segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Falta de mudas reduz safra de morangos


De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), o cultivo de morangos no Rio Grande do Sul segue com desafios e oscilações nos preços. Fatores climáticos, pragas e disponibilidade de mudas têm impactado a safra atual, enquanto produtores se organizam para a próxima temporada.

A comercialização do morango apresenta grande variação nos preços, dependendo da qualidade e da localização. Em Pelotas, os produtores recebem entre R$ 15,00 e R$ 25,00/kg, enquanto em Rio Grande, os valores chegam a R$ 40,00/kg. Já em Turuçu, o preço médio é de R$ 18,00/kg. Devido à menor qualidade dos frutos e baixa rentabilidade, alguns produtores têm optado por congelar a produção para posterior venda a mercados especializados em polpa.

Na região de Santa Maria, a colheita das variedades de dias curtos está próxima do fim, enquanto as de dias neutros seguem com bom desenvolvimento. No município de Agudo, um dos principais produtores da região, os preços variam entre R$ 35,00 e R$ 40,00/kg.

Apesar da boa qualidade dos frutos, a safra foi reduzida devido à escassez de mudas. Em algumas propriedades, as plantas morreram por falta de água ou baixa qualidade. Em São Vicente do Sul, houve registro de mancha-de-micosferela, ácaro-rajado e lagartas, afetando a produtividade.

Na região de Soledade, as temperaturas elevadas têm reduzido a produção e afetado a qualidade dos frutos. Há relatos de perda de floradas, crescimento excessivo da parte vegetativa e aumento de pragas, como percevejo-do-fruto, ácaro-rajado e pulgão. Além disso, algumas lavouras enfrentam ataques de pássaros.

Apesar dos desafios, a qualidade dos morangos da região ainda é considerada razoável, com preços ao produtor variando entre R$ 20,00 e R$ 25,00/kg.

Diante das dificuldades, produtores já se preparam para a próxima safra, realizando encomendas de mudas e planejando investimentos em estufas. Alguns têm apostado em mudas importadas do Chile, buscando maior resistência e produtividade. O setor segue atento às condições climáticas e ao manejo de pragas, enquanto espera por uma safra mais equilibrada em 2025.





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Cesta de laticínios registra alta no mercado goiano



Preço dos derivados lácteos sobe 0,54% em Goiás




Foto: Pixabay

O setor de laticínios de Goiás registrou um leve aumento nos preços dos derivados do leite no início de 2025. Segundo o Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, divulgado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás, a cesta de produtos analisada apresentou variação positiva de 0,54% em janeiro.

Cesta de laticínios tem alta generalizada

O levantamento aponta que todos os produtos avaliados registraram alta, com destaque para:

  • Creme de leite a granel: +1,06%
  • Leite em pó integral: +0,80%
  • Queijo muçarela: +0,59%
  • Leite UHT integral: +0,34%
  • Leite condensado: +0,02%

A valorização reflete a dinâmica do mercado atacadista, que considera os preços recebidos pela indústria na comercialização dos produtos.

O Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano é uma iniciativa do Governo de Goiás, por meio da Seapa, Instituto Mauro Borges (IMB), Faeg e Sindileite. Seu objetivo é monitorar a evolução dos preços dos laticínios, oferecendo uma análise detalhada dos principais derivados e auxiliando produtores e indústrias na tomada de decisões estratégicas.

O estudo avalia a cesta de produtos representativos da cadeia láctea goiana, permitindo uma visão ampla do setor e servindo como indicador econômico para ajustes na produção e comercialização. Com o início do ano apontando alta nos preços, o mercado segue atento à demanda do consumidor e à oferta de leite no estado, fatores determinantes para as próximas variações.





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Produção de erva-mate segue estável apesar do clima



A produção de erva-mate avança sem grandes intercorrências no Rio Grande do Sul


Foto: Divulgação

A produção de erva-mate no Rio Grande do Sul avança sem grandes intercorrências, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30). O plantio, a colheita e a comercialização seguem ritmos distintos entre as regiões, com destaque para o crescimento das mudas, a industrialização e os preços pagos aos produtores.

Frederico Westphalen

O plantio de mudas de pequeno porte foi concluído, e as plantas estão em fase de monitoramento. Alguns produtores ainda realizam replantio tardio com mudas maiores. A produção de folhas está dentro do esperado, e a colheita ocorre de forma reduzida devido ao período de brotação. A exportação segue normal, sem impactos significativos.

Os preços na região são:

  • Erva-mate folha para chimarrão: R$ 24,00/arroba
  • Erva-mate para exportação e tererê: R$ 20,00/arroba
  • Mudas de erva-mate: R$ 1,80/unidade

Passo Fundo

Atualmente, ocorre a coleta de frutos para extração de sementes destinadas à safra 2025/2026. No campo, a escassez de chuvas impactou o desenvolvimento dos ervais, o que pode levar a uma redução da produtividade. A baixa umidade do solo já provocou o cancelamento de manejos essenciais, como adubação e poda.

Os preços na região são:

  • Erva-mate comum: R$ 17,50/arroba
  • Cultivar Cambona 4: R$ 18,50/arroba

Soledade

Apesar do período seco, a umidade do solo segue adequada para ervais já estabelecidos, mas os recém-implantados apresentam crescimento limitado devido à menor disponibilidade hídrica. Pragas como a ampola (Gyropsylla spegazziniana) exigem monitoramento constante para evitar prejuízos. Os preços variam entre R$ 18,00 e R$ 23,00/arroba nas localidades de Itapuca e Mato Leitão.





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SP encaminha PL para fiscalização de produtos vegetais



Regularização de produtores vegetais avança em São Paulo




Foto: Divulgação

O Governo do Estado de São Paulo encaminhou, nesta quarta-feira (29), à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) o Projeto de Lei que institui o Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (SISP-POV). A medida visa regulamentar a fiscalização sanitária e industrial de produtos de origem vegetal, bem como de itens provenientes da algicultura e fungicultura.

De acordo com o informado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a proposta, sob responsabilidade do Centro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (CIPOV), da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), estabelece diretrizes para garantir a segurança alimentar e ampliar a formalização de produtores. O serviço permitirá que empreendedores do setor regularizem seus negócios, aumentando renda e oportunidades de mercado.

O SISP-POV atuará na inspeção e auditoria dos processos produtivos, identificando irregularidades que possam comprometer a qualidade dos alimentos. A medida reforça o compromisso com a segurança alimentar e a saúde pública, garantindo produtos seguros, saudáveis e acessíveis à população paulista.

O projeto será analisado e votado na Alesp nos próximos dias. Se aprovado, seguirá para sanção do governador. Com a regulamentação, estabelecimentos que processam produtos de origem vegetal deverão estar registrados no SISP-POV para operar, exceto os que já possuem cadastro no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (SISBI-POV) ou no serviço de inspeção federal.

A iniciativa representa um avanço na regulamentação do setor agropecuário em São Paulo, ampliando o controle sobre a qualidade e segurança dos alimentos oferecidos à população.





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Santa Catarina avança na colheita do milho para silagem



Milho para silagem tem boa produtividade em Santa Catarina




Foto: Divulgação

De acordo com os dados da edição de janeiro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, a colheita do milho destinado à produção de silagem segue em ritmo acelerado em Santa Catarina, especialmente nas microrregiões de São Miguel do Oeste, Chapecó e Concórdia. Essas áreas, fortemente ligadas à pecuária leiteira, representam mais de 50% da produção estadual do insumo, essencial para a alimentação animal em períodos de escassez de pastagem.

Até 15 de janeiro de 2025, mais de 70% das lavouras estavam em fase de maturação, com colheitas registrando produtividade acima de 65 toneladas por hectare e excelente qualidade. O desenvolvimento da cultura foi favorecido pelas chuvas regulares até dezembro de 2024.

Entretanto, produtores demonstram preocupação com a safrinha de milho e soja, pois a previsão indica baixo volume de chuvas até o fim de janeiro, o que pode comprometer o potencial produtivo da segunda safra.

A silagem é um alimento volumoso fundamental para suplementar a alimentação do rebanho no inverno, quando a oferta de forragem diminui. Nos sistemas intensivos de produção, como o confinamento total ou parcial, ela é usada durante todo o ano como fonte principal de nutrição para os animais.

A Epagri/Cepa acompanha a produção de silagem no estado há mais de 10 anos, monitorando área plantada, produtividade e qualidade do alimento. O desempenho positivo da atual safra reforça a importância da cultura para a sustentabilidade da pecuária catarinense.





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Calor e seca impactam produção de brássicas



A seca comprometeu especialmente as mudas recém-transplantadas




Foto: Pixabay

A produção de brássicas – como couve-flor, repolho verde, repolho roxo e brócolis – está sendo afetada pela falta de chuvas e pelo calor excessivo nas últimas semanas na região de Linha Nova, Lajeado (RS). De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), o clima adverso reduziu o tamanho e a qualidade dos produtos, além de aumentar a incidência de pragas como pulgões e lagartas, ameaçando ainda mais a produtividade.

A seca comprometeu especialmente as mudas recém-transplantadas, com muitos agricultores relatando perdas significativas. Para amenizar os impactos, especialistas recomendam a irrigação localizada e o manejo adequado do solo para reter a umidade. No entanto, a regularização das chuvas nas próximas semanas será essencial para a recuperação das lavouras.

Apesar das dificuldades no campo, o abastecimento de brássicas na Ceasa segue relativamente estável. No entanto, há relatos de redução nos preços e no volume comercializado de alguns produtos, refletindo os desafios enfrentados pelos produtores. A expectativa do setor é de que as condições climáticas melhorem nas próximas semanas para evitar novas perdas e garantir a retomada da produtividade.





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Boi gordo cai R$2,00/@ em São Paulo





Foto: Sheila Flores

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta sexta-feira (31), o mercado do boi gordo registrou queda nos preços em São Paulo, enquanto outras regiões, como Rio Grande do Sul e Maranhão, mantiveram estabilidade. Segundo levantamento do setor, a oferta de gado está razoável, com maior disponibilidade de fêmeas, mas o escoamento da carne segue fraco.

Nas praças paulistas, a arroba do boi gordo recuou R$2,00, sendo negociada a R$325,00. A vaca teve a maior desvalorização, com queda de R$5,00/@, cotada a R$298,00. Já a novilha caiu R$3,00/@, ficando em R$312,00.

O “boi China”, categoria de animais aptos à exportação para o país asiático, também registrou queda de R$3,00/@, sendo negociado a R$322,00/@, com um ágio de R$7,00/@.

  • Noroeste do Paraná: Oferta de gado segue baixa, com a arroba do boi gordo a R$320,00, a vaca a R$290,00 e a novilha a R$312,00. O “boi China” subiu R$2,00/@, cotado a R$322,00/@.
  • Rio Grande do Sul: A exportação de carne e bovinos vivos sustenta os preços. No Oeste, o boi gordo é negociado a R$11,00/kg, a vaca a R$10,65/kg e a novilha a R$11,15/kg. Em Pelotas, os preços variam entre R$10,06 e R$11,05/kg.
  • Maranhão (Oeste): O mercado segue estável, com o boi gordo a R$295,00/@, a vaca a R$270,00/@ e a novilha a R$272,00/@.


A expectativa é que os preços variem nos próximos dias conforme a demanda e as condições do mercado internacional.





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Comercialização de arroz enfrenta dificuldades, indústrias reajustam ofertas



Produtores têm buscado vender os estoques da safra de 2024




Foto: Divulgação

Os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul continuam apresentando oscilações dentro de uma faixa estreita, conforme apontam os mais recentes levantamentos do Cepea. A instabilidade no mercado tem gerado uma espécie de “queda de braço” entre produtores e compradores, resultando em baixa liquidez nas transações realizadas na semana passada.

De acordo com o boletim informativo do Cepea, muitos produtores têm buscado vender os estoques da safra de 2024, na tentativa de aliviar a pressão sobre os volumes produzidos. No entanto, compradores estão adotando uma postura mais cautelosa, preferindo adquirir apenas pequenos lotes, com foco na reposição de estoques. Esses compradores, além disso, têm tentado negociar condições mais flexíveis, com prazos de pagamento mais alongados.

A restrição de vendedores, no entanto, levou algumas indústrias a ajustar suas ofertas de compra para garantir o cereal necessário para a produção. Esses movimentos no mercado revelam um cenário de tensões entre as partes envolvidas, que ainda buscam estabilizar o comércio do produto no Estado.





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Balanço da Conab aponta crescimento de 70% nas vendas do ProVB em 2024


As vendas de milho para pequenos criadores por meio do Programa de Venda em Balcão (ProVB) da Conab chegaram a 111,9 mil de toneladas no último ano, um crescimento de 70% se comparado com o volume registrado em 2023, quando foram comercializadas 65,9 mil toneladas. É o melhor resultado dos últimos quatro anos. Os dados estão no balanço do Programa elaborado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O crescimento nas vendas se deu principalmente pelo aumento no número de clientes do Programa. Em 2024, foram atendidos pelo ProVB 11.886 criadores e criadoras, em um aumento de aproximadamente 50% em relação ao ano anterior.

“O ProVB fornece alimentação animal para pequenos criadores da agricultura familiar inseridos nas cadeias de produção de carnes, leite e ovos. Para alcançar estes resultados, buscamos nos aproximar mais dos criadores, realizando parcerias com os municípios para ampliar os pontos de venda e facilitar o acesso”, reforça o diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo de Campos. O diretor destaca a importância do ProVB como um programa que fortalece a agricultura familiar e, ao mesmo tempo, contribui com a produção de alimentos estratégicos para a cesta básica dos brasileiros. 

Para este ano, a tendência é que os atendimentos continuem crescendo. A expectativa da Companhia é que sejam comercializadas 131,4 mil toneladas de milho. Se confirmado o resultado, a elevação será de 17%. “A compra do milho no Programa possibilita para os criadores o acesso ao milho a preços competitivos e de forma regular. Isso contribui para o desenvolvimento de um dos mais representativos segmentos da economia nacional, além de gerar renda e empregos, sobretudo nas áreas rurais. Em 2025 devemos promover novos aperfeiçoamentos no ProVB. Estamos trabalhando para ampliar ainda mais a cobertura, com mais pontos de venda, o número de clientes e também os produtos vendidos”, pondera o diretor da Companhia.

Bons resultados – Dentre os estados, destaque para o crescimento de vendas no Piauí, saindo de 9,85 mil toneladas para 19,46 mil toneladas, uma alta de 98%. Com este resultado, o estado é o que registra o maior volume comercializado no último ano, passando o Ceará. “Em 2024, a Companhia buscou se aproximar de criadores de importantes regiões com a abertura de novos pontos de venda. Uma delas foi em São Raimundo Nonato, região do semiárido piauiense, onde tivemos recorde de venda já nas primeiras semanas de implantação. Outra cidade que recebeu um novo ponto foi Piripiri. Essas iniciativas, além de intensificarem a atuação da Conab no interior do estado, contribuíram para ampliar o atendimento com mais de 700 novos clientes cadastrados”, ressalta o superintendente da Companhia no Piauí, Danilo Viana.

As vendas no Rio Grande do Norte também apresentaram uma elevação expressiva saindo de 9,72 mil toneladas para 17,42 mil toneladas, alta de 79%. O desempenho coloca o estado potiguar como o segundo maior em volume vendido no país. Esse aumento é reflexo do Projeto Conab Itinerante, desenvolvido pela Superintendência da estatal no Rio Grande do Norte. “Em 2024 participamos em quase todas as feiras agropecuárias e a Conab inovou levando o milho para ser comercializado. Então, os agricultores e as agricultoras que participavam do evento tinham a oportunidade de se cadastrar no Programa e já na feira adquirir o cereal e levar o produto para sua propriedade”, explica o superintendente da Companhia no Rio Grande do Norte, Sebastião José de Arruda. “Isso contribuiu para ampliar nossas vendas em 2024. São medidas como essa, de desburocratização do serviço público, que nos aproximam do nosso público, levando o que a gente tem de melhor no atendimento e na execução das políticas públicas”, avalia Arruda.

Outros dois estados que se destacaram nas vendas no ano passado, com a maior elevação em percentual, foram Bahia e São Paulo. Os criadores baianos compraram cerca de 11,54 mil toneladas de milho na Conab, acréscimo de 393% na comparação com a comercialização registrada em 2023. Já no estado paulista a alta foi de 232%, saindo de 37,19 toneladas vendidas em 2023 para 123,34 toneladas no ano passado.

ProVB em 2025 – Nesta sexta-feira (3) foi publicada a Portaria Interministerial MAPA/MF/MDA nº 21/2024, que estabelece os limites orçamentários para a comercialização do cereal por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que permite a retomada das vendas do produto pela estatal. O documento autoriza a Conab a comprar até 50 mil toneladas do grão, por meio de leilão público, para atender o Programa, e estipula o limite de até R$ 144,2 milhões para a equalização de preços na venda do milho, nas operações do ProVB.





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Mercado do boi registra queda nos preços



Mercado do boi gordo segue com ofertas razoáveis




Foto: Divulgação

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quinta-feira (30), o mercado do boi gordo segue com ofertas razoáveis, com maior disponibilidade de fêmeas para abate. No entanto, o escoamento da carne não apresentou um desempenho satisfatório.

A escala de abate atualmente atende, em média, sete dias úteis. No cenário geral, os preços registraram queda para todas as categorias: o boi gordo teve redução de R$ 2,00/@, a vaca caiu R$ 5,00/@ e a novilha recuou R$ 3,00/@.

  • Noroeste do Paraná: A oferta de gado permanece baixa, com escalas de abate atendendo a uma média de sete dias úteis.
  • Rio Grande do Sul: A exportação de carne bovina in natura e de bovinos vivos ajudou a sustentar o preço da arroba no estado.
  • Oeste do Maranhão: Com o mercado abastecido e escalas médias de seis dias, os preços permaneceram estáveis.


O setor segue atento às oscilações do mercado e ao comportamento da demanda para os próximos períodos.





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