sábado, abril 4, 2026

Política & Agro

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Mercado do boi gordo segue estável em São Paulo



As escalas de abate estão atendendo, em média, oito dias




Foto: Canva

De acordo com o boletim Tem Boi na Linha, o mercado do boi gordo em São Paulo iniciou o último dia de fevereiro com cotações estáveis para todas as categorias, com algumas indústrias fora das compras. As escalas de abate estão atendendo, em média, oito dias.

Tocantins – No sul do estado, o boi gordo permaneceu estável, enquanto as fêmeas registraram queda: vaca (-R$3,00/@) e novilha (-R$2,00/@). No norte do estado, apenas a novilha apresentou recuo de R$2,00/@.

Oeste da Bahia – Queda de R$2,00/@ para as fêmeas, enquanto o boi gordo manteve o valor.

Santa Catarina – O boi gordo e a vaca registraram queda de R$3,00/@, enquanto a novilha permaneceu estável. As escalas de abate no estado atendem, em média, seis dias.





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Sorgo e algodão se beneficiam de clima ensolarado na Austrália



Tempo seco favorece desenvolvimento de culturas




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O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (25) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apontou que, após chuvas intensas na última semana, o clima seco e ensolarado predominou no leste da Austrália, beneficiando o desenvolvimento de algodão, sorgo e outras culturas de verão.

Embora a secura tenha aumentado a demanda por irrigação em algumas áreas, os níveis de umidade do solo seguem próximos do normal, favorecendo o crescimento das lavouras. O sorgo de maturação precoce também foi beneficiado pelo tempo seco, com melhores condições para a secagem e colheita.

As temperaturas ficaram abaixo da média na região, variando de 1 a 2°C menores no sul de Queensland e norte de Nova Gales do Sul, e chegando a 3 a 4°C abaixo do normal no sul de Nova Gales do Sul. As máximas, em torno de 30°C, minimizaram o estresse térmico nas culturas ainda imaturas.





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Colheita da noz-pecã começa com expectativas mistas



Noz-pecã tem boas perspectivas, mas clima preocupa produtores




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O mais recente boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), revelou cenários distintos para a produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul. Enquanto algumas regiões apresentam boa frutificação, outras registram expectativas frustrantes para a safra.

Na região de Pelotas, em Turuçu, os produtores enfrentam baixa produtividade na primeira colheita comercial, frustrando as projeções iniciais. Já na região de Santa Rosa, os pomares estão em fase de frutificação e demonstram bom desenvolvimento.

Em Erechim, a colheita começou e há forte demanda dos setores de panificação e agroindústria. A produção deve superar os números de 2024. Em Soledade, a cultura está na fase de formação da amêndoa, e apesar da falta de chuvas em janeiro e fevereiro, que causou queda de frutos, a situação já se estabilizou. As chuvas recentes ajudaram no enchimento das amêndoas e a sanidade dos pomares é considerada satisfatória.

Com a demanda em alta e produção variada, o setor segue atento às condições climáticas e à qualidade dos frutos para garantir o abastecimento do mercado.





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Cotações mistas, mas com pequenas mudanças, encerram esta segunda-feira (17)…


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Esta segunda-feira (17) terminou com cotações mistas para o mercado do frango, mas mudanças sutis nos preços. De acordo com dados do Cepea, o mercado de carne de frango está mais aquecido nesta primeira quinzena de fevereiro em São Paulo. Segundo pesquisadores do órgão, além da maior procura típica neste período – por conta do recebimento dos salários por parte da população –, a oferta está controlada, cenário que eleva os valores da proteína avícola negociada no atacado da Grande São Paulo.

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo subiu 1,85%, custando, em média, R$ 5,50/kg, enquanto a ave no atacado cedeu 0,37%, custando, em média, R$ 8,00/kg.

No caso do animal vivo, o preço ficou estável no Paraná, com valor de R$ 4,65/kg, assim como em Santa Catarina, com preço de R$ 4,61/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à sexta-feira (14), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, custando, respectivamente, R$ 8,41/kg e R$8,40/kg.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Mercado da soja segue cauteloso no Sul


A demanda por esmagamento mantém os preços da soja no Rio Grande do Sul elevados, apesar da cautela no mercado, segundo a TF Agroeconômica. A quinta-feira registrou pouca movimentação e algumas quedas nos preços, mas os valores seguem acima da média nacional. 

A alta do dólar e a queda na Bolsa de Chicago influenciaram o cenário, enquanto os prêmios permaneceram firmes. A incerteza climática segue pesando nas projeções da safra, que variam entre menos de 17 milhões e quase 25 milhões de toneladas. No porto, a saca foi cotada a R$ 137,00, enquanto no interior os preços ficaram em R$ 130,00 nas principais praças. Em Panambi, o preço de pedra manteve-se em R$ 125,00.  

Em Santa Catarina, a safra de soja sofre com o clima irregular, reduzindo a produtividade de 70 para 50 sacas por hectare. A colheita começa na segunda semana de março, mas a expectativa é de um volume inferior ao da temporada passada. No porto de São Francisco, a cotação para junho ficou em R$ 130,87. No Paraná, a projeção da safra é de 21,2 milhões de toneladas, uma leve queda de 0,65% em relação ao mês anterior. O preço em Paranaguá chegou a R$ 135,00, enquanto no interior variou entre R$ 122,91 em Cascavel e R$ 127,00 em Ponta Grossa.  

No Mato Grosso do Sul, a colheita avança rapidamente, com algumas regiões, como Sidrolândia, superando 50% da área colhida. A produtividade varia entre 15 e 80 sacas por hectare, refletindo as chuvas irregulares. Em Dourados, Campo Grande e Sidrolândia, o spot foi cotado a R$ 117,65. No Mato Grosso, a colheita entra na fase final com produtividade entre 50 e 70 sacas por hectare. Apesar da boa safra, os preços seguem baixos, com cotações de R$ 106,64 em Sorriso e Lucas do Rio Verde, e R$ 116,09 em Rondonópolis e Primavera do Leste.

 





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Demanda interna impulsiona alta do milho na B3



O milho na CBOT registrou sua quinta sessão consecutiva de queda



Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83,
Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83, – Foto: AgResource

O milho negociado na B3 encerrou o dia em alta nesta quinta-feira (27), descolando-se da tendência de queda observada na Bolsa de Chicago (CBOT), de acordo com informações da TF Agroeconômica. A forte demanda interna, especialmente impulsionada pela produção de etanol, tem sustentado os preços no mercado físico e na bolsa, mesmo em um período que tradicionalmente apresentaria recuo. Além disso, a valorização do dólar compensou a baixa externa, favorecendo as cotações brasileiras.

Nos contratos futuros da B3, o vencimento para março de 2025 fechou a R$ 86,83, com alta diária de R$ 0,47 e avanço de R$ 4,11 na semana. Já o contrato para maio de 2025 subiu R$ 0,41 no dia, encerrando a R$ 82,61, enquanto julho de 2025 teve um leve acréscimo de R$ 0,01, fechando a R$ 74,17. A dificuldade logística e a menor disponibilidade de grãos no mercado físico também contribuem para essa valorização.

Em contraste, o milho na CBOT registrou sua quinta sessão consecutiva de queda. O contrato de março fechou em baixa de 2,82%, cotado a US$ 4,64 por bushel, enquanto o vencimento para maio caiu 2,53%, encerrando a US$ 4,81 por bushel. A pressão negativa veio de fatores como a declaração do ex-presidente Donald Trump sobre a imposição antecipada de tarifas comerciais e a divulgação de dados pelo USDA, que apontaram uma redução de 45% nas exportações semanais do cereal.

A combinação desses fatores demonstra um cenário de divergência entre os mercados interno e externo. Enquanto o milho brasileiro se mantém valorizado pela demanda interna e pela alta do dólar, a Bolsa de Chicago segue pressionada por incertezas comerciais e queda nas exportações.

 





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Soja recua em Chicago com incerteza no mercado internacional


As cotações da soja encerraram fevereiro em queda na Bolsa de Chicago (CBOT), refletindo um cenário de maior oferta global e incertezas na demanda chinesa. O contrato para o primeiro mês fechou em US$ 10,22 por bushel em 27 de fevereiro, contra US$ 10,45 na semana anterior. O farelo e o óleo de soja também recuaram, com perdas acumuladas de 7,4% e 5,4%, respectivamente, nos últimos dias.

Nos Estados Unidos, o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) divulgou no Fórum Outlook de fevereiro que a área de soja pode ser reduzida para 34 milhões de hectares, abaixo dos 35,3 milhões do ciclo anterior. No entanto, a queda ficou abaixo das expectativas do mercado, o que contribuiu para a desvalorização dos contratos futuros.

No Brasil, o cenário cambial tem ajudado a sustentar os preços internos. Com o real desvalorizado para R$ 5,83 por dólar, a saca de soja fechou a semana em R$ 125,40 no Rio Grande do Sul, enquanto nas principais praças os valores oscilaram entre R$ 103,00 e R$ 124,50. O avanço da colheita, que atingiu 37,6% da área plantada, pode pressionar os preços no curto prazo.

Apesar das quedas, a projeção de safra brasileira segue robusta, variando entre 166 e 171 milhões de toneladas, dependendo do impacto das quebras no Sul do país. Consultorias como a AgRural estimam 168,2 milhões de toneladas, enquanto a Hedgepoint Global Markets aposta em 171,5 milhões de toneladas.

Por outro lado, as exportações brasileiras de soja desaceleraram em fevereiro. Até a terceira semana do mês, o país havia exportado 3,7 milhões de toneladas, uma redução de 29% em relação ao mesmo período de 2024. A colheita tardia pode estar limitando os embarques.

O mercado segue atento ao comportamento da demanda chinesa, que representa mais de 70% das exportações brasileiras. Com a economia chinesa crescendo a um ritmo mais lento e políticas para reduzir a dependência da soja importada, especialistas alertam para um possível excesso de oferta global nos próximos anos.





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Milho tem forte valorização no Brasil com baixa disponibilidade no mercado


Os preços do milho seguem firmes no Brasil, impulsionados pela menor oferta no mercado e pelo aumento da demanda. No Rio Grande do Sul, a saca fechou a semana em R$ 67,69, enquanto nas principais regiões produtoras os valores oscilaram entre R$ 66,00 e R$ 86,00.

Na B3, os contratos futuros atingiram patamares históricos, com o vencimento de março/25 negociado entre R$ 73,15 e R$ 83,70. A valorização é reflexo da relação estoque/consumo apertada. Segundo a Conab, essa relação estava em 2,5% em janeiro, o menor nível já registrado no país.

A retração dos vendedores tem sido um dos principais fatores de sustentação dos preços. Com a expectativa de novas valorizações, muitos produtores optaram por segurar as vendas. Enquanto isso, compradores enfrentam dificuldades para recompor seus estoques e se deparam com preços elevados.

A safra de milho segunda safra (safrinha) segue avançando, mas ainda com atrasos. No Centro-Sul, 64% da área já foi plantada, segundo a AgRural, enquanto a Conab aponta 53,6%. Em Mato Grosso, estado líder na produção do cereal, o plantio alcançou 67,7%, mas segue 13,2 pontos percentuais atrasado, devido ao plantio tardio da soja e excesso de chuvas.

Nas exportações, o Brasil embarcou 1,2 milhão de toneladas de milho nos primeiros 15 dias úteis de fevereiro, segundo a Secex. O volume está 11,2% abaixo do registrado no mesmo período de 2024, mas ainda dentro das projeções da Anec, que estima exportações totais de 1,29 milhão de toneladas no mês.

A expectativa para os próximos meses dependerá do desempenho da safrinha, que pode definir a oferta no segundo semestre. Caso as condições climáticas favoreçam a colheita, os preços podem perder força. No entanto, com estoques historicamente baixos, o milho segue com viés de alta no mercado doméstico.





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colheita atrasada em SC e PR; preços variam no MS


A TF Agroeconômica destacou que o mercado de exportação de milho no Rio Grande do Sul encerrou suas compras, concentrando-se agora no embarque dos volumes adquiridos. Os terminais passam a focar exclusivamente na soja e seus derivados. Enquanto isso, as indústrias seguem comprando milho e aproveitam oportunidades de aquisição “a fixar”, permitindo ajustes graduais nos preços. As indicações de compra variam entre R$ 73,00 e R$ 75,00, dependendo da localidade, enquanto os armazenadores seguem vendendo conforme a demanda dos produtores, com preços entre R$ 72,00 e R$ 75,00. Em Panambi, o preço subiu para R$ 67,00 por saca.  

Em Santa Catarina, a Conab informou que a colheita avançou pouco na última semana, atingindo 29% da área apta, ainda abaixo dos 39% registrados na mesma época de 2024. A Epagri apontou que os preços internos no estado seguem um movimento de leve retração, divergindo do cenário internacional, onde há expectativa de alta para março de 2025. No acumulado anual, os preços subiram 13% no Oeste, região com maior demanda devido à presença de agroindústrias. Atualmente, as cooperativas locais pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, enquanto nos portos os valores variam de R$ 72,50 a R$ 73,50 para entregas entre agosto e outubro.  

No Paraná, a Conab revisou os dados da colheita da primeira safra, confirmando atraso nos trabalhos. No mercado local, as ofertas para o milho spot giram em torno de R$ 70,00 por saca. No porto de Paranaguá, os preços para a safrinha variam de R$ 72,30 a R$ 74,50, dependendo do prazo de entrega e pagamento. Já no Mato Grosso do Sul, a Aprosoja indicou que o plantio da safrinha atingiu 24,2% da área prevista. Os preços no estado tiveram variação: recuaram 1,52% em Campo Grande (R$ 65,00), mas subiram em outras regiões, com Chapadão atingindo R$ 69,00 (+7,81%) e Dourados e Maracaju registrando R$ 70,00 por saca.

 





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mercado reage a novos ataques na Ucrânia e clima adverso nos EUA



Chuvas excessivas no norte da França e na Alemanha prejudicaram a qualidade dos grãos




Foto: Canva

As condições climáticas desfavoráveis na Europa impactam a safra de trigo e abrem espaço para a Rússia aumentar sua participação no mercado global. Chuvas excessivas no norte da França e na Alemanha prejudicaram a qualidade dos grãos, limitando a oferta de trigo para exportação. De acordo com analistas, a safra europeia pode sofrer uma redução de até 4 milhões de toneladas em relação ao projetado inicialmente. “Os problemas climáticos na colheita fizeram com que parte do trigo perdesse qualidade para moagem e fosse direcionado à alimentação animal”, explicou um consultor de mercado.

Enquanto isso, a Rússia segue com uma safra robusta e preços competitivos. A produção russa deve alcançar 91 milhões de toneladas em 2024, consolidando o país como o maior exportador global. Recentemente, Moscou reduziu tarifas de exportação para atrair mais compradores internacionais.

Os preços internacionais refletem esse cenário. O trigo europeu ganhou prêmio devido à menor disponibilidade, enquanto o trigo russo mantém cotações mais baixas e segue conquistando mercado no Norte da África e no Oriente Médio.

Nos Estados Unidos, a produção também sofreu com o clima seco, especialmente nas regiões produtoras de trigo de primavera. O USDA revisou para baixo a estimativa da safra norte-americana, o que pode favorecer a valorização do trigo no médio prazo.

O cenário global segue volátil, e os próximos meses serão decisivos para os preços. Com menor oferta na Europa e produção elevada na Rússia, os importadores analisam oportunidades, enquanto produtores em diferentes países buscam estratégias para se manterem competitivos.





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