estado já comercializou 75% da safra, um recorde histórico. A moagem total prevista é de 1,9 milhão de toneladas, exigindo a importação de 500 mil toneladas. Até o momento, foram adquiridas 550 mil toneladas de trigo local e 180 mil toneladas importadas, restando ainda comprar 850 mil e 320 mil toneladas, respectivamente. No porto, o preço do trigo Milling para fevereiro chegou a R$ 1.340,00 por tonelada.

Em Santa Catarina, o mercado segue lento devido à baixa demanda por farinha, dificultando reajustes de preços. Moinhos relatam que os custos de produção não fecham com os preços de venda. O trigo gaúcho é ofertado a R$ 1.300,00 FOB, enquanto no leste catarinense, o preço chega a R$ 1.600,00 por tonelada, incluindo frete e ICMS. O preço do farelo caiu para R$ 1.100,00 ensacado, refletindo a menor demanda. Algumas cooperativas estão segurando estoques, aguardando valorização futura. Os preços pagos aos produtores mantiveram-se estáveis em várias regiões do estado, exceto em Rio do Sul, onde subiram para R$ 80,00 a saca.

No Paraná, os moinhos reavaliam suas compras devido à oferta reduzida. Há um mês, havia 200 mil toneladas disponíveis, mas agora restam apenas 40 mil, elevando os preços para R$ 1.550,00/t FOB. O trigo branqueador tem poucas ofertas, todas acima de R$ 1.700,00/t. O comprador oferece R$ 1.500,00 posto no Centro-Sul, com entrega em março e pagamento em abril. Com a colheita de milho e soja em andamento, o trigo tem sido deixado de lado. O frete segue em alta, e o trigo importado chega a US$ 265/270 no Oeste e no porto de Paranaguá. A média estadual de preços subiu 0,49%, para R$ 73,24 a saca, enquanto o custo de produção caiu para R$ 68,68, aumentando o lucro médio dos produtores de 6,10% para 6,64%.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Esmagamento de soja cai 11,44% em Mato Grosso



Apesar da redução mensal, a projeção do Imea para 2025 segue otimista




Foto: Leonardo Gottems

O esmagamento de soja em Mato Grosso totalizou 840,89 mil toneladas em janeiro de 2025, representando uma queda de 11,44% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Segundo o boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a retração está ligada à paralisação das indústrias para manutenção das plantas de processamento e à menor oferta da oleaginosa no início do ano.

Apesar da redução mensal, a projeção do Imea para 2025 segue otimista, com um acumulado de 12,77 milhões de toneladas, indicando um leve crescimento de 0,71% em relação a 2024.

O mercado também foi impactado pela decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de manter a mistura do biodiesel no diesel em 14% (B14), frustrando expectativas de avanço para B15 em março. A prorrogação dessa elevação pode afetar a demanda pelo óleo de soja, insumo essencial na produção de biodiesel, e consequentemente o ritmo do esmagamento no estado.

Mesmo diante desse cenário, as margens de esmagamento das indústrias apresentaram recuperação, fechando janeiro com média de R$ 742,68 por tonelada, um salto de 70,49% em relação a dezembro de 2024.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho cresce 5,5% e aposta em biotecnologia



O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita



O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita
O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita – Foto: Canva

A safra de grãos 2024/25 segue em ritmo acelerado no Brasil, com o milho se destacando entre os principais cultivos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção deve atingir 122 milhões de toneladas, um crescimento de 5,5% em relação à temporada anterior. O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita, representando mais de 78% do total. No Centro-Oeste, maior região produtora do país, agricultores apostam em híbridos de alta performance genética para maximizar produtividade e rentabilidade.  

Entre as opções, o híbrido B2701PWU, da Brevant® Sementes, tem se destacado. O produtor Adriano Luiz Barchet, da Fazenda São Domingos (MT), utilizou a variedade em 3 mil hectares na safrinha 2023/24, alcançando 180 sacas por hectare. Segundo ele, o material foi decisivo no controle da cigarrinha e apresentou ótimo desempenho em áreas irrigadas. Com ciclo precoce e tolerância ao estresse hídrico, o B2701PWU se adapta bem às condições climáticas desafiadoras da região.  

“Com isso, é importante o agricultor contar com um híbrido pesquisado e desenvolvido com características que atendam às necessidades da sua região. Avaliando desde o sistema de produção, clima, época do plantio e a tolerância às principais doenças do local. No Centro-Oeste, a melhor escolha é o B2701PWU. Ele é precoce e tem estabilidade de plantio, além de bom desempenho em condições de estresse hídrico. Por ter ciclo precoce, se desenvolve mais rápido e quando a região começa a sofrer com a seca, já está desempenhando seu potencial produtivo”, explica Eder Arakawa, Líder da Brevant® Sementes para Brasil e Paraguai.

Além da resistência ao clima, o híbrido conta com a tecnologia PowerCore® Ultra, que protege contra as principais lagartas da cultura, como lagarta-do-cartucho e broca-do-colmo. A tecnologia também oferece tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, facilitando o manejo na lavoura. Outro diferencial é o tratamento de sementes LumiGEN™, que inclui fungicidas, inseticidas e bioestimulantes, garantindo melhor germinação e sanidade das plantas.  





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Sistema FAEP critica ausência do texto do Marco Temporal na proposta de…


Ministro Gilmar Mendes pretende apresentar anteprojeto de lei com as mudanças na lei ao plenário do Supremo

Nesta segunda-feira (17), o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o debate do texto proposto pelo ministro Gilmar Mendes para eventuais alterações na Lei do Marco Temporal, que trata da demarcação de terras indígenas. Para o Sistema FAEP, o texto-base da Lei do Marco Temporal precisa ser utilizado como referência para a formulação da futura proposta de Mendes, que pretende apresentar um anteprojeto de lei ao plenário do Supremo.

“Nossos produtores rurais estão vivendo na total insegurança jurídica pelo fato de que a lei que já existe, foi votada no Congresso, aprovada por ampla maioria, não está sendo cumprida. Qualquer texto que seja formulado para futura votação precisa ter o Marco Temporal como base, pois é a certeza de que o direito dos agricultores e pecuaristas, que estão na terra produzindo alimentos há décadas, sejam cumpridos”, destaca o presidente interino do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.

A ideia do ministro Gilmar Mendes é apresentar ao plenário do STF um anteprojeto de lei com as mudanças aprovadas na comissão. Se homologado pelo plenário, o texto vai à votação pelo Congresso.

Há décadas, o Sistema FAEP pede o cumprimento do Marco Temporal, que ratifica que as demarcações de terras indígenas devem ser limitadas à data da promulgação da Constituição Federal (5 de outubro de 1988), para que os produtores rurais tenham segurança jurídica. No final de 2023, foi publicada a Lei 14.701, que ratifica o Marco Temporal.

“Essa discussão já ocorre há muito tempo. Precisamos chegar a uma solução, mas que essa considere os diretos dos produtores rurais, que apenas querem continuar trabalhando e produzindo alimentos”, destaca Meneguette.

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fatores externos seguem influenciando os mercados


Segundo análise do Rabobank, fatores externos continuam influenciando os mercados. O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou que seu governo avalie tarifas recíprocas contra parceiros comerciais nas próximas semanas, em uma tentativa de reequilibrar relações comerciais. 

Além disso, o presidente do Fed, Jerome Powell, reforçou o tom hawkish da ata do banco central, indicando que não há pressa para reduzir os juros, diante de uma economia ainda aquecida. O núcleo do CPI dos EUA avançou 0,4% m/m, acima da expectativa de 0,3%, fortalecendo a percepção de manutenção da política monetária restritiva.  

No Brasil, o presidente do Banco Central destacou que os juros estão em nível restritivo, enquanto os últimos indicadores mostram desaceleração econômica. O IBC-Br de dezembro caiu 0,7% m/m, pior que a projeção do mercado de -0,4%. No acumulado de 2024, o crescimento foi de 3,8%, superior ao avanço de 2,7% em 2023. O setor de serviços caiu 0,5% m/m, mas encerrou o ano com alta de 3,1%, com destaque negativo para o segmento de transportes, impactado pela menor safra de grãos. Já o varejo ampliado retraiu 1,1% m/m em dezembro, mas cresceu 4,1% no ano.  

O dólar fechou a semana anterior em R$ 5,7306, com uma desvalorização semanal de 0,6% do real, a segunda pior entre 24 moedas emergentes. O Rabobank avalia que as tarifas anunciadas por Trump podem ser parte de uma estratégia de negociação, mas o cenário global incerto e a política monetária dos EUA manterão o real sob pressão. Para 2025, a projeção é que o dólar termine o ano a R$ 5,94.  

A próxima semana será movimentada, com a divulgação do IPCA-15, esperado em 1,33% m/m (5,07% a/a), além dos dados fiscais do Governo Central e do mercado de trabalho. No cenário externo, destaque para os indicadores de atividade no Chile e a inflação do Peru.

 





Source link