terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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os fatores que impactam a aplicação de fertilizantes



A agricultura moderna é uma ciência integrada que exige precisão em cada etapa




Foto: Divulgação

A agricultura moderna é uma ciência integrada que exige precisão em cada etapa. Desde o plantio até a colheita, o sucesso de uma lavoura depende, entre outros fatores, das condições climáticas, que têm impacto direto na eficácia de operações como a aplicação foliar de fertilizantes. Ignorar essas variáveis pode significar desperdício de insumos, prejuízos financeiros e danos ambientais.

A aplicação de fertilizantes foliares, que representa até 30% dos custos totais de uma lavoura, depende de fatores como temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, além de chuvas e estresse hídrico. Por exemplo, altas temperaturas e baixa umidade podem acelerar a evaporação das gotas, diminuindo sua capacidade de atingir o alvo e aumentando o risco de deriva – o movimento do produto fora da área pretendida.

Outro fenômeno climático que deve ser lembrado é a inversão térmica, quando o ar mais quente sobe e carrega as gotas pulverizadas para longe das plantas. Nessas situações, aplicações realizadas em condições inadequadas podem perder eficiência e causar impactos indesejados em áreas adjacentes, como lavouras vizinhas ou reservas ambientais.

A tecnologia tem avançado para mitigar esses problemas, com equipamentos mais sofisticados e formulações que oferecem maior flexibilidade. Entretanto, a estratégia ainda começa com o planejamento. Estar atento a parâmetros climáticos antes de iniciar a pulverização é essencial para maximizar os resultados.

Boas práticas para pulverização eficiente

Prefira gotas maiores, que são menos influenciadas pelo vento e têm maior precisão.

Mantenha a pulverização em condições climáticas ideais, com ventos entre 2 e 7 km/h e umidade relativa entre 60% e 95%.

Evite operações noturnas, quando as inversões térmicas são mais intensas.

Planeje a aplicação em horários com menor risco de chuvas logo após o processo.





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Custo total do milho sobe 3,83% na safra 24/25



Custo do milho alta tecnologia aumenta no Mato Grosso




Foto: Divulgação

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) consolidou os dados de custo de produção do milho alta tecnologia da safra 2024/25 em Mato Grosso, destacando uma elevação no Custo Total, que alcançou R$ 6.094,19 por hectare, um aumento de 3,83% em relação à safra anterior.

Apesar do aumento no custo total, o custeio da safra apresentou redução de 1,46%, sendo consolidado em R$ 3.236,64 por hectare. Essa queda foi atribuída à redução de 11,61% nos preços de fertilizantes e corretivos em comparação com o ciclo 2023/24.

Para cobrir as despesas do custeio, o produtor modal precisará alcançar uma produtividade mínima de 79,45 sacas por hectare, considerando o preço médio de R$ 40,74 por saca. Esse rendimento é ligeiramente superior ao da safra anterior, com um aumento de 0,45%, devido à queda de 1,90% no preço médio do milho no ciclo atual.

Com base na produtividade média das últimas três safras (111,72 sacas por hectare), o produtor modal teria condições de cobrir as despesas do custeio, mesmo diante da necessidade de um rendimento maior para compensar a queda no preço do milho.





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Os pilares da produtividade no feijão: radiação, água e manejo



A colheita do feijão varia conforme o tamanho da área cultivada




Foto: Canva

A cultura do feijão, essencial para a alimentação dos brasileiros e para o agronegócio nacional, demanda práticas bem estruturadas para alcançar alta produtividade. Segundo dados divulgados pelo Blog Aegro, a produção nacional do grão chegou a 3,13 milhões de toneladas na última década, considerando as três safras anuais.

O blog destaca que as épocas de plantio variam conforme a região e as condições climáticas, com períodos ideais de semeadura distribuídos entre as estações das águas (setembro a novembro), seca (janeiro a março) e outono-inverno (maio a julho). A escolha do período deve levar em conta o ciclo curto do feijão e as peculiaridades locais, como temperatura, precipitação e solo.

Para o preparo adequado do solo, o Aegro recomenda técnicas como a calagem, adubação com nitrogênio, fósforo e potássio, além da análise química periódica do terreno. O plantio direto na palha também é enfatizado como uma prática que conserva o solo, reduz a erosão e melhora a retenção de água, especialmente em áreas vulneráveis a chuvas intensas.

Outro ponto abordado é o impacto do clima na produtividade. Temperaturas ideais entre 18 °C e 24 °C são cruciais para o desenvolvimento das plantas, enquanto extremos acima de 30 °C ou abaixo de 12 °C podem atrasar a germinação e causar abortamento de flores e vagens. Além disso, chuvas devem ser bem distribuídas durante o ciclo da planta, com volumes entre 300 mm e 400 mm sendo considerados ideais.

A colheita do feijão, por sua vez, varia conforme o tamanho da área cultivada, podendo ser manual, semimecanizada ou mecanizada. O momento ideal é logo após a maturidade fisiológica das plantas, cerca de 80 a 100 dias após a germinação, quando as vagens adquirem a cor de palha.





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Manejo eficaz no final do ciclo da soja garante produtividade



Como proteger sua colheita e garantir grãos com qualidade




Foto: Pixabay

Com a soja próxima ao estágio de maturação, o manejo eficiente de plantas daninhas e pragas é essencial para evitar perdas de produtividade e preservar a qualidade dos grãos. No fim do ciclo, a competição das daninhas por nutrientes, água e luz pode comprometer o rendimento da lavoura e prejudicar a eficiência da colheita.

Além disso, pragas como percevejos continuam a ameaçar a cultura, causando danos diretos aos grãos, afetando sua qualidade e peso. Sem o controle adequado, esses fatores podem dificultar o plantio da próxima safra, além de aumentar a presença de impurezas e a umidade dos grãos colhidos. “Um manejo inadequado no final do ciclo pode não apenas impactar o rendimento e a qualidade da soja, mas também prejudicar a safra subsequente. Quando não controladas corretamente, as plantas daninhas são muito problemáticas para a rotação de culturas, enquanto o controle incorreto de pragas, como os percevejos, pode levar a uma pressão muito maior na safra seguinte de milho safrinha, por exemplo. Por isso, é essencial que o produtor adote práticas corretas de manejo neste estágio para garantir tanto a produtividade atual quanto a sustentabilidade das lavouras no futuro”, alerta Fábio Lemos, engenheiro agrônomo e gerente de culturas e portfólio da FMC, empresa de ciências para agricultura.

Ao adotar práticas adequadas e produtos específicos para o manejo no final do ciclo, o sojicultor assegura uma colheita de alta qualidade e um campo preparado para a próxima safra. O Aurora® 400 EC, herbicida de dessecação da FMC, atua contra plantas daninhas como corda-de-viola e trapoeraba, uniformizando a umidade das plantas e permitindo a colheita antecipada com maior eficiência. Já o inseticida o Hero®, voltado para o controle de percevejos, protege os grãos e diminui a pressão de pragas na safra subsequente, como milho safrinha ou algodão. Com um intervalo de apenas três dias entre aplicação e colheita, o produto proporciona flexibilidade ao produtor.





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Como o dólar vai se comportar?



Na quarta-feira, a moeda americana fechou o dia a 5,9463 reais



Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista
Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista – Foto: Pixabay

De acordo com a análise da Casa de Análise de Mercado Levante, a taxa de câmbio entre o real e o dólar é um espelho das expectativas dos investidores e da confiança no cenário econômico brasileiro. O Brasil, não sendo um emissor de dólares, depende de exportações e do investimento externo para obter a moeda norte-americana. Quando esse otimismo diminui, há uma tendência de aumento da procura por dólares, elevando sua cotação em reais devido à simples dinâmica de oferta e demanda.

Na quarta-feira, a moeda americana fechou o dia a 5,9463 reais, representando uma queda de 1,4%. Este foi o menor valor desde novembro de 2024, marcando também o primeiro fechamento abaixo de 6 reais desde 11 de dezembro do ano passado. A taxa de câmbio havia ultrapassado os 6,20 reais no início do ano, mas agora apresenta uma trajetória descendente, abaixo do que muitos consideram um “nível psicológico” importante.

Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista. A taxa de câmbio é influenciada por uma miríade de fatores: desde as políticas internas brasileiras, como a busca por equilíbrio fiscal e credibilidade governamental, até as decisões do Federal Reserve dos EUA e as políticas comerciais de Donald Trump. 

Trump, até o momento, tem administrado uma abordagem mais cautelosa em relação a tarifas comerciais do que prometeu durante sua campanha, potencialmente facilitando o comércio internacional para o Brasil. No entanto, a economia global é imprevisível e as expectativas do mercado podem mudar rapidamente. Mesmo com a recente queda do dólar, nada garante que isso será uma tendência duradoura.

 





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Safra de 2025 promete recuperação com clima favorável e exportações em alta



Produção de grãos ganha impulso




Foto: United Soybean Board

As projeções para 2025 indicam uma recuperação robusta no setor agrícola brasileiro, segundo dados do Itaú BBA. Com um clima mais favorável ao desenvolvimento das culturas de verão, a produção de grãos ganha impulso, enquanto a logística de exportação será testada diante do aumento esperado nos embarques, especialmente de soja e milho.

Os embarques de soja, que devem ganhar força a partir de março, têm potencial para superar os volumes registrados em 2024, fortalecidos pela competitividade trazida por um dólar mais forte. No caso do milho, o cenário dependerá da safra de inverno e da dinâmica dos preços locais, atualmente distantes da paridade de exportação.

No segmento de carnes, a competitividade brasileira e desafios sanitários globais, como a gripe aviária e a febre aftosa na Alemanha, favorecem um possível recorde de exportações. Entretanto, a produção doméstica de carne bovina pode registrar uma leve retração devido ao ciclo de retenção de fêmeas. O setor ainda enfrenta incertezas relacionadas à China, que avalia a imposição de tarifas de importação.

Para o café, a próxima safra de arábica deve ser menor, o que deve reduzir o volume exportado no segundo semestre. No entanto, o café robusta segue como destaque, com expectativa de safra maior e novos aumentos de exportações.

No algodão, a previsão de manutenção de uma grande produção nacional reforça o otimismo, apesar da necessidade de diversificar mercados diante do menor apetite chinês. Já no setor sucroenergético, o açúcar deve registrar aumento nos embarques no segundo semestre, enquanto o etanol deve apresentar um leve crescimento anual, impulsionado por uma base de comparação mais baixa.





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Fragmentação do comércio global provoca grandes perdas de produção, alerta BCE


Logotipo Reuters

FRANKFURT (Reuters) – A fragmentação do comércio global devido a medidas protecionistas acarreta perdas consideráveis de produção para todos os países envolvidos, disse o economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane, nesta sexta-feira, no momento em que o novo governo dos Estados Unidos considera a imposição de novas tarifas.

“EviteM o protecionismo de base ampla porque, embora a resiliência seja uma preocupação legítima, uma guerra comercial ‘olho por olho’ reduz o bem-estar e não elimina totalmente as interdependências”, disse Lane em um discurso.

A fragmentação do comércio será importante para os bancos centrais e para a política monetária porque causa choques de oferta maiores e mais frequentes durante o período de transição e, no longo prazo, a redução da diversificação do comércio aumenta a volatilidade e a inflação, disse ele.

(Por Balazs Koranyi)

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Mercado de trigo em lenta recuperação



No Paraná, a tentativa dos vendedores de liberar armazéns gerou movimento



Em Santa Catarina, os preços variam entre R$ 1.400 e R$ 1.500/tonelada
Em Santa Catarina, os preços variam entre R$ 1.400 e R$ 1.500/tonelada – Foto: Canva

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná segue apresentando movimentações moderadas, com destaque para a estratégia dos moinhos de antecipar seus estoques. No Rio Grande do Sul, o mercado local continua lento, com moinhos cobrindo suas posições para janeiro e já analisando ofertas para fevereiro e março. 

No interior, as indicações de comprador estão em R$ 1.250,00 para embarques de 15/02 a 15/03, enquanto trigos mais fortes são cotados a R$ 1.300,00. No mercado de exportação, preços caíram R$ 20/t, com cotações de R$ 1.350,00 para entrega em fevereiro. O preço da pedra em Panambi permaneceu em R$ 65,00 por saca.

Em Santa Catarina, os preços variam entre R$ 1.400 e R$ 1.500/tonelada, com ofertas específicas em Mafra (R$ 1.400 CIF), Três Barras (R$ 1.430 CIF), Campos Novos (R$ 1.440 CIF) e Pinhalzinho (R$ 1.500 CIF). O trigo importado, que chega ao estado através da Serra Morena, é negociado por valores superiores a R$ 1.700 no porto e R$ 1.800 no interior. O preço da pedra para triticultores locais manteve-se estável, com destaque para R$ 73,00/saca em São Miguel do Oeste e Xanxerê, enquanto Canoinhas e Joaçaba registraram R$ 72,00/saca.

No Paraná, a tentativa dos vendedores de liberar armazéns para milho-verão e soja gerou algum movimento. No norte do estado, o preço negociado foi de R$ 1.450/t, enquanto no oeste e sudoeste, as pedidas são menores, tornando o trigo paranaense mais competitivo que o gaúcho. Contudo, a diferença entre as ofertas dos vendedores e a demanda dos compradores ainda dificulta negociações significativas.

 





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Ceará desponta como polo de exportações e investimentos



No campo dos investimentos, o Ceará atraiu US$ 258,4 milhões entre 2021 e 2023



Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas
Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas – Foto: Pixabay

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou, em 20 de janeiro, o estudo “Ceará – Oportunidades de Exportações e Investimentos 2025”. O levantamento destaca o estado como uma região estratégica para o comércio exterior e a atração de capitais, evidenciando o potencial de setores tradicionais e emergentes. A iniciativa faz parte da estratégia da ApexBrasil de diversificar as origens das exportações brasileiras e integrar todos os estados aos fluxos globais.

Com metodologia própria, o estudo oferece uma análise detalhada do cenário econômico do Ceará e suas possibilidades no mercado internacional. Em 2023, o estado exportou cerca de US$ 2 bilhões, sendo 88,8% provenientes da indústria de transformação. Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas e diversificar a pauta exportadora, que hoje se concentra em ferro, aço e produtos semiacabados. A ApexBrasil identificou 4.557 oportunidades de exportação em 108 setores, incluindo calçados, frutas, vestuário e produtos metálicos.

No campo dos investimentos, o Ceará atraiu US$ 258,4 milhões entre 2021 e 2023, com destaque para o setor de software, responsável por 56,1% dos aportes. O varejo surge como área promissora para novos investimentos, empregando 8,6% da força de trabalho local. Segundo Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, as informações são estratégicas para governos e empresas ampliarem seus horizontes no mercado global.

“Essas informações são cruciais e trazem um conteúdo estratégico para governos estaduais, entidades empresariais e empresas locais, que podem utilizar esses insumos para buscar novos negócios no mercado global”, explica o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

 





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Lei reconhece importância da aviação agrícola no RS


Segundo informações divulgadas pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), entrou em vigor no Rio Grande do Sul a Lei Estadual n.º 16.267/25, que declara a aviação agrícola como de relevante interesse social, público e econômico. A norma foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adolfo Brito (PP), no dia 9 de janeiro e publicada oficialmente no Diário da Assembleia no dia 10.

Aprovada em dezembro de 2024 com 31 votos favoráveis e 12 contrários, a lei surgiu do Projeto de Lei 442/23, de autoria do deputado Marcus Vinicius (PP) e coassinada por outros 23 parlamentares. O objetivo central da medida é garantir segurança jurídica para um setor vital à agricultura do Estado, destacando a precisão, eficiência e transparência das ferramentas aéreas no manejo das lavouras.

Impacto para a agricultura gaúcha

A aviação agrícola é altamente regulamentada por legislações federais e monitorada por órgãos ambientais e de agricultura. No Rio Grande do Sul, onde o setor nasceu em 1947, essa tecnologia é essencial para o sucesso de culturas como soja, milho, trigo e, especialmente, arroz. O Estado é responsável por 70% da produção de arroz no Brasil, sendo que boa parte das lavouras depende diretamente das tecnologias aéreas para garantir produtividade e qualidade.

O Rio Grande do Sul também se destaca como a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do Brasil, com números expressivos que incluem, além dos aviões, a crescente utilização de drones na aplicação de insumos agrícolas.

Homenagem a um pioneiro

A lei recebeu o nome de “Lei Telmo Fabrício Dutra” em homenagem ao ex-presidente do Sindag (1997-1999) e um dos fundadores da entidade em 1991. Dutra teve um papel crucial na consolidação do sindicato em Porto Alegre, o que projetou o setor gaúcho de aviação agrícola no cenário nacional e internacional.

O reconhecimento pela Assembleia Legislativa reafirma o papel estratégico da aviação agrícola para o desenvolvimento humano e tecnológico, além de fortalecer o protagonismo do Rio Grande do Sul como berço e referência nacional no segmento.

Avanços e expectativas

Com a promulgação da lei, o setor aeroagrícola passa a contar com respaldo jurídico que assegura sua atuação em todo o território gaúcho, desde que respeitadas as normas regulatórias vigentes. A expectativa é de que a medida promova um debate mais equilibrado sobre o uso de tecnologias agrícolas, valorizando sua contribuição para a segurança alimentar e para a economia do Estado.





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