terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Perspectiva para ano que se inicia é positiva, diz autoridade do Fed


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Por Howard Schneider

BALTIMORE (Reuters) – A perspectiva para a economia dos Estados Unidos em 2025 é positiva, com mais chances de alta do que de baixa para o crescimento, apesar da incerteza sobre o impacto do comércio e de outras políticas que podem ser adotadas pelo novo governo Trump, disse o presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, nesta sexta-feira.

“A forma como a incerteza da política econômica será resolvida será importante. Mas, com o que sabemos hoje, espero mais vantagens do que desvantagens em termos de crescimento”, disse Barkin em comentários à Associação de Bancários de Maryland, com potencialmente “mais risco do lado da inflação”, se, por exemplo, as contratações se fortalecerem.

Com empresas otimistas e consumidores ainda gastando, Barkin disse achar que o mercado de trabalho “está mais propenso a se voltar para a contratação do que para a demissão”.

Os mercados financeiros também parecem estar mais confiantes, com menos incertezas, um alinhamento com a perspectiva do Fed de um ritmo mais lento de cortes na taxa básica no próximo ano e uma aceitação de que os juros de longo prazo “provavelmente não cairão tanto quanto alguns esperavam”, disse Barkin, que não votará este ano na política de juros do Fed.

O Fed reduziu sua taxa de juros de referência em 0,25 ponto percentual na reunião de dezembro e reduziu a taxa em 1 ponto percentual em suas três últimas reuniões de 2024.

Mas com o progresso em relação à inflação estagnado e dúvidas sobre como as políticas comercial, tributária e de imigração do novo presidente Donald Trump podem afetar a economia, autoridades do Fed também projetaram que a taxa de referência cairia apenas mais 0,50 ponto percentual este ano.

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Produtores rurais terão bonificação nas operações de custeio de práticas sustentáveis



A medida foi implementada pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 5.15




Foto: Divulgação

Médios e grandes produtores rurais que comprovarem a adoção de práticas produtivas sustentáveis, por meio de certificações válidas e ativas, poderão obter uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio. A medida foi implementada pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 5.152, publicada em 2 de julho de 2024, e tem como objetivo estimular a sustentabilidade no setor agropecuário.

O benefício vale para certificações válidas em programas oficiais, como o Produção Integrada (PI Brasil), mediante certificação de conformidade emitida por instituição certificadora acreditada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro); o Programa de Boas Práticas Agrícolas (BPA), mediante certificação emitida por instituição certificadora com programa reconhecido pelo Mapa; e os sistemas de produção orgânica, mediante certificação realizada por instituições certificadoras credenciadas pelo Mapa ou certificação realizada por organismos participativos avaliação da conformidade orgânica, no âmbito do Sistema Participativo de Garantia (SPG).

Também tem direito ao desconto o produtor que houver, nos últimos cinco anos agrícolas, contratado crédito de investimento em um dos subprogramas do RenovAgro (antigo Programa ABC), desde que o crédito de custeio seja destinado a atividades desenvolvidas em área total ou parcialmente coincidente com a área objeto do financiamento do RenovAgro e o custeio seja relacionado à atividade financiada. Nesse caso, basta que o produtor autorize a instituição financeira o acesso à informação de seus financiamentos obtidos em outros bancos.

As instituições financeiras deverão validar as informações na Plataforma AgroBrasil + Sustentável. Os passos a serem seguidos estão disponíveis na página do Serpro: página do produto Consulta Práticas Agropecuárias Sustentáveis.

Já o produtor rural, para se habilitar ao benefício, deverá considerar os seguintes requisitos: prévia qualificação socioambiental do estabelecimento rural na Plataforma AB+S; conter pelo menos um certificado válido de prática sustentável emitido para o produtor que solicitou a habilitação ao Plano Safra e cadastrado pela respectiva instituição na Plataforma AB+S; e número do CAR do estabelecimento rural certificado para as práticas sustentáveis. O acesso à Plataforma AB+S, pelo produtor rural, deverá ser realizado por meio do link.





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Pastagens melhoram com chuvas, mas açudes seguem baixos



Calor e chuvas irregulares impactam pecuária de corte




Foto: Alexandre Teixeira

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (23), as altas temperaturas das últimas semanas trouxeram desafios para a bovinocultura de corte no Rio Grande do Sul. O calor intenso afetou o conforto térmico dos animais, mas, em algumas regiões, as chuvas recentes aliviaram parcialmente a situação, permitindo a retomada da adubação em cobertura e amenizando os impactos nas pastagens.

Situação por regiões administrativas

  • Bagé: As chuvas interromperam a estagnação no crescimento das pastagens nativas e cultivadas. Entretanto, na Fronteira Oeste, os açudes e fontes de água continuam baixos em muitas localidades. Apesar disso, o estado corporal do rebanho é satisfatório.
  • Caxias do Sul: A integração lavoura-pecuária tem substituído áreas de pastagens por cultivos de soja e milho. Os rebanhos estão sendo mantidos em campos nativos e pastagens de milheto, capim sudão, tifton e jiggs.
  • Erechim: A baixa oferta de massa verde tem levado ao aumento do uso de volumosos conservados e rações.
  • Frederico Westphalen: O mercado segue aquecido, com valorização nos preços de abate e reposição.
  • Passo Fundo: A estiagem prejudicou o desempenho das pastagens, exigindo ajustes no manejo alimentar e maior atenção à suplementação.
  • Pelotas: O calor acima de 30°C e a alta umidade impactaram negativamente os animais de origem europeia. O manejo está focado no controle de bicheiras e carrapatos.
  • Porto Alegre: Apesar da estiagem, os rebanhos mantêm boas condições, com reforço na suplementação para compensar a escassez de pastagens de verão.
  • Santa Rosa e Soledade: Os rebanhos estão em período reprodutivo, com entouramento das matrizes. Métodos como monta natural, inseminação artificial e inseminação artificial em tempo fixo (IATF) são amplamente utilizados.


O levantamento semanal de preços apontou um aumento de 1,21% no preço médio do boi, passando de R$ 10,74 para R$ 10,87/kg vivo. Já o preço da vaca para abate subiu 0,42%, de R$ 9,57 para R$ 9,61/kg vivo.





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Açúcar sobe nas bolsas internacionais


Segundo a União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar iniciaram a semana em alta nas principais bolsas internacionais nesta segunda-feira (27). Na bolsa de Nova York (ICE), o açúcar bruto registrou um avanço de 0,79%, atingindo a maior cotação em duas semanas e meia. Já na ICE Futures Europe, de Londres, o açúcar branco apresentou valorização de 1,77%.

O lote março/25 da ICE de Nova York foi negociado a 19,17 centavos de dólar por libra-peso, um aumento de 15 pontos em relação à sexta-feira. O contrato de maio/25 subiu 12 pontos, fechando em 17,74 cts/lb. Outros vencimentos tiveram alta entre 5 e 12 pontos.

Em Londres, o contrato com vencimento em março/25 foi cotado a US$ 507,00 a tonelada, uma alta de US$ 8,80 em relação à sessão anterior. A tela maio/25 subiu US$ 6,30, encerrando a US$ 497,80 a tonelada. Outros contratos subiram entre US$ 2,20 e US$ 4,90.

No mercado interno, os preços do açúcar cristal recuaram. Segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 150,72, queda de 1,88% em relação aos R$ 153,60 registrados na última sexta-feira. Com isso, o déficit acumulado do indicador no mês chegou a 6,54%.

No caso do etanol hidratado, o biocombustível também registrou desvalorização após dois dias de alta. De acordo com o Indicador Diário Paulínia, o preço médio caiu 0,70%, passando de R$ 2.927,50/m³ para R$ 2.907,00/m³.





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Milho registra alta na CME e segue influenciado por fatores globais



Estiagem na Argentina pressiona preço do milho na CME




Foto: Canva

De acordo com o boletim semanal divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (27), o preço do milho no contrato julho/25 da Chicago Mercantile Exchange (CME) alcançou a média de US$ 4,97/bushel na semana encerrada em 24 de janeiro. O valor representa uma alta de 1,38% no comparativo semanal, impulsionada por fatores como o aumento do consumo de E-15 nos Estados Unidos e a sustentação nos preços de outros grãos.

Além disso, os preços foram fortalecidos pelos dados de Oferta e Demanda (O&D) divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em 12 de janeiro. No comparativo anual, o preço médio do milho entre 20 e 24 de janeiro registrou crescimento de 1,66% em relação ao mesmo período de 2024, refletindo expectativas de queda na produção global para a safra 2024/25.

Outro ponto de atenção é a produção sul-americana, que pode influenciar diretamente as cotações futuras na bolsa de Chicago. A estiagem na Argentina e no sul do Brasil gera incertezas quanto ao desempenho da safra. No Brasil, as chuvas intensas no norte têm dificultado a colheita da soja, atrasando também os trabalhos de campo relacionados ao milho, o que pode impactar a oferta.





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SC projeta alta de 49,8% na produção de tabaco em 2024/25


De acordo com os dados da edição de janeiro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, a produção de tabaco foi marcada por desafios climáticos em Santa Catarina na safra 2023/24. O estado produziu 158 mil toneladas, representando 29,6% da produção da Região Sul do Brasil, em uma área de 86 mil hectares. A produtividade média foi de 1.784 kg/ha, queda de 28,1% em relação à safra anterior, impactada por chuvas acima da média que prejudicaram o desenvolvimento, colheita e secagem do tabaco.

As variedades de tabaco apresentaram as seguintes produtividades: Virgínia (1.822 kg/ha, -27,5%), Burley (1.453 kg/ha, -33,9%) e Galpão Comum (1.232 kg/ha, -38,2%). A Microrregião de Canoinhas foi a maior produtora, contribuindo com 46,5% da produção estadual, seguida por Rio do Sul (13,3%) e Ituporanga (12,6%).

Apesar da queda na produção, os preços pagos aos fumicultores subiram significativamente. O preço médio do tabaco em 2023/24 foi de R$ 23,00 por quilo, aumento de 24,6% em relação ao ciclo anterior. A variedade Virgínia apresentou o maior preço médio, R$ 23,22 (+25,4%), enquanto Burley (R$ 20,33) e Comum (R$ 20,29) também registraram ganhos.

Entre 2020 e 2024, o preço médio do tabaco em Santa Catarina cresceu 2,6 vezes, refletindo a valorização da cultura. Para a safra 2024/25, projeta-se uma recuperação: a área plantada deve aumentar 11,8%, alcançando 94,2 mil hectares, com expectativa de crescimento de 49,8% na produção, atingindo 225 mil toneladas.

Entretanto, negociações sobre o preço do tabaco entre produtores e empresas fumageiras seguem sem acordo. Os debates consideram o custo de produção, que varia de 6,18% a 10,55% para a variedade Virgínia.





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live debate novas tecnologias na aeração



Programa Grão Seguro promove debates sobre aeração de grãos


Foto: Leonardo Gottems

O Programa Grão Seguro (PGS) inicia seu terceiro ano de transmissões ao vivo com foco em conteúdos especializados na área de pós-colheita de grãos. Hoje, nesta quarta-feira, 29 de janeiro, às 19h30 (horário de Brasília), o convidado será o professor André Goneli, da Universidade de Dourados, que apresentará o tema: “Aeração: A influência das novas tecnologias na tomada de decisão sobre aeração de grãos”.

O tema é de grande relevância para um país como o Brasil, onde diferenças climáticas regionais impactam diretamente a qualidade dos grãos armazenados. O programa busca oferecer informações técnicas que auxiliem na tomada de decisões para manutenção da qualidade da produção.

Com supervisão dos especialistas em armazenagem Irineu Lorini e Lincoln Hiroshi Miike, e apresentado por Heitor José Barbosa, o PGS conta com o apoio institucional da ABRAPÓS (Associação Brasileira de Pós-Colheita) e patrocínio de importantes empresas do setor agropecuário.

Desde sua criação, o programa tem como objetivo disseminar conhecimento de qualidade para os profissionais do setor, priorizando a curadoria criteriosa de convidados e temas. Com quase 3 mil inscritos no canal, o PGS já alcançou público em diferentes regiões do Brasil e até em outros países, fortalecendo seu papel como referência no setor.

Transmitido ao vivo pelo YouTube, o programa é uma oportunidade para se atualizar sobre as tendências e inovações da pós-colheita, promovendo a troca de experiências entre especialistas e profissionais do agro. (https://www.youtube.com/channel/UCSXPrBXjIbFdBavNsIDOU2w)





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impacto na qualidade e produtividade



Mosaico-dourado ameaça produção de feijão


Foto: Canva

Segundo o informado pela engenheira agrônoma Gressa Chinelato em artigo publicado no Blog da Aegro, o mosaico-dourado, causado pelo vírus BGMV (Bean Golden Mosaic Virus) e transmitido pela mosca-branca, é atualmente a principal virose que afeta o cultivo de feijão. A doença pode acarretar perdas significativas na produção, prejudicando tanto a quantidade quanto a qualidade do grão.

Os sintomas típicos do mosaico-dourado incluem mosaico amarelo intenso no limbo foliar, redução do crescimento das plantas, superbrotamento, má formação de vagens e grãos, além de encarquilhamento das folhas. Com a progressão da doença, a superfície foliar adquire uma coloração amarelada uniforme, enquanto as vagens apresentam deformações que comprometem o produto final.

Para mitigar os impactos, especialistas recomendam práticas de manejo como:

  • Adesão ao vazio sanitário para o feijoeiro, evitando a sobrevivência do vírus no campo;
  • Uso de inseticidas direcionados ao controle da mosca-branca, vetor da doença;
  • Plantio de variedades tolerantes ou resistentes ao vírus.

Medidas preventivas são essenciais para evitar a disseminação da virose e preservar a produtividade, especialmente em regiões de alta incidência.





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a origem do uso de adubos naturais



No Egito antigo, fertilizantes surgiram mais de cinco mil anos atrás




Foto: Canva

Desde os primórdios da agricultura, povos antigos observaram que algumas áreas apresentavam solos mais férteis, propiciando melhores condições para o cultivo. Mais de cinco mil anos atrás, no Egito Antigo, práticas rudimentares, como o uso de cinzas, dejetos de animais, resíduos vegetais e húmus dos rios, deram início à chamada Revolução Agrícola.

Povos nômades que passaram pela região perceberam a riqueza mineral e a disponibilidade de água nos solos próximos aos rios, marcando o começo do uso de nutrientes naturais, como o lodo fluvial, para adubação orgânica. Essa descoberta reduziu a necessidade de deslocamentos sazonais, estabelecendo as bases para a agricultura fixa.

O conceito moderno de fertilidade do solo surgiu em 1840, com o químico alemão Justus Von Liebig, que investigou quais nutrientes as plantas necessitam, como adquiri-los e como a agricultura pode suprir essas demandas. Suas pesquisas revolucionaram a compreensão da nutrição vegetal, dando origem ao desenvolvimento dos fertilizantes modernos.

Desde então, o avanço na produção e uso de fertilizantes tem transformado a capacidade de suprir nutrientes ao solo, aumentando a produtividade e a eficiência das práticas agrícolas.

“Hoje a crescente demanda por alimentos no mundo, impulsionada pelo aumento da população, é um desafio para a capacidade de produção agrícola. Nesse contexto, os fertilizantes se tornaram uma ferramenta indispensável para atender às necessidades globais de produção de alimentos. O papel desses produtos inclui nutrir as plantas, aumentar a produtividade das culturas, melhorar a qualidade do solo e garantir a segurança alimentar do planeta”, explica Luís Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes.

Com informações da assessoria.*





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Obrigatoriedade da NFP-e começa em fevereiro para produtores rurais



90% dos produtores já utilizam nota eletrônica em SC




Foto: Divulgação

Segundo o divulgado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (SAR), a Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e) passará a ser obrigatória em todo o Brasil a partir de 3 de fevereiro de 2025 para produtores rurais com faturamento superior a R$ 360 mil em 2023 ou 2024. A regra, estabelecida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), também será válida para operações interestaduais, independentemente do valor faturado.

Em Santa Catarina, levantamento da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) revela que 90% dos produtores enquadrados na nova exigência já utilizam a NFP-e. Cerca de mil produtores catarinenses que ultrapassaram o teto de R$ 360 mil em faturamento anual ainda precisam se adaptar ao sistema eletrônico.

Para os agricultores e pecuaristas com faturamento abaixo desse valor, a obrigatoriedade será escalonada. Eles poderão continuar utilizando a nota fiscal em papel até 5 de janeiro de 2026. Além disso, há 171 mil produtores primários cadastrados no estado que não emitiram notas fiscais em 2024 e, por isso, não serão impactados neste momento.

O Confaz inicialmente previa a obrigatoriedade da NFP-e para julho de 2023. Após adiamentos sucessivos, a implementação foi prorrogada para 2024 e, agora, para 2025. A Secretaria de Fazenda de Santa Catarina está finalizando um decreto que oficializará a mudança no estado, assegurando que nenhum produtor será penalizado pelo uso da nota em papel até o início das novas regras.

A SEF/SC, em parceria com o Sistema Faesc/Senar, realizou 1,2 mil treinamentos em 2023, capacitando mais de 12 mil produtores para aderir ao sistema eletrônico. Unidades conveniadas em todo o estado seguem à disposição para orientar os produtores sobre a emissão da NFP-e e regularizar os cadastros.





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