terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Soja encerra o dia em baixa na CBOT


De acordo com a TF Agroeconômica, a soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou queda no fechamento desta sexta-feira, mas acumulou ganhos significativos ao longo da semana. O contrato para março, referência para a safra brasileira, caiu -0,92% ou $ -9,75 cents/bushel, encerrando em $ 1055,75. Já o contrato de maio recuou -0,88% ou $ -9,50 cents/bushel, fechando em $ 1068,25. No mercado de subprodutos, o farelo de soja para março caiu -3,30% ou $ -10,4/ton curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,40% ou $ 0,18/libra-peso, finalizando a $ 45,22.  

As oscilações da soja refletem, principalmente, a atenção do mercado às perspectivas de produção na América do Sul. No Brasil, mesmo com problemas climáticos pontuais, espera-se uma safra recorde, estimada entre 169 e 172 milhões de toneladas. Por outro lado, a Argentina, embora tenha reduzido sua estimativa em 1 milhão de toneladas, ainda deve colher uma safra superior à do ano anterior. Outro fator relevante foi o corte nas “retenciones” para exportação de grãos e subprodutos, medida que beneficia farelo e óleo de soja, nos quais o país é líder global.  

As vendas semanais também foram destaque, impulsionadas por compras significativas da China, que representaram 67,88% da soja negociada entre 10 e 16 de janeiro. Essa demanda chinesa ajudou a compensar as perdas pontuais e contribuiu para que o acumulado semanal fosse positivo. A soja subiu 2,10% ou $ 21,75 cents/bushel, o farelo avançou 2,59% ou $ 7,7/ton curta, enquanto o óleo de soja apresentou recuo de -1,03% ou $ -0,47/libra-peso no mesmo período.  

 





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Verão quente da Argentina começa a prejudicar colheitas, diz bolsa de…


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BUENOS AIRES (Reuters) – Um verão quente e seco no Hemisfério Sul está começando a causar danos às safras de soja e milho de 2024/25 da Argentina, informou a Bolsa de Cereais de Buenos Aires nesta sexta-feira, depois de ter relatado condições de cultivo praticamente ideais graças às chuvas abundantes da primavera.

A Argentina é o maior exportador mundial de óleo e farelo de soja e o terceiro maior exportador de milho, além de ser um importante fornecedor de trigo. Até algumas semanas atrás, a bolsa não havia relatado praticamente nenhum sinal de danos às safras graças ao clima úmido da primavera.

No entanto, com o início do verão, no final de dezembro, começaram a ser observados impactos das altas temperaturas e da escassez de chuvas sobre as plantações.

Para as culturas de milho, cultivadas na seção sul do coração agrícola da Argentina, a bolsa disse que “os sintomas de estresse hídrico estão começando a ser observados, como o amarelecimento das folhas basais com possíveis perdas de rendimento”.

Até o momento, os produtores de milho plantaram 87% dos 6,6 milhões de hectares de soja previstos pela bolsa e 93% dos 18,4 milhões de hectares estimados de campos de soja.

Para a soja, a bolsa disse que a área de terras cultivadas que se beneficiaram de condições hídricas “adequadas a ótimas” encolheu 7 pontos percentuais, para 81% da área total plantada.

Apesar do clima quente, a bolsa disse que as duas principais culturas estão progredindo bem, em geral, graças à umidade abundante dos últimos meses de 2024.

A temporada de trigo da Argentina está quase concluída, acrescentou a bolsa, dizendo que os agricultores já colheram 95% de uma estimativa de 18,6 milhões de toneladas de trigo.

(Reportagem de Maximilian Heath; texto de Sarah Morland)

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Pragas impulsionam mercado de agroquímicos


A Kynetec Brasil divulgou o estudo FarmTrak algodão, que revelou um aumento de 9% no mercado de defensivos agrícolas para o algodão na safra 2023-24. O setor movimentou R$ 7,4 bilhões, ante R$ 6,8 bilhões na temporada anterior. Segundo Felipe Lopes Abelha, analista de inteligência de mercado da Kynetec, esse crescimento está relacionado à expansão da área plantada e ao aumento de aplicações específicas. 

O algodão é a sexta cultura mais relevante para a indústria de defensivos e alcançou uma área recorde de 2 milhões de hectares, 18% superior à safra 2022-23, que foi de 1,64 milhão de hectares. “Destacamos da pesquisa o acréscimo de duas aplicações pelo produtor, em média, que por sua vez resultaram numa alta de nove tratamentos frente ao ciclo 2022-23”, ele assinala. “Isso apesar da redução de 11% no preço médio da arroba da pluma no período, para US$ 23 a arroba”, acrescenta.

Os inseticidas mantiveram a liderança entre os agroquímicos, movimentando R$ 3,7 bilhões, um crescimento de 21% em relação à safra anterior. Pragas como o bicudo, a mosca-branca e as lagartas exigiram maior atenção, com destaque para o bicudo, que passou de 13 para 15 aplicações. As lagartas contribuíram com 1,5 aplicação extra, e, juntas, essas pragas geraram R$ 700 milhões em negócios. Em contrapartida, o mercado de herbicidas registrou queda de 22%, totalizando R$ 1,148 bilhão, R$ 300 milhões a menos que no ciclo anterior, reflexo da redução nos preços desses produtos.

Fungicidas apresentaram crescimento de 10%, atingindo R$ 150 milhões. O número médio de tratamentos subiu de 11,8 para 13,3, devido a preocupações com doenças como a ramulária, principal problema da cultura, e a mancha-alvo, especialmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 

 





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CTR aprova antecipação da semeadura da soja no Oeste da Bahia


Amparada por um trabalho de defesa fitossanitária exitoso tanto para as culturas da soja quanto para a do algodão, as Câmaras Técnica Regional da soja e do algodão (CTRs) deliberaram em favor da manutenção da antecipação excepcional da emergência da soja no Oeste da Bahia, com reflexo direto no início do plantio do algodão irrigado, que sucede a soja precoce na região. 

As decisões foram votadas em duas reuniões, divididas ao longo da última quinta-feira (23), realizadas presencialmente e online, com presença de representantes da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Associação dos Engenheiros Agrônomos de Luís Eduardo Magalhães (Agrolem), Fundação Bahia, Secretaria de Agricultura da Bahia (Seagri), Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro). 

Com a aprovação, a fase de emergência da soja – quando a semente começa a germinar, poucos dias após a semeadura – que, em função do cronograma de vazio sanitário, deveria começar no dia 8 de outubro, passa a ser, excepcionalmente, no dia 25 de setembro. A data final estabelecida pela legislação permanece a mesma, o dia 31 de dezembro. Já o algodão manteve o calendário, de 21 de novembro a 10 de fevereiro, para o Oeste da Bahia, e de 1º de novembro a 10 de fevereiro, na região Sudoeste.

Para a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto, o resultado das votações prova um trabalho consistente de defesa fitossanitária em relação à ferrugem da soja no Oeste da Bahia. “Prevaleceu o consenso de que a antecipação funciona e não põe em risco as lavouras da região, numa decisão que é respaldada por dados científicos e empiricamente, também”, pondera. Segundo Alessandra, a união entre as entidades do agro regional mostra que o foco é sempre o bem comum. 

“Não importa se o produtor é de soja ou também planta algodão, se planta em sistema de sequeiro ou com irrigação. Estamos todos do mesmo lado”, afirmou. 

No dia anterior às reuniões, as entidades participaram de um seminário, que reuniu especialistas, produtores e técnicos agrícolas para discutir desafios, inovações e oportunidades nas culturas de soja e milho, que alternam com o algodão na região. Na ocasião, a Abapa distribuiu, entre os presentes, Notas Técnicas da Aiba e da Embrapa, com argumentos de suporte à manutenção da excepcionalidade no calendário. 

Experiência positiva

A antecipação da semeadura já vinha sendo posta em prática no Oeste da Bahia com a soja, nas duas últimas safras, em caráter excepcional, com autorização da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), abrangendo 111 mil hectares. A prática tem como objetivo otimizar o calendário agrícola, melhorar o manejo fitossanitário e minimizar os riscos associados à ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi). 

A antecipação segue as diretrizes do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), regulamentado pela Portaria SDA/MAPA nº 1.124/2024. 

Ferrugem em declínio

Os resultados observados pelos técnicos mostraram uma redução significativa de análises positivas para a ferrugem asiática, com 276 avaliações realizadas na safra atual, superando o monitoramento da safra 2023/2024. Com a antecipação do plantio, a produtividade média parcial das áreas foi de 70-71 sacas por hectare, sem registro de ferrugem nas lavouras monitoradas. 

Quanto ao algodão, de acordo com a Nota Técnica emitida pela Embrapa Algodão em resposta à solicitação da Abapa, sobre as implicações técnicas da antecipação da semeadura da fibra para o cultivo irrigado, são muitas as vantagens em adiantar o plantio do algodão. Além de permitir que a planta atinja o pleno potencial produtivo em menor tempo, com maior qualidade de fibra e menor exposição a pragas e doenças, evita o prolongamento do ciclo e garante que as operações de colheita e manejo sejam concluídas dentro do período do vazio sanitário, assegurando o controle de pragas para a próxima safra. 

Impacto na qualidade e produtividade

Quando o plantio do algodão em áreas irrigadas é tardio, segundo a Embrapa, eleva-se a incidência de doenças como a mancha-de-ramulária e aumentam em até 35% o número de aplicações de fungicidas. O plantio tardio também expõe as plantas a temperaturas inadequadas no período crítico de formação das fibras, o que pode levar a colheitas antecipadas, resultando em menor produtividade. 

Pontos de atenção 

Um dos tópicos que preocupam os integrantes das comissões é a disseminação de tigueras de algodão nas lavouras de soja, decorrentes do transporte inadequado na logística de ida e volta do caroço de algodão e do calcário. Isso acontece porque os caminhões utilizados para levar o caroço –  muito utilizado na ração animal – para outros destinos no nordeste do país, retornam para o Oeste da Bahia com calcário, utilizado na preparação do solo para o plantio da soja, e o resultado é o aparecimento indesejado de plantas de algodão nas lavouras da oleaginosa. 

“No Programa Fitossanitário da Abapa enfatizamos demais a importância do cuidado com a limpeza dos caminhões, mas entendemos que ainda há um grande caminho a seguir na conscientização dos agentes que trabalham neste elo importante da cadeia produtiva. Precisamos, juntos, intensificar as ações para evitar este problema”, conclui Alessandra Zanotto. 





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Grupo digitaliza propriedade no Piauí com redes privativas


A Fazenda Confiança, do Grupo Franciosi Agro, localizada em Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí, está revolucionando sua gestão agrícola com o uso de tecnologia avançada. Em parceria com a Virtueyes IoT Solutions, a fazenda implementou redes privativas que conectam máquinas, equipamentos e colaboradores, superando o desafio histórico de acesso à internet na região.  

O Piauí, que registrou crescimento de 384% no valor da produção agrícola nos últimos oito anos, é um dos grandes destaques do agronegócio brasileiro, consolidando-se como potência no setor. Aproveitando esse potencial, o Grupo Franciosi, referência na produção de soja, milho e algodão, apostou na digitalização para ampliar sua eficiência e produtividade.  

“Vimos a importância da conectividade dentro da fazenda, principalmente para conectar os pivôs e demais equipamentos de telemetria da propriedade. Passamos a avaliar algumas tecnologias nesse sentido em busca de algo que cobrisse a fazenda com uma grande rede de Wi-Fi”, disse Marco Gracindo, Head de Tecnologia do Grupo Franciosi Agro, responsável pelas áreas de inovação, tecnologia e agricultura digital.

A solução desenvolvida pela Virtueyes utiliza conectividade M2M e IoT para cobrir os 12 mil hectares da propriedade, padronizando a comunicação e integrando as tecnologias existentes. Além de otimizar processos agrícolas, a iniciativa tem impacto social positivo, proporcionando conectividade aos colaboradores, que podem manter contato com suas famílias e acessar oportunidades de estudo.  

Atualmente, a implementação está em fase de validação e ajustes, com planos de expandir a tecnologia para outras áreas e fazendas do grupo. Segundo Marco Gracindo, Head de Tecnologia do Grupo Franciosi, o objetivo é garantir qualidade de sinal em toda a propriedade, reforçando o compromisso com inovação e sustentabilidade no agronegócio.  

 





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Final de mês afeta ritmo de negociações no boi gordo



Mercado de boi gordo encerra semana com preços estáveis




Foto: Sheila Flores

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, nesta sexta-feira (24), os preços do boi gordo permaneceram estáveis nesta semana no estado de São Paulo, seguindo o padrão típico para o período. As escalas de abate atendem, em média, uma semana, mas a proximidade do final do mês e o lento escoamento da carne impactaram o ritmo das negociações, dificultando a manutenção das ofertas de compra.

Além disso, a valorização do real frente ao dólar durante a semana pode pressionar as margens das indústrias exportadoras, um ponto de atenção para os próximos dias.

Mato Grosso do Sul: Assim como em São Paulo, as cotações fecharam a semana estáveis, de acordo com o monitoramento da Scot Consultoria.

Alagoas: O estado registrou queda de R$ 3,00/@ no preço do boi gordo, enquanto as fêmeas mantiveram preços estáveis. Não há referências para o “boi China” na região.





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Metagenômica no campo: A revolução sustentável



A plataforma GoSolos, desenvolvida pela GoGenetic Agro, lidera essa transformação



A plataforma GoSolos, desenvolvida pela GoGenetic Agro, lidera essa transformação
A plataforma GoSolos, desenvolvida pela GoGenetic Agro, lidera essa transformação – Foto: Pixabay

Nos dias 29 e 30 de janeiro, Goiânia (GO) será o cenário do X Encontro da Associação Brasileira dos Prestadores de Serviço de Agricultura de Precisão (ABPSAP). O evento, que comemora uma década de avanços no setor, reunirá empresas, cooperativas, pesquisadores e profissionais para compartilhar boas práticas e discutir inovações na agricultura de precisão. Essa abordagem integra tecnologia e gestão estratégica para aumentar a produtividade e reduzir os impactos ambientais, sendo fundamental para o desenvolvimento sustentável do agronegócio.  

Uma das atrações principais será a palestra da CEO da GoGenetic Agro, que apresentará como a metagenômica está transformando o manejo do solo. A tecnologia permite identificar e analisar o microbioma do solo por meio do DNA, trazendo novas perspectivas para a produção agrícola. A aplicação prática dessa ciência possibilita um melhor entendimento das condições do solo, promovendo intervenções mais precisas e eficientes que potencializam os resultados e minimizam desperdícios.  

A plataforma GoSolos, desenvolvida pela GoGenetic Agro, lidera essa transformação ao traduzir análises genéticas complexas em recomendações práticas para os produtores. A solução foca na identificação de patógenos, avaliação de microrganismos benéficos e monitoramento de alterações no solo, permitindo um manejo mais eficiente e sustentável.  

Com essa inovação, os agricultores têm acesso a ferramentas que otimizam a produtividade e reduzem custos, ao mesmo tempo em que promovem a sustentabilidade a longo prazo. A metagenômica representa uma nova era na agricultura, conectando ciência avançada com as necessidades práticas do campo.

 





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Ações europeias encerram semana reduzida por feriado em baixa


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Por Sruthi Shankar e Shashwat Chauhan

(Reuters) – As ações europeias encerraram a semana encurtada por feriado em baixa nesta sexta-feira, com empresas de luxo e fabricantes de bebidas alcoólicas liderando perdas, embora o foco tenha permanecido nos dados econômicos para obter pistas sobre a trajetória da taxa de juros e possíveis mudanças nas políticas dos Estados Unidos sob a Presidência de Donald Trump.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 0,49%, a 508,19 pontos, nas negociações de baixa liquidez após o feriado de Ano Novo.

Setores expostos à China, como mineradoras, artigos de luxo e montadoras ficaram sob pressão, mesmo depois que uma autoridade de Pequim disse que o país aumentará drasticamente o financiamento de títulos ultralongos em 2025 para estimular o investimento empresarial e iniciativas de estímulo ao consumidor.

Investidores têm se preocupado com a economia da China e com a iminência de uma guerra comercial com os EUA antes da posse presidencial de Trump em 20 de janeiro.

A bolsa francesa, que abriga a maioria dos principais nomes de luxo da Europa, registrou sua maior queda em um único dia em mais de sete semanas.

Os mercados acionários dos EUA tiveram um bom desempenho em 2024, ajudados pelo otimismo em relação à inteligência artificial e aos cortes na taxa de juros do Federal Reserve, enquanto a Europa, em contrapartida, registrou apenas ganhos marginais.

O STOXX 600 também atingiu recordes no ano passado, embora as preocupações com a desaceleração da economia europeia, a turbulência política na Alemanha e na França e a ameaça de tarifas do governo Trump tenham limitados os ganhos.

“A incerteza na Europa piorou a situação e pode ajudar a explicar a diferença de avaliação em relação aos EUA”, escreveram economistas do Goldman Sachs em nota.

Eles recomendaram cautela em relação às empresas expostas a tarifas e disseram esperar que o mercado precifique uma medida de alívio fiscal alemão no futuro.

Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,44%, a 8.223,98 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,59%, a 19.906,08 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 1,51%, a 7.282,22 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,72%, a 34.127,62 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,22%, a 11.651,60 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,51%, a 6.444,69 pontos.





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Captura de psilídeo em armadilhas reduz 41% em 2024


A captura de psilídeos em armadilhas instaladas em diversas propriedades do cinturão citrícola do estado de São Paulo e Triângulo Sudoeste Mineiro apresentou queda de 41% em 2024 quando comparada com o mesmo de 2023. Os dados fazem parte do levantamento realizado quinzenalmente pelo Fundecitrus e disponibilizado na plataforma Alerta Psilídeo. De acordo com o sistema, a média de captura registrada em 2023 foi de 2,23 psilídeos por armadilha, contra 1,32, em 2024. Os dados do ano passado também são menores do que o registrado em 2022 (1,68).

A região de Casa Branca (SP) foi a que mais se destacou no cinturão, com uma queda de 76% nas capturas. Na sequência, aparece a região de Frutal (MG) com redução de 72% e, depois, as regiões paulistas de Bebedouro com 68%, Novo Horizonte com 64% e Araraquara com 57%. Itapetininga e Brotas são as únicas regiões que tiveram aumento de captura, com 19% e 9% respectivamente. De acordo com o engenheiro-agrônomo do Fundecitrus e coordenador do departamento de Transferência de Tecnologia, Ivaldo Sala, a queda de capturas reflete o bom trabalho que os citricultores e demais profissionais do setor vem desempenhando no manejo do inseto com o objetivo de mitigar a incidência do greening nos pomares e, ainda, a ocorrência de altas temperaturas associadas a longos períodos com falta de chuva, registrados no ano passado. Essa soma de fatores impactou a incidência do inseto, sua reprodução e dispersão.  

Manejo intensificado

Mesmo com a queda nas capturas, Sala reforça que o trabalho de manejo precisa ser intensificado diante da complexidade da doença e da capacidade destrutiva que ela representa para os pomares. “Essa redução é muito importante porque mostra, mais uma vez, que as diretrizes de manejo que sempre foram recomendadas pelo Fundecitrus se mostram eficazes. No entanto, precisamos, cada vez mais, fortalecer esse trabalho, sem deixar que erros ocorram principalmente em regiões de expansão na nossa citricultura”, diz.

O ano de 2023 apresentou o maior índice de captura de inseto desde que o Alerta Psilídeo começou a operar. As brotações, principal fonte de alimento do inseto, seguiram a mesma tendência de alta no período e chegaram a 17,20%. Em 2024, esse percentual foi 4% menor. “Ou seja, tivemos um cenário de brotações ao longo do ano passado com uma ligeira redução de incidência no comparativo com um ano com registros de índices altíssimos. Isso mostra que o controle do inseto, com frequência de pulverização correta, eliminação de plantas doentes e rotação dos modos de ação, fez toda a diferença para impactar na redução das capturas de psilídeo”, explica Sala. As novas armadilhas da área de expansão, nos estados de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais se somam a outras 35 mil nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, totalizando 267 municípios em 21 regiões monitoradas.





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