terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Obrigatoriedade da NFP-e começa em fevereiro para produtores rurais



90% dos produtores já utilizam nota eletrônica em SC




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Segundo o divulgado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (SAR), a Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e) passará a ser obrigatória em todo o Brasil a partir de 3 de fevereiro de 2025 para produtores rurais com faturamento superior a R$ 360 mil em 2023 ou 2024. A regra, estabelecida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), também será válida para operações interestaduais, independentemente do valor faturado.

Em Santa Catarina, levantamento da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) revela que 90% dos produtores enquadrados na nova exigência já utilizam a NFP-e. Cerca de mil produtores catarinenses que ultrapassaram o teto de R$ 360 mil em faturamento anual ainda precisam se adaptar ao sistema eletrônico.

Para os agricultores e pecuaristas com faturamento abaixo desse valor, a obrigatoriedade será escalonada. Eles poderão continuar utilizando a nota fiscal em papel até 5 de janeiro de 2026. Além disso, há 171 mil produtores primários cadastrados no estado que não emitiram notas fiscais em 2024 e, por isso, não serão impactados neste momento.

O Confaz inicialmente previa a obrigatoriedade da NFP-e para julho de 2023. Após adiamentos sucessivos, a implementação foi prorrogada para 2024 e, agora, para 2025. A Secretaria de Fazenda de Santa Catarina está finalizando um decreto que oficializará a mudança no estado, assegurando que nenhum produtor será penalizado pelo uso da nota em papel até o início das novas regras.

A SEF/SC, em parceria com o Sistema Faesc/Senar, realizou 1,2 mil treinamentos em 2023, capacitando mais de 12 mil produtores para aderir ao sistema eletrônico. Unidades conveniadas em todo o estado seguem à disposição para orientar os produtores sobre a emissão da NFP-e e regularizar os cadastros.





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Exportações de carne bovina somam US$ 722 mi em janeiro



Preço da carne bovina cresce 11% nas exportações de 2025




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De acordo com o boletim semanal divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (27), dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que, até a quarta semana de janeiro de 2025, o Brasil exportou 143,31 mil toneladas de carne bovina in natura. O volume gerou uma receita de US$ 722,01 milhões, com uma média diária de US$ 42,47 milhões.

A quantidade embarcada diariamente foi de 8,43 mil toneladas, um aumento de 2,12% em relação ao mesmo período de 2024. Além disso, o preço médio da tonelada alcançou US$ 5.037,88, representando um crescimento de 11,38% comparado ao valor médio registrado em janeiro do ano anterior.

O desempenho reflete a contínua demanda externa pela proteína bovina brasileira. Caso o ritmo das exportações seja mantido, o mês de janeiro de 2025 poderá se tornar o melhor da história para o setor, consolidando um novo recorde.





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Regiões sofrem com perdas de soja por falta de chuva



Bioinsumos ajudam soja a resistir à seca no RS




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O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (23), revela os impactos da estiagem prolongada nas lavouras de soja do Rio Grande do Sul. A irregularidade e a escassez de chuvas têm comprometido o desenvolvimento das plantas em diversas regiões do estado, com perdas variando entre 20% e 50%.

 

  • Bagé e Fronteira Oeste: As chuvas esparsas e mal distribuídas levaram a perdas de até 40% em municípios como Santana do Livramento e Santa Margarida do Sul. Em Maçambará, a situação é crítica, com mais de 40 dias sem precipitações em solos arenosos, resultando na morte de plantas. Já em Manoel Viana, precipitações de até 100 mm aliviaram parcialmente o cenário, estabilizando a quebra em 35%.
  • Região da Campanha: Dom Pedrito concluiu o plantio de 165 mil hectares, com aumento de 3,13% na área prevista. Técnicas como o uso de bioinsumos têm reduzido os sintomas de estresse hídrico em algumas lavouras.
  • Caxias do Sul: As chuvas recentes beneficiaram o florescimento e o enchimento de grãos, sem registros significativos de fitossanidade.
  • Santa Maria e Santa Rosa: Estresse hídrico e dificuldades de fechamento de linhas comprometem o desenvolvimento fisiológico. Em áreas de solos rasos, perdas irreversíveis são registradas.
  • Soledade: Cerca de 45% das lavouras estão em florescimento e 10% em enchimento de grãos. A reposição de umidade é essencial para evitar perdas adicionais.


Em diversas regiões, produtores intensificaram o manejo de pragas e doenças, com foco na ferrugem-asiática e percevejos. Sistemas de irrigação, embora limitados, têm ajudado a mitigar os impactos.

O monitoramento contínuo e a previsão de chuvas mais regulares serão cruciais para evitar perdas adicionais, especialmente nas lavouras em fase de florescimento e enchimento de grãos.





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Maior feira de máquinas do mundo terá dias temáticos



“Os visitantes terão mais espaço e oportunidades para participar de discussões”



O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes
O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes – Foto: Canva

A Agritechnica 2025, maior feira mundial de máquinas agrícolas, acontecerá de 9 a 15 de novembro em Hannover, Alemanha. Sob o tema “Touch Smart Efficiency”, a feira será um ponto de encontro para discutir o futuro da agricultura, com foco em tecnologias digitais para aumentar eficiência, sustentabilidade e produtividade. A grande novidade deste ano será a introdução dos “dias temáticos”, com o slogan “7 dias – 7 temas”. 

Cada dia será dedicado a um grupo específico de visitantes, como concessionários, grandes produtores e jovens profissionais, promovendo uma troca mais direcionada entre expositores e público. “Isso resulta em um valor real para ambos os lados”, afirma Timo Zipf, Gerente de Projetos da Agritechnica. 

Os “Agribusiness Days”, nos dias 10 e 11 de novembro, serão voltados para concessionários e produtores, oferecendo eventos e informações exclusivas para esse público. O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes. Além disso, outros dias temáticos como o “Innovation and Press Day” (9 de novembro) e o “International Farmers Day” (12 de novembro) também estarão na programação. A expectativa é que o evento atraia uma alta participação internacional, como indicam os níveis de inscrição de expositores.

“Os visitantes terão mais espaço e oportunidades para participar de discussões direcionadas sobre investimentos, o que significa que podem organizar o contato com os expositores de forma mais eficiente. Os expositores ganham mais tempo para oferecer apresentações personalizadas, focar profundamente nos grupos de clientes relevantes e manter e expandir contatos comerciais direcionados”, acrescenta Zipf.





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Crédito do BNDES auxilia recuperação pós enchente



O alagamento atingiu armazéns logísticos da Grano



O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro
O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro – Foto: Pixabay

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um crédito de R$ 24,4 milhões para a Grano Alimentos, empresa do setor de vegetais congelados, como parte do programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul. O recurso visa auxiliar na recuperação da empresa após os danos causados pela enchente de 2024, que inundou seu centro de recebimento e armazenagem de produtos em Esteio (RS). 

O alagamento atingiu armazéns logísticos da Grano, com água chegando a três metros de altura, o que resultou na interrupção do sistema de refrigeração por mais de 25 dias, prejudicando o estoque de vegetais como brócolis, ervilha, couve-flor e batata.

O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro, principalmente para a reposição dos produtos perdidos e do estoque, incluindo mudas de brócolis na colheita. Wilrobson Bassiano, diretor financeiro da Grano, destacou a importância do apoio: “O custo reduzido do capital viabiliza o aumento da produção e a continuidade das operações em um cenário desafiador no país.” A Grano também se beneficia de seu modelo de produção, que envolve a agricultura familiar, o que contribui para a geração de emprego e renda na região.

A ação integra o programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul, que visa mitigar os impactos climáticos e ajudar na recuperação econômica do estado. Já foram aprovados R$ 17,5 bilhões para capital de giro de empresas gaúchas e outros R$ 4,22 bilhões em garantias. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou a importância da iniciativa para a economia local e a união entre indústria e agricultura.

 





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Chuva acima de 150 mm e calor predominam



Calor e instabilidade definem clima na última semana de janeiro




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Entre os dias 27 de janeiro e 3 de fevereiro de 2025, o clima no país será caracterizado por chuvas intensas em diversas regiões e temperaturas elevadas, conforme aponta o modelo COSMO do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

Precipitação: distribuição desigual pelo território

  • Norte: Pancadas de chuva influenciadas pelo calor e umidade devem resultar em acumulados acima de 50 mm, com volumes que podem ultrapassar 80 mm em pontos específicos, como o norte do Amazonas e o Amapá. Áreas de Roraima e noroeste do Pará terão volumes menores, abaixo de 20 mm.
  • Nordeste: Chuvas mais intensas no centro-oeste da região, incluindo Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, com acumulados superiores a 50 mm. No litoral leste, volumes serão inferiores a 20 mm, enquanto no centro-leste da Bahia e interior de outros estados, os acumulados ficarão abaixo de 10 mm.
  • Centro-Oeste: Instabilidades trarão chuvas generalizadas, com volumes entre 30 e 60 mm. Pontos isolados em Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul poderão registrar acumulados acima de 150 mm.
  • Sudeste: Precipitações acima de 50 mm em São Paulo, sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro. Pontos isolados podem ultrapassar 150 mm. Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais terão volumes abaixo de 10 mm.
  • Sul: Chuvas intensas, com volumes acima de 50 mm na maior parte da região. Pontos do oeste do Paraná e norte do Rio Grande do Sul podem registrar acumulados superiores a 80 mm, enquanto o extremo sul gaúcho terá chuvas inferiores a 20 mm.


Temperaturas: calor predomina no país

Norte e Nordeste: Máximas variam entre 26°C e 36°C, podendo ultrapassar 38°C no interior do Nordeste.

Centro-Oeste: Temperaturas de 28°C a 36°C, com tendência de queda em Goiás e Mato Grosso para até 24°C.

Sudeste e Sul: Máximas entre 22°C e 34°C, com mínimas de 18°C a 26°C.

No dia 1º de fevereiro, o calor será mais intenso no Nordeste e Norte, com temperaturas acima de 38°C. Já o Centro-Oeste registrará máximas de até 38°C, especialmente no Mato Grosso do Sul.

As mínimas variarão entre 16°C e 26°C, com destaque para o Sul, Sudeste e áreas serranas que terão temperaturas mais amenas.

 





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Dólar cai pela sexta sessão seguida



Com impacto global, dólar encerra dia em leve baixa no país




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Segundo dados do InfoMoney divulgados nesta segunda-feira (23), o dólar fechou quase estável no Brasil, refletindo a queda nos rendimentos dos Treasuries e o impacto global causado pela startup chinesa DeepSeek, que abalou o setor de inteligência artificial.

A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com leve baixa de 0,09%, cotada a R$ 5,9128, menor valor desde 26 de novembro de 2024, quando atingiu R$ 5,8096. Este foi o sexto dia consecutivo de desvalorização do dólar frente ao real.

Apesar da recuperação esboçada pela manhã, a moeda acumulou uma baixa de 4,31% ao longo de janeiro, sinalizando o fortalecimento do real frente ao dólar em um cenário de ajustes globais no mercado financeiro.

Na B3, às 17h05, o dólar futuro com vencimento em fevereiro registrava leve alta de 0,02%, cotado a R$ 5,9185.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,912
  • Venda: R$ 5,912

Dólar turismo

  • Compra: R$ 5,943
  • Venda: R$ 6,123





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Paraná abre edital de R$ 77 milhões para Compras Direta de alimentos


O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, anunciou nesta segunda-feira (27) o edital de Chamada Pública Eletrônica para o programa Compra Direta Paraná. Nesta edição, serão destinados R$ 77 milhões, provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. A partir de 30 de janeiro, estará aberto o sistema para o recebimento das propostas.

O programa visa adquirir alimentos produzidos pela agricultura familiar no Paraná, que serão destinados à rede socioassistencial do estado, incluindo restaurantes populares, cozinhas comunitárias, hospitais filantrópicos, além de Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas), entre outros.

A iniciativa visa fortalecer circuitos locais e regionais de comercialização, além de valorizar a biodiversidade, promover a produção orgânica, incentivar hábitos alimentares saudáveis e estimular o cooperativismo. O limite para cada Declaração Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP/CAF Jurídica) é de R$ 200 mil.

O edital também traz novidades, como o incremento das quantidades a serem adquiridas nos municípios que compõem a Rota do Progresso, com foco em áreas de menor Índice Ipardes de Desempenho Municipal. Outra novidade é a inclusão de alimentos orgânicos, como frutas, hortaliças e legumes, que terão um adicional de até 30% no valor da compra, garantindo, ainda, análise dos resíduos de agrotóxicos.

Desde 2020, a chamada pública utiliza um sistema informatizado desenvolvido pela Celepar, que facilita todo o processo, desde o cadastro dos agricultores até a execução dos contratos, beneficiando cerca de mil entidades em todo o estado.

O Compra Direta Paraná é exclusivo para organizações com a DAP/CAF Jurídica e residentes no estado, com exigência de funcionamento por pelo menos um ano. As contratações terão duração de 12 meses, com possibilidade de extensão por até cinco anos. A entrega dos produtos está prevista para iniciar em abril e se estender até abril de 2026.





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EUA concederão US$ 306 milhões para monitoramento e preparação para gripe…


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3 de janeiro (Reuters) – O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA disse na sexta-feira que concederia US$ 306 milhões em fundos para ajudar no monitoramento da gripe aviária, à medida que o vírus se espalha entre rebanhos leiteiros e trabalhadores rurais em todo o país.

Em dezembro, o país relatou seu primeiro caso humano grave de gripe aviária em um morador da Louisiana, que foi hospitalizado em estado crítico após suspeita de contato com um rebanho de quintal infectado.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) confirmaram 61 casos humanos em todo o país desde abril, principalmente em trabalhadores de fazendas leiteiras onde o vírus infectou gado, embora tenham observado que a gripe aviária ainda representa um risco baixo para o público em geral.

“Embora o risco para os humanos permaneça baixo, estamos sempre nos preparando para qualquer cenário possível que possa surgir”, disse o secretário do HHS, Xavier Becerra.

A Administração para Preparação e Resposta Estratégica dos EUA concederá cerca de US$ 183 milhões em financiamento para programas regionais, estaduais e locais de preparação hospitalar e centros de tratamento de patógenos, entre outros.

O CDC concederá cerca de US$ 111 milhões para ajudar a monitorar a doença, bem como fabricar, armazenar e distribuir kits adicionais de teste de diagnóstico de influenza para vigilância.

Os Institutos Nacionais de Saúde concederão cerca de US$ 11 milhões para pesquisas adicionais sobre possíveis medicamentos para a doença.

O HHS disse que, juntamente com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, está trabalhando em estreita colaboração com parceiros federais, estaduais, locais e industriais para proteger a saúde humana e animal, bem como a segurança alimentar.

Reportagem de Sriparna Roy em Bengaluru; Edição de Shilpi Majumdar

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Cebolinha e salsinha geram R$ 303 milhões no Brasil


De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a salsinha e a cebolinha têm se mostrado potências econômicas no setor agropecuário, embora ainda estejam um pouco “deslocadas” da atenção do consumidor nas prateleiras do varejo. Essas ervas, que podem ser cultivadas até mesmo em vasos em áreas como sacadas ou em pequenas hortas domésticas, representam uma importante atividade agrícola.

Segundo o Censo Agropecuário de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o Brasil possui 87,3 mil estabelecimentos rurais que cultivam cebolinha, com uma produção de 97,4 mil toneladas (t), gerando R$ 303,1 milhões de Valor Bruto da Produção (VBP). A salsinha, por sua vez, foi cultivada em 30,8 mil propriedades, gerando 51,1 mil t e R$ 125,3 milhões de VBP.

O estado de São Paulo lidera a produção e o VBP das duas ervas, sendo responsável por 18% da produção de cebolinha (R$ 54,6 milhões) e 32% da produção de salsinha (R$ 40,2 milhões). Os municípios de Mogi das Cruzes e Piedade são os principais produtores de cada tempero, respectivamente.

No Paraná, o estado ocupa a quarta posição no VBP das duas ervas. Em 2023, a produção de salsinha e cebolinha foi realizada em menos de 1,5 mil hectares (ha). Juntas, essas culturas representam 1,1% do total de R$ 7,2 bilhões do VBP da olericultura no estado. A cebolinha foi cultivada em 749 hectares e gerou 10,3 mil t, com VBP de R$ 75,5 milhões. Já a salsinha, cultivada em 741 hectares, produziu 10,3 mil t, com VBP de R$ 77,7 milhões.

Em relação ao crescimento da área cultivada, houve uma evolução de 42,6% na produção de cebolinha desde 2014, quando a área era de 525 hectares. A salsinha teve um aumento de 63,5% no mesmo período, subindo de 453 hectares em 2014.

O Núcleo Regional de Curitiba se destaca pela significativa contribuição nas produções de ambas as ervas. Ele responde por 53,6% da produção de cebolinha e 61,8% da produção de salsinha no estado. Os municípios de São José dos Pinhais e Mandirituba são os principais polos de produção, com 30,2% e 36,6% respectivamente nas duas culturas.

Embora os valores mais recentes não superem os de anos anteriores, quando o VBP da cebolinha foi de R$ 117,1 milhões em 2020, e da salsinha foi de R$ 171,2 milhões em 2016, os números ainda demonstram a importância dessas culturas para a economia local.





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