sábado, março 28, 2026

Política & Agro

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Colheita de arroz no RS chega a 97% com alta produtividade



“O desafio agora é equilibrar esse ganho de produtividade com sustentabilidade”



 “O desafio agora é equilibrar esse ganho de produtividade com sustentabilidade econômica ao longo da cadeia"
“O desafio agora é equilibrar esse ganho de produtividade com sustentabilidade econômica ao longo da cadeia” – Foto: Paulo Rossi/Divulgação

Segundo dados do IRGA divulgados em 15 de maio, a colheita do arroz no Rio Grande do Sul já alcança 97,02% da área plantada (941.371 ha dos 970.194 ha semeados), com destaque para a conclusão total na Planície Costeira Externa. As regiões da Zona Sul, Fronteira Oeste, Planície Costeira Interna e Campanha também estão praticamente finalizadas, enquanto a Região Central segue com 84,6% da área colhida. As informações são de Sérgio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações.

Apesar do avanço na colheita e da alta produtividade da safra 2024/25, o momento é de preocupação para o setor orizícola. De acordo com Cardoso, produtores e indústrias estão com margens apertadas, impactados por custos elevados e preços de venda em queda, mesmo com uma boa performance no campo.

Nas prateleiras dos supermercados, os consumidores encontram o arroz com preços entre R\$ 16,00 e R\$ 20,00 por pacote de 5 kg — uma das poucas boas notícias na cesta básica em tempos de inflação resistente. A abundância da oferta, no entanto, não se traduz em rentabilidade para o produtor.

Diante desse cenário, o desafio passa a ser a busca por soluções que conciliem produtividade e sustentabilidade econômica. Sérgio Cardoso destaca a importância de uma gestão comercial mais estratégica, com foco em agregar valor ao produto e garantir a viabilidade da cadeia produtiva, mesmo em anos de safra cheia. “O desafio agora é equilibrar esse ganho de produtividade com sustentabilidade econômica ao longo da cadeia. O setor precisa de atenção e inteligência comercial para evitar uma crise de rentabilidade mesmo em cenário de safra cheia”, conclui.

 





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Adjuvantes agrícolas ganham destaque em eventos




"Um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas"
“Um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas” – Foto: Pixabay

O pesquisador científico Hamilton Ramos, coordenador do programa adjuvantes da Pulverização, realiza duas apresentações no próximo dia 21 para públicos distintos, abordando a importância dos adjuvantes agrícolas. Pela manhã, ele participa da Semana Agronômica da Unesp de Jaboticabal (SP), voltada aos alunos de agronomia. À tarde, o foco será o setor sucroenergético, durante o Herbishow, em Ribeirão Preto, com ênfase no controle de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar.

Criado a partir de uma parceria entre o setor privado e o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), o programa, que completa 18 anos em 2025, atua no apoio à indústria nacional de adjuvantes, promovendo a qualidade desses produtos. Um dos marcos da iniciativa é o Selo Oficial de Funcionalidade, chancela técnica concedida pelo IAC a adjuvantes avaliados no centro de pesquisas em Jundiaí.

Segundo Ramos, mais de 40 empresas já aderiram ao programa, submetendo mais de 100 marcas à análise. Ele destaca que adjuvantes são essenciais para melhorar a eficácia de defensivos agrícolas e evitar perdas nas pulverizações. “Associado a um defensivo agrícola de alta tecnologia, um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas relacionadas aos investimentos do produtor no controle de pragas, doenças e invasoras”, ele exemplifica.

O objetivo, reforça Ramos, é estabelecer um sistema oficial e unificado de certificação no médio prazo. Instalado em área de 110 mil m² aos pés da Serra do Japi, o CEA do IAC desenvolve mais de 30 projetos nas áreas de mecanização, agricultura regenerativa, viticultura, cana-de-açúcar e tecnologias de aplicação. “O Selo de Funcionalidade é parte importante de um processo que no médio prazo visa a auxiliar o estabelecimento de normas que ancorem um sistema oficial de certificação, unificado, para tais produtos”, finaliza Hamilton Ramos.

 





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Novas soluções para a agricultura pautam feira


Durante a 30ª edição da Hortitec, realizada entre 25 e 27 de junho em Holambra (SP), a Biotrop apresentou um portfólio completo de soluções biológicas voltadas à horticultura, reforçando seu compromisso com a produtividade, sustentabilidade e segurança alimentar. A empresa, referência em insumos naturais para o agronegócio, aproveitou a maior feira do setor para destacar como seus produtos atendem às exigências de um mercado cada vez mais preocupado com práticas agrícolas regenerativas e saudáveis.

“Além disso, favorecem a saúde do solo, preservam a biodiversidade e são menos agressivos ao meio ambiente. Sua aplicação também está alinhada às demandas dos mercados mais exigentes e ao manejo integrado, oferecendo soluções que auxiliam no controle seguro e eficiente de pragas e doenças em diferentes cultivos. Assim, os biológicos representam um caminho estratégico para uma horticultura mais moderna, produtiva e responsável”, detalha Elton Visioli, Gerente de Unidade de Negócios da Biotrop.

Entre os destaques apresentados estão o Biobrev Full, bioinseticida eficaz no controle da traça-do-tomateiro; o Bombardeiro, biofungicida de amplo espectro; e o Biomagno, insumo multifuncional com ação biofungicida e bionematicida. Os visitantes também puderam conhecer o Agrobiota, serviço exclusivo de análises metagenômicas do solo que, aliado à IA EVA, oferece diagnósticos personalizados e recomendações precisas para um manejo mais eficiente.

Além da presença na feira, a Biotrop realizou a 2ª edição do Hortinov, evento técnico em parceria com a Sakata Seed, promovendo experiências práticas com os produtos diretamente no campo. A iniciativa reforça o papel da empresa como agente transformador da horticultura brasileira, ao combinar inovação tecnológica com responsabilidade ambiental.

“A partir da identificação e interpretação dos microrganismos de determinada área, é possível entender suas interações e impactos na saúde e nutrição das plantas. Esses dados são disponibilizados em uma plataforma exclusiva da Biotrop, que também oferece recomendações de manejo personalizadas e sugestões de bioinsumos mais adequados para cada situação, aumentando a eficiência das decisões no campo”, conclui.

 





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“Como está nosso agronegócio é a palavra-chave”: Bolsonaro fala aos…


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No encerramento do 6º Seminário A Voz do Campo, realizado em Gramado/RS nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro deixou uma mensagem aos produtores rurais e líderes do setor reunidos durante o evento. “Este é um setor importantíssimo, responsável por, aproximadamente, um terço do nosso PIB e está sendo massacrado por este governo”, disse. 

Bolsonaro citou a questão das altas taxas de juros, do crédito escasso e afirmou ainda que, caso o cenário não se altere e a classe produtora seja encarada e tratada de outra forma, “vai faltar arroz e feijão não só na mesa dos mais pobres, mas de todos”. 

Durante sua fala, Bolsonaro ainda falou sobre a questão do crescente endividamento, dos fretes e demais despesas logísticas elevadas e ainda tratou de uma “silenciosa invasão da China” no Brasil, além da questão do Marco Temporal entre os pontos de atenção que elencou que exigem cuidado e estratégia pelo agronegócio. 

O ex-presidente e principal líder da direita no país esteve ao vivo na Voz do Campo por uma chamada de vídeo, realizada pelo deputado Federal Luciano Zucco (PL-RS), já que não pode estar pessoalmente no evento em função dos cuidados que está tendo com sua saúde depois da cirurgia abdominal feita nas últimas semanas.

Acompanhe sua fala:

 

O deputado foi recebido com muito entusiasmo pelos participantes do evento e citado como um possível candidato ao governo do Rio Grande do Sul nas próximas eleições. “Eu quero dizer pra vocês que ou nos unimos, neste momento, valorizando o agro, quem realmente está de sol a sol, colocando a verdade, se expondo, ou vamos continuar com florestas que são, basicamente, tomada por espinhos”, disse.

>> Clique AQUI e veja todo o contéudo produzido durante o 6º Seminário a Voz do Campo

Veja como foi sua participação no 6º Seminário A Voz do Campo:

 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

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Fósforo na hora certa e no lugar certo



A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido



A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido
A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido – Foto: Divulgação

Segundo Gustavo Rodrigues Cunha, diretor de projetos da Conteagro Soluções Agronômicas, um experimento conduzido neste semestre na disciplina de Adubos e Adubação revelou a importância do momento adequado para aplicação da adubação fosfatada na cultura do milho. A pesquisa avaliou quatro tratamentos: T1 (sem adubação fosfatada), T2 (adubação realizada 20 dias antes do plantio), T3 (adubação no dia do plantio com inoculantes biológicos) e T4 (adubação no dia do plantio sem biológicos).

Os resultados parciais evidenciam visualmente o impacto da aplicação do fósforo no momento adequado, especialmente quando associado a inoculantes biológicos. O tratamento T3 destacou-se ao promover um crescimento inicial mais vigoroso, reforçando a sinergia entre nutrientes e microrganismos benéficos. De acordo com Cunha, a sincronização da adubação com a demanda da planta é ainda mais essencial em solos com baixa disponibilidade de fósforo.

A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido, conforme apontam Novais et al. (2007) e Sousa & Lobato (2004). Por isso, garantir sua presença nas fases iniciais de desenvolvimento da planta é estratégico para o bom estabelecimento da lavoura. A localização precisa e o tempo correto da aplicação garantem maior eficiência e aproveitamento do nutriente.

A conclusão preliminar do estudo reforça que pequenos ajustes no manejo da adubação podem trazer grandes resultados. A correta aplicação do fósforo, aliada ao uso de inoculantes biológicos, se mostra uma ferramenta poderosa para aumentar a produtividade e a sustentabilidade no cultivo do milho.

 





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Feira internacional divulga novidades na batata



O simpósio reuniu 35 palestrantes e cerca de 400 participantes



O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes
O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes – Foto: Pixabay

Durante o International Potato Symposium, realizado na feira Macfrut em Rímini, especialistas destacaram os principais desafios enfrentados pela cadeia produtiva da batata, como os impactos das mudanças climáticas, a redução da produção global e o avanço de pragas e doenças. Segundo Luciano Trentini, coordenador do evento, a criação de uma Organização Comum de Mercado para a batata na União Europeia, implementada até o momento apenas pela Itália, pode impulsionar a modernização do setor.

“Durante o Simpósio da Macfrut, surgiram muitos temas. Um dos mais debatidos foi a organização do sistema produtivo. Este ano, uma novidade regulatória importante foi a criação de uma OCM (Organização Comum de Mercado) para a batata pela União Europeia. Por ora, apenas a Itália aplicou essa regulamentação, o que permite às organizações de produtores acessar programas operacionais semelhantes aos das frutas e hortaliças, com o objetivo de modernizar os processos produtivos, especialmente por meio da inovação”, comenta.

O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes. Dados apresentados indicam que a produção mundial gira em torno de 375 milhões de toneladas por ano, liderada por China, Índia e Ucrânia. Na União Europeia, a produção foi de 48,5 milhões de toneladas em 2023, mas a oferta tem diminuído, pressionando os preços globalmente.

“Itália não é autossuficiente. Importa principalmente da França para suprir entre 40% e 50% de suas necessidades, além da Alemanha e de países mediterrâneos que fornecem batatas precoces. Estamos investindo em novas variedades italianas, pois hoje dependemos quase totalmente do exterior. As novas cultivares apresentadas na exposição, em frente ao simpósio, chamaram a atenção, assim como nossos produtos com seis denominações de origem. Como nossa produção é especializada, devemos buscar a excelência em qualidade”, conclui.

 





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Soja fecha em leve alta em Chicago: Confira


Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a sessão desta segunda-feira (19) em leve alta, sustentados pelo avanço do milho, do trigo e principalmente pelo óleo de soja. O contrato de julho, referência para a safra brasileira, subiu 0,07%, fechando a US\$ 1050,75 por bushel. Já o contrato de agosto encerrou com valorização de 0,14%, cotado a US\$ 1047,75/bushel.

Os derivados da soja apresentaram desempenhos distintos: o farelo para julho caiu 0,27%, a US\$ 291,10 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 1,04%, encerrando o dia em US\$ 49,44 por libra-peso. A sustentação dos preços veio, principalmente, da valorização do óleo, influenciado por fatores macroeconômicos e políticos relevantes nos Estados Unidos.

Um dos principais motores da alta foi a aprovação, pelo Comitê de Orçamento da Câmara dos Representantes dos EUA, do projeto de lei “Big and Beautiful”, que havia sido rejeitado na sexta-feira anterior. Entre outros pontos, o projeto propõe a extensão dos créditos fiscais 45Z até 2031 para produtores de combustíveis de baixo carbono, como o biodiesel — o que impacta diretamente a demanda por óleo de soja. A proposta segue agora para o Comitê de Regras e, posteriormente, para votação no plenário da Câmara, com expectativa de aprovação ainda nesta semana.

Outro fator que colaborou com o desempenho da soja foi o registro de fortes chuvas na Argentina. Apesar de a Bolsa de Rosário ter recentemente elevado sua estimativa para a safra do país vizinho, o excesso de precipitação pode comprometer parte das lavouras em determinadas regiões, o que adiciona incerteza ao mercado e contribui para a valorização das cotações.

 





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Soja em comercialização moderada


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou indicações no porto, para entrega em maio e pagamento 30/05 na casa de R$ 132,00, marcando queda de 2,22%, segundo informações da TF Agroeconômica. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. 30/05 R$ 130,00 Ijuí– Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 130,00(-0,76%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 120,00 a saca, para o produtor”, comenta.

A colheita da soja 2024/25 está praticamente concluída em Santa Catarina, favorecida pelo clima seco. Apesar disso, o mercado segue travado, com pouca liquidez nas negociações. A queda nos prêmios de exportação e nas cotações internacionais freia as vendas, mesmo com os grãos já colhidos. Os preços variam entre R\$ 125,00 e R\$ 132,49 por saca, com o valor no porto de São Francisco marcando R\$ 132,49 (-0,02%).

A comercialização segue moderada no Paraná, com oscilações nos preços ao longo da semana, influenciadas pelo comportamento das cotações internacionais e pela dinâmica da oferta interna. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 126,90. Em Cascavel, o preço foi 115,05(-8,90%). Em Maringá, o preço foi de R$ 115,47. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 114,24 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$132,52. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, comenta.

A safra de soja 2024/25 foi finalizada em Mato Grosso do Sul com bom volume, mas baixa lucratividade média, limitada a 8% devido ao estresse hídrico e calor excessivo no sul e centro-sul do estado. Os preços do dia ficaram em R\$ 115,74 em Dourados, Campo Grande, Maracaju e Sidrolândia (com alta de 2,23% nessas três últimas praças), e R\$ 111,34 em Chapadão do Sul.

A comercialização segue lenta no Mato Grosso, pressionada por preços instáveis e custos elevados de transporte. No dia 17, o frete de Sorriso para Santos chegou a R$ 330/tonelada. “Campo Verde: R$ 114,59. Lucas do Rio Verde: R$ 122,51, Nova Mutum: R$ 122,51(+15,07). Primavera do Leste: R$ 114,59. Rondonópolis: R$ 114,59. Sorriso: 108,52”, conclui.

 





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Milho cai na B3: Veja o motivo


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em baixa com gripe aviária, segundo informações da TF Agroeconômica. “Salvo um pequeno ajuste positivo para a cotação de julho26, os contratos negociados na B3 fecharam em queda neste começo de semana”, comenta.

“Além da pressão sazonal, com o começo da colheita do milho safrinha se aproximando, o milho, assim como o farelo de soja estão sofrendo com a gripe aviária identificada no Rio Grande do Sul. Até esta segunda-feira 18 países suspenderam a suas importações de frango do Brasil, até que maiores investigações sejam feitas”, completa a consultoria.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia. “O vencimento de julho/25 foi de R$ 62,07 apresentando alta de R$ 0,06 no dia, baixa de R$ -1,51 na semana; julho/25 fechou a R$ 63,17, baixa de R$ -0,74 no dia, baixa de R$ -1,41 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 67,00, baixa de R$ -0,15 no dia e baixa de R$ -0,79 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou em alta com dados de exportação e chuvas nos EUA. “A cotação de julho, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 0,90 % ou $ 4,00 cents/bushel a $ 447,50. A cotação para julho, fechou em alta de 1,60 % ou $ 6,75 cents/bushel a $ 428,25”, informa.

“Os Fundos de Investimento aproveitaram alguns problemas climáticos nos EUA e Argentina, assim como um robusto relatório de embarques para exportação para justificar a recompra de posições sobrevendidas. Chuvas recentes alagaram algumas áreas nos EUA, o que pode prejudicar o plantio acelerado do país. Na Argentina, as precipitações podem comprometer parte das lavouras ainda não colhidas. O USDA apontou um aumento de 32% no volume de milho embarcados para exportação no comparativo semanal”, conclui.

 





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insumo essencial exige manejo estratégico



“Além disso, o desempenho da ureia está diretamente ligado à sua qualidade granulomét



“Além disso, o desempenho da ureia está diretamente ligado à sua qualidade granulométrica"
“Além disso, o desempenho da ureia está diretamente ligado à sua qualidade granulométrica” – Foto: Canva

Segundo informações da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), divulgadas pela Autem Trade Company, a Ureia representa mais de 60% do consumo de fertilizantes nitrogenados no Brasil e é amplamente utilizada em culturas de alta exigência nutricional como milho, soja, trigo, café e pastagens. Com 46% de Nitrogênio em sua composição e alta solubilidade, esse insumo se tornou peça-chave na adubação nacional. Contudo, seu uso eficiente exige atenção técnica e operacional.

Além disso, estudos da Embrapa mostram que, quando mal manejada, a ureia pode perder até 40% do nitrogênio aplicado por volatilização, especialmente em solos com pH elevado, baixa umidade ou em aplicações superficiais. Além disso, fatores como granulometria, presença de impurezas e condições inadequadas de armazenagem e transporte impactam diretamente sua eficácia.

A elevada dependência externa, que representa mais de 90% da ureia consumida no país é importada,  torna a rastreabilidade e a logística de distribuição fatores críticos para garantir qualidade e desempenho agronômico. Nesse contexto, a origem do produto e os cuidados com seu deslocamento ganham protagonismo.

“Além disso, o desempenho da ureia está diretamente ligado à sua qualidade granulométrica, nível de impurezas e ao tempo de armazenagem e transporte. Na Autem, atuamos junto aos principais fornecedores globais de ureia, com foco em negociações estratégicas, logística internacional eficiente e entrega técnica sob medida. Nossa equipe monitora os movimentos do mercado global para garantir que o insumo chegue ao destino com qualidade, prazo e competitividade”, conclui.

 





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