sábado, abril 4, 2026

Política & Agro

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Milho cresce 5,5% e aposta em biotecnologia



O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita



O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita
O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita – Foto: Canva

A safra de grãos 2024/25 segue em ritmo acelerado no Brasil, com o milho se destacando entre os principais cultivos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção deve atingir 122 milhões de toneladas, um crescimento de 5,5% em relação à temporada anterior. O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita, representando mais de 78% do total. No Centro-Oeste, maior região produtora do país, agricultores apostam em híbridos de alta performance genética para maximizar produtividade e rentabilidade.  

Entre as opções, o híbrido B2701PWU, da Brevant® Sementes, tem se destacado. O produtor Adriano Luiz Barchet, da Fazenda São Domingos (MT), utilizou a variedade em 3 mil hectares na safrinha 2023/24, alcançando 180 sacas por hectare. Segundo ele, o material foi decisivo no controle da cigarrinha e apresentou ótimo desempenho em áreas irrigadas. Com ciclo precoce e tolerância ao estresse hídrico, o B2701PWU se adapta bem às condições climáticas desafiadoras da região.  

“Com isso, é importante o agricultor contar com um híbrido pesquisado e desenvolvido com características que atendam às necessidades da sua região. Avaliando desde o sistema de produção, clima, época do plantio e a tolerância às principais doenças do local. No Centro-Oeste, a melhor escolha é o B2701PWU. Ele é precoce e tem estabilidade de plantio, além de bom desempenho em condições de estresse hídrico. Por ter ciclo precoce, se desenvolve mais rápido e quando a região começa a sofrer com a seca, já está desempenhando seu potencial produtivo”, explica Eder Arakawa, Líder da Brevant® Sementes para Brasil e Paraguai.

Além da resistência ao clima, o híbrido conta com a tecnologia PowerCore® Ultra, que protege contra as principais lagartas da cultura, como lagarta-do-cartucho e broca-do-colmo. A tecnologia também oferece tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, facilitando o manejo na lavoura. Outro diferencial é o tratamento de sementes LumiGEN™, que inclui fungicidas, inseticidas e bioestimulantes, garantindo melhor germinação e sanidade das plantas.  





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Sistema FAEP critica ausência do texto do Marco Temporal na proposta de…


Ministro Gilmar Mendes pretende apresentar anteprojeto de lei com as mudanças na lei ao plenário do Supremo

Nesta segunda-feira (17), o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o debate do texto proposto pelo ministro Gilmar Mendes para eventuais alterações na Lei do Marco Temporal, que trata da demarcação de terras indígenas. Para o Sistema FAEP, o texto-base da Lei do Marco Temporal precisa ser utilizado como referência para a formulação da futura proposta de Mendes, que pretende apresentar um anteprojeto de lei ao plenário do Supremo.

“Nossos produtores rurais estão vivendo na total insegurança jurídica pelo fato de que a lei que já existe, foi votada no Congresso, aprovada por ampla maioria, não está sendo cumprida. Qualquer texto que seja formulado para futura votação precisa ter o Marco Temporal como base, pois é a certeza de que o direito dos agricultores e pecuaristas, que estão na terra produzindo alimentos há décadas, sejam cumpridos”, destaca o presidente interino do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.

A ideia do ministro Gilmar Mendes é apresentar ao plenário do STF um anteprojeto de lei com as mudanças aprovadas na comissão. Se homologado pelo plenário, o texto vai à votação pelo Congresso.

Há décadas, o Sistema FAEP pede o cumprimento do Marco Temporal, que ratifica que as demarcações de terras indígenas devem ser limitadas à data da promulgação da Constituição Federal (5 de outubro de 1988), para que os produtores rurais tenham segurança jurídica. No final de 2023, foi publicada a Lei 14.701, que ratifica o Marco Temporal.

“Essa discussão já ocorre há muito tempo. Precisamos chegar a uma solução, mas que essa considere os diretos dos produtores rurais, que apenas querem continuar trabalhando e produzindo alimentos”, destaca Meneguette.

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Fatores externos seguem influenciando os mercados


Segundo análise do Rabobank, fatores externos continuam influenciando os mercados. O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou que seu governo avalie tarifas recíprocas contra parceiros comerciais nas próximas semanas, em uma tentativa de reequilibrar relações comerciais. 

Além disso, o presidente do Fed, Jerome Powell, reforçou o tom hawkish da ata do banco central, indicando que não há pressa para reduzir os juros, diante de uma economia ainda aquecida. O núcleo do CPI dos EUA avançou 0,4% m/m, acima da expectativa de 0,3%, fortalecendo a percepção de manutenção da política monetária restritiva.  

No Brasil, o presidente do Banco Central destacou que os juros estão em nível restritivo, enquanto os últimos indicadores mostram desaceleração econômica. O IBC-Br de dezembro caiu 0,7% m/m, pior que a projeção do mercado de -0,4%. No acumulado de 2024, o crescimento foi de 3,8%, superior ao avanço de 2,7% em 2023. O setor de serviços caiu 0,5% m/m, mas encerrou o ano com alta de 3,1%, com destaque negativo para o segmento de transportes, impactado pela menor safra de grãos. Já o varejo ampliado retraiu 1,1% m/m em dezembro, mas cresceu 4,1% no ano.  

O dólar fechou a semana anterior em R$ 5,7306, com uma desvalorização semanal de 0,6% do real, a segunda pior entre 24 moedas emergentes. O Rabobank avalia que as tarifas anunciadas por Trump podem ser parte de uma estratégia de negociação, mas o cenário global incerto e a política monetária dos EUA manterão o real sob pressão. Para 2025, a projeção é que o dólar termine o ano a R$ 5,94.  

A próxima semana será movimentada, com a divulgação do IPCA-15, esperado em 1,33% m/m (5,07% a/a), além dos dados fiscais do Governo Central e do mercado de trabalho. No cenário externo, destaque para os indicadores de atividade no Chile e a inflação do Peru.

 





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potencial de controle de doenças e recomendações de uso e posicionamento em Face dos Desafios Climáticos


Por Marcelo Figueira

Marcelo Figueira, Gerente de Fungicidas e Líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical

 

A cultura do milho é uma das mais importantes no Brasil, não apenas por sua relevância econômica, mas também pela vasta área de cultivo. Dentro deste contexto, Excalia Max, um fungicida recentemente registrado para a cultura do milho, surge como uma alternativa promissora no controle de doenças foliares, oferecendo benefícios para produtores de diversas regiões do país, trazendo um melhor controle, mais qualidade e produtividade para a cultura.

Expansão do Excalia Max para o Milho

Lançado há três safras e já consolidado na soja, cultura de significativa importância agrícola, o Excalia Max entra no mercado de fungicidas para o cultivo de milho a como um protagonista, vamos saber os porquês a seguir.  

Resultados  no Controle de Doenças

Excalia Max se destaca pela sua eficácia no controle de uma série de doenças foliares que afetam o milho, com destaque para as seguintes:

Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose), Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) e Puccinia polysora (Ferrugem polisora). 

A flexibilidade do Excalia Max em controlar uma gama variada de doenças demonstra o seu potencial como uma solução eficiente e diferenciada para o manejo integrado de doenças no milho.

Ferramenta para enfrentar os desafios Climáticos e Expectativas para a Safrinha de Milho

A safrinha de milho ou segunda safra é uma das mais afetadas pelos desafios , imprevisíveis. A pressão de doenças pode ser intensificada por variáveis como chuvas excessivas ou períodos de seca, que alteram a dinâmica de incidência e a severidade das doenças.

Para esse ano de 2025, as expectativas são de que o clima influencie diretamente a intensidade de doenças foliares do milho. Os produtores devem estar atentos à umidade excessiva, que pode criar condições ideais para o desenvolvimento de doenças fúngicas e bacterianas.

Além disso, a maneira como as chuvas se distribuem durante o ciclo da cultura também pode impactar a aplicação de fungicidas. Regiões que experienciam períodos de alta precipitação exigem mais cuidado na escolha do produto e da janela de aplicação, visto que as doenças podem se espalhar mais rapidamente sob essas condições. Isso traz um desafio adicional para os produtores que precisam de soluções altamente eficazes e com alta segurança para a aplicação em condições climáticas adversas. 

Resultados comprovados à campo

Em diversas regiões do Brasil, o fungicida Excalia Max na cultura do milho tem demonstrado um ótimo desempenho frente aos principais fungicidas premium do mercado. Durante a safra 2023, especialmente na segunda safra do milho (safrinha), Excalia Max foi comparado com diversos fungicidas baseados em carboxamidas em termos de eficiência e produtividade. Os resultados mostraram que o Fungicida da Sumitomo Chemical entrega um controle similar ou superior aos principais competidores do mercado, sendo sua principal característica, a alta estabilidade na eficiência e produtividade nos mais diferentes cenários.

Em ensaios da consultoria Agro Tecno, de Passo Fundo (RS), o Excalia Max demonstrou alto controle contra Cercospora com 77 sacas a mais de milho que o manejo da testemunha.

O uso do Excalia Max tem mostrado ser uma alternativa vantajosa não só no controle de doenças, mas também na proteção do potencial produtivo do milho, mantendo uma alta qualidade de grãos na colheita, mesmo sob as variações climáticas do Brasil.

Segurança e Flexibilidade de Aplicação

Uma das grandes vantagens do Excalia Max é a sua flexibilidade na aplicação. Dependendo das necessidades do cultivo e do nível de investimento do produtor, Excalia Max pode ser aplicado em diferentes estádios de desenvolvimento do milho. Existem dois padrões principais de aplicação recomendados:

Médio investimento: Uma aplicação de Excalia Max (na fase VT ou antes do florescimento) – Ideal para produtores que realizam duas aplicações ou que desejam uma abordagem mais simples de controle, com amplo espectro e segurança.

Alto investimento: Uma ou duas aplicações de Excalia Max a partir de V4/V5 – Ideal para produtores que realizam 3 aplicações durante o ciclo da cultura,  possibilitando a rotação com outras carboxamidas e triazois.

Recomendações de Dosagem

A dosagem recomendada de Excalia Max no campo é de 0,5 L/ha. Para assegurar a maior eficácia no controle das doenças, especialmente mancha-branca, é indicada a associação com o multissítio mancozeb.

A adoção de Excalia Max no manejo também pode ser ajustado conforme o nível de investimento do produtor, oferecendo flexibilidade para diferentes necessidades de controle.

Excalia Max apresenta-se como uma solução robusta e segura para o controle de doenças na cultura do milho, oferecendo uma combinação de eficácia, flexibilidade e segurança para os produtores, com uma formulação exclusiva e inovadora. 

Para enfrentar os desafios climáticos típicos da safrinha, o Excalia Max se destaca como uma ferramenta valiosa para mitigar os riscos associados ao controle de doenças, especialmente em anos com altos índices de chuva ou seca, onde a pressão de doenças foliares pode ser mais acentuada.

Com mais resultados agronômicos sendo coletados a cada safra, em diferentes regiões do país, podemos afirmar que a tendência é que a performance do Excalia Max se fortaleça ainda mais, consolidando o produto como uma das principais alternativas para o controle de doenças nas lavouras de milho, assim como já é na cultura da soja. 





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Preço do milho sobe 3,8% em MT e atinge R$ 61,08/sc, aponta Imea



A alta nos preços é impulsionada pela menor disponibilidade do cereal no estado




Foto: USDA

O preço do milho disponível em Mato Grosso registrou valorização na semana do dia 21 de fevereiro, atingindo R$ 61,08 por saca. De acordo com o boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o aumento foi de 3,8% em relação à semana anterior e de 14,15% na comparação com o mesmo período de janeiro de 2025.

A alta nos preços é impulsionada pela menor disponibilidade do cereal no estado, reflexo da redução na produção da safra 2023/24 e da comercialização mais acelerada, que está 5,33 pontos percentuais à frente do ritmo registrado na safra anterior. Com isso, o valor da saca já acumula alta de 64,11% em relação ao mesmo período de 2024.

Historicamente, os preços do milho tendem a se sustentar durante a entressafra, cenário que se confirma com a combinação de oferta reduzida e demanda aquecida. Diante desse contexto, o mercado deve seguir com cotações firmes no curto prazo.





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Óleo de algodão cai 0,78% com manutenção da mistura do biodiesel



Queda ocorreu após a decisão de manter a mistura do biodiesel no diesel em 14%




Foto: Canva

A cotação do óleo de algodão recuou 0,78% na semana de 21 de fevereiro, ficando em R$ 5.250,00 por tonelada. Conforme o boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a queda ocorreu após a decisão de manter a mistura do biodiesel no diesel em 14%, frustrando a expectativa de aumento para 15% em março de 2025. Esse cenário impactou a demanda pelo coproduto.

Enquanto isso, o caroço de algodão disponível apresentou valorização de 1,28% no comparativo semanal, atingindo R$ 1.229,95 por tonelada. O aumento é resultado da menor oferta do produto devido ao período de entressafra.

Apesar da retração no curto prazo, o mercado de coprodutos do algodão segue aquecido em relação ao ano passado. O preço do caroço está 76,39% acima do registrado em 2024, enquanto o óleo acumula alta de 42,07% no mesmo intervalo.





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Milho volta a subir na B3: Veja o motivo


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho voltou a subir com dificuldade logística do mercado físico, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O milho da B3 voltou a se recuperar, visto que o mercado físico ainda tem dificuldade de acesso ao grão, neste momento que o produtor está atento a colheita da soja”, comenta.

“Apesar dos esforços de colheita da primeira safra e plantio do milho safrinha, o ritmo ainda está mais lento que o de 2024, principalmente em alguns estados chaves, onde a janela ideal de semeadura está se fechando. Após o fechamento da sessão desta segunda-feira, a Conab apontou que a colheita da 1ª safra está em 20,9% da área apta, ante 24,9% do ano anterior. O plantio do milho safrinha saltou para 53,6%, ante 59% do ano anterior. Apesar de atrasados, os trabalhos estão reduzindo semana a semana a diferença”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 84,82 apresentando alta de R$ 1,07 no dia, alta de R$ 4,08 na semana; maio/25 fechou a R$ 80,75, alta de R$ 3,80 no dia, alta e R$ 3,80 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 74,17, alta de R$ 0,40 no dia e alta de R$ 1,27 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou em baixa com tarifas para México e Canadá de volta ao radar. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,57 % ou $ -2,75 cents/bushel a $ 479,75. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,55 % ou $ – 2,75 cents/bushel a $ 494,25”, comenta.

“O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta terça-feira. O milho fechou a sua terceira sessão em queda, com os Fundos de Investimentos desmontando lentamente as posições montadas desde agosto passado. A possibilidade de volta das tarifas de 25% para Canadá e México voltou ao radar depois que Trump afirmou na segunda-feira que as tarifas estão avançando no prazo, dentro do cronograma”, conclui.

 





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Bioinsumos já dominam 11,3% do mercado global


O mercado de bioinsumos no Brasil está em plena ascensão e deve ultrapassar R$ 9 bilhões até o final da década. De acordo com dados apresentados no 2º Workshop ANPII Bio de Inteligência de Mercado, realizado em Campinas (SP), o setor movimentou R$ 5,7 bilhões na última safra, com uma área tratada que atingiu 156 milhões de hectares.

Brasil se consolida como líder global

O Brasil já detém 11,3% do mercado mundial de bioinsumos e se destaca especialmente nos segmentos de bioinoculantes e biodefensivos, onde a participação nacional é de 12,6%, com projeção de atingir 16,4% até 2030. Esse crescimento reflete a forte adesão dos produtores às tecnologias biológicas, impulsionadas por benefícios como maior eficiência no manejo agrícola e sustentabilidade.

Apesar do avanço, o setor enfrentou desafios em 2024, como altos estoques de passagem, retração nas compras e dificuldades de crédito, o que limitou a rentabilidade dos produtores de grãos. Mesmo assim, o volume de vendas de bioinsumos cresceu 12,4% em relação a 2023, enquanto a área tratada aumentou 13,4%.

Inovações tecnológicas impulsionam adoção

O futuro dos bioinsumos está diretamente ligado à inovação. Entre as principais tecnologias que devem ganhar força nos próximos anos estão os inoculantes solubilizadores de nutrientes e os bioinseticidas. A expectativa das empresas associadas à ANPII Bio é que, em 2025, as vendas de inoculantes cresçam 12,4%, enquanto os biodefensivos terão uma alta ainda mais expressiva, de 20,4%.

“O setor segue otimista, mesmo diante dos desafios econômicos recentes. A adoção de bioinsumos continua crescendo e novas tecnologias devem ampliar ainda mais a participação no mercado”, explica Larissa Simon, Diretora de Operações da ANPII Bio.

Lei de Bioinsumos: Novo impulso para o setor

Outro fator que promete acelerar a expansão do mercado é a Lei de Bioinsumos, sancionada no final de 2024. O novo marco regulatório cria um ambiente mais favorável para a produção, comercialização e uso desses produtos, reduzindo burocracias e incentivando investimentos em inovação.

A ANPII Bio defende que a regulamentação da lei permita o registro de produtos multifuncionais, ou seja, bioinsumos que desempenham mais de uma função nas lavouras, tornando o manejo agrícola mais eficiente. Além disso, a entidade reforça a necessidade de linhas de financiamento com taxas de juros reduzidas para produtores que adotarem essas tecnologias.

Mercado estratégico para o agronegócio

Com a crescente demanda por soluções sustentáveis, os bioinsumos se consolidam como uma alternativa essencial para a redução do uso de defensivos químicos e a melhoria da produtividade agrícola. O evento da ANPII Bio reuniu cerca de 120 participantes, incluindo CEOs e diretores de mais de 30 empresas do setor, reforçando a importância do segmento para o futuro do agronegócio.

“O workshop se tornou um espaço estratégico para que as empresas se antecipem às tendências e desafios do mercado. O compartilhamento de informações e análises especializadas fortalece a competitividade do setor”, destaca Larissa Simon.

Com um crescimento anual médio de 14%, o Brasil se firma como protagonista global no uso de bioinsumos, ampliando sua relevância na busca por uma agricultura mais eficiente e sustentável.





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Confira como está o mercado do milho


A TF Agroeconômica destacou as movimentações do mercado de milho nas principais regiões produtoras do Brasil. No Rio Grande do Sul, os preços médios da indústria subiram R$ 1,00, enquanto as cotações para exportação recuaram no mesmo valor. As indústrias continuam adquirindo milho e pegando lotes “a fixar”, o que mantém os preços relativamente estáveis. 

As cotações variam entre R$ 73,00 e R$ 75,00 em diferentes praças do estado, enquanto os armazenadores negociam entre R$ 71,00 e R$ 75,00 para entregas em fevereiro e março. A exportação indicou R$ 77,00 por saca, e os embarques em Rio Grande somaram 133.380 toneladas na primeira quinzena de fevereiro, com previsão de atingir 750.000 toneladas. 

Em Santa Catarina, a colheita segue atrasada, conforme dados da Conab. No mercado local, as cooperativas pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, dependendo da região. No porto, os preços para entrega futura variam entre R$ 72,50 para agosto e R$ 73,50 para outubro, com pagamentos programados para setembro e novembro, respectivamente. 

No Paraná, a Conab revisou os dados da colheita da primeira safra, que também apresenta atraso. No mercado interno, o milho spot é negociado a R$ 70,00 por saca. No porto de Paranaguá, os preços da safrinha começam em R$ 72,70 para entrega em agosto e chegam a R$ 74,80 para novembro, com pagamentos entre setembro e dezembro.  

Já no Mato Grosso do Sul, o plantio da safrinha avançou para 24,2%, segundo a Aprosoja. No mercado físico, as cotações recuaram 1,52% em Campo Grande, para R$ 65,00, mas subiram em outras regiões, como Chapadão (R$ 69,00, alta de 7,81%) e Dourados e Maracaju (R$ 70,00, alta de 4,59%). Outras praças, como Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia, registraram preços a R$ 66,00.

    





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Mercado de trigo segue lento em SC e PR


A TF Agroeconômica destacou que a comercialização de trigo segue com desafios no Sul do Brasil. No Rio Grande do Sul, a menor moagem dos moinhos e a falta de caminhões – muitos deslocados para a colheita da soja no Centro-Oeste – têm atrasado entregas. As compras para fevereiro foram encerradas, mas ainda há um grande volume de trigo adquirido com retirada até 28/02 que não foi carregado. As negociações estão focadas na segunda quinzena de março e abril, com compradores oferecendo entre R$ 1.300,00 e R$ 1.350,00/t no interior, enquanto os vendedores pedem de R$ 1.350,00 a R$ 1.450,00/t. O estado já comercializou 75% do trigo produzido, um recorde histórico para essa época do ano.  

Em Santa Catarina, o mercado permanece lento devido à dificuldade na venda de farinhas, o que impede reajustes de preços. As ofertas FOB estão em R$ 1.400,00/t, enquanto moinhos catarinenses têm recebido trigo gaúcho a R$ 1.300,00/t FOB – ou cerca de R$ 1.600,00/t CIF no leste do estado. A demanda por farelo de trigo também caiu, pressionando os preços para R$ 1.100,00/t ensacado. Algumas cooperativas optam por segurar estoques, aguardando melhores preços. Os valores pagos aos triticultores mantiveram-se estáveis, exceto em Rio do Sul, onde houve alta para R$ 80,00/saca.  

No Paraná, a oferta de trigo caiu de 200 mil para apenas 40 mil toneladas, o que tem elevado os preços. Os vendedores pedem R$ 1.550,00/t FOB, enquanto o trigo branqueador é ofertado a R$ 1.700,00/t ou mais. Os compradores oferecem R$ 1.500,00/t, posto no Centro-Sul do estado, para entrega em março e pagamento em abril. Com o avanço da colheita de milho e soja, os produtores dão menos atenção ao trigo. Importações argentinas via rodoviária chegam ao Oeste paranaense por R$ 1.590,00/t. A média de preços na semana subiu 0,49% para R$ 73,24/saca, enquanto o custo de produção caiu levemente, elevando a margem de lucro do produtor para 6,64%.

 





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