segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Com seca e pragas, safra de milho segue sob alerta


Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS, divulgado na última quinta-feira (6), no Rio Grande do Sul, a colheita do milho registrou avanço na última semana, passando de 38% para 43% da área projetada. A seca e o calor intenso aceleraram a maturação das lavouras, permitindo a conclusão da colheita em diversos municípios da Região Oeste do estado.

As lavouras semeadas no início do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) apresentaram bons resultados, com mínimos impactos climáticos. No entanto, os cultivos tardios enfrentam sérios desafios devido à estiagem prolongada, especialmente em áreas com baixo volume de chuvas.

Os plantios realizados fora do período ideal foram fortemente afetados pela falta de chuvas, resultando em perdas expressivas. As lavouras apresentam plantas menores, menor emissão foliar e falhas na polinização, comprometendo o potencial produtivo da cultura. Como a fase de enchimento de grãos ainda não ocorreu e não há previsão de chuvas significativas, o risco de queda na produtividade segue elevado.

Na Região Leste do estado, onde as precipitações foram mais frequentes, as lavouras tardias apresentam melhor desenvolvimento.

Após as chuvas no final de janeiro, alguns produtores optaram pelo plantio tardio do milho. No entanto, em algumas áreas, a opção foi por substituir o milho pela soja, devido à sensibilidade da cultura à seca e ao aumento da incidência da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis).

As lavouras de milho safrinha, que ainda estão em estágio de emergência e desenvolvimento vegetativo inicial, apresentam alta infestação de cigarrinhas, exigindo grande esforço no controle fitossanitário. A praga, responsável pela transmissão de doenças como o enfezamento, pode comprometer a produtividade da segunda safra.

Diante do cenário de estiagem prolongada e pressão de pragas, especialistas alertam para impactos na produção e possíveis ajustes no mercado do grão no estado.





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Controle da trapoeraba exige estratégias avançadas



Planta daninha resistente preocupa lavouras no Brasil


Foto: coniferconifer

Segundo o informado pelo agrônomo Henrique Fabrício Placido publicou um artigo no Blog da Aegro, a trapoeraba (Commelina benghalensis), uma planta daninha de ciclo perene e caules suculentos, tem se tornado um grande desafio para os agricultores brasileiros. Presente em lavouras anuais e perenes em todo o país, a espécie se adapta melhor a solos férteis, úmidos e sombreados, dificultando seu controle.

A trapoeraba é considerada uma planta de difícil controle, pois possui mecanismos naturais que reduzem a absorção de herbicidas, tornando o manejo químico um desafio. Especialistas alertam que o uso incorreto de herbicidas pode comprometer a eficácia do controle, favorecendo a resistência da espécie.

Para enfrentar essa planta daninha, é essencial adotar boas práticas de aplicação e evitar baixos volumes de herbicidas, além de utilizar adjuvantes adequados para melhorar a absorção dos produtos.

No cultivo do arroz, algumas das opções químicas registradas para controle da trapoeraba incluem os herbicidas:

  • 2,4-D
  • Metsulfuron
  • Bentazon
  • Imazamox

Além do controle químico, especialistas reforçam a importância do manejo integrado, combinando práticas culturais e mecânicas para reduzir a incidência da planta daninha nas lavouras.





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Dólar recua mesmo com ameaça tarifária dos EUA



Dólar turismo chega a R$ 5,99 em meio a volatilidade




Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney divulgados nesta segunda-feira (10), apesar das recentes ameaças dos Estados Unidos de impor novas tarifas de importação, o dólar fechou a segunda-feira em leve baixa frente ao real. O movimento reflete a cautela do mercado diante da política comercial norte-americana e a atuação de exportadores brasileiros, que venderam moeda quando as cotações superaram os R$ 5,80.

O dólar à vista encerrou o dia com queda de 0,12%, cotado a R$ 5,7859. No acumulado de 2025, a moeda norte-americana já registra uma desvalorização de 6,36%.

Na B3, às 17h05, o contrato de dólar futuro para março, o mais negociado atualmente, apresentava recuo de 0,41%, sendo cotado a R$ 5,8065.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,785
  • Venda: R$ 5,785

Dólar turismo

  • Compra: R$ 5,817
  • Venda: R$ 5,997





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Coopavel e Agridrones sortearão um drone pulverizador



A promoção foi lançada nesta segunda-feira (10)


Foto: Divulgação

A Coopavel lançou uma promoção inédita para os produtores que fizerem compra de insumos da pecuária, agrícolas ou de máquinas com a cooperativa. Eles podem ganhar um kit completo de drone para pulverização. Trata-se de um DJI Agras T50, que já inclui misturador de cauda, gerador de energia, com dispersor sólido, bico atomizador extra e três baterias. O valor de comercialização varia de R$ 220 mil a R$ 240 mil durante a feira. A promoção foi lançada nesta segunda-feira (10), primeiro dia da 37ª edição do Show Rural Coopavel.

Segundo o supervisor do Departamento Técnico Agronômico da Coopavel, Anderson Granville, a cada R$ 4 mil de compra de insumos, tanto pecuária, como agrícola ou máquinas, o produtor ganha um número da sorte. Se for sócio ele aumenta as possibilidades de ganho, pois receberá um número da sorte em dobro.

“Estamos com condições especiais em insumos com possibilidade de troca por soja, por milho. Temos uma lista de condições especiais para o período do Show Rural. Essa é uma grande oportunidade para o pessoal escolher fazer a compra de insumos de qualidade, com tecnologia de inovação, produtos para a safra de verão do ano que vem e ainda estar concorrendo a um drone que vai otimizar ainda mais a operação dele na propriedade”, salienta Anderson.

Essa é a primeira vez que a Coopavel sorteia um drone pulverizador, alvo do desejo de muitos produtores ainda. “A Agridrones e a Coopavel firmaram essa parceria que vai revolucionar a agricultura no Estado do Paraná. Nós, aqui no Show Rural Coopavel, teremos condições especiais para que cooperados e não cooperados também possam adquirir o seu drone. O compromisso é de levar a mais alta tecnologia em drones agrícolas para o produtor, além de ter uma mudança na propriedade com produtividade e sustentabilidade”, presidente da Agridrones Solutions, Valdicimar de Assis Mattusoch. O ganhador do drone será divulgado no dia 26 de março.





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Falta de chuva compromete a produção de noz-pecã



A falta de chuvas e o forte calor podem agravar ainda mais as perdas




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06), as baixas precipitações em janeiro e as altas temperaturas já refletem possível quebra na safra de noz-pecã no estado.

Na região de Santa Maria, os impactos climáticos começam a preocupar os produtores. Em Cachoeira do Sul, os pomares sem irrigação e em solos arenosos apresentam um abortamento floral significativo, afetando 30% das áreas cultivadas. Até o momento, a estimativa média de quebra na produção do município é de 15%.

A falta de chuvas e o forte calor podem agravar ainda mais as perdas, tornando essencial o monitoramento climático e o uso de técnicas que minimizem os danos nas lavouras.





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Trigo: Vendas semanais dos EUA ficam abaixo do esperado, informa USDA


Logotipo Notícias Agrícolas

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou, nesta sexta-feira (3), as vendas senanais de trigo 2024/25 em 140,6 mil toneladas. O volume ficou aquém das expectativas do mercado de 200 mil a 500 mil toneladas e a Coreia do Sul se destacou como principal destino do grão norte-americano. 

Assim, em todo ano comercial, o país já comprometeu 16,904,9 milhões de toneladas. O total é maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando pouco mais de 15 milhões de toneladas já haviam sindo comprometidas. O USDA estima que as exportações somem 23,13 milhões de toneladas. 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Show Rural Coopavel 2025 inicia nesta segunda com tecnologia e inovação para o agro



Evento deve receber 360 mil visitantes




Foto: Aline Merladete

A 37ª edição do Show Rural Coopavel começa nesta segunda-feira (10), consolidando-se como um dos maiores eventos do agronegócio da América Latina. A feira, realizada em Cascavel (PR), reunirá 600 expositores e espera receber 360 mil visitantes, incluindo brasileiros e estrangeiros. Durante os cinco dias de evento, o público terá acesso a inovações tecnológicas, soluções sustentáveis e oportunidades de negócios voltadas para o setor agropecuário.

A programação oficial teve início neste domingo (9) com a tradicional Missa Campal em Ação de Graças, realizada no Parque Tecnológico. A celebração foi conduzida pelo arcebispo emérito da Arquidiocese de Cascavel, Dom Adelar Baruffi, reunindo centenas de fiéis. O primeiro dia do evento também foi dedicado às famílias, que puderam explorar o complexo e conferir algumas das novidades que serão apresentadas ao longo da semana.

O Show Rural Coopavel 2025 acontece de 10 a 14 de fevereiro, com entrada gratuita e um espaço de 720 mil m² preparado para receber produtores rurais, empresários e especialistas do setor.





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Manejo integrado aumenta produtividade da soja



Os resultados de campo comprovam os benefícios da estratégia



A abordagem se baseia em três eixos
A abordagem se baseia em três eixos – Foto: USDA

A produtividade agrícola depende de práticas integradas ao longo de todo o ciclo produtivo, combinando manejo adequado e tecnologia. Com base nessa premissa, a Agrocete, multinacional brasileira especializada em nutrição e biológicos, desenvolveu o conceito de Construção da Produtividade. A estratégia, fundamentada em mais de 330 estudos científicos, busca otimizar o potencial das lavouras, reduzindo riscos e aumentando a eficiência da produção, com o objetivo de atingir 100 sacas por hectare na cultura da soja.  

A abordagem se baseia em três eixos: Plantio, Vigor e Enraizamento; Arranque e Força no Crescimento; e Tecnologia de Aplicação. A combinação de soluções nutricionais, fisiológicas e biológicas fortalece as plantas, melhora a microbiologia do solo e reduz a resistência de pragas e doenças. Além disso, o manejo integrado inclui a rotação de culturas e o uso combinado de produtos biológicos e químicos para enfrentar desafios como a resistência de nematoides.  

“O diferencial está na compatibilidade e sinergia entre os produtos, que potencializam os resultados e reduzem os riscos de resistência de pragas e doenças”, destaca Luis Felipe Dresch, Gerente de Desenvolvimento Técnico de Mercado (DTM) Brasil da Agrocete.

Os resultados de campo comprovam os benefícios da estratégia. No Rio Grande do Sul, a produtividade da soja aumentou 6,02% na safra 2023/24, enquanto em Porteirão (GO), mesmo sob condições climáticas adversas, produtores registraram ganhos de até 10 sacas por hectare. O conceito também tem sido aplicado com sucesso em outras regiões, garantindo resiliência e maior rentabilidade para os agricultores.  

“Quando se utiliza repetidamente um único produto químico, aumenta-se o risco de desenvolvimento de resistência. Por isso, integramos diferentes frentes: nutricional, fisiológica, biológica e química. Essa abordagem reduz drasticamente o risco de resistência, garantindo maior eficiência a longo prazo”, detalha Dresch.


 





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Mercado de feijão reage com boas vendas



O IBRAFE destaca a importância do CEPEA como uma referência de preços isenta



O IBRAFE destaca a importância do CEPEA como uma referência de preços isenta
O IBRAFE destaca a importância do CEPEA como uma referência de preços isenta – Foto: Divulgação

O Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE) relatou ontem um bom volume de vendas por parte de produtores e empacotadores, o que trouxe mais otimismo ao mercado. No Noroeste de Minas, os melhores lotes foram comercializados a R$ 225, dentro da margem de oscilação, com qualidade entre 8 e 8,5. O feijão-preto manteve estabilidade. 

Segundo o IBRAFE, o mercado de feijão tem momentos de alta e baixa, mas também períodos de estagnação, especialmente quando referências antigas, como as de São Paulo, deixam de refletir a realidade. Além disso, alertam para a influência de informações manipuladas em redes sociais.

O IBRAFE destaca a importância do CEPEA como uma referência de preços isenta e incentiva críticas construtivas para aprimorar sua precisão. A entidade reforça que o uso de dados confiáveis evita distorções e especulações prejudiciais ao setor. Um dos maiores empacotadores do Brasil confirmou que as vendas de janeiro ficaram dentro do esperado para o período, indicando um mercado equilibrado, apesar dos desafios.

A entidade também ressaltou que a comercialização de feijão a preços entre R$ 180 e R$ 200 impõe cortes significativos nas margens, tornando a operação mais apertada para produtores e comerciantes. Isso reforça a necessidade de eficiência e estratégias para minimizar impactos financeiros no setor.

Por fim, o IBRAFE informou que buscará ampliar as exportações do feijão brasileiro, com um representante embarcando para a Índia na próxima semana para fomentar negociações. Durante esse período, os comentários da entidade poderão ser mais limitados.

 





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Tecnologia otimiza plantio de algodão



Produtores podem estruturar um planejamento estratégico detalhado



Produtores podem estruturar um planejamento estratégico detalhado
Produtores podem estruturar um planejamento estratégico detalhado – Foto: Canva

O sucesso na produção de algodão depende de um planejamento eficiente, que abranja todas as etapas da cadeia produtiva. Do plantio da semente ao beneficiamento da pluma, cada fase exige controle rigoroso para garantir alta produtividade e qualidade final.

A empresa Flux Agro divulgou na rede social LinkedIn informações sobre o uso de tecnologia para otimizar o plantio de algodão no Mato Grosso. A solução apresentada é o Módulo Algodão do Software Agrotis, que permite planejar e gerenciar toda a cadeia produtiva, desde o plantio da semente até o beneficiamento da pluma, garantindo mais eficiência e rastreabilidade no processo.

Com essa ferramenta, segundo a empresa desenvolvedora, os produtores podem estruturar um planejamento estratégico detalhado, monitorar o desenvolvimento da lavoura em tempo real e gerenciar insumos com precisão. Além disso, a tecnologia assegura rastreabilidade completa das operações, proporcionando mais controle e transparência em cada etapa da produção.

Outro diferencial do Módulo Algodão é a possibilidade de planejar a colheita no momento ideal e integrar a logística para otimizar o beneficiamento da pluma, fazendo com que tudo seja mais otimizado. Esse acompanhamento minucioso contribui para um melhor aproveitamento da safra e maior competitividade no mercado.

“É época de plantio de algodão no Mato Grosso! E para você que quer garantir uma safra de sucesso, temos uma solução completa: o Módulo Algodão do Software Agrotis. Do plantio à pluma perfeita, conte conosco para elevar sua produção de algodão a um novo patamar”, escreveu.

 





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